IVªs Jornadas Estimulopraxis ‘Novas Perspectivas no Neurodesenvolvimento – O que se sabe… O que se faz!’

Novembro 10, 2015 às 8:00 pm | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
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estim

mais informações:

http://www.estimulopraxis.com/projectos.html#jorna

 

Dez por cento dos alunos do distrito são fumadores

Novembro 10, 2015 às 12:00 pm | Publicado em A criança na comunicação social | Deixe um comentário
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Notícia do Mensageiro de Bragança de 15 de outubro de 2015.

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tabaco

Crianças que lêem têm acesso a 70% mais palavras

Novembro 10, 2015 às 9:00 am | Publicado em Estudos sobre a Criança | Deixe um comentário
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Notícia da Sábado de 10 de outubro de 2015.

O estudo citado na notícia é o seguinte:

The Words Children Hear: Picture Books and the Statistics for Language Learning

áudio de uma entrevista de Jessica Montag

Ler ajuda à imaginação e não só. Segundo uma investigação da Universidade da Califórnia, nos Estados Unidos, a leitura dá acesso a 70% mais palavras do que as conversas que os pais têm com as crianças. E até ler aos bebés ajuda nesta aprendizagem, já que estão a adquirir o ritmo da leitura ao ouvirem os adultos.

O estudo comparou o vocabulário das crianças, segundo as conversas dos pais e ainda os textos de livros infantis, e encontrou novas palavras relacionadas com a leitura.

Como explica a investigadora Jessica Montag, citada pela revista brasileira Crescer, há ainda outras vantagens na leitura: “O ponto principal é que há mais palavras únicas no texto de livros de imagens do que em discursos que temos com as crianças. A principal vantagem é que os livros introduzem novos assuntos e novas palavras que, normalmente, estão fora do linguagem quotidiana.” A investigação aponta ainda para o facto de a leitura reforçar a relação entre pais e filhos e ao debate de novos temas.

 

A vida numa prisão para crianças no Uganda

Novembro 10, 2015 às 6:00 am | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
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texto do P3 de 15 de outubro de 2015.

Sascha Montag

Kampiringisa fica para além de estrada pavimentada num vale do Uganda, a vários quilómetros de Kampala. A paisagem seria idílica, não fosse a presença dissonante de um complexo prisional que detém exclusivamente crianças. Oficialmente, o fotojornalista alemão Sascha Montag não deveria poder visitar o local. Segundo a jornalista que o acompanhou, Andrea Jeska, “alguém do governo do Uganda parece suspeitar que Kampiringisa é uma desgraça para o bom nome do país e que deverá manter-se fora do roteiro jornalístico”.

Estão detidas em Kampiringisa cerca de 300 crianças, número que varia com frequência dado o enorme fluxo de crianças que integram e abandonam a instituição mensalmente.

“Não foi fácil obter acesso ao local”, disse Sascha em entrevista ao P3. “Visitei-o com a ajuda de uma organização não governamental belga que intervém junto das crianças.” Apesar da intervenção da ONG europeia, os vários edifícios que compõem o complexo prisional mantêm falhas estruturais graves: há bolor nas paredes dos edifícios, lama e sujidade no chão, algumas varandas colapsaram e muitas janelas não têm vidros que protejam as crianças do vento frio que de noite se faz sentir.

As condições higieno-sanitárias são altamente precárias e os surtos de cólera e malária são frequentes. Kampiringisa não é apenas um estabelecimento de detenção juvenil, é também a casa de dezenas de crianças de rua que o governo do Uganda não sabe onde acolher. As crianças têm entre os três e os 19 anos de idade e foram detidas nas ruas pelas autoridades ou abandonadas pelos pais na instituição sob acusação de pequenos delitos ou simplesmente por “desobediência”.

A maior parte dos residentes cumpre penas de três meses a três anos, mas acaba por ficar até atingir a maioridade por recusa da família em recebê-los. Há uma década a instituição era estritamente uma prisão. Eram conhecidos casos de tortura com choques eléctricos e espancamentos. “A jaula” era conhecida entre os pequenos reclusos como um local a evitar. Ficar na “jaula” significava dormir nu, num espaço exíguo, em contacto com o chão, ao lado de dezenas de crianças.

“Quando li sobre Kampiringisa num blogue de viagem, há uns anos, não queria acreditar que existia um local como este num país que assinou a convenção sobre os direitos da criança das Nações Unidas”, comentou Sascha. “Como assistente social e pai de três filhos, tenho muito interesse em reportagens de cariz social com enfoque nos direitos da criança.” Sascha Montag recebeu recentemente uma distinção no concurso International Photography Award, na categoria não profissional.

Ana Marques Maia

Visualizar todas as fotos no link:

http://saschamontag.de/album/kindergefangnis-uganda?p=1?p=1


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