‘Não São Apenas Números’: jogo educativo sobre migração e asilo na União Europeia

Setembro 22, 2015 às 9:00 pm | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
Etiquetas: , , , , , , ,

18785433_PzeER

Não São Apenas Números’ é um jogo de ferramentas sobre migração e asilo na União Europeia concebido para ajudar os professores e outros educadores a envolver os jovens em discussões informadas sobre este assunto. É adequado para jovens com idades compreendidas entre 12 e 18 anos.
A importância social e política das questões relacionadas com migração e asilo tem crescido constantemente nas duas últimas décadas, nas quais o mundo testemunhou um aumento do movimento dos migrantes, requerentes de asilo e refugiados por todo o mundo. Ao mesmo tempo, continuam a surgir problemas de discriminação, xenofobia e racismo, causando muitas vezes tensões nas comunidades.
À medida que as sociedades europeias se tornam mais multiculturais, precisamos de sensibilizar quanto aos principais motivos pelos quais as pessoas escolhem ou são obrigadas a deixar os seus países. Esta compreensão pode ajudar a promover o respeito pela diversidade e encorajar a coesão social. Em particular, é necessário divulgar mais informação aos jovens, que são os decisores políticos de amanhã, mas cujas opiniões sobre migração e asilo nem sempre se baseiam em informações factuais e equilibradas.
Por este motivo, a Organização Internacional para as Migrações (OIM) e o Alto Comissariado das Nações Unidas para os Refugiados (ACNUR) associaram-se para desenvolverem e divulgarem este novo jogo de ferramentas de ensino que visa encorajar o debate aberto e informado sobre estas questões importantes e complexas.
Este jogo de ferramentas proporciona aos jovens a oportunidade de perceberem que por trás de cada estatística anónima relacionada com a migração e o asilo existe um rosto humano e uma história pessoal.

Faça download da publicação em português AQUI.

Estes materiais estão disponíveis noutras línguas AQUI.

Anúncios

Atingimos 31% do nosso objectivo no nosso projeto de crowdfunding!

Setembro 22, 2015 às 1:02 pm | Publicado em Campanhas em Defesa dos Direitos da Criança | Deixe um comentário
Etiquetas: , , ,

agenda_IAC_ex_1

 

Atingimos 31% do nosso objectivo no nosso projeto de crowdfunding! O nosso sucesso deve-se a vocês! Os nossos sinceros agradecimentos aos que já contribuíram. Mas ainda estamos longe do nosso objectivo.

As verbas auferidas com a posterior venda da Agenda IAC 2016 serão canalizadas para o desenvolvimento de novos projetos ligados à prevenção de situações de violência entre os jovens, nomeadamente do Cyberbullying, cujas estatísticas nacionais apontam para um aumento significativo deste tipo de violência. Por outro lado, as denúncias sobre violência juvenil, feitas através da Linha SOS Criança do IAC, têm preocupado profundamente a instituição, que, apesar dos seus poucos recursos, procura dar resposta a todas as situações que lhe são apresentadas.

Se o seu donativo for superior a 10€, além das recompensas enumeradas no PPL, vai receber também um exemplar da agenda.

Para apoiar a Campanha de Crowdfunding do CEDI Instituto de Apoio à Criança, aceda ao link

http://ppl.com.pt/pt/causas/agenda-iac-2016

Agradecemos que divulgue a nossa iniciativa.

Os nosso agradecimentos

O Centro de Documentação do Instituto de Apoio à Criança

Porque é que ter menos brinquedos irá beneficiar o seu filho

Setembro 22, 2015 às 1:00 pm | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
Etiquetas: ,

cactus_framed_block_prints__149-e1440804436246-375x270

 

“As potenciais possibilidades de qualquer criança, são o mais intrigante e estimulante em toda a criação” – Ray L. Wilbur

Os brinquedos não servem apenas para brincar. Os brinquedos são os alicerces na construção do futuro dos nossos filhos. Ensinam as crianças a conhecer o mundo e a conhecer-se si próprias. Enviam mensagens e comunicam valores.
Assim, os pais devem preocupar-se com o que podem os brinquedos ensinar aos seus filhos. Sendo a quantidade de brinquedos acumulada, muitas vezes absurda, ficam aqui 8 razões para se livrar do excesso de brinquedos, e como isso irá beneficiar os seus filhos a longo prazo:

  1.     Criatividade
    Uma grande quantidade de brinquedos irá impedir que as crianças desenvolvam plenamente o seu dom da imaginação. Dois trabalhadores alemães (Strick e Schubert) realizaram uma experiência em que convenceram uma sala de aula do jardim de infância a remover todos os seus brinquedos durante três meses. Embora, inicialmente, as crianças tenham estranhado e sentido falta dos brinquedos, rapidamente começaram a usar objetos básicos para inventar jogos revelando-se bastante criativas.
  2.    Capacidade de concentração e atenção direcionada.
    Uma criança com acesso a muitos brinquedos ao mesmo tempo, terá a sua atenção dispersa. Uma criança dificilmente irá aprender a apreciar plenamente o brinquedo à sua frente enquanto existirem inúmeras opções que ainda permanecem na prateleira.
  3.     Competências sociais.
    As crianças com menos brinquedos aprendem a desenvolver relações interpessoais com outras crianças e adultos. Aprendem a começar e manter uma conversa. Estudos revelam que as amizades de infância contribuem para uma maior hipótese de sucesso académico e mais facilidade em lidar com situações sociais durante a idade adulta.
  4.     Valorizar as coisas.
    Quando as crianças têm muitos brinquedos, naturalmente têm menos cuidado com eles. Não vão aprender a valorizá-los se houver sempre um substituto pronto na prateleira. Se o seu filho estraga e perde os brinquedos constantemente, experimente tirar-lhe metade dos que tem, e verá como ele passará a valorizar mais aqueles que lhe restam.
  5.     Gosto pela leitura, escrita e arte.
    Ter menos brinquedos irá criar espaço e tempo para que a criança aprenda a apreciar a leitura, a música, o desenho e a pintura. O amor pela arte vai ajudá-los a apreciar melhor a beleza, as emoções e a comunicação.
  6.     Habilidade e engenho.
    Na escola não se dão as respostas aos problemas mas sim as ferramentas para que os alunos consigam encontrar a resposta. No entretenimento e jogo, pode ser aplicado o mesmo princípio. “a necessidade aguça o engenho” – menos brinquedos faz com que as crianças se tornem engenhosas, resolvendo problemas apenas com os materiais à mão. A desenvoltura é um presente com potencial ilimitado.
  7.     Harmonia e Partilha.
    Isto é, um pouco, contraintuitivo. Muitos pais acreditam que havendo mais brinquedos haverão, consequentemente, menos desavenças, porque há mais opções disponíveis. No entanto, verifica-se frequentemente o oposto: os irmãos discutem constantemente por causa de brinquedos. E cada vez que “aparece” um novo brinquedo no relacionamento, damos-lhes também mais um motivo para estabelecer o seu “território”. Por outro lado, irmãos com menos brinquedos são obrigados a partilhar, colaborar e trabalhar em conjunto, reforçando a relação entre eles.
  8.     Perseverança.
    As crianças que têm muitos brinquedos desistem das coisas rapidamente. Se eles têm um brinquedo que não sabem como funciona, ou não sabem como jogar, rapidamente é descartado e substituído por outro mais fácil. As crianças com menos brinquedos aprendem a ser perseverantes, pacientes e determinados.
  9.     Escrúpulos e Honestidade.
    As crianças que recebem tudo o que pedem, acreditam que podem ter tudo o querem, muitas vezes sem olhar a meios para atingir os fins. Essa atitude vai levar rapidamente, a um estilo de vida pouco saudável (e inconveniente).
  10.     Aproveitar a natureza.
    As crianças que não têm uma arrecadação cheia de brinquedos, acabam por brincar mais ao ar livre e desenvolver um profundo apreço pela natureza. São também mais propensos a fazer exercício físico, que resulta em corpos saudáveis ​​e felizes.
  11.     O dinheiro não traz felicidade.
    A verdadeira alegria e diversão nunca serão encontradas nos corredores de uma loja de brinquedos. As crianças foram educadas a acreditar que o dinheiro compra a felicidade, estão a viver uma ilusão, possivelmente, tal como os pais vivem. As crianças precisam de aprender a encontrar a felicidade nas pequenas alegrias, nas coisas que realmente as vão marcar para a vida.
  12.     Viver num espaço mais minimal.
    Quem tem filhos, sabe que a desordem dos brinquedos pode rapidamente assumir uma casa inteira. Menos brinquedos resulta num espaço mais “limpo” e amplo, uma casa mais saudável e menos desordenada.

Por becomingminimalist, traduzido e adaptado por Up To Kids®

Rio de Contos Encontro de Narração Oral de Almada

Setembro 22, 2015 às 9:00 am | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
Etiquetas: , , ,

Rio de contos final

mais informações:

http://www.m-almada.pt/portal/page/portal/BIBLIOTECAS/DESTAQUES/DETALHE/?bibliot_destaques_detalhe=43370652&cboui=43370652

https://www.facebook.com/laredoassociacaocultural?fref=ts

Uma Pordata para crianças, porque as estatísticas “são o abecedário do futuro”

Setembro 22, 2015 às 7:00 am | Publicado em A criança na comunicação social | Deixe um comentário
Etiquetas: , ,

Notícia do Público de 17 de setembro de 2015.

978326

Andreia Sanches

Chama-se Pordata Kids. É lançada dia 22. O PÚBLICO explica como funciona o novo projecto da Fundação Francisco Manuel dos Santos para “contribuir para uma sociedade mais informada”.

Bem-vindo à “cidade Pordata”. Aqui há jardim, escola, hospital, um avião a rasgar o céu, tribunal, e montanhas ao fundo a marcar o horizonte. Em cima de um edifício azul, uma bandeira esvoaça. Tem inscrita a misteriosa pergunta: “Sabias que?” Tudo isto está à nossa frente, no ecrã do computador. É um jogo novo? Não, é o Pordata Kids. Estatísticas para crianças.

Dos bebés que nascem, quantos têm meios-irmãos? Abaixo de quanto dinheiro por ano se é considerado pobre? Quantos pediatras existem no meu município? E ortopedistas? As pessoas quando viajam marcam tudo ou são mais aventureiras e vão sem nada marcado? As respostas vão estar lá.

E quem afirma que os números mentem está enganado, diz Maria João Valente Rosa, a directora da Pordata — Base de Dados de Portugal Contemporâneo. “Se souber muito de números consigo utilizar o meu argumento e convencê-la, a si, com as minhas estatísticas. Se você não souber do que eu estou a falar, é convencida. Mas não foi o número que mentiu. Fui eu que utilizei indevidamente os números para mentir. Portanto, a melhor forma de não nos deixarmos levar pela cabeça dos outros, ou por aquilo que os outros querem que nós pensemos, é sabermos ler os números e irmos para além dos números.” E quanto mais cedo se começar, diz a demógrafa, melhor.

A Pordata Kids é um site destinado a crianças, essencialmente entre os 8 e os 12 anos. É “um filho da Pordata”, como também lhe chama Maria João Valente Rosa. O mais recente projecto da Fundação Francisco Manuel dos Santos (FFMS) só será apresentado  a 22 de Setembro, no Teatro Nacional D. Maria II, em Lisboa, num evento que marca os cinco anos da Pordata (e onde vai estar Hans Rosling, o professor sueco cujas palestras sobre números são um fenómeno de sucesso).

Mas, numa das salas da fundação, onde se dão os últimos retoques da nova plataforma que há meses vem sendo trabalhada, Maria João Valente Rosa mostrou ao PÚBLICO como funciona a novidade.

Informação, liberdade

Tudo começa, então, na chamada “cidade Pordata” — jardim, escola, hospital, um avião a rasgar o céu…

Cada um dos elementos da cidade são portas para diferentes temas — população, educação, saúde, turismo (para turismo “clica”-se em cima do avião, para saúde, no hospital…) São dez temas ao todo.

Aqui, as habituais expressões usadas na estatística dos crescidos adquirem formas mais simples, à espera de serem compreendidas pelos pequenos. Em vez de se falar de “nados-vivos”, fala-se de bebés. Em vez de se dizer “população activa” fala-se de pessoas que estão empregadas ou estão à procura de emprego. Em vez de se assinalar a “linha de pobreza”, dá-se a indicação do montante de dinheiro a partir do qual se é considerado pobre. Em vez de se calcular o “índice sintético de fecundidade”, calcula-se o número médio de filhos por mulher. E por aí fora.

A professora universitária explica de onde veio a ideia do projecto. “Na escola, as crianças aprendem a ler, a escrever e a contar. E o que sabemos hoje é que as estatísticas são o abecedário do futuro. Quem não estiver na posse desse abecedário fica com muitas limitações em termos da compreensão da sociedade em que vive.”

A FFMS, “nesta sua perspectiva de tentar contribuir para uma sociedade mais informada e, por isso, também mais livre, agarrou, assim, este projecto” que tem “a mesma preocupação com o rigor” da Pordata.

As estatísticas da Pordata Kids são uma selecção das que constam da plataforma-mãe, mas aqui estão trabalhadas para crianças e são apresentadas de forma a estimular-lhes a curiosidade. “Pretendemos aproximar um público mais jovem das estatísticas. Podíamos dizer: mas isso é um assunto para crescidos. Não é. É um assunto para todos. E a nossa convicção é a de que as crianças, com a curiosidade que as caracteriza, vão interessar-se.”

Na Pordata Kids há quadros que comparam diferentes anos, que comparam categorias, que dão dados para Portugal, para a Europa e para o município, há gráficos dinâmicos, que mostram evoluções — quantos bebés nasceram em 2014 com meios-irmãos? 13.555 (16,5% do total). E quantos em 1995? 7389 (menos de 7% do total).

“Não gosto de números”

Depois há a bandeira a esvoaçar em cima do prédio azul, os “Sabias que?” Todos os dias, haverá um novo “sabias que”, diz a directora da Pordata. “Sabias que em Portugal há muito mais raparigas do que rapazes a estudar para médicos? — Elas são cerca de 8000 e eles 4000.”

“Sabias que 65% das casas portuguesas têm Internet — enquanto em alguns países da União Europeia já quase todas têm?”

Maria João Valente Rosa espera que estes “sabias que” sejam tema de conversa nas salas de aula e em algumas casas. “Ó pai, sabias que 20% das pessoas que viajam para o estrangeiro fazem-no sem nada marcado?” É que a Pordata Kids pretende ser também uma ferramenta para as escolas e para as famílias: “Vamos estimular a curiosidade das crianças mas ela tem que ser acompanhada pelos adultos.”

Apesar do sucesso da Pordata (com mais de 25 milhões de visualizações), e de acreditar que esta contribuiu para dar uma visibilidade às estatísticas que elas não tinham, Maria João Valente Rosa está consciente de que não é tarefa fácil. “Às vezes estou à mesa e há alguém que diz ‘ah, eu não gosto de números.’ E ninguém questiona o facto de aquela pessoa fazer aquela afirmação. Mas se alguém dissesse à mesa ‘eu não gosto de letras’ ficaria tudo a olhar. ‘Que horror, mas como é que não gosta de letras?’ Como é números, ninguém liga. E a pessoa até diz aquilo com algum orgulho.”

Um disparate, desabafa. “Um país sem números era um país desregulado, andávamos todos aos encontrões uns com os outros, nem os encontros conseguíamos acertar. Os números estão em todo o lado. Por isso, ‘não gosto de números’ é uma frase completamente disparatada. Outra frase que se diz muito: ‘as pessoas não são números.’ Pois não. As pessoas fazem o números. Como é que eu posso falar de desemprego? Preciso de saber o que está a acontecer no meu país e para saber o que está acontecer no meu país preciso de números. Também posso dizer: ‘acho que estão a aumentar as pessoas gordas’ e você diz que não, que o que está a aumentar são as magras e isto não serve para nada, porque opiniões todos temos e não saímos daqui. Agora, se a obesidade é um problema eu preciso de saber qual é a dimensão do problema e o porquê. E isso são números.”

Os números da Pordata Kids poderão ser consultados no computador, no smartphone e no ipad. A plataforma estará acessível na Pordata, mas também terá um domínio próprio, o http://www.pordatakids.pt.

Contra o “jargão que ninguém percebe”

Um dos trunfos da Pordata é que para mostrar estatísticas, sobre os mais variados assuntos, não tem de respeitar o espartilho que está imposto aos organismos oficiais de produção de estatísticas — um certo “jargão que ninguém percebe” e que tantas vezes obedece a regras europeias, diz a directora da Pordata Maria João Valente Rosa.

A professora, que no ano passado integrou o Comité Consultivo Europeu de Estatística, gosta em especial de dar o exemplo do indicador “formação bruta de capital fixo”. O Instituto Nacional de Estatística (INE) tem de utilizar esse nome complicado; a Pordata chama-lhe “investimento”. “É claro que o INE lhe chama formação bruta de capital fixo porque são as regras, porque a Croácia não pode dizer de uma maneira e Portugal de outra e o próprio Eurostat não pode fugir daquilo.” Mas é possível, mesmo a nível europeu tornar as estatísticas mais compreensíveis, acredita Valente Rosa. “Mantenham o jargão”, diz, mas “expliquem ao lado”. É uma das suas batalhas europeias e vai mesmo propor que a Pordata sirva de inspiração.

A Pordata nasceu a 23 de Fevereiro de 2010. Em 2011, recebeu o World Summit Award, atribuído pelas Nações Unidas às aplicações mais inovadoras na promoção da sociedade do conhecimento. Hoje reúne hoje cerca de 2500 quadros estatísticos de 60 fontes oficiais.

http://www.pordata.pt/Home

 

 

 

 

UNICEF: “Está-se a perder uma geração inteira de crianças”

Setembro 22, 2015 às 6:00 am | Publicado em A criança na comunicação social | Deixe um comentário
Etiquetas: , ,

048911681829cef8_664x373

 

Estados não têm capacidade para receber crianças refugiadas na escola, porque os seus sistemas de ensino não foram criados para as absorver.

 
Mais de 13 milhões de crianças estão impedidas de ir à escola devido aos conflitos no Médio Oriente e no Norte de África.

O número consta de um relatório da UNICEF, publicado esta quinta-feira, onde é medido o impacto da guerra nas crianças em idade escolar em países como a Síria ou o Iraque.

A UNICEF adverte que se está á beira de perder uma geração inteira de crianças. Afastadas das escolas, estas crianças, diz o relatório, acabam por trabalhar ilegalmente, são vulneráveis à exploração e mais facilmente recrutadas para grupos armados.

A principal razão para as crianças não poderem ir às aulas é ataques a escolas. Alguns edifícios são utilizados como abrigo para famílias deslocadas, outros como base para combates.

Na Síria, no Iraque, Iémen e Líbia, perto de nove mil escolas estão sem condições para uma normal utilização e milhares de professores abandonaram a região, com medo.

O Fundo das Nações Unidas para a Infância garante mesmo não ser coincidência o facto de muitos deles estarem a chegar à Europa. São refugiados que dizem ter na educação dos filhos a principal prioridade: um direito básico e essencial, que não pode ser garantido pelos países de onde são naturais.

Diz o estudo que os estados que estão a receber estes refugiados não têm capacidade para receber estas crianças na escola, porque os seus sistemas de ensino não foram criados para as absorver.

O responsável pelo relatório afirma que a Europa está “a arrebentar pelas costuras” e com dificuldades para fazer face a este que é o maior movimento demográfico desde a Segunda Guerra Mundial.

 

Rádio Renascença, 3 de Setembro de 2015

 


Entries e comentários feeds.