Mestrado em Ciências da Família

Agosto 7, 2015 às 8:00 pm | Publicado em A criança na comunicação social | Deixe um comentário
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uc

O Mestrado em Ciências da Família foi criado pelo Conselho Superior da Universidade Católica Portuguesa em 2005. Integra a oferta formativa do Instituto de Ciências da Família e confere o único grau de mestre do ensino superior português nesta área científica.
Tem como objetivos proporcionar uma formação transdisciplinar especializada no âmbito das Ciências da Família, desenvolver linhas de investigação e intervenção nesta área, bem como contribuir para o aprofundamento do conhecimento científico na área da Família.

Destina-se a profissionais, recém-licenciados e público em geral que procuram um complemento de formação especializado no domínio das Ciências da Família. Interessa especialmente a assistentes sociais, psicólogos, juristas, magistrados, etc.

 mais informações:

http://www.fch.lisboa.ucp.pt/site/custom/template/ucptpl_fac.asp?SSPAGEID=924&lang=1&artigoID=6228

Jogadores de RPG roubam fotos de crianças para promover fetiche no Instagram

Agosto 7, 2015 às 1:00 pm | Publicado em A criança na comunicação social | Deixe um comentário
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Notícia do http://diariodigital.sapo.pt de 5 de agosto de 2015.

diario digital

Se tem por hábito publicar fotos dos seus filhos no Instagram, pode ser capaz, ao ler essa história, de querer mudar imediatamente as configuração de privacidade da sua conta.

Como parte de uma espécie de jogo de role playing (jogo de representação) fetichista, participantes roubam fotos de crianças em contas do Instagram de outras pessoas.

Depois, publicam as fotos roubadas na sua própria conta, usando hashtags como #BabyRP ou #KidRP (RP sendo a sigla para role playing).

Nas legendas das fotos, inventam nomes e histórias para as crianças, convidando outras pessoas para serem “mãe” ou “pai” adoptivos.

O BBC Trending conversou com Dana Pecina-Phillips, uma mãe que descobriu dezenas de fotos que havia publicado do próprio filho numa conta de Instagram onde a pessoa, aparentemente uma mulher, fazia essa “adopção virtual”.

A BBC entrou em contato com esses jogadores de RPG e alguns aceitaram falar, sob a condição de anonimato, por mensagem via Instagram.

Uma das pessoas disse: «BabyRP é como assumir um papel num jogo. Alguém é um bebé, alguém é uma mamãe. Você só finge.»

«A maioria das pessoas pega as fotos de outras contas do Instagram. Nós podemos usá-las porque não tem marca de água nas fotos», disse outro.

«Não é errado. Se a conta é pública, as fotos também são», afirmou um outro.

Contatado pela BBC, o Instagram afirmou: «Este tipo de conteúdos viola os nossos termos. Uma vez que um pai, mãe ou responsável reportar a foto, agimos rapidamente para removê-la.»

A maioria dos jogadores de RPGs no Instagram parece ser adolescentes a brincar aos pais e às mães. Mas não é difícil encontrar versões sexualizadas da hashtag.

Mas porque é que essas pessoas participam desse “jogo”?

Um dos participantes disse à BBC: «A maioria dos role players faz isso para sair um pouco desse mundo. Podem ser alguém que é amado. Eu gosto porque se estou a ter um dia difícil, posso jogar e divertir-me com os meus amigos.»

«Tenho saudades de ser uma criança», disse outro.

Sophie Linington, do site The Parent Zone, recomenda tomar muito cuidado com quem você partilha as suas fotos. «Mantenha a sua conta privada e não aceite pessoas que não conhece. E se quiser realmente partilhar, coloque uma marca de água e desactive sempre o localizador.»

 

 

 

Nova ameaça na Net: o rapto digital de bebés

Agosto 7, 2015 às 12:45 pm | Publicado em A criança na comunicação social | Deixe um comentário
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Notícia do Expresso de 6 de agosto de 2015.

Luís M. Faria

Trata-se de alguém usar imagens de crianças de outras pessoas para fingir que é mãe (ou pai). Ou coisas piores.

Uma recente tendência para utilizar imagens colocadas por terceiros na internet está a preocupar cada vez mais gente. É o chamado “rapto digital”. Essencialmente, trata-se de apropriar imagens de menores, em geral bebés, e fazê-los passar como seus.

Na versão menos perigosa, uma rapariga (são quase sempre adolescentes a fazer isto) apresenta a criança como seu filho e filha e descreve o seu dia-a-dia, numa fantasia de maternidade em que outras pessoas colaboram conscientemente, fazendo comentários sobre o aspeto do bebé, o seu comportamento, etc, ou mesmo assumindo-se eles próprios como pais, adoptando-o…

Isto já é inquietante para os verdadeiros pais, sobretudo a partir do momento em que eles descobrem. Mas por vezes o jogo vai mais longe e as fantasias assumem conotações sexuais. Ou então, a imagem da criança é usada em anúncios publicitários, talvez numa zona longínqua do mundo. Tem havido casos em que os pais descobrem por acaso – algum amigo estava de visita à Austrália e viu o placard, por exemplo. Em muitos outros, provavelmente, nunca se chega a saber.

No caso das fantasias não sexuais, existem determinados hashtags (#babyrp, por exemplo) tradicionalmente associados à prática. Para o resto, a vigilância é mais difícil, até pelo caráter universal da internet, e pela variedade de legislações ao longo do mundo. Aquilo que é crime num país poderá não o ser noutro.

A solução última será os pais evitarem pôr fotos dos seus filhos menores em sites de partilha de fotos como o Instagram – ou apenas fazê-lo quando esses serviços permitirem restringir a visualização das imagens somente a utilizadores conhecidos. E também já há petições a exigir o fim das contas onde tem lugar ‘role play’ com imagens de crianças e adolescentes.

 

Descoberta de 450 bebês em um poço de Atenas evidencia concepção da infância na Grécia Antiga

Agosto 7, 2015 às 12:00 pm | Publicado em A criança na comunicação social | Deixe um comentário
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Notícia do site http://oglobo.globo.com de 20 de junho de 2015.

Giovanni Dall Orto

Estudo foi feito com restos mortais de crianças encontradas junto com bebês

por Raphael Kapa

RIO – Em uma pequena depressão em um solo na cidade de Atenas, na Grécia, um pinheiro retorcido, quase que no formato de um ponto de interrogação, aponta o local de um mistério de 85 anos, mas que remete a tempos muito mais longínquos. Em 1930, um grupo de arqueólogos iniciou uma escavação na Ágora, principal mercado público da cidade, e, entre monumentos e outros prédios, encontrou um poço com 450 esqueletos de bebês e centenas de ossadas de cachorros. O grande número de recém-nascidos intrigou os pesquisadores por décadas. Na última semana, uma pesquisa colocou um ponto final nesse enigma e ajudou na compreensão sobre a infância e o espaço público na Grécia Helenística.

— O estudo deste poço nos ajuda a entender a alta taxa de mortalidade infantil da Antiguidade. Em nossa era da medicina moderna, é difícil imaginar quantas pessoas morreram nos primeiros dias de vida em épocas anteriores. A pesquisa também ilustra as práticas funerárias alternativas para aqueles que não eram considerados membros de pleno direito na sociedade — afirma Susan Rotroff, pesquisadora do departamento de estudos clássicos na Universidade de Washington e uma das coordenadoras do projeto.

As revelações das escavações mostram como a concepção de infância e até mesmo a visão sobre o espaço público se modificaram através dos tempos.

— A infância não era algo tão idealizado quanto é em nossa sociedade. A pesquisa também mostra a relação desses atenienses não só com a morte, mas com o próprio espaço público. Esse poço estava no centro cívico, perto de residências e do comércio. Isso mostra que essas crianças não eram vistas como pessoas, propriamente, uma vez que não passaram pelos mecanismos de integração à família e à cidade — analisa Mariana Virgolino, doutora em História Antiga pela Universidade Federal Fluminense (UFF).

O fato de os bebês terem morrido muito cedo fez com que eles não fossem vistos como recém-nascidos que chegaram a integrar, em algum momento, a sociedade ateniense.

— A maioria dos bebês morreu logo após o nascimento, antes que a cerimônia que os aceitava na sociedade tivesse ocorrido. Portanto, eles não tinham sido ainda integrados na comunidade, e por essa razão não conseguiram um enterro formal — afirma Susan.

A cerimônia em questão acontecia, geralmente, dez dias depois do nascimento. Nesse momento, o bebê recebia um nome e era aceito — ou não — pelo chefe da família.

MORTE NATURAL

Por meio da investigação dos restos mortais se descobriu que a maioria dos bebês teve morte natural. Na pesquisa, foi levantado que um terço morreu de meningite bacteriana, causada geralmente pelo corte do cordão umbilical com um objeto não esterilizado, além de doenças como diarreia e desidratação. Dentre as centenas que tiveram dias de vida, um bebê chamou a atenção dos pesquisadores por ter conseguido viver 18 meses antes de ser jogado no poço e apresentar, em suas ossadas, sinais de fraturas e maus-tratos. Sem alarde, os pesquisadores apontam que este pode ser o exemplar mais antigo de criança maltratada já encontrada.

Universal History Archive

— Tanto por meio de exames macroscópicos quanto microscópicos, foram identificadas as patologias que causaram a morte de muitas das crianças — afirma Susan.

Mariana afirma que a descoberta está relacionada às péssimas condições a que os recém-nascidos eram expostos:

— Pode parecer horrível para nossa atual sensibilidade que os corpos desses bebês não recebessem sepultura, mas a mortalidade infantil era muito alta no mundo antigo, especialmente de recém-nascidos. As famílias não deviam se apegar a essas crianças tão cedo, pois as chances de morte eram grandes.

Aos que sobreviviam para o ritual de aceitação, o futuro também poderia não ser promissor. A negação e o abandono de crianças eram práticas comuns no mundo grego.

globo

— Muito além da relação de nascimento e morte, tais descobertas nos permitem refletir sobre outras esferas, como a questão religiosa relacionada aos ritos mortuários ou aos ideais vinculados ao nascimento de um futuro guerreiro que defenderá sua pólis (cidade-Estado) — afirma Camila Jourdan, doutora em História Antiga pela UFF.

Ou seja, para fazer parte da sociedade ateniense era necessário ter uma função nela.

CÃES:USADOS EM LIMPEZA ESPIRITUAL

Os bebês abandonados não iam para o poço, mas eram deixados em estradas ou bosques para que, com sorte, pudessem ser resgatados e criados por outra família.

Tal atitude se reflete na própria mitologia grega. Segundo o mito, quando Laio, rei de Tebas, foi alertado por um oráculo de que seu filho o mataria e se casaria com sua mulher, ele abandonou a criança (Édipo) no monte Citerão com um prego em cada pé para tentar matá-la. Resgatado e criado por outra família de reis, Édipo acabou cumprindo o destino narrado pelo oráculo.

— Para compreender tal prática, que parece ser um ato puramente violento e bárbaro, é necessário nos desapegarmos dos valores de nossa sociedade atual. Em uma pólis como Esparta, por exemplo, o nascimento de um bebê saudável era fundamental, tanto para a manutenção do ideal de guerreiro que defende sua cidade, quanto para as condições de sobrevivência da própria criança em um mundo onde uma pessoa dependente geraria grandes dificuldades — afirma Camila.

Hesperia  universidade de washington

Já os animais no poço, segundo a pesquisa, foram provavelmente utilizados em sacrifícios. Os cachorros eram vistos como bons animais para aliviar a “poluição” daquele local considerado sujo pela morte prematura de crianças.

— A presença dos cachorros sacrificados mostra uma preocupação e uma precaução para que essas mortes precoces não abalassem a harmonia da família e da cidade. Essas almas nem nome receberam, mas é preciso pedir aos deuses que elas não atrapalhem a ordem estabelecida — diz Camila.

 

 

 

Professora portuguesa distinguida internacionalmente pelo uso criativo do tablet na sala de aula

Agosto 7, 2015 às 6:00 am | Publicado em A criança na comunicação social | Deixe um comentário
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notícia do site http://tek.sapo.pt/ de 5 de agosto de 2015.

tek

Chama-se Ana Rita Abaladas é docente em Sintra e foi uma das três pessoas distinguidos pela Samsung e pela European Schoolnet pela sua prestação no curso de formação online Creative Use of Tablets in Schools, entre 3.500 participantes.

Com o objetivo de promover a confiança na utilização de tablets nas salas de aula, o curso assenta sobre o projeto Creative Classroom Lab, da European Schoolnet, com a qual a Samsung mantém uma parceria.

Durante a formação de dois meses, que decorreu em abril e maio de 2015, os professores criaram um diário de aprendizagem, no qual reuniam as suas respostas às questões colocadas em cada módulo.

Já na fase final, foram desafiados a desenvolver um plano educativo que incorporasse os principais conceitos pedagógicos do curso.

A prestação e o trabalho desenvolvido ao longo dos dois meses valeram à docente portuguesa a oferta de um Samsung Galaxy Tab A. 

 

 

 


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