Workshop “A Descoberta do Ser…” 4 de novembro em Coimbra

Outubro 27, 2015 às 8:00 pm | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
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O IAC – Fórum Construir Juntos está organizar o Workshop “A Descoberta do Ser…”, a decorrer no dia 4 de novembro de 2015 (quarta-feira), na Escola EB 2,3 Poeta Manuel Silva Gaio, em Coimbra.

Esta ação será dinamizada pelas formadoras  Ana Lourenço (Psicóloga Clínica), Marta Rosa (Docente) e Vera Abecasis (Psicóloga Social), técnicas do Sector da Humanização dos Serviços de Atendimento à Criança do IAC, entre as 10h30 – 13h e 14h – 17h30.

mais informações:

http://www.iacrianca.pt/index.php/setores-iac-cj/noticias-forum/item/790-workshop-a-descoberta-do-ser-dia-4-de-novembro-de-2015

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Luz do sol protege olhos das crianças

Outubro 27, 2015 às 8:00 pm | Publicado em Estudos sobre a Criança | Deixe um comentário
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texto da Pais & Filhos de 23 de setembro de 2015.

Os estudos citados na notícia são os seguintes:

Effect of Time Spent Outdoors at School on the Development of Myopia Among Children in China A Randomized Clinical Trial

Prevention of Myopia in Children

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A luz do Sol pode ser determinante para a manutenção de uma boa saúde ocular infantil, afirmam investigadores dinamarqueses, para quem um período de 40 minutos diários a brincar na rua corta significativamente o risco de desenvolvimento de doenças como, por exemplo, a miopia.

De acordo com investigações recentes, o número de casos de miopia infantil e juvenil tem vindo a aumentar significativamente ao redor do mundo. E em zonas como a Europa, o Médio Oriente ou a China o fenómeno é especialmente patente, com cerca de 80 por cento dos estudantes das regiões chinesas do sul a apresentarem sintomas míopes.

De recordar que na base da miopia está o facto de o globo ocular crescer em demasia, o que leva à incapacidade de focar a média e longa distância. Segundo o estudo citado no jornal científico “JAMA”, a luz do sol é determinante para um crescimento normal dos olhos, o que significa que a exposição moderada e regular aos raios solares poderá servir de agente “normalizador” e travar a miopia em cerca de um quarto dos casos.

Para além do aumento do tempo passado no recreio exterior, os cientistas também avançam com outras estratégias para combater a “epidemia de miopia”. São os casos da prática desportiva regular aos fins-de-semana e nas férias escolares, centrada no contacto com a luz solar.

 

 

Conferência do Mestrado em Psicologia Comunitária e Proteção de Crianças e Jovens em Risco – “Comissões de Proteção de Crianças e Jovens: um modelo de Governação Integrada. Que desafios para o(a) Psicólogo(a)?”

Outubro 27, 2015 às 7:31 pm | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
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Lançamento do livro “Bicicleta à Chuva”, de Margarida Fonseca Santos, 31 de outubro CC Vasco da Gama

Outubro 27, 2015 às 2:28 pm | Publicado em Divulgação, Livros | Deixe um comentário
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De uma das autoras de referência do género infantojuvenil, Margarida Fonseca Santos, em Bicicleta à Chuva, traz-nos uma história sobre temas atuais como o bullying, a coragem e amizade. Este livro dá inicio à coleção A Escolha é Minha, uma coleção criada pela a autora para retratar assuntos do dia a dia que preocupam os jovens.

O Jaime carrega um enorme segredo: um grupo de rufias, os Alcaides, toma conta da sua vida de muitas maneiras, deixando-‐lhe o corpo e a mente com marcas difíceis de apagar. O Valdomiro, o chefe dos Alcaides, luta para, de alguma forma, conseguir ser importante naquele bairro tão complicado. Um dia, em frente à paragem do autocarro, o Jaime vê uma bicicleta antiga encostada ao muro de pedras, e desenha-a. Cai uma chuva miudinha, mas o dono da bicicleta, o Joaquim, não se incomoda com isso, e interessa-se por aquele desenhador. Nasce assim uma amizade capaz de revolucionar a vida do Jaime e de muitos outros. Queres saber como? Então, vem daí! Um livro tão comovente e emocionante que os mais novos não vão conseguir parar de ler!

O lançamento do livro é este sábado, dia 31, às 18h na Fnac do Centro Comercial Vasco da Gama, segue o convite em anexo, como mais informação.

Para mais informação basta contactar-me.

Cumprimentos,

Rita Correia

919092020 Comunicação

20|20 Editora • Booksmile • Nascente • Topseller • Vogais • Elsinore

 

A Agenda IAC 2016 é ilustrada por crianças

Outubro 27, 2015 às 1:35 pm | Publicado em Campanhas em Defesa dos Direitos da Criança | Deixe um comentário
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A Agenda IAC 2016 proporciona agradáveis momentos de leitura através de  maravilhosos poemas e contos da autoria de conceituados escritores portugueses como Alice Cardoso, António Torrado, José Fanha, Fernando Cardoso, Luísa Ducla Soares, Margarida Fonseca Santos, Raquel Palermo, Sara Rodi e Sílvia Alves. Cada mês apresenta um poema ou um conto alusivo à Criança. As ilustrações são criadas a partir dos desenhos das crianças apoiadas pelo IAC.

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O nosso projecto de crowdfunding “Agenda 2016 do Instituto de Apoio à Criança”, cujo objetivo inicial é angariar verba para a produção da agenda e a motivação final é o desenvolvimento de novos projetos ligados à prevenção de situações de violência entre os jovens, necessita do seu apoio. Se o seu donativo for superior a 10€, além das recompensas enumeradas no PPL, vai receber também um exemplar da agenda. Mas 1€ já é uma ajuda. Euro a euro…

Para apoiar a Campanha de Crowdfunding do CEDI Instituto de Apoio à Criança, aceda ao link

http://ppl.com.pt/pt/causas/agenda-iac-2016

Na causa “Agenda IAC 2016 Pela Defesa e Promoção dos Direitos da Criança” introduza o valor do seu contributo, clicando posteriormente em CONTRIBUIR. Continue o processo seguindo os passos que constam do formulário. Aconselhamos a selecionar a opção” Desejo doar o valor a este promotor, mesmo que a campanha não angarie a totalidade dos fundos“ para que possamos dispor de qualquer verba angariada e, desta forma, concretizar o nosso objetivo. A plataforma do PPL irá gerar uma Referência Multibanco para que possa fazer o seu contributo à campanha.

Agradecemos que divulgue a nossa iniciativa.

Os nosso agradecimentos

O Centro de Documentação do Instituto de Apoio à Criança

Want to get a good night’s sleep, kids? Turn off Facebook and Twitter, say researchers

Outubro 27, 2015 às 12:00 pm | Publicado em Estudos sobre a Criança | Deixe um comentário
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Notícia do http://www.wiserd.ac.uk de 15 de setembro de 2015.

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The impact of social media on young people’s lives is underlined starkly today as a new study by researchers at the Cardiff University-based Wales Institute of Social and Economic Research Data (WISERD) reports that more than one in five teenagers say they “almost always” wake up during the night to look at or post messages.

And more than a third of 12- to 15-year-olds say they do so at least once a week. Unsurprisingly, this is revealed to be having knock-on effects on how tired the youngsters feel at school: among some children it may even be more important than having a late bedtime in creating feelings of fatigue.

The sleep-disrupting use of social media at night also seems to be impacting on pupils’ overall happiness, with lower levels of wellbeing reported by those who wake to use social networks.

Meanwhile, the study also has implications for the debate on whether teenagers should be allowed to start school later, to give them more time to sleep in the morning. The research team say their data suggest such a change could do more harm than good.

The findings are documented in a paper being presented to the British Educational Research Association (BERA) today by researchers at WISERD.

The team’s findings on teenage sleep patterns are drawn from statistical analysis of a survey of 412 pupils in year eight (aged 12 and 13) and 436 pupils in year 10 (aged 14 and 15), educated in secondary schools across Wales.

The adolescents were asked how often they wake at night to use social media. Some 22 per cent of year eight pupils, and 23 per cent among those in year 10, answered “almost always”.

A further 14 per cent of the younger group, and 15 per cent of the older, said they did so at least once a week. Those surveyed were also asked how often they felt tired at school. More than half of of those who reported “almost always” waking to use social media also said they “almost always” go to school feeling tired.

This was much higher than the overall percentage of respondents saying they “almost always” feel tired at school, which was 32 per cent among year 8 pupils and 39 per cent among year 10s.

The study found substantial proportions of pupils reporting going to bed very late: 17 per cent of year eight and 28 per cent of year 10s said they put their heads down at midnight or later on a school night. Among these, six per cent of the younger group and 8 per cent of the older claimed to go to bed later than 1am.

However, the study found that, in the case of the younger group, the amount of time spent in bed actually seemed less important, in terms of whether the child then reported feeling tired at school, than whether they woke up during the night to use social media.

This was not the case among the older group. However, even among this group, those saying they woke up to use social media every night were still twice as likely to say they were constantly tired than those who never did so.

The researchers also found a strong association between pupils reporting having a regular time when they woke up in the morning and not feeling tired.

WISERD’s Dr Kimberly Horton, who is presenting research on Wednesday, said: “Having a regular waketime and using social media during the night appear to be more important in determining whether a young person is always tired during the day than the time they go to bed, how long they spend in bed and having a regular bedtime.

“It seems [very] important to discourage adolescents from using social media during the night. No amount of effort to develop regular bedtimes or to lengthen the time in bed would seem to be able to compensate for the disruption that this can cause.”

Last week, Paul Kelley, a former headteacher now working at Oxford University’s Sleep and Circadian Neuroscience Institute, told the British Science Festival that school start times should be put back to combat sleep-deprivation among pupils.

But the WISERD paper argues against later school start times. It says that pupils would be less likely to have regular waking times as a result, re-iterating that routine waking times seemed from the survey data to be very important in terms of making a child less likely to feel tired.

The paper says: “Having a regular morning routine may actually prove to be a very important feature in helping adolescents concentrate and enjoy their learning, something that may actually be undermined by changes to the school day.”

Sleep patterns also seem to have a clear impact on pupils’ overall reported level of wellbeing. The pupils were asked how happy they were, on a scale of one to seven. Among the younger pupils, those who reported nearly always feeling tired were nearly a point less happy on average, while among the older group, those reporting as nearly always tired were half a point less happy.

“Routines and rest: the sleep behaviours of 12 to 15 year olds”, a paper by Dr Kimberley Horton, Professor Chris Taylor and Professor Sally Power, all of the Wales Institute of Social and Economic Research, Data and Methods and Cardiff University, is being presented to BERA on Wednesday, September 16th.

A draft of the paper can be read in full here

 

 

Novos manuais dirigidos à comunidade educativa sobre exposição de crianças e jovens à violência doméstica

Outubro 27, 2015 às 11:30 am | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
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texto do site http://www.cig.gov.pt de 26 de outubro de 2015.

manuais

A Comissão para a Cidadania e a Igualdade de Género (CIG) acaba de publicar dois manuais dirigidos à comunidade educativa:

  • Manual para a educação de infância – crianças expostas à violência doméstica: conhecer e qualificar as respostas na comunidade
  • Manual para os ensinos básico e secundário – crianças e jovens expostas/os à violência doméstica: conhecer e qualificar respostas na comunidade

Na génese das presentes publicações encontram-se dois manuais canadianos, da autoria da London Family Court Clinic, que foram, posteriormente, adaptados à realidade do concelho de Cascais, pelo Fórum Municipal de Cascais contra a Violência Doméstica e publicados pela respetiva autarquia, em 2007 e 2009.

Recuperando esta publicação, a CIG procedeu à sua atualização, adaptando-a à realidade nacional, no âmbito do V Plano Nacional de Prevenção e Combate à Violência Doméstica e de Género (V PNPCVDG). O V PNPCVDG contempla cinco áreas estratégicas, sendo que os manuais, agora publicados, enquadram-se na área estratégica relativa à prevenção, sensibilização e educação, dando cumprimento à Medida 5. A informação, a sensibilização e a educação são fundamentais para prevenir e combater a violência doméstica na sua raiz e em toda a dimensão, visando implementar estratégias conducentes a uma sociedade assente na igualdade e livre de discriminação e de violência.

Consulte ou descarregue o Manual para a educação de infância: crianças expostas à violência doméstica »

Consulte ou descarregue o Manual para os ensinos básico e secundário: crianças e jovens expostas/os à violência doméstica »

 

 

 

“Come pelo menos a carne.” Os conselhos dos avós nem sempre estão certos

Outubro 27, 2015 às 10:30 am | Publicado em A criança na comunicação social | Deixe um comentário
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texto do i de 17 de outubro de 2015.

getty images

Quando uma criança diz que não quer comer mais é porque provavelmente lhe estão a ser dadas quantidades superiores às recomendadas

Marta Cerqueira

Depois de ler este texto acreditamos que nunca mais vai forçar o miúdo lá de casa a comer o bife todo quando estiver sem fome para o resto. As crianças portuguesas consomem proteína a mais e as consequências vão chegar na idade adulta.

Já toda a família arrumou o prato, a comida começa a ficar fria e a paciência já está perto do limite. É nessa altura que se arrepende de ter deixado o seu filho comer aquele chocolate enquanto via os desenhos animados e que agora lhe tirou a fome para o jantar. “Come pelo menos o bife”, resta dizer, como se se tratasse de um último sopro de esperança para que o dia termine de forma saudável. Reconhecemos o esforço, mas fique a saber que não há nada mais errado.

“Se uma criança não tem fome, pode comer menos mas que seja um pouco de tudo”, explica Ana Macedo. A médica e investigadora na área da alimentação tem vindo a acompanhar os hábitos de crianças em idade escolar e depressa chegou a uma conclusão: as crianças portuguesas, como, aliás, quase todas as outras, estão a consumir proteína a mais. “Há um contexto histórico ainda relacionado com o racionamento da Grande Guerra e com o facto de a carne e do peixe serem quase um luxo para alguns dos nossos avós”, lembra Ana. A médica vai mais longe e refere que, na maior parte das vezes, a recusa da criança em comer pode ser uma reacção natural do corpo a dizer que lhe está a ser dada comida a mais.

Para se ter uma noção mais visual, Ana Macedo descreve o prato de uma criança – “que deve ser de sobremesa” – subdividido em três partes: metade ocupado com legumes e, na outra metade, apenas uma fatia bem fina deve ser ocupada pela carne, peixe e ovos, ficando o restante para o arroz, massa e batatas. “O bife de um adulto deve ser do tamanho de um baralho de cartas e essa quantidade deve ser partida ao meio quando se fala de uma criança”, refere, lembrando que estas são quantidades longe das que nos habituamos a ver encherem o prato.

As consequências

A curto prazo, não há nada que fisicamente revele que uma criança esteja a consumir demasiada proteína. Os problemas chegam na idade adulta, depois de anos a sobrecarregar os rins, lembra o pediatra Mário Cordeiro, que não se acanha na hora de traçar um diagnóstico futuro: “O excesso de proteínas, associado ao hábito de beber pouca água e fazer pouco exercício físico, pode levar a uma insuficiência renal.” Na hora de reavaliar as quantidades, o médico alerta para o tipo de substituições feitas no prato. “Não convém substituir por hidratos de carbono, que também são excessivos na alimentação infantil”, lembra o pediatra, fazendo referência ao excesso de insulina que estes alimentos provocam e que aumentam a vontade de comer doces.

Comum ao discurso dos dois médicos ouvidos pelo i é a palavra “excesso”, que serve para caracterizar o tipo de alimentação das crianças portuguesas. A este coro junta-se Pedro Graça que, como coordenador do Programa Nacional para a Promoção da Alimentação Saudável, tem dados suficientes para dizer que quase tudo na alimentação está “a mais”, seja sal, açúcar e, claro, proteína. “Pensar que é a carne que alimenta e ajuda no crescimento de uma criança é um erro”, explica.

Leite, esse vilão?

 O nutricionista Pedro Graça aproveitou a ocasião para lembrar os dados de um estudo publicado em 2013 sobre os padrões de alimentação na infância, que revelaram que as crianças portuguesas entre os 12 meses e os três anos consomem mais do dobro das proteínas recomendadas, sobretudo devido a um excesso de leite de vaca. “Os pais têm tendência para sentirem que a criança fica protegida se consumir elevadas doses proteicas”, refere. Apesar do alerta, o médico reconhece as vantagens do consumo de leite e afasta-se das recentes ondas que apelidam o leite de “produto maldito”. Para Pedro Graça, continua a ser fundamental para um crescimento saudável, desde que, como em tudo, seja consumido com moderação. Muito mais grave que o consumo de leite, o nutricionista lembra um número do estudo que o deixou em maior choque: 17% das crianças portuguesas com um ano e meio consomem refrigerantes diariamente.

 

 

 

Histórias do Arco da Velha em Noites de Lua Cheia – 31 de outubro Biblioteca Municipal de Paredes

Outubro 27, 2015 às 9:59 am | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
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O Som do algodão apresenta:
Bruxas e feitiços,
Pé de cabra e ouriços!
Na Biblioteca Municipal de Paredes, o Halloween vai ser de arrepiar!! Histórias do Arco da Velha em Noites de Lua Cheia para miúdos e famílias intrépidas!
As inscrições já estão abertas. Dia 31 de outubro, às 21h, histórias para todas as idades.
www.facebook.com/osomdoalgodao

 

Rua Sésamo cria primeira personagem autista

Outubro 27, 2015 às 7:25 am | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
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Notícia do Observador de 21 de outubro de 2015.

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Chama-se Julia e será a primeira personagem autista da série. Inserida na iniciativa Rua Sésamo e o Autismo tem por “objetivo fazer com que todas as crianças olhem para o que têm em comum e não para as suas diferenças”.

O projeto televisivo inclui ainda uma aplicação gratuita, que disponibiliza livros de histórias, vídeos e outros recursos audiovisuais, para ajudar as famílias das crianças autistas, nas tarefas domésticas. Em declarações à revista People, Sherrie Westin, vice-presidente executiva dos impactos globais e filantropia, afirmou que “a maioria dos familiares dos jovens com este tipo de deficiências gravita em conteúdos digitais, daí ter-se criado a Julia digitalmente”.

mais informações no link:

http://autism.sesamestreet.org/

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