Documentário analisa porquê pais japoneses deixam os filhos pequenos irem por conta própria para a escola

Outubro 30, 2015 às 6:00 am | Publicado em A criança na comunicação social, Vídeos | Deixe um comentário
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texto do site http://www.ipcdigital.com de 14 de setembro de 2015.

divulgação

 por Rachel Matos

TÓQUIO – (IPC Digital) – Muitos estrangeiros no Japão ficam chocados ao ver pequenos estudantes japoneses (de 6 anos em diante) andando nas ruas ou até mesmo pegando trens e ônibus para irem e voltarem de suas escolas, sem os pais ou adultos por perto.

Enquanto estas cenas seriam considerada preocupantes em muitos países do exterior, ela é perfeitamente típica no Japão.

Para tratar sobre isso, a TV australiana SBS2 compartilhou um mini-documentário chamado de “Japan’s independent kids” no You Tube, mostrando as diferenças entre a independência de uma criança japonesa e australiana (semelhante a de muitos outros países, como no Brasil). 

O vídeo tem aproximadamente 8 minutos e está disponível logo abaixo.

O pequeno documentário começa compartilhando o provérbio japonês “kawaii ko ni wa tabi wo saseyo” que significa algo do tipo “envie seu amado filho para uma jornada”. Este provérbio diz que as crianças devem aprender a assumir os desafios e dificuldades de uma fase inicial de vida. Elas devem ser conduzidas a se socializar de modo a ficar independente e saber cuidar de si, mesmo com pouca idade. Pois não será sempre que terão seus pais por perto.

Além de ensinar a independência, analistas explicam que a sociedade e a cultura do trabalho no Japão deveriam ser completamente reorganizados se os pais fossem responsáveis pelo transporte dos filhos para a escola todos os dias. A logística de hoje não suportaria a população nas ruas e trajetos nos horários de funcionamento escolar, seja em termos de compatibilidade entre horário de escola e trabalho dos pais, seja em termos de tráfego. 

Outro fator que favorece este modelo, segundo o documentário, é o fato do Japão ter um índice muito baixo de homicídio e a sociedade estar acostumada com isto, sendo tolerante e solidária às crianças nas ruas.

As crianças no Japão são ensinadas a acreditar que qualquer pessoa pode ajudá-las no caminho, se precisarem. Enquanto em outros países as crianças são ensinadas a temerem os desconhecidos, amedrontando-as.

Para os pais japoneses não se deve proteger as crianças naquilo que ela já é capaz de fazer. Com esta concepção e estas experiências proporcionadas pela cultura, as crianças japonesas tornam-se mais independentes, mais cedo, do que crianças de outros países. 

Sem dúvida é um choque cultural, mesmo para brasileiros, deixar as crianças pequenas saírem sozinhas (ou mesmo com alguns colegas) nas ruas. 

Como foi sua própria experiência de deixar seus filhos irem para a escola por conta própria tão cedo? E as crianças, como se saíram, o que acharam? Conte-nos sobre este conflito cultural vivido por vocês!

 

 

Proteção de Crianças e Jovens vai poder receber donativos e heranças

Outubro 29, 2015 às 9:00 pm | Publicado em A criança na comunicação social | Deixe um comentário
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Notícia do Diário de Notícias de 7 de outubro de 2015.

clicar na imagem

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A Filosofia é trabalhos do Pensar! Ação de formação ” Filosofia para crianças e jovens”

Outubro 29, 2015 às 8:00 pm | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
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filo

inscrições:

https://docs.google.com/forms/d/1H6oQ7TX8vX8dXXlCHufXzOCJxpaVtmn9nH5cZfeDRa4/viewform?edit_requested=true

Por que presentear crianças com livros?

Outubro 29, 2015 às 12:00 pm | Publicado em A criança na comunicação social | Deixe um comentário
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Texto do site  http://ataba.com.br/  de 14 de março de 2014.

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Denise Guilherme

Livre tradução do artigo escrito por Yolanda Reyes em seu blog Espantapájaros Taller.

  1. Porque as crianças gostam de histórias. Porque, no fundo, cada vida é uma história. E ao espreitar as páginas de um livro, as crianças abrem os olhos para as inúmeras histórias de vida das pessoas.
  2. Porque as crianças são curiosas, como qualquer um de nós. E querem saber o que as outras pessoas pensam, como se sentem, como resolvem problemas, como se apaixonam, por que choram e riem, sonham e têm pesadelos.
  3. Porque as crianças não têm muitos anos de experiência. E os livros “emprestam” a elas a experiência de outros que viveram mais tempo para que possam “lê-las”.
  4. Porque as crianças sabem que junto de uma história, há uma mãe ou um pai que virá lê-la todas as noites. E elas também sabem que eles vão ficar na beira da cama e não irão se ocupar de seus assuntos de adultos ou desligar a luz, pelo menos até que a história seja concluída. E, por isso, sempre pedem que leiam de novo e de novo e de novo …
  5. Porque um livro é como um barco que conecta duas margens: dia e noite, para dormir e acordar, luz e sombra. E nesse barco, as crianças deslizam lentamente a partir do mundo real para o mundo dos sonhos.
  6. Por uma série de razões práticas que as crianças não se preocupam, mas que são importantes para suas mães. Por exemplo: os livros não se desmontam em milhares de pequenos pedaços de plástico que precisam ser recolhidos pela casa  quando a festa de aniversário acabou. Nem precisam de baterias ou têm mecanismos complicados ou exigem a compreensão das instruções de montagem escritas no manual.
  7. Como nem todos os meninos nem meninas são iguais, os livros também são diferentes. Há aqueles sobre múmias, dinossauros e reinos distantes, sobre monstros e fadas, sobre a vida real e a vida imaginária. Alguns são para chorar e outros para rir, alguns cantam, outros são como museus abertos todas as horas e todos os dias da semana. Há alguns para serem lidos pelo toque, com os ouvidos e dentes como bebês – para ler e reler um pouco mais para a imaginação, com o coração, com espanto.
  8. E porque muitos livros – e sabemos disso depois de muitos aniversários – permanecem na memória. Seus efeitos não expiram com o tempo, mas o contrário. O rumor das histórias que lemos quando éramos crianças permanece conosco, como a música, como uma voz, como um encanto … E nos fortalece, ajudando-nos a construir um abrigo imaginário onde podemos passar algum tempo jogando no reino do “era uma vez, há muitos anos atrás “… jogando no reino dos mundo possíveis e impossíveis que nunca termina.

 

 

 

V Encontro da CPCJ/ Rede Social de Figueira de Castelo Rodrigo

Outubro 29, 2015 às 10:00 am | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
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figueiraInscrições até 4 de Novembro

CPCJ de Figueira de Castelo Rodrigo

Av. Heróis de Castelo Rodrigo
Edifício do Ninho de Empresas do Conhecimento
6440-113 Figueira de Castelo Rodrigo

271 311 165

cpcj.fcr@gmail.com

 

 

Grávidas “proibidas” de beber álcool, mesmo em pequenas quantidades

Outubro 29, 2015 às 8:00 am | Publicado em Estudos sobre a Criança | Deixe um comentário
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Notícia da SIC Notícias de 19 de outubro de 2015.

Reuters

Não há quantidade de álcool que seja segura em qualquer trimistre da gravidez. É esta a conclusão de um relatório publicado pela American Academy of Pediatrics.

Cerveja, vinho, licor ou bebidas brancas – todas representam riscos para o feto, mesmo que em pequenas quantidades, dizem os pediatras.

Estudos recentes indicavam que em doses reduzidas, o álcool poderia ser seguro quando ingerido durante a gravidez. No entanto, como explica Janet F. Williams, da Universidade do Texas, mais de 30 anos de investigação sugerem uma ligação entre o consumo de álcool e anomalias no desenvolvimento dos fetos.

Atrasos de desenvolvimento, problemas de aprendizagem ou dificuldades comportamentais podem ter na origem uma exposição ao álcool, diz Williams, pelo que as mulheres que estão ou pensam ficar grávidas devem limitar, por completo, a ingestão de bebidas alcoólicas.

Encontro com Alice Vieira na Biblioteca Municipal de S. Domingos de Rana 31 de outubro

Outubro 29, 2015 às 6:00 am | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
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alice

Mais informações:

http://www.cm-cascais.pt/evento/o-escritor-no-seu-labirinto-alice-vieira

Biblioteca Municipal de São Domingos de Rana

Rua das Travessas, Bairro do Moinho, Massapés, Tires

2785-285 São Domingos de Rana

Contactos: 214 815 400 | bsdr@cm-cascais.pt

Sete dicas para tornar a visita ao museu mais divertida para crianças

Outubro 28, 2015 às 8:00 pm | Publicado em A criança na comunicação social | Deixe um comentário
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texto do site http://www.ebc.com.br/ de 7 de outubro de 2015.

Tpsdave  Pixabay

Exposições e mostras são atividades educativas de primeira linha, mas sem alguma preparação as crianças talvez não aproveitem tudo o que podem. Saiba como reverter esse quadro.

Os museus são um lugar e tanto para aprender sobre arte, cultura e história, disso ninguém duvida. Mas também podem ser formais e pouco acolhedores para crianças. Com um pouco de preparação, todos podem sair ganhando com uma tarde em uma exposição. Saiba como:

1. Preparação é tudo

Antes de sair com seu pequeno, reserve algum tempo para falar sobre o que ele vai ver. Livros de arte com imagens de alguns dos quadros e biografia de artistas, material na internet para ilustrar o que vai ser visto ou simplesmente uma boa conversa sobre as atrações vão preparar e aguçar a curiosidade das crianças para a visita.

2. Nem tudo pode, antecipe

Nas primeiras visitas, vale a pena fazer alguns combinados e ser claro sobre o que se espera da criança durante o passeio. Gritar, tocar as obras ou empurrar quem está na frente não é permitido. Deixe claro antes para não bancar o chato na hora do evento e ainda se estressar com os pequenos.

3. Ajudinha profissional

Alguns museus oferecem visitas guiadas. Considere participar de uma delas com a família se não dominar o assunto ou se avaliar que, assim, terá uma experiência mais rica. Algumas crianças, por exemplo, vão prestar mais atenção se forem levadas a observar a exposição com essa ajuda.

4. Menos é mais

Se o museu for enorme, não adianta tentar fazer os pequenos observarem tudo com toda atenção. Melhor focar em alguma atração específica, exposição ou área a ser visitada. Você pode escolher a obra ou exposição que se relacione com algum assunto visto na escola ou interesse da criança.

5. Seja realista

Um dia inteiro no museu é cansativo até para adultos, imagine para os menores. Prepare a visita de acordo com a idade da criança. Uma hora ou duas bem aproveitadas são melhor negócio que impor uma tarde maçante. Melhor terminar a visita com gosto de “quero mais” do que “para mim chega”.

6. Coloque no contexto

Explicar para as crianças que um quadro foi pintando na época em que a vovó nasceu pode ajudá-la a ter uma ideia de tempo. Contar que algumas obras tem uma característica comum pode dar uma ideia do que seja um estilo. Relacionar o que se vê com épocas históricas também é uma forma ensinar sobre épocas diferentes.

7. Viva o que quer ensinar

Converse com as crianças sobre a exposição. Pergunte o que agradou mais, que os pequenos acham que o artista quis dizer com a obra, troque impressões ou sugira que as crianças desenhem ou escrevam sobre o que viram. E, além de discutir, vá com alguma regularidade a museus com as crianças. Elas vão gostar!

Saiba mais:

Famílias viajantes indicam melhores museus para levar crianças

Como educar uma criança para gostar de museus

 

 

Vídeo da Participação de Manuel Coutinho do IAC no programa “Discurso Direto” da TVI 24

Outubro 28, 2015 às 3:24 pm | Publicado em O IAC na comunicação social, Vídeos | Deixe um comentário
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Participação do Dr. Manuel Coutinho (Secretário–Geral do Instituto de Apoio à Criança e Coordenador do  Sector SOS-Criança do Instituto de Apoio à Criança) no programa “Discurso Direto” da TVI24 de 28 de outubro de 2015.

Visualizar o vídeo no link:

http://tviplayer.iol.pt/programa/discurso-direto/53c6b3a03004dc006243d52b/video/5630aa6a0cf2f4cfb5ee4e84

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10 Exemplares de literatura infantil para ler até aos 10 anos

Outubro 28, 2015 às 12:00 pm | Publicado em A criança na comunicação social | Deixe um comentário
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texto do site http://mundodelivros.com/literatura-infantil/ de 17 de setembro de 2015.

mundo de livros

por Tiago Leão

Há livros que marcam a infância e que, por muito que o tempo passe, nunca nos saem da memória. Com os tablets e os computadores, a literatura infantil parece estar cada vez mais afastada das crianças; ainda assim, Mary Sebag-Montefiore continua a defender que não há nada que mais prenda a atenção dos miúdos do que uma boa história.

Em entrevista ao britânico The Guardian, a escritora aceitou o desafio de aconselhar 10 livros que todas as crianças devem ler antes de completarem 10 anos de idade. Uma proposta para o verão que se estende a todo o ano e, quem sabe, até mesmo aos adultos a quem estas obras nunca passaram pelas mãos.

Na opinião da escritora, estes exemplares da literatura infantil condensam um conjunto de vantagens: são “divertidos, sérios” e sobretudo “fazem pensar”. Ao longo da sua carreira, Mary Sebag-Montefiore destacou-se pela reescrita de grandes clássicos que viram a sua história adaptada para os mais jovem. Entre as várias obras, a escritora já reescreveu livros como Guerra e Paz, Oliver Twist e Dom Quixote.

Desta vez, não falou das obras que adaptou. Em vez disso, preferiu aconselhar livros originais que, no seu ponto de vista, vão fazer com que as crianças despertem para questões importantes ao mesmo tempo que se divertem – e muito! Vejamos agora a lista de obras recomendadas

Literatura infantil obrigatória até aos 10 anos

A História de Pedrito Coelho, de Beatrix Potter

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A História de Pedrito Coelho é um livro escrito e ilustrado por Beatrix Porter. Ao longo das páginas acompanhamos as aventuras do pequeno animal num mundo um tanto ao quanto cruel. O facto de Beatrix conseguir transpor essa crueldade de forma a que os mais novos a percebam é sem dúvida um grande feito. Além disso, é impossível não nos apaixonarmos por Pedrito Coelho, “um verdadeiro herói”, diz a escritora.

Alice no País das Maravilhas, de Lewis Carroll

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Quem nunca ouviu falar de Alice no País das Maravilhas? O clássico de Lewis Carroll tornou-se famoso graças às adaptações cinematográficas, mas a verdade é que a história fala por si. Nas palavras de Mary Sebag-Montefiore, esta foi a primeira vez que uma obra decidiu “trazer divertimento em vez de moralidade”. Com um lado divertido e anedótico, Alice do País das Maravilhas reúne um leque de personagens memoráveis, do Chapeleiro Louco à Rainha Vermelha.

O Vento nos Salgueiros, de Kenneth Grahame

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Apesar da escritora recomendar a leitura até aos 10 anos, O Vento nos Salgueiros faz parte do Plano Nacional de Literatura até ao 9º ano de escolaridade. Salientando que há partes que podem ser consideradas um pouco aborrecidas e complexas Mary Sebag-Montefiore deixa a ressalva que “não é pecado saltar as partes demasiado sérias”. O livro vale pelas personagens que, no final, acabam por ser vistos como amigos.

As Mulherzinhas, de Louisa May-Alcott

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Ao longo de As Mulherzinhas conhecemos as quatro irmãs March: Meg, Jo, Beth e Amy. A história passa-se depois da partida do pai para guerra, que faz com que a família tenha de enfrentar grandes dificuldades. Apesar do cenário negativo, a obra acaba por deixar uma mensagem positiva, sublinhando a importância de resistir às adversidades e de seguir sempre aquilo em que acreditamos.

A Princesinha, de Frances Hodgson Burnett

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O livro A Princesinha segue um modelo semelhante ao de Cinderela. No centro da história está Sara, uma criança muito imaginativa e criativa, que depois de ficar órfã é obrigada a trabalhar como escrava na cozinha. Para escapar, a criança disfarça-se de princesa e acaba não por encontrar o principe encantado, mas sim um homem que a adota.

O Jardim Secreto, de Frances Hodgson Burnett

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Para Mary Sebag-Montefiore, este é sem dúvida um dos livros infantis “mais amados” de sempre. Tudo começa com Mary Lennox, também ela órfã, mas desta vez não com uma personalidade tão adorável como a de A Princesinha. Numa viagem à casa assustadora do tio, a Mary descobre um misterioso jardim. Ao longo do livro acompanhamos a transformação da sua personalidade, acabando por se tornar numa menina amorosa. No processo, é acompanhada por Colin, o primo que deixa de ser mimado e hipocondríaco para se transformar num rapaz ativo e divertido.

Ana dos Cabelos Ruivos, de Lucy Maud Montgomery

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Ana dos Cabelos Ruivos fala de igualdade de sexos, embora de forma nem sempre explicita. A obra de Lucy Maud Montgomery é sobre um casal que quer um rapaz para que ele possa ajudar nos trabalhos da quinta. Contactam o orfanato, mas por engano eles enviam-lhe uma menina, Ana dos Cabelos Ruivos. Com o tempo, a criança acaba por conquistar os adultos pela sua personalidade gentil.

O Leão, a Feiticeira e o Guarda-Roupa, de CS Lewis

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O Leão, a Feiticeira e o Guarda-Roupa é um livro que nos transporta para Nárnia. A obra também já foi adaptada ao cinema e, como muitos já sabem, conta a história de um grupo que desafia o poder da bruxa. Para Mary Sebag-Montefiore, este é um “clássico fabuloso” com uma narrativa que se torna inesquecível.

A Princesa e o Goblin, de George MacDonald

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Se a criança gostar das Crónicas de Nárnia, então é muito provável que também gostará de A Princesa e o Goblin. Num livro repleto de magia, MacDonald apresenta-nos Irene, uma princesa que vive num castelo. O que provavelmente não está a espera de saber é que por baixo desse castelo existem tuneis habitados por goblins, cujo objetivo é raptar a princesa para a levarem até ao seu príncipe.

Quando Hitler me roubou o coelho cor-de-rosa, Judith Kerr

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Hitler num livro infantil? Sim, é isso mesmo. No livro de Judith Kerr as crianças ficam a saber mais sobre a Segunda Guerra Mundial. A obra tem tato suficiente para que os mais novos não fiquem assustados com os factos, mas deixa uma importante mensagem de igualdade. Segundo Mary Sebag-Montefiore este é um livro para ler até aos 10 e reler novamente em qualquer idade.

 

 

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