Menores de 16 anos podem ter de pedir autorização para usar a Internet

Dezembro 17, 2015 às 8:00 pm | Publicado em A criança na comunicação social | Deixe um comentário
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Notícia do Público de 15 de dezembro de 2015.

Fernando Veludo Nfatos

Cláudia Bancaleiro

Proposta de subida da idade mínima de 13 para 16 está a ser contestada por empresas e especialistas.

Uma emenda de última hora à proposta de revisão da regulação europeia para a protecção de dados pode interditar a utilização de redes sociais, emails ou jogos online a menores de 16 anos. A ser aprovada na próxima quinta-feira, a proposta irá impor a empresas como o Facebook, Instagram ou Twitter que exijam uma autorização parental para que os mais jovens usem os seus produtos.

A emenda faz parte de um pacote de actualizações à proposta de regulação geral de protecção de dados, um documento criado pela Comissão Europeia em 2012, que defende os 13 anos como idade mínima para limitações à utilização da Internet. É o caso do Facebook, por exemplo, que só permite a criação de uma conta a pessoas acima dessa idade. Estas alterações pretendem que se crie um pacote de regras sobre esta matéria que seja comum aos estados-membros da União Europeia. Esta e outras emendas vão ser debatidas esta terça-feira, indo a votos na próxima quinta. A serem aprovadas terão ainda que ser ratificadas pelo Parlamento Europeu, ficando os estados-membros com dois anos para as implementar.

Segundo o Artigo 8.º da regulação que irá a votação, “o tratamento de dados pessoais de uma criança com idade inferior a 16 anos só será legal se e na medida em que tal consentimento seja dado ou autorizado pelo detentor do poder paternal sobre a criança.” Mais, “o controlador deve fazer esforços razoáveis para verificar em tais casos que o consentimento é dado ou autorizado pelo detentor do poder paternal sobre a criança, levando em consideração a tecnologia disponível”. Resumindo: é proposto que a idade mínima de permissão para o acesso ao mundo online suba dos 13 para os 16 anos, sendo obrigatório o consentimento dos pais do menor para que este possa aceder a sites, redes sociais, emails ou descarregar apps.

A proposta tem sido alvo de contestação, tanto por parte das empresas que fornecem serviços procurados pelos menores de 16 anos como de especialistas em questões de protecção de crianças, que consideram que uma medida como esta irá tornar os menores mais vulneráveis. Segundo uma carta aberta enviada ao Comité de Representantes Permanentes da União Europeia, que irá discutir a regulação geral de protecção de dados, um grupo de especialistas de vários países considera que alterar a idade mínima de 13 para 16 “privaria os jovens de oportunidade educacionais e sociais de várias formas, mas não forneceria mais (e provavelmente ainda menos) de protecção.”

O mesmo grupo de especialistas, que integra organismos como o britânico Family Online Safety Institute e o italiano SOS il Telefono Azzurro, sublinha que a “Internet pode representar uma tábua de salvação para as crianças obterem a ajuda de que necessitam quando sofrem abusos, vivem com familiares viciados em drogas ou álcool, ou procuram serviços de apoio confidenciais LGBT [lésbicas, gays, bissexuais, travestis, transexuais e transgéneros].”

A questão se esta medida irá fazer alguma diferença coloca-se, já que muitos menores com idades inferiores a 13 anos, a idade limite estabelecida para a maioria das redes sociais, conseguem criar contas dando datas de nascimento falsas. As empresas admitem que esta é uma fragilidade dos seus próprios sistemas e afirmam que elevar para 16 anos a idade mínima só irá agravar a situação.

 

 

Festas Seguras com a Polícia de Segurança Pública

Dezembro 17, 2015 às 4:00 pm | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
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festas

Falco PSP Xmas para pintar

Alguns conselhos de segurança importantes para este Natal a acompanhar a imagem:

 – Nas compras de Natal, anda sempre acompanhado dos teus pais ou tutores e não te percas deles;

 – Põe o cinto de segurança ao andar de carro e relembra também os teus pais ou tutores para o fazerem;

 – Cuidado e atenção a atravessar as passadeiras;

 – Não alimentes as renas com doces;

 – Não tentes apertar o nariz do Rudolph;

 – Lembra-te que o Pai Natal só aparece se estiveres a dormir;

 – Distribui sorrisos e alegria;

 – Se tiveres algum problema ou dúvida telefona ao Falco da Polícia de Segurança Pública.

  Enviamos também a versão a preto e branco para colorir.

 Com os melhores cumprimentos e votos de Boas Festas, em segurança.

http://www.psp.pt/Pages/defaultPSP.aspx

 

9 coisas que nunca deve dizer numa discussão com os seus filhos

Dezembro 17, 2015 às 12:00 pm | Publicado em A criança na comunicação social | Deixe um comentário
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texto do site http://uptokids.pt  de 20 de novembro de 2015.

adolescente

As divergências entre um pai e seus filhos são um facto assumido da parentalidade. Quando as crianças crescem elas começam a afirmar sua independência, e as coisas podem rapidamente se transformar para pior quando os seus “já-crescidos-bebés” se tornam desobedientes e desrespeitosos. Quando se trata de discutir com seus filhos, faça-o de forma justa evitando, a todo custo, estas nove frases:

1. Palavrões

Palavrões são completamente proibidos. Não retribua mesmo que o seu filho os diga contra si. Tudo o que fizer estará a moldar o comportamento e as atitudes do seu filho no futuro, quando for adulto.

2. InsultosÉs um (insira qualquer rótulo aqui)”

Parte de ser justo numa discussão é expressar os seus sentimentos reais e preocupações e depois trabalhar para resolvê-los. Rótulos e insultos não fazem nenhuma dessas duas coisas e apenas causam sentimentos de mágoa ou mais raiva. Estas palavras ficam gravadas nas memórias dos jovens e podem afetar significativamente seus relacionamentos e autoestima durante os próximos anos.

3. Arrependimentos infundadosQuem me dera que nunca tivesses nascido..” ou “Eu bem sabia que nunca devias ter nascido”

É fácil atacar a clássica birra infantil, “Mais valia não ter nascido”, com uma destas frases. Mas não solte a bomba. Questionar a existência do seu filho não é um pensamento que quer implantar na mente de um adolescente.

4. Culpabilizar “Foste um erro”, ou “Acabaste com a minha vida!

Atribuir ao seu filho as culpas dos seus problemas não só não faz qualquer sentido como o torna imaturo para assumir responsabilidades de parentalidade. Nascer não foi um decisão dele – foi sua. E, mesmo no calor do momento, fazer uma reivindicação tão feia diz mais sobre si do que sobre ele.

5. CompararPorque você não pode ser mais como ___?

Comparar o seu filho rebelde a um miúdo mais calmo e melhor aluno é um clássico dos pais nesta altura em que eles saem da idade do armário (como se não fosse suficientemente má) e entram numa espiral de conflitos e “trombas” para toda a gente. Mas isso é (mais) uma fase, e ele está a tentar encontrar-se. Ele é ele, e pedir para ele ser outra pessoa é o mesmo que lhe dizer: “Não és suficiente bom para seres meu filho.”

6. Rebaixar “Odeio-te”, ou “Não gosto de ti!”

Vamos torcer para que nenhuma dessas afirmações seja verdadeira. Inúteis e sem tato, apenas criam um maior distanciamento entre vocês. Mesmo que sejam verdadeiras, não precisam ser ditas e talvez seja hora de aconselhamento!

7. Não saber ouvir “Cala-te! Não me interessa”

Ouvir é muito mais difícil e mais importante do que falar. O que causou o argumento inicialmente foi provavelmente uma falha de comunicação. Reforçar o facto de não querer ouvir uma explicação só vai aumentar o insulto e as lesões.

8. AmeaçarVou-me embora”, ou “Nunca mais volto!”

O seu filho precisa de si, independentemente de dizer que não. Nunca lhe dê um motivo para se sentir abandonado. Se precisar de sair para apanhar ar, faça-o. Mas volte!

9. Enxotar “Sai daqui!”

O seu filho precisa de um sítio seguro ao qual chama lar e que seja confortável para descansar. Tirar-lhe isso não só é contra a lei como provoca danos catastróficos no vosso relacionamento.

Manter a cabeça no lugar no meio de uma discussão com o seu filho requer plenitude, paciência e imensas quantidades de auto disciplina e autocontrole. Mas como o pai/mãe, esta é a responsabilidade assumimos quando planeamos uma família. Seja o adulto, e certifique-se de que toda discussão caminha em direção a uma solução – e lembre-se de guardar estas palavras desagradáveis para si mesmo.

Por Georgia Lee, originalmente publicado em Familyshare, com autorização para Up To Kids®

 

 

 

CPCJ Miranda do Douro – Campanha Solidária 22 e 23 de dezembro – Nikito um Amigo, no Natal está Contigo

Dezembro 17, 2015 às 10:52 am | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
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miranda

mais informações:

https://www.facebook.com/CPCJ-Miranda-do-Douro-269979273105688/timeline

Criança ocupada demais sofre como se fosse submetida a trabalho infantil

Dezembro 17, 2015 às 6:00 am | Publicado em A criança na comunicação social | Deixe um comentário
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texto do site http://mulher.uol.com.br de 11 de novembro de 2015.

Do UOL, em São Paulo

Tensão, ansiedade e a necessidade de ter êxito na vida pessoal e profissional faz com que 35,9% dos adolescentes e 37,1% dos jovens adultos apresentem altos níveis de estresse. O resultado, obtido no 5º Estudo Saúde Ativa, apresentado na quarta-feira (11) e encomendado pela SulAmérica, vai de encontro com os dados da Associação Americana de Psicologia (APA, na sigla em inglês) que também destaca a geração Y (nascidos a partir de 1980) como a mais estressada e ansiosa.

Para Rosely Sayão, psicóloga e colunista da “Folha de S. Paulo”, o estresse e a ansiedade desses jovens são resultado de uma infância muito “atarefada”. “Eles são frutos de uma geração em que os responsáveis quiseram se tornar superpais, matriculando a criança em diversos cursos extracurriculares. Isso fez com que perdessem a infância. Não há diferença alguma entre a criança muito pobre que é obrigada a trabalhar com sete anos da rica matriculada em um monte de cursos, nessa mesma idade”, afirma Rosely.

De acordo com Gentil Alves, médico pós-graduado em terapia intensiva pediátrica, o estresse é um fenômeno comum e consiste na resposta do organismo quando precisa se adaptar a uma situação de pressão. “O estresse pode ser positivo, pois o corpo libera uma série de hormônios para se adequar a aquele momento, mas ele precisa ser transitório. Quando permanece por tempo prolongado no organismo, é que começam a surgir doenças”, diz Alves.

Para o médico, grande parte dos jovens fica estressada por ter de lidar com muitas situações ao mesmo tempo –atividades escolares, provas, trabalho e cursos extracurriculares. Já Rosely, não credita a ansiedade às tarefas diárias, mas, sim, a necessidade de ser bem-sucedido. “É a expectativa de ter sucesso que faz com que a geração Y seja estressada”, afirma a psicóloga.

 

 

 


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