Aumenta diagnóstico de doenças reumáticas em crianças e jovens

Janeiro 17, 2016 às 5:10 pm | Publicado em A criança na comunicação social | Deixe um comentário
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Notícia do Destak de 15 de janeiro de 2016.

Cerca de 10% dos 14 mil doentes reumáticos portugueses inseridos no Registo Nacional iniciaram a doença em idade pediátrica, com o número de crianças e adolescentes diagnosticados com patologias reumáticas a crescer nos últimos anos.

“Com a maior divulgação e alerta dos profissionais de saúde, o diagnóstico destas doenças nas crianças tem crescido, mas não sei se corresponde a um crescimento real destas doenças”, referiu à agência Lusa a médica Filipa Oliveira Ramos, da Sociedade Portuguesa de Reumatologia.

No Registo Nacional de Doenças Reumáticas, 10% das pessoas iniciaram a patologia antes dos 18 anos. Dos 14 mil casos, mais de 800 correspondem a menores de 16 anos (6,3% do total) e só no ano passado foram registados 200 doentes em idade pediátrica.

Destak/Lusa | destak@destak.pt

 

Sobreviventes de cancro pediátrico em maior risco de sofrer de problemas cardíacos

Janeiro 17, 2016 às 1:00 pm | Publicado em Estudos sobre a Criança | Deixe um comentário
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Notícia do site http://pipop.info/ de 8 de janeiro de 2016.

O estudo mencionado na notícia é o seguinte:

Cardiac Outcomes in Adult Survivors of Childhood Cancer Exposed to Cardiotoxic Therapy: A Cross-sectional StudyCardiac Outcomes in Survivors of Childhood Cancer After Cardiotoxic Therapy

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Fonte: Medical Xpress

Um grupo de pesquisadores norte-americanos do Hospital Pediátrico St. Jude alerta que as crianças que sobrevivem a um cancro podem ser mais propensas a sofrer com problemas cardíacos quando se tornam adultos.

A pesquisa publicada na revista Annals of Internal Medicine avaliou dados de quase 1 900 homens e mulheres inicialmente tratados a um cancro infantil naquela unidade hospitalar, com idades entre os 18 e os 60 anos, que foram tratados a um cancro na infância e sujeitos a tratamentos de quimioterapia e/ou radioterapia.

As conclusões revelaram que entre 3% a 24% dos sobreviventes de cancro pediátrico sofriam de doença cardíaca aos 30 anos, números que aumentam para 10% e 37% quando estes atingiam os 40 anos de idade.

Daniel Mulrooney, autor da pesquisa, explica que o estudo aponta para uma associação entre os tratamentos utilizados para tratar o cancro pediátrico e as doenças cardíacas na idade adulta, embora não prove a existência de uma relação causa e efeito.

A equipa indica ainda que alguns tratamentos de quimioterapia, bem como a terapia de radiação direcionada para a região torácica, podem, de facto, aumentar o risco de doença cardíaca, e sublinha que este estudo acrescenta novas evidências sobre os efeitos remanescentes dos tratamentos no desenvolvimento de anomalias cardíacas.


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