O “síndrome dos novos pais”

Dezembro 10, 2015 às 8:00 pm | Publicado em A criança na comunicação social | Deixe um comentário
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texto da Pais & Filhos de 26 de novembro de 2015.

mais informações na notícia:

Have YOU got new parent syndrome? Take this quiz to find out if having a child is putting a strain on your relationship

pais filhos

O bebé nasceu e pai e mãe têm cada vez menos saídas a dois, menos momentos juntos e até se esquecem de dizer “amo-te” ou de dar um beijo de bom dia ou de boa noite tal é o cansaço e a falta de tempo. Para já não falar dos amigos e família que não visitam. Revê-se num ou mais destes pontos? Então seja bem-vindo ao clube de quem sofre do “síndrome de novos pais”.

Recentemente, um grupo de pesquisadores britânicos realizou um estudo estatístico para determinar de que forma a vida quotidiana muda após a chegada do bebé. E chegou a números bastante interessantes.

Em primeiro lugar, em média os casais sem filhos saem à noite duas vezes por mês, enquanto depois do nascimento da primeira criança esse número reduz-se para metade. Cerca de 10 por cento demoraram meio ano até arranjarem tempo para saídas noturnas e outros 10 por cento nem se lembram da última vez. Por outro lado, metade dos casais nunca passaram fins-de-semana ou férias sem as crianças. Perto de 60 por cento dos inquiridos admite que tem falta de tempo ou dificuldades em quem fique com os filhos. E 87 por cento diz que as saídas a dois deixaram de ser, pura e simplesmente, uma prioridade.

Quanto ao chamado “tempo de qualidade” passado juntos, o estudo mostra que, em média, baixa de quase 14 horas por semana para apenas seis, enquanto a expressão “amo-te” passa de mais de 40 vezes por mês para cerca de metade. Os beijos semanais são menos afetados: de 13 em média para 10. Curiosamente, o estudo concluiu que a frequência de relações sexuais não parece alterada após o primeiro filho: duas por semana, em média.

As coisas voltam a piorar no que respeita ao relacionamento com a família e amigos. Os casais adquiridos admitem, na esmagadora maioria, que os momentos passados com quem lhes é mais próximo, fora do estrito círculo familiar, baixa para mais de metade da frequência, logo que se tornam pais.

“Toda a gente sabe que ter filhos muda a vida, e quase todos os casais referem a felicidade e a certeza de que não mudariam este facto por nada. No entanto, é importante não perder de vista que ser mãe ou pai não significa que se é só isso. Os momentos a dois ou em sociedade são essenciais para manter um sentido de autoestima, de pertença e fazem com que o novo papel de parentalidade seja ainda mais desfrutado”, defende Liz Fraser, da Care.com, a empresa responsável pelo trabalho.

 

A História dos Direitos Humanos vídeo legendado

Dezembro 10, 2015 às 2:51 pm | Publicado em Recursos educativos, Vídeos | Deixe um comentário
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http://www.humanrights.com

 

Dia dos Direitos Humanos

Dezembro 10, 2015 às 12:13 pm | Publicado em Divulgação, Vídeos | Deixe um comentário
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UN Website – Human Rights day

http://www.un.org/en/events/humanrightsday/

texto e recursos da União europeia

Human Rights Day : Our Rights. Our Freedoms. Always

Mensagem do Secretário-Geral para o Dia dos Direitos Humanos, 10 de dezembro de 2015

http://www.unric.org/pt/actualidade/32100-mensagem-do-secretario-geral-para-o-dia-dos-direitos-humanos-10-de-deezembro-de-2015

 

Promover competências chave para a preparação para o 1º ciclo

Dezembro 10, 2015 às 12:00 pm | Publicado em A criança na comunicação social | Deixe um comentário
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Texto do site http://uptokids.pt  de 25 de novembro de 2015.

expertbeacon

A entrada para a escola é uma realidade obrigatória para todas as crianças a partir dos 6 anos de idade, porém, o mesmo não acontece com algumas crianças em idade pré-escolar, que por opção dos pais, por falta de vagas na escola pública e/ou por impossibilidade financeira de recorrerem ao ensino privado, optam ou são obrigados a encontrar alternativas para os seus filhos.

A não frequência da escola em idade pré-escolar, não é, no entanto, sinónimo de não educação ou de não preparação da criança para a entrada no ensino formal.

Sabemos que o cérebro da criança nos primeiros 5 anos de vida está particularmente activo, atingindo 90% do tamanho adulto. Como tal, em casa ou na escola, é fundamental estimular o desenvolvimento global da criança, através da promoção de competências sociais, emocionais e intelectuais, consideradas chave para a vida adulta e para a entrada no ensino formal. É por isso, importante, envolver a criança em actividades que estimulem estas competências chave.

Se para a maior parte dos profissionais da área da educação, estes são fundamentos inerentes à sua prática profissional diária, para os pais, avós ou outros adultos que ficam responsáveis a tempo inteiro pela criança, nem sempre é assim tão simples.

Por este motivo, aqui ficam algumas dicas, que o vão ajudar a promover na criança, as competências necessárias à sua entrada no ensino formal:

Competências Intelectuais

⁃ Ler histórias

⁃ Cantar e ensinar cantigas, rimas e/ou lenga-lengas

⁃ Ensinar uma letra – mostrar à criança palavras e objectos começados por uma letra, de preferência palavras com significado para a criança – (exemplo: Letra A – Água, Árvore)

⁃ Ensinar a criança a contar – (exemplo: contar os brinquedos, ou os carros que passam na rua)

⁃ Ensinar as cores – (exemplo: “Vamos procurar a cor verde!”);

⁃ Brincar às construções

⁃ Brincar ao faz de conta – (exemplo: fingir que somos cozinheiros e vamos preparar o almoço; fingir que somos animais, etc.)

Competências sociais

⁃ Levar a criança ao parque infantil

⁃ Levar a criança ao café, ao supermercado, etc.

⁃ Participar em workshops ou espetáculos para crianças

⁃ Proporcionar o convívio e a interacção com outras crianças e adultos

Competências artísticas

⁃ Desenhar, pintar com diferentes objectos (pincéis, esponjas, escovas de dentes, etc.), fazer colagens, brincar com plasticina.

Competências musicais

– Dar um concerto com a criança e explorar diferentes sons e ritmos – usar tachos, colheres, embalagens, etc.

⁃ Ouvir e dançar diferentes tipos de música.

Competências Físicas

⁃ Correr

⁃ Andar de baloiço e escorrega

⁃ Saltar

⁃ Dançar

⁃ Nadar

A par destas actividades, os adultos devem estimular regras e rotinas. Estas vão fazer parte do dia a dia da criança quando entrar para a escola, por isso, porque não começar aos poucos a introduzi-las na sua vida?

Estas são apenas algumas sugestões, de actividades simples e acessíveis a todos, que promovem a aprendizagem e que preparam a criança para a entrada na escola e para a vida adulta.

imagem@expertbeacon

 

 

 

 

Enhancing the non-cognitive skills of disconnected youth

Dezembro 10, 2015 às 6:00 am | Publicado em A criança na comunicação social | Deixe um comentário
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Texto do blog https://oecdskillsandwork.wordpress.com de 26 de novembro de 2015.

ocde

By Glenda Quintini.

Youth who have disconnected from the education system and are not working or planning to return to training are at high risk of marginalisation. Some of these young people are homeless, have disabilities, have been in foster care and/or are known to the justice system. Efforts to create programmes that succeed in reconnecting these at-risk young people to education, the labour market and society more generally as early as possible are key. However, this is easier said than done. This group of highly-disadvantaged youth face multiple challenges in addition to lacking the skills and qualifications to reintegrate school or the labour market. Any intervention requires addressing all these needs in a comprehensive way.

Like other programmes to facilitate school-to-work transitions, those targeted on disconnected youth focus on providing participants with strong cognitive skills. This includes both foundation skills – such as literacy, numeracy and problem solving – and job-specific skills – in many cases vocational or job-related skills that facilitate labour market entry at the end of the programme. Unlike other programmes, however, there is a strong focus on fostering the non-cognitive skills of participants such as motivation, resilience, trust, communication and team work skills.

The World Bank (Guerra, Modecki, Cunningham, 2014) has come up with the PRACTICE taxonomy to summarize key non-cognitive skills that are relevant to employers. The taxonomy is consistent with what has been studied in the non-cognitive skills literature, and was developed by identifying employer demanded skills and matching them to common indicators in the non-cognitive skills literature, such as Big Five and the Grit scale. Not only is this taxonomy useful to highlight the importance of non-cognitive skills in responding to employers’ skills needs but it also serves as guidance to identify non-cognitive skills commonly targeted by interventions for improving labour market outcomes.

Table 1. PRACTICE Skills, Sub-Skills, Big Five Traits, and Biological Foundations

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Source: Guerra, N., K. Modecki and W. Cunningham (2014), “Developing Social-Emotional Skills for the Labour Market: the PRACTICE Model”, World Bank Policy Research Discussion Paper No. 7123.

Having said this, not everybody buys into the relevance of non-cognitive skills as a policy tool to improve labour market outcomes. Critics believe that these skills are very difficult to “affect” or “influence”, at least beyond early childhood. So, is there evidence that non-cognitive skills can be fostered to facilitate re-integration in education or employment? Yes BUT successful programmes are long and costly.

Non-cognitive skills are normally “taught” in number of ways: through mentoring, whereby youth are associated to an adult who provides guidance and serves as a role model; the frequent use of one-to-one tutoring to foster learning through individualised support; work with the family to ensure/improve parental involvement; and/or a residential settings to take youth away from a disruptive family/social environment.

Because the fostering of non-cognitive skills is often a component, among others, of successful programmes for disconnected youth, evaluations of its effects on education and labour market outcomes are hard to single out. Participants in disconnected-youth programmes often cite mentoring as key to their success in acquiring qualifications or finding work at programme completion. This is the case of well-recognised programmes, with a track record of proved effectiveness for disconnected youth such as: Job Corps – a US residential programme for disconnected youth with a strong focus on education, employability and social development; Youth Build – a US programme replicated internationally, focusing on 16-24 year olds to provide academic credential and vocational training in the construction field; or the French EPIDE (Etablissments pour l’Insertion dans l’Emploi) – a residential re-employment programme for disconnected youth with a strong focus on social and civic education.

Evidence of the effectiveness of actions to foster non-cognitive skills also comes from initiatives exclusively focused on their development. Although many of these programmes have not been the object of rigorous evaluations – very few, for example, are tested using random assignment methods – some have yielded positive cost-benefit evaluations. Because non-cognitive skills can be fostered in a variety of environment, actions take place in several different contexts.

The international Big Brothers Big Sisters mentoring programme – an after-school programme for at-risk youth – has yielded positive long-term impacts of matching adult volunteer mentors with young people aged 6-18 to support them in reaching their potential over the course of a year. Outcomes include improved self-worth, better relationships with peers and parents, reduced substance misuse and improved academic outcomes. Some youth arts and sports interventions have also been found to significantly improve young people’s self-esteem, confidence, emotional control, organisation and leadership skills. Finally, some family based interventions have been successful in promoting positive parenting, enhancing child and adolescent social and emotional skills, reducing problem behaviours and improving academic performance and attachment to school (Incredible Years, Families and Schools Together, Strengthening Families Programme; Social Skills Group Intervention-Adolescent).

But action on non-cognitive skills does not come cheap. The programmes that have been most successful in enhancing participants’ employment and education outcomes are residential, last several months – close to a year, in most cases – and cost between 15000 and 25000 USD per participant. All in all, if the alternative is lifelong welfare dependency (with a high risk of intergenerational transmission) or a prison sentence (approximately 80000 per inmate per year in the United States) the cost may still be worth it.

 


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