Estudo: 60% das pessoas adormece com o smartphone na mão

Agosto 14, 2015 às 8:00 pm | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
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texto do site http://pplware.sapo.pt  de 30 de julho de 2015.

A infografia da Motorola pode ser consultado no link:

http://motorola-blog.blogspot.pt/2015/07/2015-motorola-global-smartphone.html

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Os smartphones já fazem parte do dia a dia das pessoas, entando presentes em praticamente todas as situações.

Um recente estudo indica mesmo que 60% das pessoas adormece com o seu smartphone na mão! Conheça outros resultados surpreendentes!

A pesquisa foi desenvolvida através da Internet, pela KRC Research, e entrevistou um total de 7.112 proprietários de smartphones nos Estados Unidos, Reino Unido, Brasil, China, Espanha, México e Índia.

Os resultados, publicados no dia 28 de Junho pela Motorola, revelam que 60% dos inquiridos confessou que adormece com o seu smartphone na mão. Dessa percentagem total, 74% são da Índia e 70% são da China.

Por sua vez, 57% afirmou que levam os smartphones para o WC, sobretudo pessoas da China e do Brasil.

Outros resultados indicam que 1 em cada 6 pessoas, utiliza o equipamento durante o banho e 54% confessa que, em caso de incêncio, procuraria primeiro o smartphone e só depois um gato da família.

Por sua vez, 22% dos inquiridos admite que desistiriam de sexo num fim-de-semana em vez de abdicarem dos seus smartphones.

No entanto, ‘apenas’ 39% dos entrevistados revela estar contente com o seu smartphone e 79% afirma que se sentem incomodados quando o smartrphone os interrompem em momentos inoportunos.

via | AFP

 

 

 

 

La mutación del bullying – Grande aumento do Cyberbullying nos Estados Unidos

Agosto 14, 2015 às 12:00 pm | Publicado em Estudos sobre a Criança | Deixe um comentário
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Texto do site http://www.vlcnoticias.com de 4 de agosto de 2015.

O estudo citado na notícia é o seguinte:

Trends in Cyberbullying and School Bullying Victimization in a Regional Census of High School Students, 2006-2012

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Un estudio de más de 16.000 estudiantes de colegios secundarios de Boston muestra cambios en la forma en que se relacionan los adolescentes y, particularmente, en los vínculos agresivos que se manifiestan entre los jóvenes.

La investigación exhibe que el acoso cibernético está en aumento, más fuertemente con las niñas como víctimas e instigado por la prevalencia de los smartphones entre los adolescentes, publicó The Boston Globe.

El porcentaje de los estudiantes que dijeron que experimentaron el cyberbullying pasó de 14,6 por ciento a 21,2 por ciento en un período de seis años que finalizó en 2012, según el estudio realizado por la ONG Centro de Desarrollo de la Educación. El estudio utilizó datos de la encuesta de salud de 17 escuelas no identificadas del oeste de Boston.

El porcentaje de niñas que informó incidentes relacionados con la intimidación o acoso en sitios web y redes sociales se disparó un 10 por ciento, mientras que los episodios focalizados en varones aumentaron un 3 por ciento. Al mismo tiempo, el bullying personal disminuyó un 3 por ciento durante el período.

En otras palabras, el bullying en general creció, pero bajó en las escuelas. ¿Por qué?

Los especialistas explicaron que el estudio, que se publicará en septiembre en la revista School Health, refleja la expansión de la tecnología, que permite a los acosadores difundir información de forma rápida y, a menudo, anónima. Así, logran dirigirse a las víctimas en cualquier momento del día.

“No me sorprende en lo más mínimo que el acoso cibernético haya subido”, dijo Rusty Sullivan, el coproductor de Boston vs. Bullies (acosadores), un programa antibullying utilizado en las escuelas de todo Massachusetts. “Los celulares e Internet son una gran parte de la vida de los niños hoy en día”, agregó.

El aumento del cyberbullying “aumenta considerablemente las expectativas” del bullying ya que el público es prácticamente ilimitado, dijo Sullivan. “Una vez que el niño aprieta enviar, no hay forma de control”, dijo.

LOS ADOLESCENTES NO HETEROSEXUALES REPORTARON MAYORES CASOS DE CIBERACOSO

Shari Kessel Schneider, director del proyecto en la ONG con sede en Waltham y autor principal del nuevo estudio, coincidió en que la naturaleza instantánea de los teléfonos celulares probablemente ha contribuido al aumento de la intimidación cibernética. Los sitios web que permiten envíos anónimos, o mensajes que pueden desaparecer después de su envío, son también vehículos principales para la difusión.

Asimismo, los adolescentes no heterosexuales reportaron mayores casos de ciberacoso. En 2012, el 31,5 por ciento de los jóvenes que son miembros de las minorías sexuales -como lesbianas, gays, bisexuales o transexuales- informaron haber sido acosados cibernéticamente, en comparación con el 20,3 por ciento de los jóvenes heterosexuales.

 

 

 

Internet nas férias

Agosto 14, 2015 às 9:00 am | Publicado em A criança na comunicação social | Deixe um comentário
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Artigo de opinião de Daniel Sampaio publicado no Público de 9 de agosto de 2015.

Tempo de férias, tempo para deixar por momentos a Internet.

Sabemos que as novas tecnologias vieram para ficar. São um sinal importante de mudança nas sociedades de hoje e quem as combate dá sinal de uma visão passadista, que não contribui para o esclarecimento sobre a sua utilização, nem ajuda a encontrar soluções quando o uso não é adequado.

As crianças e adolescentes dos nossos dias são utilizadores natos. A Internet permite uma grande autonomia na procura de informação e contribui para importantes mudanças no relacionamento interpessoal, sobretudo com amigos.

Pais e avós sentem por vezes insegurança no modo como devem conviver com a utilização do computador pelos mais novos, tendo em conta que o uso se inicia em idades cada vez mais precoces. É muito importante que o controlo (compreensível) nunca seja feito sob a forma de uma luta entre gerações mas, pelo contrário, possa ser um motivo para o diálogo intergeracional, cada vez mais importante nos nossos dias. O papel das gerações mais velhas é imprescindível para ajudar a seleccionar a informação e a estruturar o conhecimento que daí possa resultar.

Nalgumas famílias, crianças e jovens passam demasiado tempo face a um computador, ou em mensagens sucessivas a partir de um telemóvel. Em muitos casos, há real ausência de alternativas, sem que os utilizadores (pais e filhos) se interroguem sobre o que podem perder quando estão horas seguidas frente a um teclado…

As férias são um momento privilegiado para encontrar essas outras opções. A praia, os passeios, o desporto e mesmo a diversão nocturna constituem ocasiões certas para um afastamento da Internet. Estas alternativas são cruciais para todos aqueles que já evidenciam alguns sintomas de dependência da Internet, o que hoje não é raro em bastantes jovens. Sendo todos utilizadores frequentes, temos de ter especial atenção àqueles que mostram sinais de dependência, como uso imperioso cada vez mais frequente, falta a compromissos escolares ou familiares, fuga a refeições, recusa agressiva a combinações da família ou insónias persistentes, entre outras manifestações. Os jogos online constituem um problema difícil, porque obrigam a comparecer frente ao ecrã a horas que podem levar a conflitos com a família, porque muitas vezes implicam contactos com países distantes.

O cyberbullying (bullying pela net), traduz perseguição sistemática e deliberada de alguém mais forte sobre outra pessoa, muitas vezes a coberto de anonimato. Devemos encorajar as crianças e jovens mais vulneráveis a procurarem ajuda junto de um adulto responsável, quando essas situações surjam. O mal-estar pessoal e social, provocado por estes comportamentos repetidos de humilhação e provocação, é sempre de ter em conta, de modo a evitar possíveis consequências graves no campo da saúde mental. O suicídio é sempre determinado por um conjunto de circunstâncias, mas existem mortes autoprovocadas em que o cyberbullying teve um importante efeito precipitante. Em família, é importante evitar situações de fuga ou dissimulação face à utilização excessiva da Internet: aqui, como em tantas outras situações, pais, avós e filhos devem encarar o problema e encontrar soluções, que passem por uma utilização frequente (inevitável) mas não problemática.

Amigos leitores, aproveitem as férias para encontrar novas formas de convívio familiar. Não tenham medo e ponham a Internet também a descansar.

 

Mestrado em Mediação Intercultural e Intervenção Social

Agosto 14, 2015 às 6:00 am | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
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mestre

mais informações:

http://www.ipleiria.pt/cursos/course/mestrado-em-mediacao-intercultural-e-intervencao-social/#


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