Uma “Vivência” pelos DIREITOS da CRIANÇA

Novembro 25, 2015 às 9:23 pm | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
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Uma “Vivência” pelos DIREITOS da CRIANÇA, porque nós pessoas/cidadãs(ãos), pais/ familiares, auxiliares, monitoras(es), educadoras(es), professoras(es) temos o direito ao lúdico com dinâmicas de grupo na “VIAGEM PELOS DIREITOS da CRIANÇA”
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Explique às crianças apenas o que elas perguntarem sobre os atentados

Novembro 25, 2015 às 8:00 pm | Publicado em A criança na comunicação social | Deixe um comentário
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Noticia do Público de 18 de novembro de 2015.

MARTY MELVILLE AFP

Ana Cristina Pereira

Especialista diz que adultos devem ajudar as crianças a perceber que as imagens que vêem em todo o lado não correspondem a novos ataques.

Soube dos atentados à hora do almoço de sábado. Já de noite, viu o arranque do noticiário. Estava uma mulher grávida pendurada numa janela do Bataclan, em Paris, a gritar “Socorro! Socorro!” Saiu da sala, foi até à cozinha, fechou a porta que dá para a sala e sentou-se à mesa, a ler. Regressou decorridos muitos, muitos minutos, certa de o assunto ser outro.

– Pai, podemos ir viver para Plutão? – perguntou a menina, de oito anos.

– É capaz de ser boa ideia. Se arranjares um foguetão, podemos ir lá espreitar para ver se é giro. Realmente, estamos a precisar de mudar de planeta.

– Plutão já não é um planeta.

A filha mais velha do assessor de comunicação André Serpa Soares fez aquilo a que os psicólogos chamam evitamento. Naquela noite, saiu da cama dela, enfiou-se na cama dos pais e pediu-lhes que a deixassem dormir lá, de luz acesa. Não se pôs a fazer perguntas sobre os atentados. Não quis conversa. Quis apenas ficar ali, em silêncio. O pai abraçou-a toda a noite e foi-lhe dizendo: “não te preocupes”; “estamos em casa”; “estamos em segurança”, estamos juntos”; “isso não vai acontecer aqui”, “eu protejo-te sempre”.

Ficou convencido de que naquela noite algo se quebrou dentro da filha. “Acho que ela perdeu a confiança nas pessoas”, comenta. “Perdeu aquele olhar infantil, inocente. Percebeu que há maldade no mundo.” Sabe que isso iria acontecer mais cedo ou mais tarde. Preferia que tivesse sido mais tarde. Demorou uns dias a interiorizar. No domingo, ela deitou-se na cama dela, mas a meio da noite tornou a ir para a dos pais. “Disse que se tinha enganado na casa de banho e ficou por ali”, conta ele. Na segunda-feira, já dormiu na cama dela. “Deitou-se cedo, adormeceu logo.”

Ao longo da semana, muitas crianças viraram-se para os pais amedrontadas, confusas. Quem são aquelas pessoas? Porque fizeram aquilo? Pode acontecer aqui? Desviá-las do televisor, ignorar as perguntas, não é solução, avisa Ana Santos, psicóloga da infância, especialista em luto. A informação está a correr, na família, na escola, nas redes sociais, nos órgãos de comunicação social.

Os adultos devem ajudar as crianças a perceber que as imagens que vêem em todo o lado, várias vezes ao dia, não são novas, salienta Ana Santos. Não há novos ataques, não há novos feridos, não há novos mortos; há imagens que se repetem, porque o que aconteceu é importante, porque se calhar nem toda a gente viu ainda, porque há profissionais que vão descobrindo mais pormenores.

Há que respeitar as necessidades de cada criança. “Há que evitar o excesso de informação”, aponta. Não é preciso introduzir conceitos como jihadismo ou Estado Islâmico. Isso pode aumentar a confusão. Bastará uma explicação simples. “Hoje, pergunta o que precisa de perceber. Amanhã, quer saber mais, faz outras perguntas.”

Na opinião daquela especialista, as crianças devem ser incentivadas a expressar o que pensam, o que sentem. Ao transparecer preocupação, ao fazer perguntas, revelam empatia com outras pessoas, que podem nem conhecer, mas que estão em sofrimento. “Às vezes, os adultos ficam ansiosos, porque elas podem perguntar algo a que eles não sabem responder”, nota. Não têm de ter sempre resposta. “Podem dizer: ‘Não sei. Diz-me o que é que tu pensas. Deixa-me pensar nisso.’”

Não importa apenas o que os adultos vão dizendo às crianças. Importa também o modo como o fazem. Se estiverem com medo, por mais que digam que está tudo bem, que não há perigo, transmitirão medo às crianças. Se estiverem serenos, transmitir-lhes-ão serenidade. “Podem dizer-lhes que há pessoas preparadas para enfrentar problemas destes e que o estão a fazer”, exemplifica.

Há ainda que lhes explicar o carácter excepcional daqueles acontecimentos. Nem tudo se controla e isso não é o fim do mundo. “Não se controla o que os outros pensam, como não se controla se chove ou se faz sol. Por vezes, acontecem coisas más, mas as coisas más não são o normal”, diz.

A maturidade dita o grau de complexidade das perguntas que cada um faz e deverá ditar o grau de complexidade das respostas. Os adolescentes podem ir à frente dos pais no acesso à informação. Vivem agarrados aos telemóveis, smartphones, tablets, portáteis. Também com eles, recomenda Ana Santos, há que respeitar o ritmo pessoal, mas já se justifica falar sobre o que significa tudo isto.

A assessora de comunicação Ana Sofia Gomes tem de tudo dentro de casa. A filha de 14 anos ficou com medo de ir a Paris a uma prova de esgrima; a de oito preferiu não ver imagens dos atentados; a de cinco anos perguntou-lhe se também os iam matar. Nestes dias, houve muitas crianças a fazer aquela pergunta. As crianças até aos 11 anos tendem a pensar que todo o mal que acontece aos outros lhes pode acontecer. Ana Sofia respondeu o que muitos adultos pelo país fora têm respondido: que não, que Portugal é um país pequeno, que está num cantinho da Europa, mas teve de encontrar explicações mais complexas para a mais velha, que já estuda história, que já percebe que Portugal está na União Europeia e na Organização do Tratado do Atlântico Norte (NATO).

 

 

 

 

 

 

Marcha pelo Fim da Violência Contra as Mulheres | 25 Novembro | Praça do Comércio 18 horas

Novembro 25, 2015 às 4:26 pm | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
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mais informações:

https://www.facebook.com/MarchapeloFimdaViolenciaContraasMulheres2015

 

Boletim do IAC n.º 117

Novembro 25, 2015 às 2:00 pm | Publicado em CEDI, Divulgação | Deixe um comentário
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Descarregar o Boletim do IAC n.º 117 aqui

Pobreza infantil: Parlamento Europeu quer que Estados-Membros invistam mais nas crianças

Novembro 25, 2015 às 1:00 pm | Publicado em A criança na comunicação social | Deixe um comentário
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Notícia do Parlamento Europeu de 24 de novembro de 2015.

O Parlamento Europeu aprovou hoje um relatório da eurodeputada portuguesa Inês Zuber que recomenda aos Estados-Membros que se empenhem no desenvolvimento de políticas para combater a pobreza infantil, utilizem os Fundos Estruturais da UE para investir nas crianças e promovam legislações laborais que garantam direitos sociais aos pais, como um salário mínimo obrigatório adequado.

O documento defende também que os orçamentos nacionais devem conter provisões visíveis e transparentes para despesas destinadas a combater a pobreza infantil. Mais de uma em cada quatro crianças vive em risco de pobreza ou exclusão social na UE.

O relatório de (CEUE/EVN), aprovado por 569 votos a favor, 77 contra e 49 abstenções, faz uma série de recomendações aos Estados-Membros e à Comissão Europeia para combater “as alarmantes taxas de pobreza infantil na Europa”.

“Em 2013, 26,5 milhões de crianças na União Europeia corriam o risco de cair na pobreza e exclusão social. São números dramáticos. As políticas que fizeram empobrecer as famílias da União Europeia são as mesmas que atiraram as crianças para a pobreza, negando-lhes muitos dos direitos que constam da Convenção sobre os Direitos da Criança, nomeadamente os direitos à saúde, educação e proteção social”, disse Inês Zuber no debate em plenário.

Os eurodeputados pedem aos países da UE que se “empenhem concretamente” no desenvolvimento de políticas para combater a pobreza infantil, centradas em corrigir os principais fatores que afetam este fenómeno, propondo o aumento dos montantes e da abrangência do apoio social especificamente dirigido à infância, mas também aos pais que estão desempregados ou em empregos mal remunerados.

Os Estados-Membros devem promover legislações laborais que garantam direitos sociais, “incluindo um salário mínimo obrigatório adequado que respeite as práticas nacionais e os acordos coletivos e que proporcione uma maior segurança às famílias e combata os vínculos precários, promovendo o trabalho com direitos sociais adequados”.

O Parlamento Europeu recomenda também que “os orçamentos nacionais contenham provisões visíveis, transparentes, participativas e responsabilizáveis relativas a dotações e despesas destinadas a combater a pobreza infantil” e pede aos Estados-Membros que cumpram o dever de proteção das crianças, “que passa também pelo aumento da despesa pública para obtenção destes objetivos”.

Introdução de uma “garantia da infância”

O Parlamento exorta a Comissão e os Estados-Membros, “face ao enfraquecimento dos serviços públicos, a introduzirem uma garantia da infância para que todas as crianças em situação de pobreza possam ter acesso a cuidados de saúde gratuitos, educação gratuita, assistência à criança gratuita, habitação digna e nutrição adequada enquanto parte do plano europeu integrado para combater a pobreza infantil, incluindo tanto uma garantia da infância como programas de apoio e oportunidades para os pais saírem de situações de exclusão social e integrarem o mercado de trabalho”.

Utilização dos Fundos Estruturais da UE

Os países da UE devem utilizar ao máximo os Fundos Europeus Estruturais e de Investimento, em particular o Fundo Social Europeu, a fim de implementar os três pilares da recomendação “Investir nas crianças”, dizem os eurodeputados.

De acordo com o relatório, “até à data, a maioria dos Estados-Membros pouco se preocupou em utilizar os Fundos Estruturais da UE para combater as alarmantes taxas de pobreza infantil na Europa, que continuam a crescer, bem como para promover a inclusão social e o bem-estar geral das crianças”.

O PE exorta ainda a Comissão Europeia a fazer da taxa de abandono escolar precoce e do combate à pobreza infantil uma prioridade.

O relatório refere que, em 2012, a taxa de abandono escolar precoce foi superior a 20% em Portugal, Espanha e Malta, enquanto a taxa média da UE se situou nos 13%. Portugal é também apontado como um dos países em que o risco de pobreza infantil persiste em famílias com alta intensidade laboral, num grupo em que se incluem também a Roménia, Lituânia, Espanha, Grécia, Letónia, Eslováquia, Polónia e o Luxemburgo.

REF. : 20151123IPR04011

Contactos

Isabel Teixeira NADKARNI

Serviço de Imprensa

Número de telefone(+32) 2 28 32198 (BXL)

Número de telefone(+33) 3 881 76758 (STR)

Número de telemóvel(+32) 498 98 33 36

Endereço e-mail isabel.nadkarni@europarl.europa.eu

Endereço e-mail imprensa-PT@europarl.europa.eu

 

relatório

http://www.europarl.europa.eu/sides/getDoc.do?type=REPORT&reference=A8-2015-0310&language=PT

 

 

Dia Universal da Criança: as crianças em trânsito devem ter uma oportunidade

Novembro 25, 2015 às 12:00 pm | Publicado em A criança na comunicação social | Deixe um comentário
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texto do site https://medium.com/@UNICEF_Portugal de 20 de novembro de 2015.

Perto de 14 milhões de crianças e adolescentes na Síria, no Iraque e no Afeganistão enfrentam a guerra, o conflito e as injustiças todos os dias, o que alimenta a actual crise de refugiados e migrantes na Europa.

Um novo relatório da UNICEF, “Para todas as crianças, uma oportunidade: A promessa da equidade”, divulgado no dia Universal da Criança, afirma que o mundo continua a ser um lugar profundamente injusto para as crianças mais pobres e mais desfavorecidas, apesar dos grandes avanços alcançados desde a adopção da Convenção sobre os Direitos da Criança em 1989.

“As profundas desigualdades alimentam um ciclo intergeracional de pobreza e desvantagem. Mas as coisas podem mudar. Sabemos como travá-las, como pôr-lhes fim, e inverter o seu curso, tornando-o um ciclo virtuoso de progresso intergeracional,” declarou Anthony Lake, Director Executivo da UNICEF, no dia Universal da Criança

Actualmente, na Europa, as crianças refugiadas e migrantes contam-se entre as mais desfavorecidas de todas as crianças.

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“Até agora, muitas delas só conheceram o terror e a tragédia, a injustiça e a iniquidade, pelo que não surpreende que mais de 200.000 crianças tenham arriscado a vida este ano para procurar abrigo na Europa,” afirmou Marie-Pierre Poirier, Coordenadora Especial da UNICEF para a Crise de Refugiados e Migrantes na Europa.

Estas crianças são vítimas de circunstâncias que escapam ao seu controlo; não deveriam ser agora vitimizadas outra vez e enfrentar novas barreiras — fronteiras fechadas, escolas fechadas, casas fechadas.

Para as crianças que fogem da guerra e do conflito na Síria, no Iraque e no Afeganistão, a UNICEF afirma que a única maneira de proporcionar a estas crianças em trânsito uma oportunidade na vida é a resolução política urgente dos conflitos nos seus países de origem e o apoio humanitário na região.

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“É chocante que uma em cada nove crianças viva em países afectados por conflitos armados, que seja testemunha de uma violência horrível e que veja destruídos os seus direitos à sobrevivência, à saúde e à educação. Viajei com a UNICEF até à antiga República Jugoslava da Macedónia e à Sérvia para ver como a guerra está a forçar as crianças e suas famílias a deixarem as suas casas. O mundo está perante a maior crise de refugiados desde a Segunda Guerra Mundial. Todos os países que possam fazê-lo deveriam estar a apoiar as crianças e as famílias que têm sido afectadas,” afirmou o actor britânico e Embaixador de Boa-Vontade da UNICEF, Orlando Bloom.

Orlando Bloom e uma verdadeira “equipa” de Embaixadores da UNICEF juntaram-se para fazer ecoar a sua voz nas redes sociais e apelar à acção a favor das crianças mais vulneráveis do mundo no âmbito de uma campanha lançada pela organização sob o lema “Por um mundo justo” [#PorUmMundoJusto].

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Alguns dados que merecem o destaque da UNICEF:

  • As crianças das famílias mais pobres têm quase o dobro de probabilidades de morrer antes dos cinco anos de vida que as dos agregados mais ricos, e cinco vezes mais probabilidades de ficar fora da escola.
  • As raparigas das famílias mais pobres têm quatro vezes mais probabilidades de casar antes dos 18 anos que as das famílias mais ricas.
  • Mais de 2.4 mil milhões de pessoas continuam a não ter acesso a instalações sanitárias seguras  — 40 por cento das quais vivem no Sul da Ásia; e mais de 660 milhões de pessoas continuam a não ter acesso a água segura — perto de metade das quais vivem na África Subsariana.
  • Perto de metade dos 159 milhões de crianças que sofrem de atrasos de crescimento vivem no Sul da Ásia e um terço vive em África.
  • Perto de metade de todas as mortes de menores de cinco anos, ocorrem em países afectados por conflitos e catástrofes naturais.

Viste a página da UNICEF dedicada à Campanha #PorUmMundoJusto aqui.

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Leia o relatório “Para todas as crianças, uma oportunidade: A promessa da equidade

Visite também a página da UNICEF ‘Equity: A Fair Chance For Every Child’.

 

 

 

Mais de 20% dos alunos do terceiro ciclo e do secundário são fumadores

Novembro 25, 2015 às 6:00 am | Publicado em Estudos sobre a Criança | Deixe um comentário
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Notícia do Jornal de Notícias  de 16 de novembro de 2015.

REUTERS Jason Lee

Mais de 20% dos estudantes do terceiro ciclo e do secundário fumam e os mais novos são, entre estes, os que mais relatam terem começado a fumar na escola, revela um estudo feito em Coimbra.

Os estudantes mais novos, com idades compreendidas entre os 12 e os 13 anos, são “os que mais relatam ter começado a fumar na escola, sendo a tendência maior nas raparigas”, concluiu um estudo sobre hábitos tabágicos em meio escolar, afirma a Universidade de Coimbra (UC), numa nota divulgada esta segunda-feira.

De acordo com a investigação, “a grande maioria (79%) de estudantes não fuma” e, entre os 21% de fumadores, “cerca de metade (10,2%) fá-lo regularmente, consumindo em média meio maço de cigarros por dia”.

Desenvolvido pela delegação em Coimbra da Fundação Portuguesa do Pulmão (FPP) e pelo Laboratório de Bioestatística e Informática Médica (LBIM) da Faculdade de Medicina da UC (FMUC), o estudo envolveu 3289 alunos (1584 do sexo masculino e 1705 do sexo feminino) do terceiro ciclo do ensino básico (7º, 8º e 9º anos de escolaridade)e do ensino secundário (10º, 11º e 12º anos) de vinte escolas do concelho de Coimbra.

Os resultados do inquérito, aprovado pelo Ministério da Educação e Ciência, que também avalia o conhecimento dos alunos relativamente à relação entre doenças pulmonares e o tabaco, vão ser apresentados terça-feira, 17 de novembro, às 17.30 horas, na delegação da FPP em Coimbra, no âmbito da III Semana do Pulmão.

As conclusões da pesquisa alertam, designadamente, para “a necessidade de se apostar em campanhas de sensibilização nas escolas sobre os malefícios do tabaco” e de “sensibilizar os pais para esta realidade, dado que a maioria dos alunos fumadores (51,9%) diz que os pais fumam em casa”, salienta João Rui de Almeida, presidente da FPP em Coimbra.

“Este estudo revela ainda que é nas escolas que os alunos mais jovens (12-13 anos) começam a fumar”, adverte aquele responsável.

Francisco Caramelo, coordenador da equipa do LBIM que realizou a análise dos dados, sublinhou, por seu lado, o facto de se observar nestes alunos “um padrão de crescimento do número de fumadores com a idade”.

O fenómeno significa que “existe um efeito cumulativo, ou seja, quem começa a fumar dificilmente deixa de o fazer, e a probabilidade de fumar aumenta cerca de 1,5 vezes por cada ano”, adiantou Francisco Caramelo.

A maioria dos alunos fumadores (51,9%) refere ter familiares na sua residência que fumam, mas esta percentagem desce (para 40, 6%) no caso dos não fumadores, notando-se que há “uma grande prevalência de alunos fumadores passivos”.

Embora a generalidade dos alunos (95,8%) afirma ter consciência dos malefícios do tabaco, só 57,9% dos fumadores revelou que gostaria de deixar de fumar, refere a nota da UC.

 

 

 


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