De onde vêm as minhas ideias? Sessão de filosofia para crianças na Ludobiblioteca da Areia Guincho

Outubro 21, 2015 às 9:04 pm | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
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ludo

mais informações:

https://www.facebook.com/Ludobiblioteca.EB1JIAreia.Guincho

Campanha infantil explica diferença entre carinho e abuso sexual

Outubro 21, 2015 às 8:00 pm | Publicado em A criança na comunicação social, Vídeos | Deixe um comentário
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texto do site www.paranaportal.com.br de 25 de setembro de 2015.

Em Portugal pode ligar para a Linha SOS-Criança do Instituto de Apoio à Criança encontra-se disponível através do número 217 931 617, e do número gratuito 116 111.

A ONG chilena Raíces e a Fundação Marista de Solidariedade Internacional (FMDI Cono Sur) lançaram uma campanha que orienta crianças sobre a diferença entre carinho de familiares e amigos e abuso sexual.  “Até o momento, a Campanha Defenda-se centrou esforços em ilustrar situações que as crianças devem evitar para defenderem-se do abuso e da exploração sexual. Por isso, neste novo vídeo decidimos inovar na linguagem amigável criando uma história que mostrasse situações de afeto recíproco entre crianças e adultos, a fim de diferenciá-las de situações de “carinho” abusivo.”, conta Vinícius Gallon, coordenador da Campanha.

A série de vídeos está disponível no site do projeto, juntamente com documentos de referência sobre o enfrentamento à violência sexual e materiais para mobilização do tema nas mídias sociais: www.defenda-se.com.

A campanha Defenda-se contribui com as políticas de enfrentamento à violência sexual contra crianças e adolescentes, especialmente no campo da prevenção, ao promover a autoproteção de meninos e meninas contra o abuso e a exploração sexual por meio de vídeos educativos de versão amigável. Os vídeos ilustram situações cotidianas em que a criança pode se defender, seja relatando a violência para alguém de confiança ou fazendo a denúncia diretamente para canais de denúncia como o Disque 100, que recebe e encaminha denúncias de violações de direitos humanos.

 

 

Encontro Nacional de Juventude 2015

Outubro 21, 2015 às 3:37 pm | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
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encontro

Inscrições abertas aqui até ao dia 21 de outubro.

http://www.cnj.pt/beta/

https://www.facebook.com/conselhonacionaldejuventude

Esta é uma agenda que fala com as crianças! Não quer uma?

Outubro 21, 2015 às 1:11 pm | Publicado em Campanhas em Defesa dos Direitos da Criança | Deixe um comentário
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A Agenda do IAC 2016 é um produto muito útil pois contém dicas de segurança sobre a utilização da internet, a proteção da imagem, prevenção do cyberbullying, hábitos de conduta livres de riscos (prevenir raptos) e denúncia de abusos sobre a criança. A abordagem destas temáticas e respetivas dicas de segurança serão complementadas por alguns jogos pedagógicos. A par desta vertente utilitária, a Agenda IAC 2016 proporciona agradáveis momentos de leitura através de  maravilhosos poemas e contos da autoria de conceituados escritores portugueses como Alice Cardoso, António Torrado, José Fanha, Fernando Cardoso, Luísa Ducla Soares, Margarida Fonseca Santos, Raquel Palermo, Sara Rodi e Sílvia Alves. Cada mês apresenta um poema ou um conto alusivo à Criança. As ilustrações são criadas a partir dos desenhos das crianças apoiadas pelo IAC.

É uma agenda com um formato que facilita a sua utilização (14×14) e com capas de proteção transparentes que garantem a sua durabilidade.

Destina-se a crianças, jovens, pais, avós, educadores, responsáveis de instituições que trabalham com crianças, entre outros.

agenda_IAC_ex_1

O nosso projecto de crowdfunding “Agenda 2016 do Instituto de Apoio à Criança”, cujo objetivo inicial é angariar verba para a produção da agenda e a motivação final é o desenvolvimento de novos projetos ligados à prevenção de situações de violência entre os jovens, necessita do seu apoio. Se o seu donativo for igual ou superior a 10€, além das recompensas enumeradas no PPL, vai receber também um exemplar da agenda.

Para apoiar a Campanha de Crowdfunding do CEDI Instituto de Apoio à Criança, aceda ao link

http://ppl.com.pt/pt/causas/agenda-iac-2016

Na causa “Agenda IAC 2016 Pela Defesa e Promoção dos Direitos da Criança” introduza o valor do seu contributo, clicando posteriormente em CONTRIBUIR. Continue o processo seguindo os passos que constam do formulário. Aconselhamos a selecionar a opção” Desejo doar o valor a este promotor, mesmo que a campanha não angarie a totalidade dos fundos“ para que possamos dispor de qualquer verba angariada e, desta forma, concretizar o nosso objetivo. A plataforma do PPL irá gerar uma Referência Multibanco para que possa fazer o seu contributo à campanha.

Agradecemos que divulgue a nossa iniciativa.

Os nosso agradecimentos

O Centro de Documentação do Instituto de Apoio à Criança

Des paroles aux actes… : la lutte contre la pauvreté : un défi pout l’Europe

Outubro 21, 2015 às 11:25 am | Publicado em Divulgação, Livros | Deixe um comentário
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actes

descarregar o livro no link:

http://www.iacrianca.pt/desparolesauxactes/desparolesauxactes.pdf

From words to actions… : fighting against poverty : a challenge for Europe

Outubro 21, 2015 às 11:20 am | Publicado em Divulgação, Livros | Deixe um comentário
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from

descarregar o livro no link:

http://www.iacrianca.pt/fromwordstoactions/fromwordstoaction.pdf

Comemoração do 70º aniversário da Organização das Nações Unidas (ONU) Sessão pública: 23 de outubro, das 15h às 17h30, CIUL (Lisboa)

Outubro 21, 2015 às 10:48 am | Publicado em Divulgação, Vídeos | Deixe um comentário
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onu

Organização: UNRIC, CPR, FAO, GCNP, OIM, OIT, UNESCO, UNICEF, UNICRI, UNU-EGOV eCâmara Municipal de Lisboa

Em 2015, a ONU comemora o 70º aniversário e escolheu como lema  ”Uma ONU forte. Um mundo melhor”, com o intuito de destacar a importância do multilateralismo na promoção da paz e segurança, desenvolvimento e direitos humanos. Este foi também o ano em que um amplo processo negocial liderado pela ONU culminou na adoção, por 193 Estados-membros, da Agenda 2030 – 17 Objetivos de Desenvolvimento Sustentável,  numa cimeira em Nova Iorque (EUA), a 25 de setembro.

A atualidade é também marcada pelos novos fluxos de refugiados e migrantes, exigindo novas respostas dos governos e atuação da sociedade civil, pelo que escolhemos este como tema da sessão.

Hora: das 15h às 17h30

Local: Centro de Informação Urbana de Lisboa (CIUL), Picoas Plaza, Rua Viriato, 13, Núcleo 6-E, 1º, Lisboa

Programa:

Hall

Exposição iconográfica e informação sobre as agências e comités da ONU em Portugal

Auditório

1-Comunicação da Dra.Teresa Tito de Morais, Presidente do Conselho Português para os Refugiados

2-Testemunho da Dra. Cláudia Pedrosa, Voluntária do ACNUR em Moçambique

3-Debate com diretores e chefes de missão das agências e comités da ONU em Portugal

CPR – Teresa Tito de Morais (Presidente)

FAO – Hélder Muteia (Representante)

GCNP – Mário Parra da Silva  (Representante)

OIM – Hugo Augusto  (Oficial de Ligação)

OIT Lisboa – Mafalda Troncho (Diretora)

Comissão Nacional da UNESCO – Jorge Lobo de Mesquita (Presidente substituto)

Comité Português para a UNICEF – Madalena Marça Grilo (Diretora Executiva)

UNICRI Lisbon – Inês Ferro Ribeiro (Diretora)

Contacto:

UNRIC – Isabel Marques da Silva |  silva@unric.org |

TEL. (+32)27888456/(+32) 491733873/(+351)962403733

mais informações:

https://www.unric.org/pt/actualidade/32032-comemoracao-do-70o-aniversario-da-organizacao-das-nacoes-unidas-onu-

O que é ser mulher ou criança no autoproclamado Estado Islâmico?

Outubro 21, 2015 às 7:00 am | Publicado em A criança na comunicação social | Deixe um comentário
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Reportagem do Público de 18 de outubro de 2015.

CHARLES OMMANNEY THE WASHINGTON POST

Kevin Sullivan

O que é ser mulher ou criança no autoproclamado Estado Islâmico? O que se compra e o que falta no território? Como é aplicada a justiça? Três dezenas de pessoas que vivem ou viveram sob o regime extremista dão as respostas.

As carrinhas brancas saem por volta da hora do jantar, carregadas de refeições quentes para os combatentes islâmicos solteiros da cidade de Hit, no Oeste do Iraque. Equipas de mulheres estrangeiras, que deixaram a Europa e vários países do mundo árabe para se juntarem ao Estado Islâmico (EI), trabalham em cozinhas comunitárias para preparar o jantar dos guerrilheiros, entregue nas casas que foram confiscadas a pessoas que fugiram ou foram mortas, diz o ex-presidente da câmara da cidade.

O EI tem atraído dezenas de milhares de pessoas de todo o mundo, prometendo o paraíso na pátria muçulmana que está a erguer nos territórios conquistados na Síria e no Iraque. Mas, na realidade, os islamistas criaram uma sociedade desigual, onde a vida quotidiana é radicalmente diferente para ocupantes e ocupados, de acordo com entrevistas conduzidas a mais de 30 pessoas que vivem ainda no EI ou fugiram recentemente.

Os combatentes estrangeiros e as suas famílias têm direito a habitação gratuita, serviços médicos, educação religiosa e até a uma espécie de entrega de refeições ao domicílio, de acordo com os entrevistados. Recebem salários pagos com os impostos e taxas que sobrecarregam milhões de pessoas que eles controlam, num território que agora tem o tamanho do Reino Unido.

Aqueles que vivem nas mãos do EI dizem que têm de enfrentar não só a brutalidade dos islamistas — que decapitam os seus inimigos e transformam em escravas sexuais as mulheres que pertencem às minorias — como também uma escassez extrema de vários produtos básicos.

Muitos têm electricidade durante apenas uma ou duas horas por dia e em algumas casas a água canalizada fica vários dias sem aparecer. Há poucos postos de trabalho, por isso uma grande parte não consegue pagar os preços exorbitantes dos alimentos, que em alguns casos mais do que triplicaram. Os cuidados médicos são deficientes, a maioria das escolas está fechada e as restrições às saídas para o mundo exterior são impostas pela força das armas.

Ao longo dos últimos dois anos, os islamista produziram uma torrente de propaganda sofisticada na Internet, que ajudou a convencer pelo menos 20 mil combatentes estrangeiros, muitos com famílias, a vir de locais tão remotos como a Austrália. A campanha, que é sobretudo veiculada pelo YouTube e pelas redes sociais, mostra uma terra de rodas gigantes e algodão doce, onde as populações locais convivem animadamente com estrangeiros fortemente armados.

Mas os entrevistados dizem que as suas vidas no “califado”, onde são governados por homens que impõem uma versão extremista da sharia (a lei islâmica), estão a transbordar de medo e escassez. “Regressámos à Idade da Pedra”, diz Mohammad Ahmed, de 43 anos, antigo funcionário da Liga Árabe de Deir al-Zour, uma cidade perto de Raqqa, a autoproclamada capital dos islamistas, no Norte da Síria. “Antes tínhamos uma casa linda, com chão em mármore e azulejos”, diz Ahmed, que fugiu da sua terra em Junho e que agora vive com outros 20 mil sírios no campo de refugiados de Azraq, na Jordânia. “Durante toda a nossa vida tivemos tudo o que precisávamos. Depois, quando eles chegaram, passámos a cozinhar numa fogueira na rua e a lavar as nossas roupas em baldes.”

Várias das pessoas ouvidas afirmam que na verdade o Estado Islâmico é menos corrupto e oferece serviços públicos mais eficazes, como a construção de estradas e recolha de lixo, do que os anteriores governos sírio e iraquiano. No Iraque, dizem alguns, os militantes sunitas tratam-nos melhor do que o Governo central de Bagdad, dominado por xiitas. Mas nenhuma das testemunhas afirma tolerar os islamistas e todos concordam que uma governação mais eficiente não ajuda a desculpar o comportamento fanático e brutal do EI.

“Nós odiamo-los”, diz Hikmat al-Gaoud, o antigo autarca de Hit, de 41 anos. Fugiu em Abril e agora divide o seu tempo entre Bagdad e Amã, na Jordânia.

O Estado Islâmico conquistou poder na sequência dos combates na Síria e no Iraque que já tinham deixado de rastos muitas das instituições públicas. Mas as pessoas entrevistadas afirmam que o EI apenas piorou a situação, de formas que poderão ser sentidas durante as próximas décadas — fazendo regredir os progressos alcançados no ensino público, arruinando a infra-estrutura médica, criando um sistema judicial que assenta no terror e expondo toda uma geração de crianças a uma violência, física e psicológica, devastadora e grotesca.

Para as mulheres, viver no EI significa frequentemente serem sujeitas a uma linha de montagem que serve para garantir noivas aos combatentes, ou às vezes serem sequestradas e levadas para casamentos forçados.

Muitos dos entrevistados apenas quiseram dar o primeiro nome ou recusaram-se a ser identificados fosse de que forma fosse, para proteger a sua segurança e a das suas famílias que ainda vivem em território controlado pelo EI. Foram entrevistados por Skype ou telefone, a partir da Síria e do Iraque, ou pessoalmente, no Iraque, Turquia e Jordânia.

Aqueles que falaram a partir de áreas nas mãos dos islamistas fizeram-no correndo grande perigo, afirmando que estes controlam rigidamente o acesso à Internet. Concordaram em falar para poder contar a sua história sobre a vida dentro do “califado” do Estado Islâmico.

Quase todos os entrevistados dizem ter testemunhado uma decapitação ou outro castigo igualmente selvagem. É praticamente impossível confirmar estes testemunhos, tal como é impossível verificar as afirmações feitas através do material de propaganda que é editado pelo EI. Os militantes raramente permitem a jornalistas ou outros observadores independentes entrar no seu território e já divulgaram vídeos de decapitações de vários capturados.

As entrevistas, conduzidas ao longo de vários meses, foram combinadas bastante ao acaso ou através de contactos mantidos há tempo na região. Apesar de vários activistas terem sido ouvidos, o Washington Post não quis depender deles para estabelecer outros contactos. No campo de Azraq, os jornalistas analisaram os registos de chegadas e procuraram aqueles que tinham partido recentemente das áreas controladas pelo EI. Muitas das conversas duraram duas horas ou mais.

Os militantes controlam pequenas comunidades rurais, mas também grandes zonas urbanas, incluindo Mossul, uma cidade iraquiana com mais de um milhão de pessoas. As suas políticas diferem de região para região, por isso não há um estilo de vida único e uniformizado; mas nas entrevistas houve temas que apareceram consistentemente: mulheres, saúde, educação, justiça e economia. (…)

“A vida no Daesh é um pesadelo todos os dias”, diz uma antiga professora de Matemática que vive em Mossul, usando o nome árabe do Estado Islâmico. “Temos um futuro incerto”, afirma, pedindo para não ser identificada. “Talvez o Daesh nos mate, ou talvez morramos na guerra, ou talvez depois. Aquilo por que estamos a passar agora é uma morte lenta.”

Os islamistas criaram checkpoints para impedir as pessoas de sair. Mas, segundo os entrevistados, há cada vez mais redes de tráfico para ajudar quem decide fugir e estes estão a entrar em cada vez maior número na Jordânia, Turquia, Líbano e nas áreas do Iraque que não estão sob controlo do EI. Responsáveis da ONU afirmam que 60% dos refugiados que atravessaram recentemente a fronteira entre a Síria e a Jordânia fugiam das áreas controladas pelos islamistas.

A propaganda apresenta-os como libertadores; num vídeo recente apareciam, armados, a distribuir doces num lar da terceira idade. Mas, segundo as testemunhas, a maior parte da população vê-os como uma força ocupante impiedosa e tenta manter-se à distância o mais possível. “Mesmo que nos cruzemos na rua ou em lojas, não há convívio”, relata um activista que se identifica como Abu Ibrahim al-Raqqawi, natural de Raqqa, e que gere um site chamado Raqqa Is Being Slaughtered Silently. As pessoas de Raqqa, diz, “sentem-se estrangeiras na sua própria cidade”.

O EI tem tido algum êxito no recrutamento da população local. As pessoas ouvidas dizem que muitos dos seus amigos e vizinhos na Síria e no Iraque escolheram juntar-se aos islamistas, tornar-se combatentes, professores ou funcionários dos seus gabinetes governamentais. Alguns fazem-no porque acreditam no seu objectivo de unir o mundo sob a sua interpretação radical da lei islâmica. Mas a maioria é por desespero. Em locais onde o preço da comida disparou e muitas pessoas vivem com pouco mais que pão e arroz, alguns homens concluíram que tornarem-se guerrilheiros do EI é a única forma de sustentar a família.

“Não há trabalho, por isso temos de nos juntar a eles se queremos sobreviver”, diz Yassin al-Jassem, de 52 anos, que fugiu de sua casa em Raqqa em Junho. “Tantos habitantes locais se juntaram a eles. A fome empurrou-os para o Daesh.”

Peter Neumann, director do Centro Internacional para o Estudo da Radicalização da Violência Política do King’s College, em Londres, afirma que embora os combatentes estrangeiros tenham dado um fôlego ao EI, “a longo prazo, acabarão por se tornar um fardo”. O investigador recorda que as tribos locais revoltaram-se contra a Al-Qaeda no Iraque em meados dos anos 2000 em parte porque viam o grupo como uma organização estrangeira. É da opinião que as pessoas que estão agora sob o controlo do EI poderão fazer o mesmo — sobretudo no Iraque.

No entanto, os entrevistados afirmam que o ISIS não poupa esforços no que se refere à supressão de potenciais levantamentos, matando qualquer um que suspeite de deslealdade.

Faten Humayda, uma avó de 70 anos que deixou a sua terra perto de Raqqa em Maio e que agora vive no campo de Azraq, é da opinião de que a violência faz aumentar o ódio das populações em relação aos islamistas, mas também cria desconfiança entre os locais. E é mais difícil a qualquer movimento de resistência formar-se quando as pessoas pensam que os amigos e vizinhos podem ser informadores. “Eles põem-nos uns contra os outros”, afirma Humayda.

Ahmed, que também abandonou a sua terra nas proximidades de Raqqa, em Junho, adianta que alguns dos combatentes árabes tentam misturar-se com a população local, mas que os europeus e os não árabes nunca o fizeram. E apesar de o EI proclamar que o seu objectivo é proporcionar uma vida melhor aos muçulmanos, parece estar sobretudo concentrado nos combates com os outros grupos rebeldes e as forças do Governo. “Eles foram sempre muito agressivos e parecem zangados”, diz. “Estão ali para lutar, não para governar.”

ler a reportagem completa no link:

http://www.publico.pt/mundo/noticia/a-vida-no-estado-islamico-1711251#

 

 

 

 

 

 

 

 

O Pineco – jogo educativo multiplataforma gratuito para alunos do 1º ciclo ( 3º e 4º ano)

Outubro 21, 2015 às 6:00 am | Publicado em Recursos educativos, Site ou blogue recomendado | Deixe um comentário
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Texto do site http://aprendercomosdedos.com de 30 de setembro de 2015.

pineco

O Pineco é um jogo educativo multiplataforma, gratuito, desenvolvido a pensar nas necessidades dos alunos do 1º ciclo ( 3º e 4º ano) para os ajudar a consolidar os conteúdos de diversas disciplinas, de uma forma lúdica!

Este projeto desenvolvido pelo Núcleo de Tecnologias Educativas, da Direção Regional de Educação, no âmbito do projeto ProRE, oferece três jogos educativos: O Pineco Português, O Pineco Matemática e O Pineco Estudo do Meio, com três níveis de dificuldade distintos.

Segundo o site da plataforma, o Pineco é um “jogo educativo multiplataforma, com o objetivo de estimular diversas capacidades cognitivas das crianças, como a concentração, memória, leitura, léxico; e oferecer experiências enriquecedoras de acordo com os tempos em que vivemos”.

Tudo isto com a vantagem de permitir aos docentes a adaptação do jogo à sua prática pedagógica, ou seja, o jogo terá a possibilidade de ser reeditado: o docente poderá construir as suas próprias questões consoante a sua realidade educativa.

Para aceder à aplicação, apenas terá de entrar no portal do projeto ProRED, através de qualquer dispositivo móvel (smartphone e/ou tablet).

PRORED obedece às orientações curriculares propostas pelo Ministério de Educação para a Educação Pré-Escolar e 1º Ciclo do Ensino Básico. O projeto nas abordagens que apresenta, em momento algum, pretende esgotar-se em si mesmo, pelo contrário, é um projeto que pretende reunir recursos educativos digitais, onde os docentes, pais, encarregados de educação e demais interessados se podem apoiar nas suas estratégias/ atividades educativas.

Para mais informações, consulte o portal da aplicação e do projeto: Pineco (http://prored.educatic.info/pineco/)

ProRED (http://prored.educatic.info/)

 


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