Concerto Rock Solidário Ajuda Crianças do Centro de Emergência Social (CES)

Outubro 6, 2015 às 8:24 pm | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
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mais informações:

http://www.fcebi.org/index.aspx?ID=153&IDartigo=528

Desenho de criança refugiada síria deixa polícia alemã “sem palavras”

Outubro 6, 2015 às 8:00 pm | Publicado em A criança na comunicação social | Deixe um comentário
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Notícia do http://www.dinheirovivo.pt de 29 de setembro de 2015.

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De um lado, a ordem e bem-estar da Alemanha. Do outro, explosões, mortos e feridos. Tudo vindo da imaginação de uma criança.

O desenho foi oferecido por uma menina síria a um polícia alemão no centro de registo de refugiados de Passau, na fronteira da Áustria com a Alemanha. Fotografado e partilhado no Twitter pelo agente, a ilustração já se tornou viral.

Em Passau a polícia alemã distribui lápis de cor e papel às crianças que esperam que os pais passem pelo processo de registo. No final, e hábito oferecerem os desenhos aos polícias, que por sua vez os afixam num quadro.

O polícia que o recebeu viu imediatamente que se tratava de uma imagem muito forte e partilhou-a no twitter, onde já se tornou viral (razão pela qual a imagem pode demorar a carregar):

As hastags usadas pela Budespolizei revelam bem o estado de espírito que o desenho provovou na Alemanha: #sprachlos (sem palavras) e #Fluechtlingskrise (crise dos refugiados).

E o caso não é para menos: esta menina síria – cujo nome e idade são ainda desconhecidos – desenhou duas realidades bem distintas: de um lado, a guerra no seu país, que faz mortos, feridos, e desespero. Do outro, a segurança e tranquilidade alemãs. No meio, uma fronteira que é preciso atravessar.

 Twitter original:

https://twitter.com/bpol_by/status/647068855056121856/photo/1

 

 

IV Encontro Intermunicipal CPCJ da Zona Norte do Distrito de Leiria “Sociedade Atenta, Crianças e Jovens Felizes” com a participação de Melanie Tavares do IAC

Outubro 6, 2015 às 12:00 pm | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
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A Dra. Melanie Tavares, Coordenadora dos Sectores da Actividade Lúdica e da Humanização dos Serviços de Atendimento à Criança do Instituto de Apoio à Criança, irá participar no encontro com a comunicação “Bullying – Prevenção e Práticas Comprovadas”.

cpcj

mais informações:

http://cm-figueirodosvinhos.pt/c/noticia/iv-encontro-intermunicipal-cpcj-da-zona-norte-do-distrito-de-leiria.html

Semana do Aleitamento Materno

Outubro 6, 2015 às 11:57 am | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
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A convite do Centro de Saúde de S. Martinho do Bispo de Coimbra e, no âmbito da Semana do Aleitamento Materno, Paula Duarte do IAC- Fórum Construir Juntos – Coimbra vai dinamizar uma sessão intitulada “Direito a ser Amado e Cuidado”, no dia 6 de Outubro de 2015 , na Escola Superior de Enfermagem de Coimbra, destinada a grávidas, pais e mães.

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Fotos de crianças publicadas nas redes roubadas por pedófilos

Outubro 6, 2015 às 10:00 am | Publicado em A criança na comunicação social | Deixe um comentário
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Notícia do Jornal de Notícias de 1 de outubro de 2015.

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Milhares de fotografias de crianças publicadas pelos pais nas redes sociais foram encontradas num site de pedofilia.

É usual observar fotografias de crianças nas redes sociais publicadas pelos pais. Contudo, muitas vezes, estas imagens são usadas para outros fins.

Um investigador do governo australiano referenciou num site de pedofilia milhares de imagens de meninos e meninas retiradas do Facebook e do Instagram. Nesse site, cujo nome não foi revelado, foram encontradas repartições de fotografias que remetiam para as redes. “Amigas da minha filha no Instagram”, “Crianças na praia” e “Ginástica” foram alguns dos exemplos dados por Toby Dagg, investigador da eSafety.

“Muitos utilizadores referem, de forma clara, que obtiveram o conteúdo através das contas nas redes sociais. As imagens são quase sempre acompanhadas por comentários altamente específicos e perturbadores”, refere.

O investigador alerta que as “famílias, de forma muito inocente”, publicam fotos dos filhos sem usar as regras básicas de segurança.

Já Susan McLean, especialista em cibersegurança, diz mesmo que as crianças protegem as suas contas nas redes sociais melhor do que os próprios pais. Dá como exemplo, as regras de privacidade do Facebook que são mais usadas pelos jovens de que pelos adultos.

“Não interessa se a foto é inocente. Se a criança tem aquilo que o predador procura, ele vai usar a foto”, avisa McLean.

 

 

 

 

“Bebo o que achar que posso e me apetecer”

Outubro 6, 2015 às 9:27 am | Publicado em A criança na comunicação social | Deixe um comentário
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Reportagem do Público de 4 de outubro de 2015.

público

Ana Henriques

Nova lei do álcool parece não ter mudado nada: menores de idade continuam a beber à vista de todos.

Os bancos de jardim com mesa ao meio servem de poiso aos três amigos no recanto da Av. D. Carlos, a poucos minutos de caminho dos bares de Santos, em Lisboa, O mais novo levanta o copo de plástico de sete decilitros e meio, quase numa bravata: “Eu tenho 16 anos e acabei de comprar esta cerveja num bar”.

Os outros dois confirmam: pouco mudou com a lei que proíbe a venda de álcool aos menores de 18 anos, em vigor desde Julho. E se ainda é cedo para avaliar o impacto da proibição nos bares lisboetas de Santos, os relatos de quem já testou a lei seca  não deixam margem para dúvidas: seja por ausência de fiscalização ou pelo uso de estratagemas, quem quiser continuar a beber vai continuar a fazê-lo, seja qual for a sua idade.

“Então agora vão dizer às pessoas de 16 anos que até aqui a lei deixava beber cerveja e vinho que já não podem? Dão-lhes o chupa e depois tiram-lho?!”, indigna-se Luís, de 14 anos. Aluno num colégio de Lisboa e filho de um advogado, Luís mantém-se firme na decisão de não abdicar da bebida só porque o Estado resolveu fazer uma lei cujos fundamentos afirma não compreender. “Não me parece haver uma razão de força maior para terem subido a idade mínima. Se existe, não a explicaram. Falam em estudos sobre os malefícios do álcool – mas essas conclusões já existiam no tempo dos meus pais”.

Pais esses que de resto, garante, não o proíbem de beber – mas apenas de cometer excessos como o de Novembro passado, quando acabado de sair dos 13 anos, teve de ser arrastado de Santos pelo irmão mais velho quase em coma alcoólico, agarrado a uma garrafa de vodka. Diz que calculou mal a quantidade da mistura com Coca-Cola que emborcou com os amigos ao desafio, e parte da noite apagou-se-lhe da memória. “Apanhei um grande susto e uma grande vergonha. Foi uma lição, jurei para nunca mais”. Parar de beber, isso é que não: “Bebo o que achar que posso e me apetecer”.

Mais velhos ajudam Santos

Este Verão, já de férias, comprovou como é fácil contornar a nova lei num café de praia, mesmo quando o corpo não aparenta mais idade do que aquela que se tem. “Pediram-me o bilhete de identidade e respondi que me tinha esquecido dele em casa. Depois, à frente do empregado, virei-me para um amigo mais velho e pedi-lhe: ‘Olha, paga aí uma’”. E a noite continuou. Há discotecas que entregam aos menores uma pulseira distintiva, explica. Mas depois de lá entrarem tudo é “mais difícil de controlar”. Se houver entraves, mandam o mais velho ir ao bar abastecer-se para os outros. Ou usam o bilhete de identidade de outra pessoa.

É verdade que desde que a nova lei existe começou a aparecer mais polícia nos estabelecimentos de diversão nocturna, admite Luís. “Mas a polícia não vai ficar nos bares para sempre”, constata o adolescente, para quem a proibição pode, inclusivamente, vir a ter efeitos contraproducentes, ou não fosse o fruto proibido o mais apetecido: “Os miúdos têm muita curiosidade”.

Já maior de idade, o irmão de Luís lembra-se dos tempos em que “bebia como um animal”. Tinha 14 anos, e guarda dessa altura uma recordação dolorosa: um ombro que nunca mais voltou ao que era depois de ter insultado um agente do corpo de intervenção numa noite de copos. “Com essa idade conseguia comprar todo o álcool que queria. Achava-me invencível. Apanhei porradão do polícia, estraguei o ombro por causa de uma bezana”. Passou a noite na esquadra e ainda teve de responder em tribunal. E se não lhe agrada hoje ver os putos de Santos, como lhes chama, aos bordos e a beberem que nem doidos até vomitarem, pensa que não é com a nova lei que as coisas vão mudar.

“Bebemos porque nos deixam”, resume outra frequentadora de Santos, garrafa de moscatel na mão, a caminho de um bar. “A nova lei?! Mas que lei, se quando vou ao supermercado não me pedem identificação?”. E repete, para que não restem dúvidas: “Lei? Qual lei??? Nem os pais têm mão nos filhos”.

Um dos rapazes do banco de jardim não se conforma, e nem a cerveja que vai desaparecendo do copo faz esvair-se-lhe o apelo. “Oiçam, encarem a realidade tal como ela é – e não com a hipocrisia desta nova lei”. Habituado a beber, ficou impressionado com o miúdo que lhe apareceu à frente nestas férias na costa alentejana a pedir-lhe que lhe comprasse uma cerveja. “Era da altura da minha irmã, que tem oito anos. Garantiu-me que tinha onze. Já estava meio aos esses, tinha bebido três cervejas e disse-me que só parava à décima”. Não lhe comprou nada, mas passado cinco minutos viu-o de copo na mão: outro rapaz já lhe tinha providenciado a bebida seguinte.

“Esta lei é uma hipocrisia, vai sempre haver consumo”, insiste o estudante. “Mais vale registarem no chip do cartão do cidadão aquilo que se bebe – e limitar dessa forma a quantidade, em vez de proibir. Porque o cenário vai ser sempre o mesmo, independentemente das leis”.

O mais novo dos três amigos empilha os copos de plástico já vazios na mesinha de jardim. Ainda não é 1h da manhã e os três amigos já despejaram mais de quatro litros de cerveja. “Para ficar bêbado preciso de muito mais do que isto”, diz um deles, à laia de despedida.

 

 

 

Só 63 menores foram identificados após a entrada em vigor da nova lei do álcool

Outubro 6, 2015 às 9:20 am | Publicado em A criança na comunicação social | Deixe um comentário
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Notícia do Público de 4 de outubro de 2015.

Sérgio Azenha

Pedro Sales Dias

Inspectores da ASAE garantem que o número de menores identificados “é residual” e denunciam falta de meios para fiscalizar a lei. Entidade diz não ter dados sobre identificados em 2013 e 2014 e este ano as acções de fiscalização limitaram-se aos festivais de Verão.

Em três meses, desde que a nova lei do álcool entrou em vigor, em Junho deste ano, apenas 63 menores foram identificados por consumo, o que corresponderia a uma média de cerca de vinte por mês, quase cinco por semana e menos de um por dia, naquele período de tempo. Ao número, que os inspectores da Autoridade para a Segurança Alimentar e Económica (ASAE) consideram residual, acrescenta-se ainda o facto de todos esses jovens terem sido detectados por atacado nos festivais de música de Verão entre Junho e Agosto deste ano.

O que aconteceu então enquanto os inspectores estavam no NOS Alive, em Algês, no Super Bock Super Rock, em Lisboa, no Meo Sudoeste, na Zambujeira do Mar, no Sol da Caparica e no festival do Crato? A ASAE, que forneceu os dados ao PÚBLICO, diz que foram apenas identificados menores em Campo Maior, Portalegre, Arronches, Monforte, Elvas e Vilamoura, o que resultou à instauração de seis processos de contra-ordenação. Não adiantou, porém, quantos menores foram identificados nessas localidades.

Os inspectores da ASAE não têm dúvidas de que os números demonstram a falta de meios daquela entidade para fiscalizar a nova lei que restringe o consumo de qualquer tipo de álcool a menores de 18 anos. “Esse número é ridículo e residual. A ASAE tem 239 inspectores que já eram poucos para a fiscalização das áreas que já tinha de fiscalizar anteriormente. Não há gente para controlar o cumprimento dessa lei. E o que fizeram foram operações montadas para a comunicação social. Porque sabiam que os jornalistas iam estar atentos, pelo menos aos festivais. Ao mesmo tempo foram descuradas as zonas de animação nocturna de Lisboa e Porto e o resto do país. Não há inspectores para fiscalizar a nova lei. A ASAE não tem, aliás, inspectores suficientes para cumprir a sua missão. Está moribunda”, alerta o presidente da Associação Sindical dos Funcionários da ASAE (ASF-ASAE), António Albuquerque.

Para aquela associação sindical, a ASAE teria de ter “pelo menos o dobro dos inspectores que tem actualmente e mesmo assim estaria no limite mínimo”, salienta ainda António Albuquerque.

Entre o início do ano e a entrada em vigor da nova lei, em Junho, a ASAE identificou 33 menores. Estes dados não permitem, porém, um contexto que possibilite um balanço quanto aos efeitos da legislação recente relativamente aos menores identificados desde 2013, quando a lei anterior já proibia o consumo de bebidas espirituosas deixando apenas a excepção para a cerveja e o vinho. Se por um lado, o aumento no período posterior ocorre nos festivais de Verão, relativamente a operações de fiscalização direccionadas pela ASAE, por outro a entidade não forneceu ao PÚBLICO o número de menores identificados em anos anteriores, apesar das várias solicitações que recebeu nesse sentido durante mais de um mês. “Não é possível responder relativamente ao número de menores identificados em 2013 e 2014”, justificou, por fim, a ASAE.

A resposta, porém, surpreende os próprios inspectores da ASAE. “Na ASAE actualmente está tudo informatizado a nível central. Todas as fiscalizações e resultados operacionais são de imediato inseridos no sistema. Isso parece-me estranho”, refere António Albuquerque que acusa a ASAE de estar a “ocultar dados” para não revelar “resultados que seriam residuais e demonstrariam a actual ineficácia” da entidade.

O inspector-geral da ASAE, Pedro Portugal Gaspar, não esteve disponível para prestar esclarecimentos, apesar de ter sido questionado por email, através do gabinete de comunicação da instituição, e contactado entretanto por telefone. “Esse silêncio parece-me ser esclarecedor. Não querem admitir a falta de meios”, critica António Albuquerque.

Quanto a anos anteriores, a ASAE deu conta de que em 2013 se registaram 326 infracções que corresponderam 980 processos enquanto no ano passado foram 369 as infracções e 1017 os processos instaurados “destacando-se como principais infracções a falta de afixação de aviso de forma visível com a menção da referida proibição e a falta de cumprimento dos requisitos relativos aos aviso no que se refere especificamente à infracção de facultar, vender ou colocar à disposição, em locais públicos bebidas alcoólicas a menores”. Já em 2015, a ASAE registou 161 infracções e instaurou 593 processos neste contexto.

O presidente do Serviço de Intervenção nos Comportamentos Aditivos e nas Dependências (SICAD), João Goulão, destaca a importância da nova lei do álcool. “A lei anterior [de 2013] criava uma diferença entre o álcool bom e o álcool mau. Esta é mais benéfica porque restringe o consumo de todo o tipo de álcool aos menores. É uma questão de saúde pública por que o organismo dos menores está ainda desenvolver-se. Está provado cientificamente que quanto mais tarde se consumir álcool menos provável é a possibilidade de ser criada uma dependência”, esclarece o responsável.

Foi precisamente face à constatação de que a lei anterior não estava a ter o efeito pretendido que o Governo decidiu alterar a legislação.

“Constata-se, no que diz respeito ao consumo e venda de bebidas alcoólicas a menores em locais públicos, que continuam a existir elevados níveis de comportamentos de risco e de excesso de consumo, com consequências nefastas para a população mais jovem. Com efeito, verifica -se que não ocorreram alterações relevantes no padrão de consumo de bebidas alcoólicas, por parte dos jovens, no ano subsequente à entrada em vigor das mencionadas alterações legislativas, seja a nível do tipo de bebidas ingeridas, seja a nível de consumos nocivos. No consumo recente, destacam-se as bebidas espirituosas e a cerveja, com a tendência de manter a frequência dos consumos, incluindo de bebidas espirituosas entre os menores de 18 anos, sendo que foram os jovens de 16 anos, em particular, os que mais mencionaram um aumento da facilidade de acesso a bebidas alcoólicas, com qualquer graduação de álcool”, alerta o preâmbulo da nova lei remetendo para um estudo levado do SICAD.

A nova lei prevê coimas entre os 500 e os 30 mil euros para quem venda bebidas alcoólicas a menores. Mas no caso destes, a aposta passa pela sensibilização. “É uma questão simbólica e a aposta é na sensibilização e no envolvimento e responsabilização dos pais que agora já podem dizer aos filhos que não podem beber porque é proibido por lei”, diz João Goulão. Quando um menor é identificado os pais, ou o representante legal, são notificados pelas autoridades. A PSP e GNR também fiscalizam estas situações, mas a ASAE é a entidade responsável por instruir todos os processos. Em último caso, as autoridades podem também notificar os núcleos de apoio a crianças e jovens em risco nos centros de saúde ou hospitais, nos casos de reincidência ou quando seja impossível contactar os pais. A lei prevê também que em última linha possam actuar as comissões de protecção de crianças e jovens e o Ministério Público.

 

 

Assista ao Concerto de Jazz Solidário no Casino de Lisboa (14 Outubro) e ajude a Casa de Acolhimento Mão Amiga

Outubro 6, 2015 às 6:00 am | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
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jazz

Folheto Mão Amiga

Casa de Acolhimento Mão Amiga

Diretora Técnica – Dra Carla Oliveira

Rua Cidade de Benguela, Nº30 ( Lote 555)

1800-073 Lisboa

Tel: 218473334 Fax: 218463598

Email: geral@casamaoamiga.pt

Web: www.casamaoamiga.pt

Facebook: www.facebook.com/Casamaoamiga

 

 


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