Concurso – Cria a tua letra para uma música “Eu Não alinho” Bullying

Janeiro 8, 2016 às 8:00 pm | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
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psp

Polícia de Segurança Pública lança concurso “Eu Não alinho”, em colaboração com outras entidades, onde os concorrentes serão desafiados a escrever uma letra original para uma música (adaptando a uma já existente ou criando a sua).

O concurso tem como objetivo sensibilizar os jovens, através do apelo à sua criatividade, para o tema do bullying e da violência nas escolas.

Para mais informações consulte o regulamento em: (
http://www.psp.pt/Pages/Noticias/MostraNoticia.aspx?NoticiasID=1518) ou envie um email para escolasegura.5div.lisboa@psp.pt


Inscrições online em
http://goo.gl/forms/zAgX2V5ch2

 

 

 

Primeiros Socorros : como actuar perante pequenos acidentes – 4 fevereiro na Biblioteca dos Coruchéus

Janeiro 8, 2016 às 3:10 pm | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
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socorros

PRIMEIROS SOCORROS: sabia que salvar uma vida pode depender desta aprendizagem?
Venha ter connosco, à Biblioteca dos Coruchéus no próximo dia 4 fevereiro, inscrevendo-se previamente, para com profissionais qualificados na área da enfermagem saber actuar perante pequenos acidentes. Ainda temos algumas inscrições, por isso, não se atrase na marcação, bib.corucheus@cm-lisboa.pt -T: 218 712 049

E não paga nada.

 

 

Casaco no carro pode matar o seu filho

Janeiro 8, 2016 às 1:00 pm | Publicado em A criança na comunicação social, Vídeos | Deixe um comentário
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texto do site http://www.delas.pt  de 22 de dezembro de 2015.

Sabia que se uma criança tiver o casaco vestido enquanto está sentado na cadeirinha do carro, corre tanto perigo como se não utilizasse o cinto de segurança corretamente? Um teste divulgado pelo site norte-americano ‘Huffington Post’ sobre como sentar corretamente uma criança no carro no inverno alerta para o perigo a que estas estão expostas em caso de colisão. No geral, “os pais não têm a noção do perigo de vida inerente, ao quererem mantê-los agasalhados”, chama à atenção Jeff Rossen, no vídeo produzido pelo Rossen Reports no seu programa: Today.

Não cometa o mesmo erro todos os invernos e reduza o perigo para a criança que transporta no banco de trás. A precaução pode evitar a perda de uma vida.

No vídeo partilhado utilizam um boneco sentado na cadeirinha, aparentemente bem apertado com o cinto de segurança – com três pontos fixos. No entanto, como o boneco veste um casaco almofadado, durante o choque do veículo que segue a 50 quilómetros por hora, o corpo é projetado pela força do impacto, que amortece o almofadado do casaco e cria espaço entre o corpo e a medida de aperto, cuspindo a criança contra o assento da frente.

Um segundo teste foi feito, desta vez sem vestir o casaco, apertando o cinto à medida real do corpo. A mesma velocidade, o mesmo impacto: a criança está protegida e reduz-se num elevado grau a possibilidade de sofrer danos; principalmente na coluna vertebral.

A questão é: como se pode mantê-los quentes sem vestir os casacos? Recorremos aos conselhos dados pela associação Healthy Children, um site promovido pela Academia Americana de Pediatrias, que recomenda “aos pais vestirem as crianças com roupa fina enquanto estiverem com o cinto apertado”. Só depois se acrescenta uma manta por cima, ou o próprio casaco almofadado que vinha vestido da rua. Atenção que os conselhos são apropriados para todas as idades, já que o efeito de proteção é o mesmo, seja qual for o peso e altura. Recomendam, também, “ter sempre presente no carro uma mala de emergência com luvas, gorro, roupa seca, chapéu e até um snack ‘à mão’”, para no caso de ocorrer um imprevisto durante a viagem, ou da criança ter vindo da rua encharcada e ter frio, não querer deixá-la desconfortável.

 

 

 

Deve evitar-se a cama dos pais? – As Perturbações de Sono e Medidas de Educação Parental” – 12 de janeiro

Janeiro 8, 2016 às 10:00 am | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
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ciclo

Ciclo de Conferências de Pedopsiquiatria com Margarida Crujo

“Deve evitar-se a cama dos pais? – As Perturbações de Sono e Medidas de Educação Parental”.

Dia 12 de Janeiro às 19.00 horas, no Restaurante, Piso 7, do El Corte Inglés de Lisboa.

Às vezes achamos que não queremos ouvir! Outras vezes, fingimos que não é connosco! Mas as causas das nossas preocupações podem permanecer e até piorar com o passar do tempo. Mais vale cortarmos o mal pela raiz. As perturbações que podem pôr em causa o desenvolvimento harmonioso das crianças têm nome e têm tratamento. Venha saber mais sobre elas, conheça estratégias de intervenção, coloque as suas dúvidas, e perceba qual a melhor forma de ajudar o seu filho ou educando.

Margarida Crujo nasceu em Évora há 33 anos. Oriunda de uma família tradicionalmente ligada à saúde, cresceu e viveu em Estremoz até ingressar aos 18 anos na Faculdade de Medicina de Lisboa. Licenciou-se em Medicina e, cativada pelas ciências, pelas relações humanas e pela poesia, sintetizou estes três mundos e fez a especialidade em Psiquiatria da Infância e Adolescência. Mãe entusiasta de dois filhos. É autora e co-autora de trabalhos científicos apresentados em congressos nacionais e internacionais na área de Pedopsiquiatria e dedica-se diariamente à prática clínica, a sua maior motivação.

Inscrições disponíveis no Ponto de Informação, no Piso 0, do El Corte Inglés de Lisboa ou através do e-mail relacoespublicas@elcorteingles.pt

 

Saúde mental infantil afetada por separações

Janeiro 8, 2016 às 6:00 am | Publicado em A criança na comunicação social | Deixe um comentário
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Upset girl listening to parents quarreling in the kitchen

As crianças que crescem em famílias marcadas por divórcios ou separações dos pais têm três vezes mais riscos de apresentarem problemas de saúde mental, garante um estudo realizado pela University College de Londres. Os números obtidos por aquela instituição académica do Reino Unido indicam que cerca de 6,6 por cento dos menores que vivem com ambos os progenitores têm questões de saúde mental, contra 15 por cento dos que vivem apenas com um e 18,1 dos que residem em famílias de acolhimento ou que estão institucionalizadas.

Apesar da análise realizada não indicar razões concretas para as diferenças, os especialistas sugerem que o colapso do núcleo familiar pode levar a um maior risco de pobreza infantil ou crescimento num ambiente de grande ansiedade, o que abre caminho a problemas mentais, com destaque para os relacionados com o comportamento.

“Este estudo adiciona uma grande fatia de evidência ao conceito de que a estabilidade familiar é importante e que a destruição deste núcleo pode ter um efeito negativo na saúde mental das crianças”, considera, em declarações ao jornal “The Telegraph”, Norman Cells, responsável da fundação “Family Education Trust”, adiantando: “o facto de um número crescente de crianças serem privadas das vantagens de crescerem com ambos os pais de uma forma unida e estável é algo que não nos podemos dar ao luxo de menosprezar”.

O estudo – baseado em mais de dez mil crianças de 11 anos em todo o Reino Unido – concluiu que as que vive em famílias de acolhimento são 19,5 por cento mais atingidas por explosões de comportamento e agressividade do que as que vivem com ambos os progenitores biológicos.

Revista Pais & Filhos em 28 de Dezembro de 2015


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