8 ferramentas divertidas para ensinar programação a seus filhos

Setembro 11, 2015 às 8:00 pm | Publicado em Recursos educativos | Deixe um comentário
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texto do site http://idgnow.com.br de 7 de agosto de 2015.

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CIO.com

Existem muitos recursos disponíveis para o aprendizado na prática. Separamos alguns focados especialmente em crianças.

Existem muitos recursos disponíveis para o aprendizado na prática. Separamos alguns focados especialmente em crianças. Nunca é cedo demais para ensinar as crianças a programarem. Atualmente, elas já crescem cercadas de tecnologia e aprendem rapidamente o uso de tablets, smartphones e computadores. Essa criação tecnológica não tem precedente nem mesmo na Geração Y.

Nós evoluímos culturalmente e a programação é fundamental a virtualmente todas as empresas. Existem muitos recursos disponíveis para o aprendizado da prática, mas separamos os focados especialmente em crianças. Confira.

Minecraft

É provável que seu filho já brinque com esse jogo pixelado que mantém as crianças entretidas enquanto aprendem os fundamentos da programação. O Minecraft é mais que um sucesso: com 53 milhões de cópias vendidas até 2015, a Microsoft comprou o programa por US$ 2,5 bilhões. O jogo disponível para smartphone, computador e tablet é tão popular que seus vídeos lideram a categoria de games do YouTube.

Scratch

Desenvolvido no MIT, ele é focado em levar crianças de 8 a 16 anos a se interessarem por programação. O Scratch permite que elas programem jogos, animações e histórias interativas a serem compartilhados em sua comunidade virtual. Embora direcionado, o site pode ser utilizado por qualquer um interessado no aprendizado da prática.

Disponível em mais de 150 países, ele recebeu aportes de diversas empresas, incluindo a National Science Foundation, Google, Dell e a LEGO Foundation. O Scratch possui uma seção dedicada a educadores, a ScratchEd, que fornece recursos para a introdução da programação em salas de aula.

Lissa Explains it All

O primeiro site dedicado à tarefa existe há 10 anos, mas ainda é uma grande fonte para crianças que desejam aprender HTML. O Lissa Explains it All ensina a criação de um site com informações sobre HTML, CSS e JavaScript.

A fundadora do site, Alyssa “Lissa” Daniels criou a página em 1997 aos 11 anos para registrar tudo o que aprendia sobre código HTML. Ela começou a catalogar o conteúdo, que eventualmente foi encontrado e se tornou um recurso público.

Hopscotch

Se você possui um iPad, pode baixar o app Hopscotch para ensinar as crianças a criarem jogos básicos e arte pixelada. Elas aprenderão a programar enquanto brincam com os games e assistem vídeos informativos.

As crianças poderão participar de desafios para desenvolverem suas habilidades e integrar uma comunidade onde pedem ajuda em caso de dificuldades. O app é gratuito e foi projetado para crianças de 9 a 11 anos, mas isso não impede os adultos de se aproveitarem do formato interativo.

Tynker

Focado em ajudar crianças a criarem apps, jogos personalizados e até hardware, o Tynker é um recurso interativo para o ensino da programação. Ele oferece tutoriais, exercícios e desafios divertidos para estimular o interesse infantil nos fundamentos da prática.

As crianças podem começar a programar com ícones antes de migrarem para o modelo tradicional. Tudo no Tynker foi projetado para que a criança domine a programação.

Hackety Hack

De código aberto, o Hackety Hack procura ajudar as crianças a aprenderem como se cria software. Ele ensina Ruby de forma divertida e acessível usando o conjunto de ferramentas theShoes. O site é recomendado a pessoas sem qualquer conhecimento prévio em programação e é ideal para crianças.

Kids Ruby

Outro recurso para o aprendizado da Ruby, ele ensina a escrever e testar códigos no computador. O site funciona em diversas plataformas e com o slogan atraente “hackeie sua lição de casa“ dá ênfase à criação de programas que facilitem a tarefa. Você pode presentear seu filho com uma bola Sphero para que ele programe ações usando Ruby.

Cargo-Bot

Outro jogo gratuito para iPad, o Cargo-Bot leva as crianças a entenderem os básicos da programação ao fazê-las ensinar um robô a movimentar caixas e resolver desafios. Ele é projetado com Codea, app para iPad feito para criar jogos e simulações com o tablet usando a linguagem de programação Lua. O Cargo-Bot estimula o pensamento lógico que as crianças precisarão para se tornarem programadoras bem sucedidas.

 

Não se esqueça da nossa Agenda IAC 2016!

Setembro 11, 2015 às 1:45 pm | Publicado em Campanhas em Defesa dos Direitos da Criança | Deixe um comentário
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Se conseguirmos torná-la uma realidade, vai ficar linda!

Ajude-nos a dar corpo a este projeto! Para apoiar a Campanha de Crowdfunding  do CEDI Instituto de Apoio à Criança, aceda ao link:

http://ppl.com.pt/pt/causas/agenda-iac-2016

Os nossos agradecimentos

Personas cada vez leen más libros en sus smartphones

Setembro 11, 2015 às 12:00 pm | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
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texto do site http://queleer.com.ve de 22 de agosto de 2015.

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El primer e-book salió al mercado en 1998. Desde entonces, la industria editorial ha cambiado mucho. Sin embargo, no todo está saliendo como se esperaba. Por ejemplo, hoy, si bien las tablets el gadget preferido por los lectores de libros digitales, cada vez está más claro que el futuro de la industria editorial no está en los e-readers sino en los smartphones.

Los siguientes indicadores te pueden dar una idea clara de cómo se está moviendo el mercado de los libros electrónicos:

  • En 2012, el 30% de los compradores de e-books leían el libro en tablets. Hoy esta cifra se ha elevado a 41%.
  • En 2012, solo un 24% de los compradores de e-books leían en algún momento sus libros en sus smartphones. En 2014, esta cifra ya se había elevado a 54%.
  • Más aún, en 2012, solo un 9% de compradores de e-books leía únicamente sus libros en sus smartphones. En 2015, esta cifra ya es de 14%.
  • Mientras tanto, el uso de e-readers como Kindle y Nooks es cada vez menor entre los compradores de e-books y se ha reducido de 50% a 32%.

Estos indicadores ya están motivando un ajuste en los planes de las empresas editoriales para diseñar, promocionar y vender libros. Las pantallas, para comenzar, son más chicas que las de los e-readers, aunque cada vez las diferencias son menores, especialmente desde el lanzamiento del iPhone6 y el iPhone6+.

Respecto de este aspecto, los analistas son muy prácticos: para la mayoría de ellos, el mejor dispositivo para leer un libro es precisamente aquél que uno tiene siempre consigo. En eso el smartphone supera a todos los demás. Con un smartphone puedes avanzar la lectura de tu libro en la cola del supermercado, mientras esperas tu cita con el dentista y hasta mientras te desplazas en el Metropolitano, sin tener que estar cargando un dispositivo de mayor tamaño como un tablet o un e-reader.

Sin embargo, sobre lo que no existe consenso todavía es respecto de si las personas pueden prestar el mismo tipo de atención y alcanzar el mismo nivel de concentración al leer un libro con un smartphone en comparación con otros e-readers o tablets o incluso con los libros impresos. Para muchos, esto no es posible principalmente porque por su misma naturaleza un smartphone nos predispone a estar alertas a noticias y mensajes, algo que no es exactamente lo que una persona requiere para leer y asimilar el contenido de un libro con tranquilidad. Precisamente por esto es que los libros impresos siguen teniendo gran demanda y no han podido ser desplazados por ningún dispositivo tecnológico.

FUENTE: http://proexpansion.com/

 

 

 

Crianças até aos 14 anos não devem fazer TPCs. Eis os motivos

Setembro 11, 2015 às 6:00 am | Publicado em A criança na comunicação social | Deixe um comentário
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texto do site http://www.noticiasaominuto.com de 7 de agosto de 2015.

Pixbay

Os trabalhos de casa são tarefas didáticas que completam a aprendizagem obtida na escola. Mas serão mesmo necessários?

Justin Coulson é um dos mais aclamados oradores, autores e pesquisadores australianos. Dedica-se especialmente à família e aos mais novos e no seu mais recente artigo assinado no Courier Mail revela os motivos pelos quais as crianças até aos 14 anos não devem fazer os trabalhos de casa (TPCs).

1.São um fardo para os professores – além de terem que preparar os exercícios para as crianças fazerem em casa, os professores têm ainda que gerir o tempo das aulas para explica-los e, depois, para corrigi-los.

  1. Geram stress nos mais novos – depois de um dia repleto de aulas, a obrigação de fazer os trabalhos de casa pode causar stress às crianças, principalmente àquelas que não compreenderam a matéria na aula e que não têm apoio em casa para os exercícios. Em 2012, salienta a publicação, foi revelado um estudo que relaciona diretamente os TPCs e o aumento dos níveis de ansiedade, depressão e raiva entre as crianças.
  2. Reduz o tempo que os pais têm para os filhos – embora esteja com eles a realizar os exercícios, os pais acabam por perder momentos de lazer com as crianças. Os trabalhos de casa acabam por ocupar o pouco tempo livre que as crianças têm antes de ir para a cama.
  3. Não inspiram nem estimulam a curiosidade – diz o Courier Mail que os trabalhos de casa não melhoram a compreensão das crianças e não estimulam a vontade de aprender ou de procurar novas matérias.
  4. Podem prejudicar a aprendizagem – quando a matéria não é compreendida nas aulas e não existe apoio pedagógico em casa para a realização dos exercícios, os trabalhos de casa podem ser prejudiciais e dar azo a raciocínios errados. Além disso, algumas crianças podem adotar mecanismos menos corretos (como copiar ou inventar) para completar os exercícios, acabando por ‘desaprender’.
  5. Devem apostar na leitura – se os trabalhos de casa podem ter consequências adversas na aprendizagem, a leitura não. Diz o especialista que as crianças devem ler, ser estimuladas a fazê-lo e a criar o hábito diário de leitura. Além de dar prazer – pois revela sabedoria –, a leitura estimula o cérebro.

 

Depois dos 14 anos, além dos trabalhos de casa serem menos frequentes, os jovens adotam métodos de estudo próprios conforme as suas necessidades ou objetivos escolares.

 

 


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