1as Jornadas de Cuidados Paliativos Pediátricos

Setembro 14, 2015 às 8:00 pm | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
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mais informações no link:

http://www.ligacontracancro.pt/gca/?id=444

Venha apoiar-nos para que esta agenda se torne uma realidade e o cumprimento dos Direitos da Criança também.

Setembro 14, 2015 às 1:05 pm | Publicado em Campanhas em Defesa dos Direitos da Criança | Deixe um comentário
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Contamos consigo para nos apoiar nesta campanha de financiamento coletivo (crowdfunding) que tem por objetivo a produção da Agenda 2016 do Instituto de Apoio à Criança (IAC), uma brochura lúdico-pedagógica que pretende ajudar as crianças a compreender melhor os seus direitos e a adotar condutas mais seguras e livres de riscos no seu dia-a-dia. As verbas auferidas com a posterior venda da Agenda IAC 2016 serão canalizadas para o desenvolvimento de novos projetos ligados à prevenção de situações de violência entre os jovens. Destina-se a crianças, jovens, pais, avós, educadores, responsáveis de instituições que trabalham com crianças, entre outros.

Para apoiar a Campanha de Crowdfunding do CEDI Instituto de Apoio à Criança, aceda ao link

http://ppl.com.pt/pt/causas/agenda-iac-2016

 

Na causa “Agenda IAC 2016 Pela Defesa e Promoção dos Direitos da Criança” introduza o valor do seu contributo, clicando posteriormente em CONTRIBUIR. Continue o processo seguindo os passos que constam do formulário. Aconselhamos a selecionar a opção” Desejo doar o valor a este promotor, mesmo que a campanha não angarie a totalidade dos fundos“ para que possamos dispor de qualquer verba angariada e, desta forma, concretizar o nosso objetivo. A plataforma do PPL irá gerar uma Referência Multibanco para que possa fazer o seu contributo à campanha. A partir de 10 euros receberá uma RECOMPENSA do IAC. Agora, em contributos iguais ou superiores a 10€, ganha um exemplar da nossa agenda!

Uso de aplicativos para celular ganha força na escola (Brasil)

Setembro 14, 2015 às 12:00 pm | Publicado em A criança na comunicação social | Deixe um comentário
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notícia do site http://veja.abril.com.br de 24 de agosto de 2015.

Breno Rotatori VEJA

Pesquisa mostra que, pela primeira vez, em 2014, o acesso à internet por celular no Brasil foi maior do que por computadores.

Embora o modelo de escola tenha pouco se alterado com o passar dos anos, a cultura digital é uma realidade entre alunos e professores. Com a disseminação dos smartphones, escolas, governos e demais instituições se voltam para potencializar essa tecnologia na melhoria do ensino e da aprendizagem.

A mais recente pesquisa TIC Kids Online, realizada pelo Comitê Gestor da Internet, que coordena e integra todas as iniciativas de serviços de internet no país, mostrou que, pela primeira vez, em 2014, o acesso à internet por celular no Brasil foi maior do que por computadores: 82% acessam pelo celular, enquanto 56% usam o desktop. Os resultados se referem a jovens de 9 a 17 anos de idade. As redes sociais são o maior atrativo, mas 68% dos jovens usam a web para trabalhos escolares.

Isabela dos Santos, de 12 anos, estuda Inglês pelo celular, com o aplicativo gratuito Duolingo, e Biologia pelo YouTube. “Eu nem sempre estou com livros, mas meu celular sempre está comigo”, diz a aluna do Colégio Dom Bosco, na zona Norte de São Paulo.

A escola de Isabela vai passar a explorar um novo aplicativo focado no celular. “Funciona bem quando usado como mecanismo de interação em momentos específicos da aula”, diz Andrey Lima, diretor executivo do sistema Ari de Sá, adotado pelo Dom Bosco. A empresa Ari de Sá elabora materiais didáticos e mantém uma parte de conteúdos, ainda pequena, aberta para o público.

Já a professora de Música Gina Falcão, da Nova Escola, na Vila Mascote, zona Sul, toca um projeto com alunos do ensino médio de produção de videoclipes em que o celular é a ferramenta principal. “Eles têm muita facilidade para trabalhar com isso, estamos pedagogicamente no universo deles”, diz.

Gratuidade – A Fundação Lemann, criada para promover projetos de educação que beneficiem estudantes brasileiros, vai iniciar uma nova linha de atuação voltada para aplicativos móveis de educação gratuitos. “A sociedade como um todo já viveu essa revolução tecnológica e, infelizmente, nesse contexto, a escola ficou para trás”, explica o diretor da fundação, Denis Mizne. “O caminho agora é proporcionar para alunos, professores e gestores escolares o que já é uma realidade fora da escola,” completou.

Mesmo fora dos sistemas de ensino, os aplicativos educacionais pagos ou com direitos autorais fechados são maioria. Na semana passada, a Câmara dos Deputados promoveu um debate sobre Recursos Educacionais Abertos (REA).

Há a cobrança para que todos os materiais digitais adquiridos pelo governo sejam livres. Em 2014, o Ministério da Educação gastou 67 milhões de reais na aquisição de bens digitais didáticos, cifra incluída no 1,1 bilhão de reais investido no Programa Nacional do Livro Didático (PNLD).

Priscila Gonsales, do Instituto Educadigital, afirma que o investimento público em material didático deve ser em plataformas abertas. A reivindicação de licenças passa tanto pelo potencial de acesso quanto pelas possibilidades de remixagem dos materiais. “Qualquer lugar é lugar para aprender, o que a cultura digital vem evidenciar. Acaba a ideia de que somos consumidores de educação. A gente pode produzir, um ajuda o outro, é a cultura de compartilhar”, afirma Priscila.

Criada em 2013 com apoio de várias organizações não governamentais, a plataforma escoladigital.org.br reúne 4 000 recursos digitais. Muitos ali são pagos e a maioria tem direitos fechados, mas há uma seção com dezenas de opções para professores criarem seus aplicativos.

(Com Estadão Conteúdo)

 

 

Como a música afeta o cérebro das crianças?

Setembro 14, 2015 às 6:00 am | Publicado em A criança na comunicação social | Deixe um comentário
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texto do site http://onossot2.com de 23 de agosto de 2015.

Como a música afeta o cérebro das crianças?

Por todo o mundo, os pais utilizam a música na sua relação com as crianças, através das canções de embalar, das canções com rimas, das danças… Os pais sabem instintivamente o que os cientistas têm provado: a música é um dos melhores veículos para a aprendizagem no desenvolvimento da primeira infância.
Segundo Oliver Sacks, “a atividade musical envolve várias funções do cérebro (emocional, motora e cognitiva), muito mais do que as que usamos para o outro grande feito humano, a linguagem. Por isso, é que a música é uma forma tão eficaz de nos lembrarmos e de aprender.”.

Algumas investigações científicas têm estudado os efeitos da música nas crianças desde os primeiros anos de vida. Um dos estudos relata que crianças que frequentam aulas de música durante pelo menos dois anos revelam maior atividade cerebral nas áreas associadas às suas funções executivas — ou seja, os processos cognitivos que permitem aos seres humanos processar e reter informações, resolver problemas e regular comportamentos. Na Universidade de Toronto, o QI (quociente de inteligência) foi avaliado em crianças de 6 anos, antes e depois de aulas de canto e teclado, e as médias de QI aumentaram. Estes resultados sugerem que a aprendizagem musical pode, de fato, ajudar as crianças a alcançarem metas académicas mais ambiciosas.
Provavelmente já ouviu falar do “efeito Mozart” que sugeria que ouvir música clássica podia melhorar a memória e a inteligência, contudo os estudos posteriores não encontraram os mesmos resultados. Segundo uma investigação na Northwestern University, para que a criança beneficie cognitivamente de música, não pode estar apenas sentada a ouvir, mas sim estar envolvida plenamente na música e participar ativamente na aula. Só através da criação ativa e manipulação de som é que poderá haver um desenvolvimento do processamento neural e a música poderá reprogramar o cérebro.
Contudo, quando as crianças estão constantemente envolvidas pela música (seja ouvida ou tocada) beneficiam a vários níveis: intelectual, auditivo, sensorial, motor e socio-emocional. Vejamos alguns exemplos em específico:
– facilita a aquisição da linguagem e processo de alfabetização precoce, ganhando as habilidades de processamento fonológico e aptidões de compreensão, que são a base da leitura.
– desenvolve as habilidades de raciocínio necessárias para a matemática e ciência.
– desenvolve o raciocínio espacio-temporal: aprender instrumentos musicais envolve notas de interpretação e de símbolos musicais para formar melodias – uma série de sons que variam com o tempo. Portanto, fazer música melhora a capacidade de visualizar e transformar objetos no espaço e no tempo.
– influencia as relações interpessoais, sendo uma forma de aproximação, comunicação e convívio social.
– auxilia a regulação emocional, despertando sensações positivas e diminuindo os níveis de ansiedade e stress, promovendo uma sensação de relaxamento e menor tensão muscular.
– melhoram habilidades motoras: dançando a música e tocando instrumentos simples, as crianças desenvolvem a coordenação motora.
– promove a criatividade: segundo um estudo, quando músicos de jazz tocam de improviso, os seus cérebros “desligam” áreas ligadas à autocensura e à inibição e ativam aquelas que deixam fluir a autoexpressão. Assim, davam espaço à criatividade, conseguindo tocar uma música inédita.
– potencia a memória e a atenção, por exemplo, decorando letras e notas de músicas, ouvindo outros idiomas.

Como vemos, a música é muito mais do que diversão para as crianças e tem múltiplos benefícios, que fazem sentir-se nos mais variados contextos onde interagem. Use e abuse da música, explore com o seu filho vários estilos musicais diferentes, produzam sons com instrumentos caseiros, improvisem letras de canções, dancem livremente… Estejam atentos às sensações corporais e às emoções que sentem ao ouvir determinados sons. Certamente estes momentos serão associados a determinadas músicas, enriquecerão a vossa relação e darão origem a deliciosas memórias de infância.
Se possível, proporcione-lhe a experiência de aprender a tocar um instrumento musical, ensinado por um familiar ou amigo, ou através de aulas, a fim de beneficiar de todas as potencialidades da música.
Raquel Carvalho
Psicóloga Clínica
Equipa Mindkiddo – Oficina de Psicologia

 

 


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