Fiadeira de Histórias e Oficina sobre «O Carnaval» na Biblioteca dos Olivais – 23 de janeiro

Janeiro 16, 2016 às 7:52 pm | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
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Fiadeiras de Histórias e oficinas para Crianças

O Carnaval

PARA CRIANÇAS dos 4 aos 12 anos, acompanhadas de um adulto

“Quando a tua mamã te pergunta: “De que queres mascarar-te?”. Quando os teus amigos e tu falam de máscaras…” É Carnaval! Saber fazer uma máscara.

N.º máximo de participantes: 20 crianças e adultos.

Biblioteca Municipal dos Olivais – serviço Bedeteca

Data: 2016-01-23 às 10:30

Contactos: t. 218 507 100

bib.olivais.infantil@jf-olivais.pt

Observações: Entrada gratuita, mediante inscrição prévia na biblioteca.

 

 

Três formas de parar de gritar com os seus filhos

Janeiro 16, 2016 às 5:43 pm | Publicado em A criança na comunicação social | Deixe um comentário
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Texto do Sol de 9 de janeiro de 2016.

shutterstock

Vários estudos de psicologia indicam que as crianças cujos pais usam frequentemente os gritos e os insultos para os disciplinar têm mais incidência de baixa auto-estima, ansiedade e depressão. Os especialistas dizem mesmo que a agressão verbal através dos gritos e de rótulos depreciativos são tão nefastos como a agressão física, escreve o site Psichology Today.

Os especialistas dão três conselhos-chave para não perder a cabeça e evitar ao máximo gritar com os seus filhos.

1 – Seja um bom ouvinte

Se estiver a meio de um conflito, ouça o seu filho e mostre o desejo genuíno de ouvir como se sente. Evite julgar demasiado, o que vai deixar a criaqnça fragilizada e na defensiva. “Diz-me se faz favor por que estás tão zangado” é uma frase que pode fazer mudar o rumo do conflito. Mas diga-a de forma calma e ouça de seguida o que a criança tem para dizer. Mesmo que não responda logo, o seu filho fica com ‘a porta aberta’ para parilhar as suas emoções e pensamentos consigo mais tarde.

2 – Use a compreensão para se acalmar a si mesmo

Ouvir a criança como aconselhado no primeiro ponto ajuda-o enquanto pai e aprofundar e perceber o que na verdade se passa com a criança que está a desafiar. Perceber pode não o travar de gritar, mas vai ajudar. Tente analisar o que quer que mude no comportamento da criança e explique-lhe o corecto. Perceba também que alguma coisa pode estar a provocar o comportamento desafiador. Quanto mais se acalmar, menos impulsivo vai estar e reduz as probabilidades de gritar.

3 – Não leve tudo demasiado a peito

Ser desafiador faz parte do crescimento e não é dirigido a si. A criança que está a desafiar ou a fazer uma birra está na verdade a cumprir as suas lutas interiores, desafios e a organizar-se emocionalmente, Embora esteja a provocá-lo não é dirigido a si. Tenha isto em mente para não se sentir tão frustrado e o risco de desatar aos gritos vai ser menor.

 

Se alimentarmos as crianças com amor, os medos morrerão de fome

Janeiro 16, 2016 às 1:00 pm | Publicado em A criança na comunicação social | Deixe um comentário
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Texto do site http://www.contioutra.com de 19 de dezembro de 2015.

medo

O mais interessante de assumir a educação emocional das nossas crianças é que através dela alteramos a química dos seus cérebros, ou seja, estamos oferecendo a elas a possibilidade de controlar a sua biologia.

A influência negativa e penetrante dos meios de comunicação, as práticas educativas pouco acertadas e a falta de respeito nas escolas ou na sociedade estão diminuindo as capacidades emocionais das nossas crianças.

Podemos aceitar que é inevitável que certos tipos de mudanças sociais aconteçam, mas o que temos em nossas mãos são ferramentas para potencializar sua saúde emocional.O que podemos fazer? É muito simples, vejamos…

Que um sorriso lhe sirva de guarda-chuva

Sabendo que a serotonina é o hormônio principal na regulação do nosso humor, podemos ajudar o nosso cérebro a produzi-la de uma maneira natural. Para regular seus níveis no organismo basta manter uma dieta saudável, dormir uma quantidade adequada de horas todas as noites e fazer exercícios regularmente.

Ou seja, para termos uma correta saúde emocional devemos implementar estes hábitos em nossas vidas diárias. Dessa maneira, vamos conseguir que nosso cérebro se encontre nas condições ideais para evitar as sobrecargas de energia que surgem do estresse e dos medos.

Cabe apontar, como curiosidade, que pesquisadores renomados afirmam que pedir que as nossas crianças sorriam e dizer a elas que as coisas irão melhorar é verdadeiramente útil. De fato, os seres humanos podem equilibrar os níveis de serotonina com um simples sorriso.

Quando sorrimos, nossos músculos faciais se contraem, o que faz com que diminua o fluxo sanguíneo dos vasos próximos a eles. Isso, por sua vez, faz com que o sangue esfrie, e por isso se reduz a temperatura do córtex cerebral, o que gera, como consequência, a produção de serotonina.

Brincar é o trabalho das crianças

O que comentamos até agora deve confirmar a ideia de que as pequenas coisas são muito importantes. Se há uma forma através da qual podemos articular a aprendizagem emocional infantil é através da brincadeira.

A melhor forma de ensinar a elas habilidades que as permitam administrar suas emoções é através das brincadeiras, pois conseguiremos brindar a elas a oportunidade de aprender e de praticar novas maneiras de sentir, de pensar e de agir.

Além disso, podemos nos converter em parte integral do processo de aprendizagem emocional de uma maneira tremendamente eficiente. De fato, depois de introduzirmos uma dinâmica atrativa, a curiosidade e a repetição que as crianças possuem e solicitam farão o resto do trabalho.

Por exemplo, quando um menino ou menina enfrenta um medo, é bom ajudá-los para que se sintam identificados com um personagem de ficção que admirem. Dessa maneira, podemos brincar com eles imaginando o que fariam se estivessem no lugar do seu ídolo.

Se articularmos uma série de brincadeiras desse tipo ou de outros, como as marionetes, o relaxamento ou a exploração corporal, conseguiremos que as crianças adquiram as habilidades necessárias para administrar suas emoções.

Isso também contribuirá para que elas desenvolvam o autoconhecimento, que estimulará seu interesse por trabalhar aspectos cuja complexidade ainda não é compreendida. Graças a isso fomentaremos o desenvolvimento de uma autoestima saudável apoiada no respeito por si mesmo.

Chaves para aumentar as habilidades emocionais das crianças

Como já dissemos anteriormente, às vezes é muito simples conseguir que nossas crianças cresçam de maneira equilibrada. Basta alimentá-los com amor para que seus medos e seus problemas emocionais morram de fome. Vejamos a seguir como podemos fazer isso em 3 simples passos…

  1. Oferecer um lar, um lugar no qual se sintam protegidas e abrigadas

Um lar é criado a partir das emoções das pessoas que o compõem. As centenas de brinquedos em seus quartos não servem para nada se não compartilharmos com eles nosso amor através de gestos de carinho e de cuidado.

  1. Falar com elas de maneira carinhosa

Quando as crianças fazem alguma coisa errada ou se comportam de maneira agressiva estamos acostumados a empregar estratégias de rejeição. Alguns exemplos são dizer “Não te amo mais” ou “Você é muito malvado”. Entretanto, desta maneira elas não irão entender que o que está errado é o que fizeram, e não o seu valor próprio.

Por essa razão, as mensagens que devemos transmitir a elas são do tipo “Não está certo o que você fez”. Assim, não iremos diminuir a sua autoestima nem colocar em dúvida nossos sentimentos por elas.

  1. Dar a elas o nosso tempo, nosso interesse e o desejo de aproveitar os desafios que nos propõem

O que nossas crianças enxergam em nós, para elas, não está presente em mais ninguém. Por isso, é indispensável dedicar nosso tempo e nosso interesse genuíno a elas, e oferecer uma visão do seu mundo de maneira amorosa e incondicional.

Texto original em espanhol de Raquel Aldana.

Fonte sempre indicada: A Mente é Maravilhosa

 

 


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