X Encontro das CPCJ do Oeste

Outubro 24, 2015 às 7:00 pm | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
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Consumo de haxixe é mais frequente nos jovens com mais escolaridade

Outubro 24, 2015 às 6:48 pm | Publicado em A criança na comunicação social, Estudos sobre a Criança | Deixe um comentário
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texto do http://p3.publico.pt de 22 de outubro de 2015.

Mario Anzuoni Reuters

Estudo comparou comportamentos de risco com nível de escolaridade de um grupo de jovens. Os maiores problemas ainda se encontram em quem tem menos estudos

Texto de Romana Borja-Santos

Os chamados comportamentos de risco, como suspensões na escola, pertença a um gangue, envolvimento em lutas físicas ou condenações, são em geral mais frequentes entre os jovens com menor escolaridade e que são filhos de pais que concluíram também poucos anos de estudo. No entanto, há um caso em que os jovens com mais anos de estudo e filhos de pais com mais habilitações se destacam: no consumo de haxixe ou marijuana. Aos 21 anos, quase 49% destes jovens inquiridos para um trabalho assumiram que tinham já consumido este tipo de substâncias, quando só 29% dos com menos escolaridade o tinham feito.

As conclusões fazem parte do estudo “Reproduzir ou Contrariar o Destino Social?”, que será apresentado nesta sexta-feira, 23 de Outubro, na Fundação Champalimaud, em Lisboa, e que faz parte do projecto Epiteen24 (“Epidemiological Health Investigation of Teenagers in Porto”). A investigação conta com uma amostra de 2942 pessoas nascidas na década de 1990 e que em 2003/2004 frequentavam as escolas públicas e privadas do Porto. O grupo tem sido acompanhado e inquirido aos 13 anos, 17, 21 e 24 anos, com os investigadores a publicarem vários trabalhos ao longo dos anos.

“Estamos habituados a associar os níveis educacionais baixos a comportamentos de risco nos nossos estereótipos, mas isso nem sempre acontece assim”, adiantou ao PÚBLICO a socióloga Anália Torres, coordenadora do projecto e professora do Instituto Superior de Ciências Sociais e Políticas da Universidade de Lisboa. De acordo com a investigadora, os dados recolhidos permitem perceber que também “a experimentação do álcool aos 13 anos acontece mais nas classes médias e altas, por causa das redes de interconhecimento”, como estes jovens, em geral, “frequentaram mais festas e terem mais dinheiro”. “Nota-se que são os grupos mais escolarizados que tendem a ter mais prática de consumos”, reitera.

No caso do haxixe, 49% dos jovens com mais escolaridade já experimentaram esta substância. O valor mais baixo, de 29%, é encontrado nos participantes com menos estudos. Ainda assim, a maior percentagem (56%) encontra-se nos filhos de pessoas com mais escolaridade mas que acabaram por conseguir completar menos anos do que os pais. No entanto, Anália Torres ressalva que a esmagadora maioria dos comportamentos de risco ainda estão, de facto, associados a níveis de escolaridade mais baixos, tanto nos jovens que os praticam como nos seus pais.

Já nos casos de níveis educacionais mais altos, o estudo sublinha que a “a incidência de comportamentos de risco” está associada a “estilos de vida que podem ser apelidados de ‘recreativos’, como o consumo de haxixe ou marijuana aos 21 anos (ou, mais precocemente, aos 13 anos, na experimentação do consumo de álcool)”. O trabalho destaca, ainda, que os jovens que atingem uma menor escolaridade que os pais também “apresentam ao longo da adolescência uma incidência comparativamente maior de comportamentos de risco, pelo que parece relevante uma análise mais focalizada no enquadramento familiar ou em variáveis individuais de saúde – como a saúde mental”.

 

 

 

 

Projeto ensina alunos a poupar no Grande Porto

Outubro 24, 2015 às 1:00 pm | Publicado em A criança na comunicação social, Vídeos | Deixe um comentário
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Notícia do http://lifestyle.sapo.pt  de 1 de outubro de 2015.

Nuno Noronha // Lusa

O projeto de educação financeira “No Poupar está o Ganho” vai ser implementado este ano letivo em 136 turmas do 1.º ciclo do ensino básico de escolas da Área Metropolitana do Porto (AMP).

Criado e implementado pela Fundação Dr. António Cupertino de Miranda em 2009, este projeto tem por objetivo mostrar a importância da educação financeira e transmitir conhecimentos para o desenvolvimento de competências que permitam a tomada de decisões informadas e corretas.

Segundo fonte da Fundação, esta é a primeira vez que o projeto é implementado à escala metropolitana, abrangendo escolas dos 17 municípios, por ter sido reconhecido pela sua relevância e credibilidade.

O trabalho da Fundação nesta área teve início em 2008/2009, quando o Museu do Papel Moeda realizou um projeto de investigação-ação em colaboração com a Universidade do Porto para diagnosticar necessidades na comunidade envolvente, designadamente de três freguesias do Porto (Aldoar, Foz do Douro e Nevogilde), tendo concluído que “a comunidade tinha grandes dificuldades financeiras e não sabia gerir corretamente os seus escassos recursos económicos”.

Para fazer face ao problema, acrescentou a fonte, “o Museu concebeu ‘No Poupar está o Ganho’, que foi já entretanto revisto para dar resposta aos temas do Referencial de Educação Financeira, publicado em 2013 pelo Ministério da Educação e Ciência”.

Neste projeto, os alunos ficam a conhecer o conceito de gestão, sendo chamados a fazer – com a ajuda dos pais – um orçamento familiar, um plano de gastos, a estabelecer objetivos e prioridades na poupança e evitar o sobre-endividamento.

O trabalho é desenvolvido ao longo de todo o ano letivo.

Para assinalar o arranque desta 6.ª edição do “No Poupar é que está o Ganho”, a Fundação Cupertino de Miranda promove na terça-feira uma sessão de abertura que contará com a presença da presidente da Comissão Coordenadora do Plano Nacional de Formação Financeira.

Estarão ainda presentes nesta sessão responsáveis da Câmara do Porto, da Faculdade de Economia da Universidade do Porto e do Serviço de Educação do Museu do Papel Moeda.

artigo do parceiro: Nuno Noronha

mais informações:

http://www.facm.pt/facm/facm/pt/servico-educacao/educacao-financeira

 

Nesta agenda, cada mês apresenta um poema ou um conto alusivo à Criança

Outubro 24, 2015 às 1:00 pm | Publicado em Campanhas em Defesa dos Direitos da Criança | Deixe um comentário
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A Agenda IAC 2016 proporciona agradáveis momentos de leitura através de  maravilhosos poemas e contos da autoria de conceituados escritores portugueses como Alice Cardoso, António Torrado, José Fanha, Fernando Cardoso, Luísa Ducla Soares, Margarida Fonseca Santos, Raquel Palermo, Sara Rodi e Sílvia Alves. Cada mês apresenta um poema ou um conto alusivo à Criança. As ilustrações são criadas a partir dos desenhos das crianças apoiadas pelo IAC.

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O nosso projecto de crowdfunding “Agenda 2016 do Instituto de Apoio à Criança”, cujo objetivo inicial é angariar verba para a produção da agenda e a motivação final é o desenvolvimento de novos projetos ligados à prevenção de situações de violência entre os jovens, necessita do seu apoio. Se o seu donativo for superior a 10€, além das recompensas enumeradas no PPL, vai receber também um exemplar da agenda. Mas 1€ já é uma ajuda. Euro a euro…

Para apoiar a Campanha de Crowdfunding do CEDI Instituto de Apoio à Criança, aceda ao link

http://ppl.com.pt/pt/causas/agenda-iac-2016

Na causa “Agenda IAC 2016 Pela Defesa e Promoção dos Direitos da Criança” introduza o valor do seu contributo, clicando posteriormente em CONTRIBUIR. Continue o processo seguindo os passos que constam do formulário. Aconselhamos a selecionar a opção” Desejo doar o valor a este promotor, mesmo que a campanha não angarie a totalidade dos fundos“ para que possamos dispor de qualquer verba angariada e, desta forma, concretizar o nosso objetivo. A plataforma do PPL irá gerar uma Referência Multibanco para que possa fazer o seu contributo à campanha.

Agradecemos que divulgue a nossa iniciativa.

Os nosso agradecimentos

O Centro de Documentação do Instituto de Apoio à Criança

 

Rendimento escolar pode melhorar se horário for adaptado ao ritmo de sono

Outubro 24, 2015 às 11:01 am | Publicado em A criança na comunicação social | Deixe um comentário
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Notícia do Público de 9 de outubro de 2015.

Lusa

Neurologista Alexandre Castro Caldas diz que é preciso perceber os horários de sono dos adolescentes

O neurologista Alexandre Castro Caldas defendeu que o rendimento académico dos alunos pode ser melhorado se o horário escolar for adaptado ao ritmo de sono dos adolescentes, que se deitam mais tarde. O especialista exemplificou que nos Estados Unidos da América os resultados dos alunos melhoraram quando se decidiu começar as aulas mais tarde.

“Os miúdos estavam mais despertos, conseguiam trabalhar melhor. É preciso perceber os horários de sono dos adolescentes”, afirmou o director do Instituto de Ciências da Saúde da Universidade Católica Portuguesa.

No entanto, defendeu que as medidas não devem ser replicadas de forma universal: primeiro, “é preciso ver o que as escolas estão a fazer” e estudar a realidade de cada país.

“As neurociências e a educação” é o tema que Castro Caldas leva sábado ao Congresso Mundial de Educação, iniciado esta sexta-feira em Lisboa e promovido pelo sector privado. De acordo com o neurologista, as ciências do cérebro devem contribuir para melhorar o ensino, sendo este um dos temas mais em foco no mundo actual.

A investigação em torno do funcionamento do cérebro pode contribuir “de forma muito significativa” para a forma de ensinar, frisou, acrescentando que nos EUA esta temática está “muito mais desenvolvida”. Além de perceber os ritmos de sono dos adolescentes e adequar o horário escolar, a presença de actividades na escola como teatro e a música pode também contribuir para melhorar o rendimento dos alunos.

“As pessoas trazem a ideia de que é preciso introduzir muito cedo os computadores na escola, mas Portugal é dos países com mais computadores e se calhar não é o mais correcto, porque Portugal não é dos que tem melhores resultados”, disse. Para Castro Caldas, é preciso “perceber a importância do teatro e da música nas escolas”, uma vez que o exercício da memória e a concentração também se trabalham por aí. “O teatro, por exemplo, é uma forma de estimular a memória [porque] é preciso decorar um texto”.

A dimensão das turmas tem também o seu papel. “Turmas grandes não é o melhor modelo, é preciso uma maior proximidade entre o aluno e o professor. Num país com tantos professores, isso não deve ser um problema”, sustentou. “É preciso que os miúdos percebam que têm dentro da cabeça um computador muito melhor do que qualquer outro”, afirmou, defendendo aqui a importância do papel do professor. O congresso é dedicado tema “A Nova Educação na Era Digital”.

Durante dois dias, estarão em Lisboa vários agentes do setor, mas também convidados de outras áreas como o sociólogo Zigmunt Bauman, Prémio Príncipe das Astúrias. Participam igualmente Maurice de Hond, cofundador das primeiras escolas Steve Jobs e John Jones, especialista em mudança educativa. O encontro é organizado pela Confederação Mundial de Ensino Privado (COMEP), com sede na Argentina, pela Confederação Europeia de Ensino Privado, com sede em Espanha, e a Associação de Estabelecimentos de Ensino Particular e Cooperativo de Portugal (AEEP).

 

 


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