Concurso de Postais “N” de Natal – 13ª Edição

Dezembro 11, 2015 às 9:00 pm | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
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cocurs

Aproximando-se a época natalícia, uma vez mais, o IPDJ promove a realização do Concurso de Postais “N” de Natal – 13ª edição, apelando, assim, à tua criatividade e imaginação.

Nesta edição de 2015, o tema é “Solidariedade com os Refugiados ”.

Podem candidatar-se jovens dos 8 aos 18 anos, em 2 escalões etários:

8 aos 12 anos

13 aos 18 anos

Os trabalhos devem ser entregues ou enviados por correio, até ao próximo dia 18 de dezembro, nas “Lojas Ponto JA”,  instaladas nos Serviços distritais do IPDJ, conforme o regulamento que podes ver aqui.

mais informações:

http://www.juventude.gov.pt/Eventos/ConcursosPassatempos/Paginas/concurso-postais-natal-12-Edicao.aspx

Corporal punishment of children linked to lower school grades

Dezembro 11, 2015 às 8:00 pm | Publicado em Estudos sobre a Criança | Deixe um comentário
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Texto do site https://theconversation.com de 20 de novembro de 2015.

© Young Lives Sarika Gulati

Kirrily Pells

Debates on whether the use of physical force to discipline children is ever acceptable have once again been reignited with legislation passed in Ireland in early November to remove the defence of “reasonable chastisement” for corporal punishment.

In new research conducted by the Young Lives study at the University of Oxford using longitudinal data from Ethiopia, India, Peru and Vietnam, we found that children who experienced corporal punishment performed worse in maths, four years later. The research was part of UNICEF’s Multi Country Study on the Drivers of Violence Affecting Children.

The use of physical punishment, such as smacking, slapping or hitting with a hand or implement, is contrary to the UN Convention on the Rights of the Child, which has been ratified by all states except the US. Yet only 47 countries have, like Ireland, introduced legislation to protect children from corporal punishment in all settings, including the home and school.

Corporal punishment excites strong points of view. Proponents argue that “mild” or “moderate” forms of corporal punishment are an effective and non-detrimental means of instilling discipline and obedience into children. When talking about my research on corporal punishment I often encounter the response: “I was hit and it never did me any harm”. Opponents stress the hypocrisy of laws that do not extend the same protection to children as is afforded to adults.

Negative impact on grades

When focusing on children’s school performance, we are not losing sight of the fact that children do on occasions die or are severely injured as a result of corporal punishment. But evidence on whether more “everyday” or “routinised” forms of corporal punishment have lasting effects on children’s development is limited.

Studies typically rely on cross-sectional data where child development measures are collected at the same time as reports of corporal punishment. It is then difficult to separate out what comes first: children may perform less well as school because they are hit, or children may be punished because of poor performance.

While we cannot prove causality, the Young Lives data allows us to analyse the links between earlier experience of corporal punishment and how children were performing four years later in school. The longitudinal data also allow us to control for a series of other possible explanations that might affect children’s school performance.

We found that children who reported experiencing corporal punishment at age eight had on average significantly lower maths scores at age 12 in India, Peru and Vietnam. The size of the negative effect was large.

To put our results into context, it is well-established that children with more highly educated parents have better educational outcomes. The associated negative effect of corporal punishment on children’s outcomes was equivalent to the child’s primary caregiver, usually the mother, having between three and six years less education, depending on the country.

Who is most at risk

Large numbers of children are also affected despite legal prohibition of corporal punishment in schools in India, Ethiopia and Vietnam, and a statement of norms discouraging its use in schools in Peru. Among children we surveyed who were eight-years-old, over half of those in Peru and Vietnam, three-quarters in Ethiopia, and nearly all children in India reported witnessing a teacher administering corporal punishment in the last week.

Younger children are at greater risk, with the incidence of corporal punishment at age eight more than double the rate reported by 15-year-olds, in all four countries. Boys are significantly more likely to report experiencing corporal punishment than girls across the four countries. This adds to the growing global picture on the greater vulnerability of boys to physical punishment. But it’s important to note that girls are often at greater risk of other forms of humiliating treatment and sexual violence.

We also found that children from more disadvantaged households were significantly more likely to be punished in India, Peru and Vietnam compared to children living in more advantaged households in the same community. When comparing children in the same school, disadvantaged children in India and Vietnam are significantly more likely to be punished than their more advantaged peers.

Other Young Lives research indicates a number of reasons why poor children experience more corporal punishment, including being punished for lacking school materials and frequent absence in order to undertake work for the household.

Corporal punishment not only violates children’s fundamental rights to dignity and bodily integrity, but by impacting upon their engagement with schooling it has the potential to have long-lasting implications for their life chances and can reinforce inequality.

Legislation is an important first step towards eradicating corporal punishment, but on its own is not sufficient. Greater attention is required to understand why bans are not implemented, to support positive teaching practices and to work to address social norms that sustain the myth that physical violence promotes children’s learning and development.

 

 

Um terço dos jovens que cometem delitos com menos de 16 anos reincide

Dezembro 11, 2015 às 1:00 pm | Publicado em A criança na comunicação social | Deixe um comentário
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Notícia do Público de 10 de dezembro de 2015.

Nfactos Fernando veludo

Ana Dias Cordeiro

Os que reincidem já depois de cumprida uma medida tutelar educativa são também os jovens que desenvolveram percursos com delitos mais graves, violentos e frequentes.

No perfil de jovens entre os 12 e os 16 anos que têm uma ligação ao sistema de justiça, os reincidentes são aqueles que iniciaram o seu percurso de delinquência mais cedo, em média, pelos 13 anos. Os que reincidem já depois de cumprida uma medida tutelar educativa, que pode ser de internamento ou através de tarefas a favor da comunidade, são também os jovens que desenvolveram percursos com delitos mais graves, violentos e frequentes. Porém, os reincidentes são também uma minoria representando apenas um terço dos casos de delinquência juvenil.

As primeiras conclusões do Projecto Reincidências – Avaliação da Reincidência dos Jovens Ofensores e Prevenção da Delinquência, promovido pela Direcção-Geral de Reinserção e Serviços Prisionais, e realizado entre Janeiro de 2013 e Janeiro de 2016, serão apresentadas no Seminário Internacional Delinquência juvenil: processos de desistência, identidade e laço social, que se realiza esta quinta e sexta-feira no ISCTE, em Lisboa.

O encontro reúne investigadores reconhecidos na área da delinquência dos jovens e desistência desses percursos, como o criminólogo David Farrington, professor da Universidade de Cambridge no Reino Unido, um dos especialistas que fazem a supervisão científica do projecto.

A amostra do projecto abrange 1403 jovens de várias zonas de Portugal que, em 2014, estavam ligados ao sistema de justiça – pela primeira vez ou não. O estudo revela ainda que a maioria dos jovens não reincide: os que voltam a cometer delitos representam um terço (33,2%) do conjunto da amostra. Destes 465 jovens, uma minoria (109) volta à delinquência já depois de cumprida a medida tutelar educativa.

A medida pode ser de internamento em centro educativo ou de execução na comunidade, através do cumprimento de tarefas a favor da comunidade ou da imposição de obrigações (frequentar a escola ou ser acompanhado por um psicólogo, por exemplo) – de acordo com a Lei Tutelar Educativa que abrange os jovens entre os 12 e os 16 anos que cometem ilícitos que seriam qualificados como crime se tivessem mais do que os 16 anos.

Os que reincidiram já depois de cumprida uma medida tutelar educativa cometeram o seu primeiro delito aos 13 anos, em média, e os que voltaram a cometer um delito antes de qualquer passagem pelo sistema de justiça tinham entre 13 e 14 anos (em média) quando iniciaram este percurso. O estudo mostra ainda que os jovens que iniciaram um percurso delinquente mas não persistiram depois de lhes ser aplicada uma medida tutelar educativa ou os que cometeram um delito de forma pontual estavam já muito perto dos 14 anos.

Os resultados provisórios, que ainda serão objecto de mais análises e publicados em 2016, “não surpreendem”, admite Fátima Coelho, coordenadora do projecto. “Vieram revelar aquilo que já era conhecido noutros países”, acrescenta ao PÚBLICO. Ao contrário da ideia dominante de que “os comportamentos delinquentes dos jovens são muito graves, existe um grande grupo de jovens que apenas cometeu um delito ou que tem uma delinquência que parece ser passageira ou pontual e um número muito reduzido de jovens com indícios de práticas delinquentes persistentes e graves”, sustenta a doutorada na área da delinquência juvenil pela Universidade Católica.

Além disso, diz Fátima Coelho, o estudo é “inovador” em Portugal, por o primeiro a incidir numa amostra com uma tal amplitude e pelo tipo de tratamento de dados e avaliação da reincidência [que nele são feitos]”. Os 1403 jovens da amostra estiveram envolvidos em 2622 situações delituosas, sendo as mais frequentes as ofensas contra a integridade física (774 casos) e roubos (468 casos). A investigação incide sobre uma amostra de 1114 rapazes e 289 raparigas, com uma idade média de 14,7 anos.

Os resultados sobre a reincidência não permitem tirar conclusões definitivas, ressalva a investigadora, uma vez que “não é possível avaliar o desenvolvimento do percurso” daqueles jovens que tiveram contacto pela primeira vez com o sistema de justiça. A repetição de estudos sobre estes jovens é que vai permitir avaliar a reincidência e a sua probabilidade. Mas tendo eles esse primeiro contacto numa “idade tardia” – mais de 15 anos em média – há motivos para acreditar que “a probabilidade de desenvolverem trajectórias delinquentes é menor”, explica Fátima Coelho sobre o projecto que coordena.

“Este estudo coloca a questão da importância da reparação entre ofensores e vítimas e de saber se [tal] não seria suficiente: se [a reparação] não teria uma função preventiva nos casos de delinquência pontual e de baixa gravidade”, conclui Fátima Coelho. “Por outro lado, chama a atenção para o facto de ser sobre esse núcleo duro de delinquentes mais graves e mais persistentes que se deve centrar a intervenção do sistema de justiça.”

 

 

 

 

 

O telemóvel e a televisão também jantam com os portugueses

Dezembro 11, 2015 às 12:00 pm | Publicado em A criança na comunicação social | Deixe um comentário
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Texto do site http://lifestyle.publico.pt  de 26 de novembro de 2015.

publico

Por Life&Style

Dietistas preocupados pois estes hábitos podem levar a maus comportamentos alimentares.

Cinco vezes por semana, 98% dos portugueses janta à frente da televisão ou com o telemóvel ao lado. Quem o diz é um inquérito levado a cabo pela Iglo, junto de cerca de 4500 pessoas.

Para a Associação Portuguesa de Dietistas (APD) e para o Movimento 2020 – um projecto da APD, com o objectivo de promover e implementar as boas práticas no que respeita à saúde alimentar e hábitos de vida saudável – estes hábitos podem levar a maus comportamentos alimentares.

Segundo Zélia Santos, presidente da APD e membro do conselho executivo do Movimento 2020, “o momento da refeição deve ir muito além da sua função nutricional, dada a conotação social e cultural que a alimentação tem nas nossas vidas. Cozinhar e conviver à mesa, na companhia de familiares e amigos, fomenta o bem-estar e cria condições para uma alimentação correcta e consciente. Por exemplo, a mesa é o cenário ideal para passar às crianças a importância de fazer uma alimentação equilibrada e criar apetência pelas escolhas mais saudáveis”. No contexto dos resultados apurados pelo inquérito, a responsável conclui: “Ao ritmo a que se vive, a hora de jantar torna-se no momento privilegiado para as famílias se reunirem e conversarem. Ao ocupar espaço com o telemóvel ou a televisão, há uma probabilidade acrescida de estarmos a tornar a refeição numa ingestão indiscriminada de alimentos e a perder o prazer do convívio, que é um dos conceitos em que assenta a dieta mediterrânica”.

O inquérito foi feito online através de um questionário, tendo a recolha de dados decorrido entre os dias 16 de Julho e 5 de Agosto de 2015. A amostra global é composta por 4469 indivíduos residentes em Portugal (86% do sexo feminino, 60% solteiros e 39% entre os 26 e os 35 anos), o que corresponde a uma margem de erro de 1,47%, para um intervalo de confiança de 95%.

 

 

 

Integração Sensorial – O que é? – Vídeo

Dezembro 11, 2015 às 12:00 pm | Publicado em Vídeos | Deixe um comentário
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Inauguração da “Casa (do chá) dos Hipopómatos” na biblioteca de Sintra

Dezembro 11, 2015 às 10:00 am | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
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A Biblioteca Municipal de Sintra vai inaugurar a “Casa (do chá) dos Hipopómatos”, um espaço dedicado ao livro e à leitura, no próximo dia 12 de dezembro, às 15h30.

No âmbito do projeto de dinamização cultural da área do jardim da biblioteca este espaço pretende ser uma casa da leitura, onde as famílias se podem reunir… à volta dos livros.

A primeira livraria especializada em literatura infantojuvenil de Sintra. Uma Casa do Chá, onde a leitura é coisa de todos os dias para pequenos e grandes leitores.

Casa do Chá na Biblioteca Municipal de Sintra: segunda-feira, das 14h0 às 20h0 terça a sexta-feira, das 11h00 às 20h00 sábado e domingo, das 10h00 às 18h00

http://www.cm-sintra.pt/equipamentos/equipamentos-culturais

Fórum Internacional sobre a Transversalidade das Políticas de Juventude

Dezembro 11, 2015 às 9:00 am | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
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mais informações:

http://www.cnj.pt/beta/index.php/component/k2/item/54-forum-internacional-sobre-a-transversalidade-das-politicas-de-juventude

 


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