Passaporte para os teus Direitos – Conselho da Europa

Novembro 26, 2015 às 8:00 pm | Publicado em Divulgação, Recursos educativos | Deixe um comentário
Etiquetas: , , ,

passaporte

descarregar o passaporte no link

www.coe.int/t/dg3/children/pdf/Passport_Por.pdf

The “passport to your rights” is an passport created for all children. It allows children enter in the world of their rights in a playful manner, explaining their basic rights, as well as the relationship with the states, or the role of international organisations. It should be their first passport in life.

 

 

 

Prevenção do Tráfico de Seres Humanos com a Ajuda de Mãe

Novembro 26, 2015 às 12:17 pm | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
Etiquetas: , , , ,

No seguimento das acções de formação sobre prevenção de Tráfico de Seres Humanos que o sector Projecto Rua tem vindo a realizar, será dada uma nova sessão no próximo dia 26 de Novembro às técnicas da Ajuda de Mãe, instituição parceira do Pólo de Lisboa da Rede Construir Juntos. Estas acções surgiram no âmbito da nossa participação no projecto transnacional “Catch & Sustain”, no qual foi desenvolvido um programa de formação sobre prevenção do tráfico de crianças.

 

Encontro “Desatar nós, criar laços – Abordagens integradas para o Superior Interesse da Criança”

Novembro 26, 2015 às 12:00 pm | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
Etiquetas: , , , ,

Programa2

mais informações:

http://www.fcebi.org/index.aspx?ID=153&IDartigo=537

Apresentação do livro “Monstra?” de Elsa Serra na Ludobiblioteca da EB Raul Lino – Monte Estoril

Novembro 26, 2015 às 11:47 am | Publicado em Divulgação, Livros | Deixe um comentário
Etiquetas: , , , , , ,

raul

mais informações:

https://www.facebook.com/bibliotecaraullino

http://monstralivro.wix.com/monstra

https://www.facebook.com/Elsa-Serra-Contadora-de-Hist%C3%B3rias-111937228920323/

Crianças e Famílias num Portugal em mudança – livro de Mário Cordeiro em debate no El Corte Inglês dia 27 de novembro

Novembro 26, 2015 às 11:00 am | Publicado em Divulgação, Livros | Deixe um comentário
Etiquetas: , , , ,

crianças

As crianças de hoje em dia são diferentes das crianças do passado. Colocam novos problemas às famílias e obrigam os pais a dar respostas diferentes. Mário Cordeiro, pediatra e académico, debruçou-se sobre estas questões em «Crianças e Famílias num Portugal em mudança», livro que vai ser debatido na próxima sexta-feira, às 19h00, no El Corte Inglés. A entrada é livre mediante pré-inscrição. Basta enviar e-mail para  relacoespublicas@elcorteingles.pt

https://www.ffms.pt/ensaio/1081/criancas-e-familias-num-portugal-em-mudanca

 

 

 

 

Caminhada / Corrida pelos Direitos da Criança – Chamusca

Novembro 26, 2015 às 10:00 am | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
Etiquetas: , , ,

12248118_1155444024483691_2838667862403351164_o

CPCJ da Chamusca

http://www.cm-chamusca.pt/atividade-municipal/servico-acao-social/cpcj

CPCJ Chamusca

Há crianças vítimas de maus-tratos que ficam meses no hospital depois da alta

Novembro 26, 2015 às 6:00 am | Publicado em A criança na comunicação social | Deixe um comentário
Etiquetas: , , , ,

Notícia da http://rr.sapo.pt de 18 de novembro de 2015.

radio renascença

João Carlos Malta

No hospital Amadora-Sintra, entre 5% e 10% das crianças vítimas de abusos físicos e sexuais ficam internadas,dias ou mesmo meses, depois de terem alta clínica, aguardando que lhes decidam o futuro . No caso mais grave, um menino viveu cinco anos no hospital. “É o pior dos sítios para uma criança ficar, mas, por vezes, é a única solução”.

Há crianças vítimas de abusos físicos e sexuais que, depois de serem tratadas nas unidades de saúde e terem alta clínica, acabam por ficar internadas no hospital durante dias ou meses à espera que a Justiça lhes encontre um destino para começarem um novo futuro.

No Hospital Amadora-Sintra, entre 2012 e 2014, foi o que aconteceu a cerca de 10% das 108 crianças que deram entrada nas urgências hospitalares por “motivos sociais”. Uns ficaram alguns dias ou semanas, outros, alguns meses.

Num dos casos mais dramáticos, um menino portador de VIH e com paralisia cerebral, após ter sido internado com sinais de ter sido agredido, viveu cinco anos no Amadora-Sintra. A criança , de ascendência africana, só conseguiu ter um lar quando um casal sueco o encontrou.

Helena Isabel Almeida, pediatra e coordenadora do grupo de protecção de crianças em risco do hospital Amadora-Sintra, alerta que esta unidade hospitalar, apesar de acolher os meninos depois de lhes dar alta, não está “preparada” para o fazer.

“É o pior dos sítios para uma criança ficar. Uma grande parte das crianças internadas está infectada e as que ali ficam podem apanhar doenças”, sublinha a médica.

A pediatra alerta para a morosidade da resolução dos casos em que a criança não pode ser reintroduzida em contexto familiar. É prejudicial para o desenvolvimento psicológico da criança permanecer num hospital, um local em que “se trabalha por turnos com equipas muito grandes e em que a relação é bastante impessoal”.

“Uma criança maltratada é alguém que precisa de ter profissionais especializados e a encorajá-la no seu novo projecto de vida”, reforça a médica.

Sem alternativa

O director-adjunto do Centro de Estudos Judiciários, juiz-desembargador Paulo Guerra reconhece que estes casos ocorrem. “As crianças não devem ficar nos hospitais. Essa é a luta entre a Saúde e a Justiça. Os profissionais de saúde querem que a criança saia, porque é um sítio em que facilmente é contaminada. Temos que dar uma resposta social”, sublinha.

No entanto, o director-adjunto do Centro de Estudos Judiciários, com carreira em casos que envolvem a criança e a família, reconhece que há casos em que não tem existido outra alternativa.

Helena Isabel Almeida chama a atenção que nestes casos em que a criança fica no hospital depois de ter alta a maior parte dos agressores fazem parte do núcleo familiar. Pai e mãe são percentualmente as figuras mais visadas nestes abusos, o que torna a possibilidade de regresso à família “residual”.

Das 108 crianças que nos últimos dois anos chegaram às urgências de pediatria do Hospital Amadora-Sintra, 85 são recém-nascidos e 23 têm entre três e cinco anos.

“Muitas vezes, a família depende economicamente do agressor. São situações complicadas. E estas crianças não podem voltar para casa. Têm que ficar institucionalizadas: ou num hospital ou num lar de emergência, que apareceram nos últimos anos e que funcionam bem”, explica Helena Isabel.

A mesma especialista alerta ainda para os casos dramáticos de crianças agredidas que sofrem de doenças crónicas. Para elas não há lares, nem centros de acolhimentos. “Há crianças com a cor, com a idade e com doença errada. Sabemos que há crianças que vão ser rapidamente adoptadas e outras que nunca o vão ser”, lembra.

P. esteve cinco anos a viver no Amadora-Sintra

O caso mais emblemático e marcante no serviço liderado por Helena Isabel Almeida foi o de um menino com ascendência num país africano de língua oficial portuguesa.

P. deu entrada no hospital vítima de agressão, mas com um quadro clínico associado complicado. Era portador de VIH e tinha paralisia cerebral. A mãe não ajudou a que o caso se resolvesse. Não queria que P. fosse adoptado.

O menino acabou por viver cinco anos no hospital Amadora-Sintra. Em Portugal não se encontrou uma solução para o caso. Só depois de P. ter sido colocado nas redes de adopção internacionais através de instituições creditadas é que o caso se resolveu, em 2014.

P. encontrou uma família na Suécia. “Está muito feliz. Recebemos e-mails e estão todos muito contentes. Foi um final feliz, mas não foi possível que ocorresse em Portugal. Teve de ser fora do país”, diz Helena Isabel.

Reconhece que estes casos têm uma solução complicada. A família de acolhimento tem de ter condições económicas que permitam fazer face aos desafios que crianças com necessidades especiais exigem.

Faltam famílias de acolhimento

O juiz-desembargador Paulo Guerra afirma que, em muitas situações, os serviços de saúde dão a alta clínica, mas é preciso “uma alta social”. Há que conseguir uma casa para a criança ser alojada. As famílias de acolhimento temporário seriam uma solução, mas não existem em número satisfatório em Portugal.

“Há casos em que o regresso a família é impossível, e precisamos de dar um destino. Houvesse mais famílias de acolhimento, que não existem. Essa é uma situação que é residual”, reconhece. Não existe em Portugal uma cultura de acolhimento temporário de crianças, para que a institucionalização possa ser um último recurso.

O magistrado avança que a 8 de Outubro entrou em vigor um novo enquadramento legal que pode minorar o fenómeno das crianças vítimas de maus-tratos que ficam nos hospitais depois de terem alta médica. “A solução imediata” para estas crianças que não podem ser reintegradas na família é “a institucionalização num centro de acolhimento [temporário]”.

“É uma solução de emergência em que as crianças não devem passar mais de 48 horas. Trata-se de uma entrada para preparar uma passagem para uma casa de acolhimento futura, mas isso está por regulamentar”, explica Paulo Guerra.

O juiz diz que, apesar de a lei já ter entrado em vigor, o mesmo não ocorreu com a regulamentação. “Com a instabilidade política que o país vive, não sabemos quando é que isso irá acontecer”, teme o jurista.

 

 


Entries e comentários feeds.