Sete dicas para tornar a visita ao museu mais divertida para crianças

Outubro 28, 2015 às 8:00 pm | Publicado em A criança na comunicação social | Deixe um comentário
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texto do site http://www.ebc.com.br/ de 7 de outubro de 2015.

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Exposições e mostras são atividades educativas de primeira linha, mas sem alguma preparação as crianças talvez não aproveitem tudo o que podem. Saiba como reverter esse quadro.

Os museus são um lugar e tanto para aprender sobre arte, cultura e história, disso ninguém duvida. Mas também podem ser formais e pouco acolhedores para crianças. Com um pouco de preparação, todos podem sair ganhando com uma tarde em uma exposição. Saiba como:

1. Preparação é tudo

Antes de sair com seu pequeno, reserve algum tempo para falar sobre o que ele vai ver. Livros de arte com imagens de alguns dos quadros e biografia de artistas, material na internet para ilustrar o que vai ser visto ou simplesmente uma boa conversa sobre as atrações vão preparar e aguçar a curiosidade das crianças para a visita.

2. Nem tudo pode, antecipe

Nas primeiras visitas, vale a pena fazer alguns combinados e ser claro sobre o que se espera da criança durante o passeio. Gritar, tocar as obras ou empurrar quem está na frente não é permitido. Deixe claro antes para não bancar o chato na hora do evento e ainda se estressar com os pequenos.

3. Ajudinha profissional

Alguns museus oferecem visitas guiadas. Considere participar de uma delas com a família se não dominar o assunto ou se avaliar que, assim, terá uma experiência mais rica. Algumas crianças, por exemplo, vão prestar mais atenção se forem levadas a observar a exposição com essa ajuda.

4. Menos é mais

Se o museu for enorme, não adianta tentar fazer os pequenos observarem tudo com toda atenção. Melhor focar em alguma atração específica, exposição ou área a ser visitada. Você pode escolher a obra ou exposição que se relacione com algum assunto visto na escola ou interesse da criança.

5. Seja realista

Um dia inteiro no museu é cansativo até para adultos, imagine para os menores. Prepare a visita de acordo com a idade da criança. Uma hora ou duas bem aproveitadas são melhor negócio que impor uma tarde maçante. Melhor terminar a visita com gosto de “quero mais” do que “para mim chega”.

6. Coloque no contexto

Explicar para as crianças que um quadro foi pintando na época em que a vovó nasceu pode ajudá-la a ter uma ideia de tempo. Contar que algumas obras tem uma característica comum pode dar uma ideia do que seja um estilo. Relacionar o que se vê com épocas históricas também é uma forma ensinar sobre épocas diferentes.

7. Viva o que quer ensinar

Converse com as crianças sobre a exposição. Pergunte o que agradou mais, que os pequenos acham que o artista quis dizer com a obra, troque impressões ou sugira que as crianças desenhem ou escrevam sobre o que viram. E, além de discutir, vá com alguma regularidade a museus com as crianças. Elas vão gostar!

Saiba mais:

Famílias viajantes indicam melhores museus para levar crianças

Como educar uma criança para gostar de museus

 

 

Vídeo da Participação de Manuel Coutinho do IAC no programa “Discurso Direto” da TVI 24

Outubro 28, 2015 às 3:24 pm | Publicado em O IAC na comunicação social, Vídeos | Deixe um comentário
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Participação do Dr. Manuel Coutinho (Secretário–Geral do Instituto de Apoio à Criança e Coordenador do  Sector SOS-Criança do Instituto de Apoio à Criança) no programa “Discurso Direto” da TVI24 de 28 de outubro de 2015.

Visualizar o vídeo no link:

http://tviplayer.iol.pt/programa/discurso-direto/53c6b3a03004dc006243d52b/video/5630aa6a0cf2f4cfb5ee4e84

tvi

10 Exemplares de literatura infantil para ler até aos 10 anos

Outubro 28, 2015 às 12:00 pm | Publicado em A criança na comunicação social | Deixe um comentário
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texto do site http://mundodelivros.com/literatura-infantil/ de 17 de setembro de 2015.

mundo de livros

por Tiago Leão

Há livros que marcam a infância e que, por muito que o tempo passe, nunca nos saem da memória. Com os tablets e os computadores, a literatura infantil parece estar cada vez mais afastada das crianças; ainda assim, Mary Sebag-Montefiore continua a defender que não há nada que mais prenda a atenção dos miúdos do que uma boa história.

Em entrevista ao britânico The Guardian, a escritora aceitou o desafio de aconselhar 10 livros que todas as crianças devem ler antes de completarem 10 anos de idade. Uma proposta para o verão que se estende a todo o ano e, quem sabe, até mesmo aos adultos a quem estas obras nunca passaram pelas mãos.

Na opinião da escritora, estes exemplares da literatura infantil condensam um conjunto de vantagens: são “divertidos, sérios” e sobretudo “fazem pensar”. Ao longo da sua carreira, Mary Sebag-Montefiore destacou-se pela reescrita de grandes clássicos que viram a sua história adaptada para os mais jovem. Entre as várias obras, a escritora já reescreveu livros como Guerra e Paz, Oliver Twist e Dom Quixote.

Desta vez, não falou das obras que adaptou. Em vez disso, preferiu aconselhar livros originais que, no seu ponto de vista, vão fazer com que as crianças despertem para questões importantes ao mesmo tempo que se divertem – e muito! Vejamos agora a lista de obras recomendadas

Literatura infantil obrigatória até aos 10 anos

A História de Pedrito Coelho, de Beatrix Potter

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A História de Pedrito Coelho é um livro escrito e ilustrado por Beatrix Porter. Ao longo das páginas acompanhamos as aventuras do pequeno animal num mundo um tanto ao quanto cruel. O facto de Beatrix conseguir transpor essa crueldade de forma a que os mais novos a percebam é sem dúvida um grande feito. Além disso, é impossível não nos apaixonarmos por Pedrito Coelho, “um verdadeiro herói”, diz a escritora.

Alice no País das Maravilhas, de Lewis Carroll

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Quem nunca ouviu falar de Alice no País das Maravilhas? O clássico de Lewis Carroll tornou-se famoso graças às adaptações cinematográficas, mas a verdade é que a história fala por si. Nas palavras de Mary Sebag-Montefiore, esta foi a primeira vez que uma obra decidiu “trazer divertimento em vez de moralidade”. Com um lado divertido e anedótico, Alice do País das Maravilhas reúne um leque de personagens memoráveis, do Chapeleiro Louco à Rainha Vermelha.

O Vento nos Salgueiros, de Kenneth Grahame

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Apesar da escritora recomendar a leitura até aos 10 anos, O Vento nos Salgueiros faz parte do Plano Nacional de Literatura até ao 9º ano de escolaridade. Salientando que há partes que podem ser consideradas um pouco aborrecidas e complexas Mary Sebag-Montefiore deixa a ressalva que “não é pecado saltar as partes demasiado sérias”. O livro vale pelas personagens que, no final, acabam por ser vistos como amigos.

As Mulherzinhas, de Louisa May-Alcott

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Ao longo de As Mulherzinhas conhecemos as quatro irmãs March: Meg, Jo, Beth e Amy. A história passa-se depois da partida do pai para guerra, que faz com que a família tenha de enfrentar grandes dificuldades. Apesar do cenário negativo, a obra acaba por deixar uma mensagem positiva, sublinhando a importância de resistir às adversidades e de seguir sempre aquilo em que acreditamos.

A Princesinha, de Frances Hodgson Burnett

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O livro A Princesinha segue um modelo semelhante ao de Cinderela. No centro da história está Sara, uma criança muito imaginativa e criativa, que depois de ficar órfã é obrigada a trabalhar como escrava na cozinha. Para escapar, a criança disfarça-se de princesa e acaba não por encontrar o principe encantado, mas sim um homem que a adota.

O Jardim Secreto, de Frances Hodgson Burnett

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Para Mary Sebag-Montefiore, este é sem dúvida um dos livros infantis “mais amados” de sempre. Tudo começa com Mary Lennox, também ela órfã, mas desta vez não com uma personalidade tão adorável como a de A Princesinha. Numa viagem à casa assustadora do tio, a Mary descobre um misterioso jardim. Ao longo do livro acompanhamos a transformação da sua personalidade, acabando por se tornar numa menina amorosa. No processo, é acompanhada por Colin, o primo que deixa de ser mimado e hipocondríaco para se transformar num rapaz ativo e divertido.

Ana dos Cabelos Ruivos, de Lucy Maud Montgomery

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Ana dos Cabelos Ruivos fala de igualdade de sexos, embora de forma nem sempre explicita. A obra de Lucy Maud Montgomery é sobre um casal que quer um rapaz para que ele possa ajudar nos trabalhos da quinta. Contactam o orfanato, mas por engano eles enviam-lhe uma menina, Ana dos Cabelos Ruivos. Com o tempo, a criança acaba por conquistar os adultos pela sua personalidade gentil.

O Leão, a Feiticeira e o Guarda-Roupa, de CS Lewis

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O Leão, a Feiticeira e o Guarda-Roupa é um livro que nos transporta para Nárnia. A obra também já foi adaptada ao cinema e, como muitos já sabem, conta a história de um grupo que desafia o poder da bruxa. Para Mary Sebag-Montefiore, este é um “clássico fabuloso” com uma narrativa que se torna inesquecível.

A Princesa e o Goblin, de George MacDonald

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Se a criança gostar das Crónicas de Nárnia, então é muito provável que também gostará de A Princesa e o Goblin. Num livro repleto de magia, MacDonald apresenta-nos Irene, uma princesa que vive num castelo. O que provavelmente não está a espera de saber é que por baixo desse castelo existem tuneis habitados por goblins, cujo objetivo é raptar a princesa para a levarem até ao seu príncipe.

Quando Hitler me roubou o coelho cor-de-rosa, Judith Kerr

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Hitler num livro infantil? Sim, é isso mesmo. No livro de Judith Kerr as crianças ficam a saber mais sobre a Segunda Guerra Mundial. A obra tem tato suficiente para que os mais novos não fiquem assustados com os factos, mas deixa uma importante mensagem de igualdade. Segundo Mary Sebag-Montefiore este é um livro para ler até aos 10 e reler novamente em qualquer idade.

 

 

Formação “Competências Interculturais para Mediadores de Conflitos”

Outubro 28, 2015 às 8:00 am | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
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Programa

 O programa de formação em competências interculturais é parte integrante de um estudo que decorre no CIS-IUL (Centro de Investigação e Intervenção Social) do ISCTE-IUL, com a colaboração do LAPSO (Laboratório de Psicologia Social e das Organizações).

Este programa insere-se no quadro da formação contínua de mediadores de conflitos, tendo como objectivo geral fomentar a aquisição de competências específicas para a intervenção em contextos interculturais. Mais especificamente pretende capacitar os mediadores para o desenvolvimento de processos de mediação sensíveis às diferenças culturais, em litígios nas áreas civil e comercial onde pelo menos uma das partes é migrante ou de minorias étnicas.

Destinatários

Mediadores de conflitos com formação certificada pelo Ministério da Justiça (que habilitem para a prática nos Julgados de Paz, nos sistemas públicos de mediação, ou para a prática privada nas áreas civil, comercial, familiar, laboral).

 

Informações e inscrições:

https://docs.google.com/forms/d/12Ue6x8Lxr_lqsX6iJZzP-xvHe9YbaJ_TU3BQlae98Qg/viewform?c=0&w=1&fbzx=5572638349764163793

Ateliers para jovens (papel de jornal e de música) na Casa da Juventude de Odivelas

Outubro 28, 2015 às 7:00 am | Publicado em Uncategorized | Deixe um comentário
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artemais informações:

https://www.facebook.com/Casajuventudeodivelas?fref=photo

Empresa de Viseu premeia funcionárias que decidem ser mães

Outubro 28, 2015 às 6:00 am | Publicado em A criança na comunicação social | Deixe um comentário
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reportagem da SIC Notícias de 24 de setembro de 2015.

ver o vídeo da reportagem no link:

http://sicnoticias.sapo.pt/economia/2015-09-24-Empresa-de-Viseu-premeia-funcionarias-que-decidem-ser-maes

sic

Uma empresa de Viseu decidiu premiar as funcionárias que decidem ser mães com um subsídio de 505 euros. A administração da empresa diz que o objetivo é dar segurança a quem quer aumentar o agregado familiar e tentar ser exemplo para outras empresas.

 

 


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