Biblioteca Digital Camões – centenas de obras em língua portuguesa, para download gratuito

Novembro 9, 2015 às 8:00 pm | Publicado em Recursos educativos, Site ou blogue recomendado | Deixe um comentário
Etiquetas: , , ,

camoes

A disponibilização de um conjunto de textos e documentos de grande relevância cultural e linguística insere-se na missão do Instituto Camões: A promoção da língua e cultura portuguesas, de que se vem ocupando desde 1929. A Biblioteca Digital Camões pretende fazer chegar o Português a um universo cada vez mais amplo de falantes e estudantes do Português. Nos próximos meses receberá novos e diversificados parceiros, que a enriquecerão com as suas contribuições e cooperarão na preparação do Instituto Camões para o Séc. XXI.

os temas da biblioteca são:

-Arquitectura

-Arte

-Biografias

-Cinema

-Colóquios e Congressos

-Dispositivos móveis

-Dissertações e Teses

-Educação

-Estudos literários / Crítica Literária

-Etnologia / Etnografia / Tradições

-Geografia

-História

-Infantil

-Investigação – Cátedras IC

-Língua

-Literatura

-Música

-Pensamento e Ciência

-Revistas  e periódicos

Biblioteca Digital Camões no link:

http://cvc.instituto-camoes.pt/conhecer/biblioteca-digital-camoes.html

O lançamento da nossa agenda em Coimbra, no passado sábado, teve direito a presença na comunicação social

Novembro 9, 2015 às 5:40 pm | Publicado em O IAC na comunicação social | Deixe um comentário
Etiquetas: ,

Artigo publicado no Diário de Coimbra

Capturar 1

Diário As Beiras

Capturar

 

 

A nossa Agenda IAC 2016- Pela Defesa e Promoção dos Direitos da Criança está disponível

Novembro 9, 2015 às 2:28 pm | Publicado em Campanhas em Defesa dos Direitos da Criança | Deixe um comentário
Etiquetas: , ,

12195962_10153109125757274_1721920542864229867_n

 

A Agenda do IAC 2016 é um produto muito útil, pois, para além de permitir lembrar tarefas futuras, anotar compromissos, escrever listas, planear o dia, a semana e o mês, registar ideias e acompanhar projetos, lembrar datas especiais como aniversários, contém dicas de segurança sobre a utilização da internet, a proteção da imagem, prevenção do cyberbullying, hábitos de conduta livres de riscos (prevenir raptos) e denúncia de abusos sobre a criança. A abordagem destas temáticas e respetivas dicas de segurança serão complementadas por alguns jogos pedagógicos. A par desta vertente utilitária, a Agenda IAC 2016 proporciona agradáveis momentos de leitura através de  maravilhosos poemas e contos da autoria de conceituados escritores portugueses como Alice Cardoso, António Torrado, José Fanha, Fernando Cardoso, Luísa Ducla Soares, Margarida Fonseca Santos, Raquel Palermo, Sara Rodi e Sílvia Alves. Cada mês apresenta um poema ou um conto alusivo à Criança. As ilustrações são criadas a partir dos desenhos das crianças apoiadas pelo IAC.

É uma agenda com um formato que facilita a sua utilização (14×14), com capas de proteção transparentes que garantem a sua durabilidade e elástico.

Destina-se a crianças, jovens, pais, avós, educadores, responsáveis de instituições que trabalham com crianças, entre outros.

A Agenda está disponível, bastando enviar o seu pedido para iac-cedi@iacrianca.pt.

agenda_iac2016_111_Página_3

As verbas auferidas com a posterior venda da Agenda IAC 2016 serão canalizadas para o desenvolvimento de novos projetos ligados à prevenção de situações de violência entre os jovens, nomeadamente do Cyberbullying, cujas estatísticas nacionais apontam para um aumento significativo deste tipo de violência. Por outro lado, as denúncias sobre violência juvenil, feitas através da Linha SOS Criança do IAC, têm preocupado profundamente a instituição, que, apesar dos seus poucos recursos, procura dar resposta a todas as situações que lhe são apresentadas.

agenda_iac2016_111_Página_2

Médicos britânicos voltam a alertar para os perigos de bebés dormirem com os pais

Novembro 9, 2015 às 12:00 pm | Publicado em A criança na comunicação social | Deixe um comentário
Etiquetas: , ,

Notícia do Sol de 14 de outubro de 2015.

Shutterstock

Maria Teresa Oliveira

Um caso trágico levou uma responsável pelos serviços de medicina legal britânicos a voltar a alertar para um tema que não é novo: os bebés não devem dormir com os pais.

Com 11 semanas, a bebé Darcie-Rose Souster morreu enquanto dormia apoiada no braço do pai, na mesma cama onde ainda estavam a mãe e um irmão mais velho, que tinha subido para a cama do casal durante a noite.

Asfixiada, segundo o veredicto de Anne Pember, médica legista na cidade de Northampton: “Lamentavelmente, dormia numa posição insegura na cama dos pais, junto com outra criança pequena. Aceito a causa da morte por asfixia posicional no contexto de ‘co-sleeping’ (dormir com os pais)”.

Citada pelo Guardian, esta coordenadora dos serviços de medicina legal disse ser “importante frisar que as pessoas devem ser alertadas para os perigos de dormir com um bebé, particularmente quando estes são de tenra idade”.

O ‘co-sleeping’ é defendido por um número considerável de pais, que argumentam com benefícios emocionais e até físicos para os bebés.

As autoridades médicas, apesar de concordarem que é importante que de noite haja proximidade física entre crianças de poucos meses e os pais, defendem que os bebés devem dormir em cama separada.

Não tomar esta precaução, explicam, aumenta o risco de asfixia ou da síndrome de morte súbita do lactente – risco que pode ser agravado se um ou ambos os progenitores estiverem muito cansados, tiverem bebido álcool ou tiverem ingerido calmantes. 

teresa.oliveira@sol.pt

 

 

 

 

Os maiores “escravos” são as crianças? Em Espanha dizem que sim, culpa dos TPC

Novembro 9, 2015 às 7:00 am | Publicado em A criança na comunicação social | Deixe um comentário
Etiquetas: , , , , ,

Texto do Observador de 28 de outubro de 2015.

Jasper Juinen Getty Images

Uma campanha em Espanha quer chamar a atenção para a quantidade de trabalhos escolares a que as crianças espanholas estão obrigadas. E alerta para as consequências do excesso de TPC.

Uma campanha intitulada “Pela racionalização dos trabalhos de casa no sistema educativo espanhol” está a alertar para o excesso de TPC a que estão sujeitos os jovens estudantes do país vizinho. A campanha foi produzida pela engenheira de telecomunicações Eva Bailén e lançada com o apoio da Change.org – “a maior plataforma mundial para a mudança” -. Eva Bailén explica ao jornal El País os objetivos:

Há quem não seja sensível a este assunto porque pensa que os pais estão a tentar proteger excessivamente os filhos (…). Não se dão conta que o problema é o contrário: os miúdos trabalham tanto desde pequenos que chegam à adolescência fartos dos trabalhos de casa e do sistema educativo espanhol.

Na campanha, que foi pensada para as redes sociais e que em Espanha se está a tornar viral, um conjunto de pessoas discutem com alguém que não conseguem ver sobre a sua vida e o seu horário de trabalho. Ficam a saber que a pessoa do outro lado trabalha diariamente “8 horas, mais 3h em casa“. Esta diz-lhes ainda que “até aos fins de semana tem trabalho”, que nem nas férias tem descanso e que precisa de pedir ajuda a familiares para poder cumprir as tarefas. Quando instados a adivinhar quem se encontra do outro lado sugerem várias respostas: talvez um empresário, um cargo intermédio de uma empresa, um escriturário, um médico ou cientista. Mas a surpresa é grande: quem aparece é afinal uma criança.

Em Portugal, o problema também existe, mas a um nível menor. Segundo a OCDE, em 2012 Portugal estava entre os 9 países em que as crianças menos trabalhos de casa tinham semanalmente – juntamente com países como a Finlândia, Coreia do Sul, República Checa, Eslováquia, Liechtenstein, Brasil, Tunísia e a Suécia. Já a Espanha estava no top 5 da lista, atrás da Rússia (que a lidera), Itália, Irlanda e Polónia. As crianças portuguesas passam perto de 4 horas por semana a fazer trabalhos de casa; as espanholas passam, em média, 6 horas e meia.

E mais horas de trabalhos de casa garantem mais rendimento escolar? Há países (como a Finlândia e a Coreia do Sul) onde a carga de trabalhos de casa dos jovens é grande e que estão regularmente entre os países melhor colocados no ranking PISA, da OCDE, um estudo mundial que avalia o aproveitamento escolar dos alunos nos vários Estados do globo. Mas isso não é regra.

Jesús Salido, o presidente da Confederação Espanhola das Associações de Pais e Mães dos Alunos (Ceapa) fala ainda das desigualdades que podem ser fomentadas devido ao excesso de trabalhos escolares fora de aula. “Os pais nem sempre têm capacidade ou tempo para ajudar os seus filhos e vêm-se obrigados a enviá-los para colégios privados ou a contratar um explicador. Quem tem dinheiro para o fazer acaba por ter vantagem”, afirma Jesús Salido ao jornal espanhol El Mundo.

 

 

 

 

Alimentação vegetariana para crianças: sim ou não?

Novembro 9, 2015 às 6:00 am | Publicado em A criança na comunicação social | Deixe um comentário
Etiquetas: , , ,

texto do Observador de 1 de outubro de 2015.

PHILIPPE DESMAZES AFP Getty Images

No dia mundial do vegetarianismo, pediatras e nutricionistas temem que uma dieta vegan não dê todos os nutrientes necessários à criança. Por isso recomendam alguns alimentos de origem animal.

Vera Novais

Em primeiro lugar, na Roda dos Alimentos, surgem os cereais (com respetivos derivados e tubérculos), com a recomendação de quatro a 11 porções diárias. Depois aparecem as hortícolas e as frutas com proporções equivalentes – três a cinco porções – e que agora aparecem separadas na Nova Roda dos Alimentos para reforçar a sua importância. Cumprir estas recomendações abre-nos caminho para uma alimentação saudável e apresenta a base para uma alimentação vegetariana. Mas será que devemos privar as crianças de todos os alimentos de origem animal? O Observador foi consultar a opinião dos especialistas.

“Embora seja consensualmente aceite que uma alimentação vegetariana bem planeada é uma opção válida na idade adulta desde que se dê a devida atenção a certos nutrientes chave como as proteínas, os ácidos gordos ómega 3 e algumas vitaminas e minerais, a sua adequação à idade pediátrica é discutível e controversa“, refere a Comissão de Nutrição da Sociedade Portuguesa de Pediatria (CN/SPP) na Acta Pediátrica Portuguesa (volume 43, número 5).

Alejandro Santos, membro do conselho jurisdicional da Ordem dos Nutricionistas, não descarta que seja possível este tipo de alimentação, mas alerta que se requer uma seleção muito criteriosa de alimentos para que não falte nenhum nutriente essencial ao desenvolvimento das crianças. O professor da Faculdade de Ciências da Nutrição e Alimentação da Universidade do Porto lembra ao Observador que este tipo de cuidado com uma alimentação diversificada e equilibrada é válido tanto para crianças como para adultos.

As dietas de base vegetariana são muito variáveis. Daquelas em que se consome estritamente vegetais (incluindo o veganismo, que além de dieta é uma filosofia de vida), àquelas que incluem ovos ou leite ou àquelas que admitem o consumo de peixe ou de carne de aves. A Sociedade Europeia de Gastroenterologia Pediátrica, Hepatologia e Nutrição, citada no documento da SPP, “considera inadequada uma dieta vegan” nos primeiros anos de vida e recomenda “uma quantidade diária de cerca de 500 mililitros de leite (materno ou fórmula infantil) ou de lacticínios e, ainda, uma oferta pelo menos semanal de produtos animais (peixe)”.

“Quanto mais alimentos de origem animal forem excluídos, maior o risco de existirem carências alimentares”, lembra Alejandro Santos. Dito isto, o nutricionista considera que o risco é muito maior para os veganos porque exige muito mais cuidado na seleção dos alimentos que satisfaçam todas as necessidades de uma criança ou adolescente em desenvolvimento, ou mesmo de uma grávida.

No entanto, o nutricionista lamenta que “ainda não exista informação cientificamente fundamentada suficiente” para poder aconselhar as famílias que optam por estas dietas mais restritivas. Na ausência de recomendações, os profissionais não se sentem preparados e preferem não recomendar uma alimentação vegana para crianças. Depois da publicação das “Linhas de Orientação para uma Alimentação Vegetariana Saudável” pela Direção Geral de Saúde (DGS), Alejandro Santos confia que outras recomendações surgirão, mas lembra que este documento dirige-se exclusivamente ao indivíduo adulto saudável

Os riscos e as recomendações

“Durante o crescimento, uma criança precisa de mais energia e mais proteínas do que vai gastar naquele momento”, exatamente porque está a crescer, refere o nutricionista. Mas, enquanto os produtos de origem animal, como os ovos ou o leite, têm quase todos os aminoácidos essenciais para a produção de proteínas no nosso organismo, nos vegetais exige-se que se consuma uma diversidade muito maior para obter todos esses aminoácidos.

Uma dieta pobre em proteína, em vitaminas D, B12 e riboflavina, assim como em cálcio, ferro e zinco, pode comprometer o desenvolvimento físico e cognitivo da criança. E o problema de alguns destes nutrientes, como o ferro, é que são mais difíceis de absorver pelo organismo quando a origem é vegetal, explica Alejandro Santos.

O nutricionista reforça que nos momentos dos picos de desenvolvimento das crianças é preciso atenção redobrada no consumo suficiente dos nutrientes e aminoácidos, como durante a adolescência. Nesta fase, e em particular para as meninas, a puberdade pode acentuar a carência de ferro já existente.

Numa fase mais precoce do desenvolvimento e na ausência de leite materno, as famílias podem optar por fórmulas infantis com proteína de soja, mas a SPP alerta que este produto tem “elevada concentração de alumínio” e hormonas, “desconhecendo-se os efeitos a longo prazo desta exposição precoce”.

Recomendações para dietas vegetarianas nas crianças:

  • Entre os zero e os seis meses: Aleitamento materno exclusivo, que requer maior atenção por parte das mães lactantes que sejam veganas.
  • A partir dos seis meses: Pode ser introduzida uma fórmula infantil com proteína de soja em alternativa ao leite. As bebidas vegetarianas, como as de soja (excepto fórmula) ou de arroz, não são boas alternativas ao leite nos primeiros dois anos de vida.
  • Aleitamento: “O aleitamento materno é ainda aconselhado durante o processo de diversificação alimentar, mais ainda nos vegetarianos o aleitamento materno deveria ser prolongado até aos dois anos de idade”, recomenda a DGS.
  • Diversidade: É uma palavra chave para a alimentação de crianças vegetarianas e não-vegetarianas, lembrando que também é importante a ingestão de alimentos ricos em gordura e energia, conforme as recomendações da Roda dos Alimentos. “Evitar o estabelecimento de uma dieta monótona, habitualmente rica em calorias e pobre em nutrientes”, recomenda a SPP.
  • Suplementação de lactantes: “Lactantes a efectuar dietas vegetarianas restritivas deverão efectuar suplementação com DHA, vitamina B12 e ferro”, assim como “um adequado suprimento proteico e energético”, recomenda a SPP.
  • Aminoácidos essenciais de alto valor biológico: Encontrados em alguns alimentos de origem animal, como carne, pescado, laticínios e ovos, e vegetal, como a soja, quinoa e amaranto.
  • Digestibilidade: Os alimentos vegetarianos são de mais difícil digestão que os de origem animal, portanto a proteína não está tão disponível. Demolhar, descascar e cozinhar em panela de pressão pode aumentar a digestibilidade proteica, refere a DGS.
  • Ómega 3: Um ácido gordo essencial e normalmente encontrado nos peixes gordos pode ser compensado com a ingestão de algas e sementes de linhaça, chia e cânhamo.
Ingestão diária recomendada de nutrientes para crianças até aos oito anos. A ingestão diária recomendada de ferro em vegetarianos é 80% superior face a não-vegetarianos, assim como as necessidades de zinco estão aumentadas em 50% – Adaptado de Dietary Reference Intakes for Energy, Carbohydrate, Fiber, Fat, Fatty Acids, Cholesterol, Protein, and Amino Acids (Macronutrients) e Dietary Reference Intakes for Calcium and Vitamin D / DGS

Ingestão diária recomendada de nutrientes para crianças até aos oito anos. A ingestão diária recomendada de ferro em vegetarianos é 80% superior face a não-vegetarianos, assim como as necessidades de zinco estão aumentadas em 50% – Adaptado de Dietary Reference Intakes for Energy, Carbohydrate, Fiber, Fat, Fatty Acids, Cholesterol, Protein, and Amino Acids (Macronutrients) e Dietary Reference Intakes for Calcium and Vitamin D / DGS

 

 

 


Entries e comentários feeds.