Por que brincar livremente é a melhor escola de verão

Julho 29, 2015 às 8:00 pm | Publicado em A criança na comunicação social, Estudos sobre a Criança | Deixe um comentário
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Texto da revista http://www.theatlantic.com de 20 de junho de 2014.

Jessica Lahey

Why Free Play Is the Best Summer School

Jessica Lahey

The more time children spend in structured, parent-guided activities, the worse their ability to work productively towards self-directed goals.

Most schools across the nation have marked the end of another academic year, and it’s time for summer. Time for kids to bolt for the schoolhouse doors for two long months of play, to explore their neighborhoods and discover the mysteries, treasures, and dramas they have to offer. This childhood idyll will hold true for some children, but for many kids, the coming of summer signals little more than a seasonal shift from one set of scheduled, adult-supervised lessons and activities to another.

Unscheduled, unsupervised, playtime is one of the most valuable educational opportunities we give our children. It is fertile ground; the place where children strengthen social bonds, build emotional maturity, develop cognitive skills, and shore up their physical health. The value of free play,  daydreaming, risk-taking, and independent discovery have been much in the news this year, and a new study by psychologists at the University of Colorado reveals just how important these activities are in the development of children’s executive functioning.

Executive function is a broad term for cognitive skills such as organization, long-term planning, self-regulation, task initiation, and the ability to switch between activities. It is a vital part of school preparedness and has long been accepted as a powerful predictor of academic performance and other positive life outcomes such as health and wealth. The focus of this study is “self-directed executive function,” or the ability to generate personal goals and determine how to achieve them on a practical level. The power of self-direction is an underrated and invaluable skill that allows students to act productively in order to achieve their own goals.

The authors studied the schedules and play habits of 70 six-year-old children, measuring how much time each of them spent in “less structured,” spontaneous activities such as imaginative play and self-selected reading and “structured” activities organized and supervised by adults, such as lessons, sports practice, community service and homework. They found that children who engage in more free play have more highly developed self-directed executive function. The opposite was also true: The more time kids spent in structured activities, the worse their sense of self-directed control. It’s worth noting that when classifying activities as “less structured” or “structured,” the authors deemed all child-initiated activities as “less-structured,” while all adult-led activities were “structured.”

All of this is in keeping with the findings of Boston College psychology professor Peter Gray, who studies the benefits of play in human development. In his book Free to Learn: Why Unleashing the Instinct to Play Will Make Our Children Happier, More Self-Reliant, and Better Students for Life, he elaborates on how play supports the development of executive function, and particularly self-directed control:

Free play is nature’s means of teaching children that they are not helpless. In play, away from adults, children really do have control and can practice asserting it. In free play, children learn to make their own decisions, solve their own problems, create and abide by rules, and get along with others as equals rather than as obedient or rebellious subordinates.

When we reduce the amount of free playtime in American preschools and kindergartens, our children stand to lose more than an opportunity to play house and cops and robbers. Some elementary programs recognize the importance of play and protect its role in preschool and kindergarten. Montessori schools and Tools of the Mind curricula are designed to capitalize on the benefits of self-directed free play and student-initiated activities. Tools of the Mind programs, for example, place even more importance on developing executive function than on academic skills. In their terminology, “self-regulation” is the key to success both in school and in life:

Kindergarten teachers rank self-regulation as the most important competency for school readiness; at the same time, these teachers report that many of their students come to school with low levels of self-regulation. There is evidence that early self-regulation levels have a stronger association with school readiness than do IQ or entry-level reading or math skills, and they are closely associated with later academic achievement.

This is not news to most teachers, who, when tasked with educating increasingly crowded classrooms, hope and pray for students with well-developed executive function. The ability to self-direct can spell the difference between an independent student, who can be relied upon to get her work done while chaos reigns around her, and a dependent, aimless student, who is distracted by his classmates and must be guided from one task to the next.

Parents, if you really want to give your kid a head start on coming school year, relinquish some of that time you have earmarked for lessons or sports camp and let your children play. That’s it. Just play. Grant them time free from your ulterior motives and carefully planned educational outcomes. Let them have dominion over their imaginary kingdoms while their evil dragons, white wizards, marauding armies, and grand battles for supremacy unfurl according to their whims and wills.

 

 

As alterações necessárias à Lei de Protecção – texto de Dulce Rocha

Julho 29, 2015 às 1:00 pm | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
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texto de 26 de julho de 2015.

O Direito à Preservação dos laços afectivos, o Direito à Participação e a reserva de competência dos tribunais nos casos de crime de abuso sexual

Esperava há muito por este momento. Foi aprovado na última sessão plenária da Assembleia da República um conjunto de alterações à Lei de Proteção de Crianças e Jovens em Perigo que desde 2008 vinha sendo preconizado pelo Instituto de Apoio à Criança.

São alterações muito importantes e que irão decerto contribuir para uma proteção mais adequada e mais facilitadora de uma interpretação mais uniforme acerca do conceito, obviamente abstrato de “interesse superior da criança”. Estou a falar do reforço do Direito da Criança a ser ouvida e da consagração expressa do Direito à preservação das suas ligações psicológicas profundas.

A Convenção sobre os Direitos da Criança veio introduzir um novo olhar de valorização da Criança, como verdadeiro sujeito de direito…

O princípio fundamental a ter em conta é o do “interesse superior da criança”, mas sendo abstrato por natureza, precisamos de buscar nos direitos os instrumentos adequados a uma interpretação que não desvirtue o conceito e não o transforme numa expressão vazia.

Há Direitos Universais, que são incontestáveis, como o Direito à Integridade Pessoal e à Dignidade. A Convenção veio enunciá-los todos, desde os mais antigos e incontornáveis aos mais inovadores e veio acentuar uma série deles que ainda se mostram deficitários, como o Direito à Educação, pois que é sabido dele serem privadas milhões de meninas por esse mundo fora. Mas, sobretudo veio dar uma nova dimensão a outros, como o Direito à Palavra, que passou a ser insuficiente, e introduzir novos Direitos, como o Direito à recuperação psicológica, por exemplo. Daí que o Direito da Criança à não violência seja praticamente unânime, embora saibamos que nos Países que vivem em Ditadura ou onde grassam conflitos armados as crianças são as principais vítimas de violência, enquanto o Direito de Participação continua a ser muito difícil de concretizar. Ou seja, há um abismo entre o Direito aprovado e ratificado e a prática, não obstante seja importante que os Direitos sejam proclamados porque assim servirão sempre de bandeira e podem ser invocados judicialmente.

Por outro lado, há direitos que são consequência dos progressos científicos actuais e que vão evoluindo de acordo com a aquisição do conhecimento. As leis não podem ser indiferentes aos saberes. Temos responsabilidades no sentido de fazer com que os conhecimentos científicos sejam absorvidos na lei. Primeiro, tentamos que ela responda, através da chamada  interpretação actualista, mas quando esta não é suficiente, temos de operar uma alteração legislativa que satisfaça as exigências que decorrem dessas novas aquisições da ciência. Todas as evidências científicas sobre a vinculação precoce deverão portanto influenciar o Direito. E aqui surge não só o Direito ao afeto, mas outro com ele relacionado que é o Direito à preservação das relações afetivas profundas e que resulta da observação dos danos psíquicos verificados quando há ruturas nos laços afetivos de grande significado e estruturantes para a criança. É hoje aceite que as descontinuidades provocam sérios prejuízos ao desenvolvimento saudável da criança, afectando a sua estabilidade emocional.

Recentemente, passou um vídeo nas redes sociais sobre uma criança em constante mudança. Vítima de violência doméstica, foi juntamente com o irmão mais novo, retirada aos pais e passou por múltiplas famílias de acolhimento. A criança parece ter compreendido ter sido separada dos pais, mas jamais aceitou ter sido separada do irmão. A angústia da rutura das relações afetivas fortíssimas que mantinha com o seu irmão é patente. A revolta da criança é inquietante e só volta a sorrir quando uma mãe de acolhimento se apercebe da causa de tanta tristeza e encontra a solução para pôr fim à devastação da criança, trazendo para junto dela o irmão que protegera e que era afinal a sua mais profunda referência afetiva.

Estou, pois convicta que esta alteração, reconhecendo o Direito da Criança a ver respeitadas as suas ligações psicológicas profundas terá consequências muito positivas na proteção das crianças.

Como já referi, entre os novos Direitos, o Direito à Participação tem sido difícil de concretizar, porquanto a sua estatuição não veio conferir apenas maior relevância à audição da Criança, mas dar-lhe outra natureza. Agora não basta ouvi-la. Ela tem o direito de participar. Ou seja,   nos processos que lhe digam respeito, creio que ela terá direito a pronunciar-se, esclarecendo os seus sentimentos, os seus anseios, sugerindo soluções. E ao participar, tem o direito de influenciar a decisão.

Em meu entender, quer o reforço do Direito a ser ouvida, quer o respeito pelo Direito à preservação das ligações psicológicas profundas são afinal o corolário do abandono da concepção antiga da criança-objecto e correspondem à perspectiva nova da Criança-sujeito.

Estas alterações contribuem para a necessária substituição do velho conceito de menor- incapaz pelo novo conceito de Criança capaz de expressar-se, criança com capacidade de participar, de mostrar o que sente e o que deseja, criança que merece um novo estatuto valorizado, que merece ver a sua palavra, os seus afectos, os seus sentimentos e a sua vontade respeitados neste mundo que proclama como esperança e futuro da humanidade, mas não tem sabido cuidar dela no presente.

Por tudo isto, considero também muito relevante a alteração que consiste em consagrar a reserva de competência dos Tribunais em caso de indícios da prática de abuso sexual por quem teria legitimidade para apresentar queixa-criminal. Ou seja, no caso de abuso sexual em que o suspeito seja o pai da criança. Sempre defendi que este era um caso especial que merecia ser apreciado pelo Tribunal, visto que neste caso não deveria sequer colocar-se a questão da prestação de consentimento para a intervenção da Comissão de Protecção de Crianças e Jovens. A mesma razão que presidiu à atribuição de natureza pública a este crime logo em 2001, deveria fundamentar esta alteração. A criança vítima de violência sexual intra-familiar tem de ter a garantia de que o Estado lhe dá a segurança e a protecção que lhe faltou dentro de casa. Esta norma agora introduzida vem ajudar. Fiquei, portanto, satisfeita. Finalmente!

Dulce Rocha

Vice-Presidente do Instituto de Apoio à Criança

Crianças descalças, mais inteligentes (e sobretudo mais felizes)

Julho 29, 2015 às 12:00 pm | Publicado em A criança na comunicação social, Estudos sobre a Criança | Deixe um comentário
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texto do site http://www.bebesymas.com de 5 de agosto de 2012.

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Niños descalzos, más inteligentes (y sobre todo, más felices)

Hace un tiempo ya os explicamos cuáles eran las posibles razones de que los niños se descalzaran tan a menudo. A pesar de ello, los padres muchas veces insistimos en ponerles los zapatos, incluso cuando no los necesitan, porque no caminan.

Sabíamos lo cómodos y felices que están los niños explorando sus pies descalzos. Ahora, un estudio señala que la costumbre de calzar precozmente a los bebés y los niños puede afectar negativamente a su desarrollo y que, por contra, los niños descalzos desarrollan mejor su inteligencia:

En la actualidad hay una tendencia a calzar a los niños precozmente. Existen calzados denominados calzado para preandantes y calzado para gateo. En este artículo se pretende ofrecer argumentos científicos que justifiquen la necesidad de dejar descalzos los pies de los bebés no andantes. Como método se ha utilizado el análisis y lectura crítica de distintas fuentes bibliográficas en relación al desarrollo psicomotriz del niño, tratados de neurología y las principales Teorías sobre el desarrollo de la inteligencia en el niño. Encontramos que el movimiento físico y el estimulo sensorial del bebé a través de los pies descalzos es factor de aceleración de maduración, del desarrollo propioceptivo y del desarrollo intelectual del niño.

Así comienza el estudio, titulado “Podología preventiva: niños descalzos igual a niños más inteligentes“, elaborado por Isabel Gentil García, Profesora de la Escuela Universitaria de Enfermería, Fisioterapia y Podología de la Universidad Complutense de Madrid.

En él, se hace una crítica a la profusión de publicidad y comercios de calzado para “preandantes”, así como a la excesiva recomendación pediátrica de calzar a los bebés. En su opinión, este acto solo debería ser necesario con el fin de abrigar los pies, y como demostración ofrece argumentos científicos que justifcan la necesidad de dejar descalzos los pies de los bebés no andantes, a través de un enfoque interdisciplinar.

Por qué son tan importantes los pies del bebé

Desde el punto de vista del desarrollo neurológio y de la sensibilidad táctil, los pies del recién nacido tiene una sensibilidad mucho más fina que la de la mano hasta los ocho o nueve meses.

Por ello en los primeros meses los pies tienen una función esencial: informar del mundo exterior al bebé, que toca con ellos todo lo que tiene a su alcance, los manipula con sus manos y los lleva a la boca donde las terminaciones nerviosas sensitivas son mayores. A partir de esta edad el pie de forma gradual pierde este tipo de sensibilidad.

El hecho de calzar continuamente a los bebés que no caminan les priva de información táctil y la percepción de la posición y movimiento de los pies en relación con el espacio, que juegan un papel importante en el sistema nervioso central. Por ello para la maduración de las habilidades motoras son necesarios el desarrollo de la coordinación visual manual y la adquisición de estas informaciones táctiles y perceptivas.

El estudio además se basa en las etapas de Piaget de desarrollo de la inteligencia, centrándose en la primera, en la etapa sensomotriz (desde el nacimiento a los dos años), cuando son importantes la manipulación, el movimiento y aprender a organizar de forma hábil la información sensorial. Se adquiere la primera noción del yo, del espacio, del tiempo y la idea de causalidade.

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Sin duda los pies, como receptores privilegiados, contribuirían a un mejor desarrollo de la inteligencia del bebé, y ello es así porque la inteligencia se desarrolla mediante:

La maduración del sistema nervioso, esto es la capacidad de diferenciar y discriminar cada vez un mayor número de estímulos y tiene que ver con la diferenciación de las células nerviosas.

La experiencia de interacción con el mundo físico, esto es la manipulación, el manejo de los objetos. Significa conocer el funcionamiento de los objetos a través de manipular con ellos. El desarrollo de la inteligencia no sería posible sin esa manipulación, pues la maduración del sistema nervioso no es independiente de la experiencia. Junto a las manos y la boca, los pies también tienen un papel fundamental.

La necesidad de aprender. La mente humana tiende al equilibrio cognitivo. Cada vez que hay un estímulo exterior que no comprendemos tendemos a comprender. El sistema cognitivo tiende a buscar nueva información para reequilibrar, por eso el interés por aprender tiene que ver con buscar estructuras de conocimiento cada vez más complejas y estables.

Además de Piaget la autora se centra en otros autores para demostrar su teoría, y es que al final todos coinciden que el desarrollo es fruto de una compleja interacción entre el ambiente y el organismo y que uno de los factores ambientales que más interviene en su desarrollo es el propio cuerpo y su autoconocimiento.

Una de las imágenes más graciosas que descubrimos del bebé hacia los tres meses es que se mira y se toca las manos y los pies con curiosidad. Empieza a descubrir su cuerpo, y los zapatos en buena medida le restan sensibilidad, movimiento… A partir de los seis-siete meses, los bebés se suelen llevar los pies a la boca en ese proceso de autoconocimiento y aportando nuevas sensaciones y experiencias motoras que contribuyen al desarrollo de su inteligencia.

Además, el hecho de apoyar el pie descalzo en todo tipo de superficies, también irregulares, contribuye al desarrollo muscular. El calzado denominado preandante o el calzado para el gateo impide recibir sensaciones, además añade un peso excesivo a los pies impidiendo que se muevan libremente. Todo ello explica por qué los niños, cuando tienen un mayor control de su cuerpo, se quitan los zapatos continuamente.

Unos calcetines valdrían para que no tuvieran frío, aunque si los bebés se suelen llevar los pies a la boca no son convenientes, y de todas formas aprenden muy rápidamente a quitárselos también. Y, como comenté hace tiempo, considero que los zapatitos para bebés son muy bonitos pero poco útiles, mis hijas los llevaron realmente poco, también por el tema del precio: probablemente sean las prendas más caras en relación a su tamaño.

En definitiva, el estudio concluye que calzar a los más pequeños cuando aún no saben caminar puede perjudicar su desarrollo, y que esos zapatos “preandantes” no tienen justificación. Parece esta una nueva razón para dejar que los niños, si no hace frío, vayan descalzos por casa, aunque nos bastaba con ver lo cómodos y lo contentos que estaban explorando los pies, ¿no os parece?

Más información | Revistas Médicas Complutenses Fotos | Dermot O’Halloran y lou & magoo en Flickr-CC En Bebés y más | Los zapatos más adecuados para los primeros pasos, Calzado infantil adecuado, Por qué se descalzan los niños

 

 

 

 

Crianças que veem muita televisão correm mais risco de bullying

Julho 29, 2015 às 10:00 am | Publicado em Estudos sobre a Criança | Deixe um comentário
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Notícia do site http://www.noticiasaominuto.com de 20 de julho de 2015.

O estudo citado na notícia é o seguinte:

Too Much Television? Prospective Associations Between Early Childhood Televiewing and Later Self-reports of Victimization by Sixth Grade Classmates

DR

Desde que a televisão começou a entrar nas nossas vidas e a ocupar uma boa parte da rotina que se têm feito muitos estudos para analisar os seus efeitos, especialmente nas crianças. Um estudo publicado na revista científica Journal of Developmental & Behavioral Pediatrics relaciona o consumo excessivo de televisão com um dos maiores problemas educativas e sociais de hoje em dia: a violência (bullying) na escola.

Apesar de a Associação Americana de Pediatria desaconselhar que as crianças com menos de dois anos passem tempo a ver televisão, e de que as restantes não passem mais de uma ou duas horas a ver televisão, a verdade é que há muitas crianças em idade pré-escolar que passam quatro horas ou mais a ver televisão, alerta o El Mundo.

O estudo da Universidade de Montreal, no Canadá, sugere que as crianças de 29 meses que passam muito tempo a ver televisão correm mais riscos de sofrer de bullying na escola aos 12 anos.

Os investigadores consideram que o consumo excessivo de televisão pode influenciar de forma negativa as competências sociais das crianças e a forma como estas lidam com os conflitos interpessoais, o que o pode prejudicar na hora de lidar com conflitos sociais que enfrentará na escola.

Passar muito tempo em frente à televisão “deixa menos tempo para a interação com a família, que continua a ser o principal veículo de socialização da criança”, pode ler-se no estudo, citado pelo El Mundo.

Além disso, os investigadores sugerem que “a exposição precoce à televisão está associada a um défice no desenvolvimento das funções cerebrais que tratam da resolução de problemas com outras pessoas, com a regulação das emoções e as capacidades de brincar com outras crianças da mesma idade”.

 

 

 

Congresso de Direito da Família e das Crianças

Julho 29, 2015 às 6:01 am | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
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congresso

mais informações no link:

http://cfc.admeus.net/

 


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