Workshop “Como Motivar o meu Filho para o Estudo”

Setembro 23, 2015 às 9:10 pm | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
Etiquetas: , , ,

work

Red Apple

Porto: 26 de Setembro Lisboa: 3 de Outubro

As horas de estudo e dos trabalhos de casa são quase sempre uma dor de cabeça para pais…porque será? Porque perdemos facilmente a paciência e tornamos os fins de dia tão turbulentos? Ficará a relação pais /filhos prejudicada por esta luta diaria? Será que por algum momento nos lembramos que a auto-estima das nossas crianças deverá sempre sobrepôr-se às notas escolares. Afinal que memórias queremos que os nosso filhos guardem da escola? Já pensaram nisso? Neste workshop vamos trocar experiências e vamos partilhar estratégias divertidas para ajudar e motivar os filhos para o estudo e transformar um momento temido num momento divertido! Sim é possível!

mais informações:

http://www.red-apple.pt/index.php/-workshops/268-motivarestudo

 

“Os pesadelos não pertencem aos pais”

Setembro 23, 2015 às 9:00 pm | Publicado em A criança na comunicação social | Deixe um comentário
Etiquetas: , ,

isa5tbel

Escrito por Isabel Stilwell em 3 de Setembro de 2015:

Queremos tirar todos os obstáculos do caminho dos nossos filhos. Quando somos avós, a tarefa é ainda mais dura, porque damos tudo para tornar a vida mais fácil não só a filhos, como também a netos — e o pior é que, às vezes, dá ideia de que a felicidade de uns conflitua com a dos outros.

Habitualmente conseguimos fazer o papel de adivinhos e anjos da guarda, e a sensação de que conhecemos tão bem aqueles que amamos ao ponto de lhes adivinhar os desejos e os medos vai-nos alimentando um sentimento de omnipotência. E, subjacente a esta omnipotência, está a certeza de que os conseguimos controlar, como marionetas que obedecem a um puxar de fios. E, à sensação de controlo, segue-se a certeza de que somos insubstituíveis, o que seria deles sem nós, e que, convenhamos, nos insufla de felicidade e de propósito.

Foi tudo isto o que senti, não por tantas palavras, é certo, quando a Carmo acordou a gritar com pesadelos e veio a correr para o meu quarto aterrorizada. Abracei-a, deitei-a na minha cama e quis perceber o que a tinha assustado. É claro que, como nos acontece quando acordamos sobressaltados, também ela não tinha uma ideia precisa do que a perseguia. Acabou por construir uma história de piratas e monstros que, suspeito, considerou justificar a cena toda. Acabamos por adormecer abraçadas e de manhã sugeri-lhe que desenhasse os seus pesadelos num papel, que depois atirámos à lareira para que ardessem e se transformassem em inocentes cinzas. De caminho, e por causa das coisas, comprámos um espanta espíritos índio, que ficou pendurado no vão da janela.

Evitei, como avó, porque já aprendi alguma coisa como mãe, estabelecer um tribunal de inquisição, contra mim, e contra a criança. Muitas vezes os pais (e os avós) sentem que os pesadelos resultam de uma culpa sua, afinal não são eles os protetores últimos do sono dos seus filhos?, e desfilam erros cometidos: terão deixado os filhos ver demasiada televisão, jogar até muito tarde e jogos demasiado violentos, assistir a uma discussão que os poderá ter atemorizado, ou foi antes o quebrar do ritual do deitar… Motivos não faltam. Na ânsia de entender o que se passou, perguntam e tornam a perguntar, esmiúçam, e acabam por levar a criança a confessar uma mentira, na esperança de escapar à tortura.  Sim, que tiveram medo do monstro dos desenhos animados, sim que se assustaram porque acharam que os pais se iam embora, sim, meteu-lhes medo o cão grande com que se cruzaram naquela tarde. E aí os pais sossegam, acusam-se um ou outro e juram nunca mais expor a criança à mesma situação.

É claro que pode haver momentos de stress que desencadeiam noites assombradas, mas o que custa mais aos pais admitir, dizem os especialistas, é que a criança tenha uma vida mental própria, independente da dos seus queridos progenitores. Que pense coisas que não partilha com os pais, que dentro da sua cabeça exista um universo só seu. Mais ainda, que os pais não sejam o início e o fim de tudo o que acontece aos filhos, o que destrói a ilusão de que eles são apenas réplicas de si mesmos.
É difícil não tentar solucionar um pesadelo, ver um filho ou um neto assustado e não ter o antídoto preparado, mas é uma preparação para a autonomia. Então, o quê, ficamos a vê-los tremer como varas verdes, cruzando os braços? Eduardo Sá recomenda aos pais que combatam o acordar aterrorizado com o silêncio e um abraço apertado. Os vigilantes do seu sono marcam presença, é tudo o que importa que ela saiba. Acreditando que os pesadelos são a digestão da vida e fazem bem à saúde. Mas nunca propriedade dos pais.

Fonte

Pode ter uma agenda giríssima em 2016!

Setembro 23, 2015 às 1:04 pm | Publicado em Campanhas em Defesa dos Direitos da Criança | Deixe um comentário
Etiquetas: , , ,

agenda_IAC_ex_1 agenda_pag_jan2016_ex2

agenda_pag_jan2016_ex

A Agenda do IAC 2016 é um produto muito útil, pois, para além de permitir lembrar tarefas futuras, anotar compromissos, escrever listas, planear o dia, a semana e o mês, registar ideias e acompanhar projetos, lembrar datas especiais como aniversários, contém dicas de segurança sobre a utilização da internet, a proteção da imagem, prevenção do cyberbullying, hábitos de conduta livres de riscos (prevenir raptos) e denúncia de abusos sobre a criança. A abordagem destas temáticas e respetivas dicas de segurança serão complementadas por alguns jogos pedagógicos. A par desta vertente utilitária, a Agenda IAC 2016 proporciona agradáveis momentos de leitura através de  maravilhosos poemas e contos da autoria de conceituados escritores portugueses como Alice Cardoso, António Torrado, José Fanha, Fernando Cardoso, Luísa Ducla Soares, Margarida Fonseca Santos, Raquel Palermo, Sara Rodi e Sílvia Alves. Cada mês apresenta um poema ou um conto alusivo à Criança. As ilustrações são criadas a partir dos desenhos das crianças apoiadas pelo IAC.

É uma agenda com um formato que facilita a sua utilização (14×14) e com capas de proteção transparentes que garantem a sua durabilidade.

Destina-se a crianças, jovens, pais, avós, educadores, responsáveis de instituições que trabalham com crianças, entre outros.

Se o seu donativo for superior a 10€, além das recompensas enumeradas no PPL, vai receber também um exemplar da agenda.

Para apoiar a Campanha de Crowdfunding do CEDI Instituto de Apoio à Criança, aceda ao link

http://ppl.com.pt/pt/causas/agenda-iac-2016

Agradecemos que divulgue a nossa iniciativa.

Os nosso agradecimentos

O Centro de Documentação do Instituto de Apoio à Criança

Refugiados e crianças migrantes devem ser tratados com dignidade – Vídeo da UNICEF

Setembro 23, 2015 às 1:00 pm | Publicado em Vídeos | Deixe um comentário
Etiquetas: , , ,

 

UNICEF lança carta de 18 crianças sobreviventes da violência em todo o mundo

Setembro 23, 2015 às 10:00 am | Publicado em A criança na comunicação social, Vídeos | Deixe um comentário
Etiquetas: , , ,

Notícia do Sol de 15 de setembro de 2015.

© UNICEF/UNI195875/Boto

© UNICEF/UNI195875/Boto

As Nações Unidas lançaram hoje uma carta de 18 crianças sobreviventes da violência em todo o mundo, incluindo uma vítima de violência no namoro em Portugal, para exigirem aos líderes mundiais “um mundo mais seguro”. 

As 18 crianças – que retratam as situações de diferentes países – lembram que “a cada cinco minutos, em algum lugar do mundo, uma criança morre em resultado da violência” e apelam aos líderes mundiais para que ponham fim à violência e se construa “um mundo mais seguro para as crianças”, indica a carta, divulgada pelo Fundo das Nações Unidas para a Infância (UNICEF).

De acordo com os últimos dados da UNICEF, uma em cada dez (120 milhões) raparigas com menos de 20 anos já foram vítimas de relações sexuais forçadas, ou outros actos sexuais forçados, e perto de um quarto das raparigas entre os 15 e os 19 anos (quase 70 milhões) afirmam ter sido vítimas de algum tipo de violência física desde os 15.

“Fomos forçadas a abandonar as nossas casas, a combater como crianças-soldado e a trabalhar como escravas domésticas. Fomos violadas, espancadas e atacadas nas nossas próprias comunidades. Vimos, impotentes, os nossos pais, irmãos e amigos serem mortos à nossa frente. Memórias com estas são como murros no estômago e deixam-nos apavoradas. Nenhuma criança deveria ter um início de vida assim”, afirmam na carta, promovida pelo embaixador de boa-vontade da UNICEF, David Beckham.

“Em setembro, os Senhores [líderes mundiais] vão reunir-se para chegar a acordo sobre os novos objectivos globais para o desenvolvimento, um plano de ação para os próximos 15 anos. Enquanto jovens cidadãos do mundo, vimos pedir-vos que se unam para construir um mundo mais seguro para as crianças”, sublinham.

Um quinto das vítimas de homicídio em todo o mundo é constituído por crianças e adolescentes com menos de 20 anos, indica a agência da ONU.

A carta da UNICEF realça a epidemia violência contra as crianças em todo o mundo e inclui testemunhos de sobreviventes do violento conflito no Sudão do Sul, abusos sexuais na Islândia, tráfico de crianças no Paquistão, e violência no namoro em Portugal.

Em setembro, durante a assembleia-geral das Nações Unidas, em Nova Iorque, David Beckham vai lançar um apelo, juntamente com o secretário-geral da ONU, Ban Ki-moon, e o director executivo da UNICEF, Anthony Lake, para que os líderes mundiais coloquem as crianças, em especial as mais desfavorecidas, no centro das decisões e investimentos a realizar nos próximos 15 anos.

Para a UNICEF, os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável, a nova agenda para o desenvolvimento nos próximos 15 anos que vai ser adotada pela assembleia-geral da ONU, em setembro, constituem uma oportunidade história para mudar as situações que tantas crianças suportam, mas apenas se o mundo focar a atenção nas crianças mais desfavorecidas e vulneráveis, e colocar os seus direitos à segurança, à educação e à saúde no centro da agenda.

“Não esperem nem mais um minuto. São as nossas vidas que estão em jogo”, sublinham os 18 signatários da carta, cujos nomes foram alterados: Sane (18 anos) da África do Sul, Parwana (20) da Austrália, João (18) Brasil, Ravid (16) Camboja, Magu (17) Espanha, Sabreen (15) Gaza, Akhrat (16) Holanda, Tommy (16) Irlanda, Daldís (19) Islândia, Ashley (23) Jamaica, Mohammad (15) Jordânia, Babagana (12) Nigéria, Rabia (nove) Paquistão, Alice (18) Portugal, Jodie (20) Reino Unido, Laetitia (14) República Democrática do Congo, Boto (16) Sudão do Sul, e Zina (10) da Ucrânia.

Lusa/SOL

 mais informações nos links:

http://www.unicef.org/people/media_85509.html

https://medium.com/photography-and-social-change/dear-world-leaders-fbdf85abd56a

 

 

Escola ainda não começou e alunos já têm explicações

Setembro 23, 2015 às 9:30 am | Publicado em A criança na comunicação social | Deixe um comentário
Etiquetas: ,

Notícia do Diário de Notícias de 21 de setembro de 2015.

clicar na imagem

dn1-1

Relatório Anual de Avaliação da Atividade das CPCJ 2014

Setembro 23, 2015 às 6:00 am | Publicado em Relatório | Deixe um comentário
Etiquetas: , , , , , , , , ,

cpcj

descarregar o relatório no link:

http://www.cnpcjr.pt/left.asp?14.04.17

 


Entries e comentários feeds.