Campanha chinesa alerta para o distanciamento entre as pessoas devido ao excesso de tecnologia

Julho 20, 2015 às 8:00 pm | Publicado em A criança na comunicação social | Deixe um comentário
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texto do site http://revistacrescer.globo.com de 6 de julho de 2015.

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Imagens têm gerado discussões calorosas nas redes sociais

Uma campanha produzida pela Ogilvy Beijing para o Centro de Pesquisas em Psicologia tem gerado discussões calorosas nas redes sociais. Intitulada “The More You Connect, The Less You Connect”, em tradução livre “Quanto mais você conecta, menos você conecta”, ela traz imagens chocantes de pessoas no mesmo ambiente separadas por um smartphone gigante.

Nas redes sociais, muitos dizem que as imagens encorajam a pensar como somos dependentes de conexão e acabamos negligenciando aqueles que nos rodeiam. Já outros internautas dizem que a campanha é um exagero e que a tecnologia não pode ser culpada pelo distanciamento entre as pessoas. Abaixo, mais duas fotos da campanha.

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mais informações:

http://www.boredpanda.com/anti-smartphone-ads-shiyang-he-beijing-china/

 

 

Audição de crianças em tribunal gera dúvidas

Julho 20, 2015 às 3:13 pm | Publicado em A criança na comunicação social | Deixe um comentário
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Notícia do Sol de 12 de julho de 2015.

DR

Rita Carvalho

Na sala de audiência, Maria, de 10 anos, chorou. Não conseguiu dizer uma palavra que ajudasse o juiz a perceber se preferia estar com a mãe ou o pai. Noutro caso de conflito parental, Rui, de oito, levou num papel escrito o que a mãe queria que dissesse ao juiz.

O novo Regime Geral do Processo Tutelar Cível, debatido quinta-feira no Parlamento, reforça a necessidade de ouvir as crianças nos processos de regulação das responsabilidades parentais. Os especialistas ouvidos pelo SOL aplaudem este princípio, mas alertam: para perceber o que sentem as crianças é preciso saber escutá-las. Senão, as consequências podem ainda ser piores. Como foram no caso de Rui, que acabou por ser afastado do pai por um depoimento que não correspondia à sua vontade.

Rute Agulhas, psicóloga forense, não tem dúvidas de que a maioria dos magistrados não sabe fazer isto pois não tem formação. “Não basta saber que não se deve perguntar à criança se quer ficar com o pai ou a mãe. Há erros mais subtis mas que são determinantes nos processos, como considerar que um choro é sinal de medo quando pode ser vergonha ou tristeza”.

‘Terão os tribunais capacidade’?

A docente do ISCTE, que faz formação nesta área e ouve dezenas de crianças e adultos, diz que é preciso conhecer o desenvolvimento emocional e cognitivo da criança, saber interpretar o choro, o silêncio, a expressão corporal, o que diz e o que não diz. E dá o exemplo da menina de quatro anos que entrevistou há dias: “Recusou a sala das brincadeiras que tenho para se sentirem melhor. Não falou. Só quando fui passear com ela para o jardim e ver os patos é que falou”. Nas perícias que faz – pelo menos três sessões e durante várias horas -, é também possível detectar a instrumentalização dos filhos por parte dos pais. Reproduzem expressões de adultos, justificam sentimentos factos que ocorreram quando eram bebés, dos quais não podem ter memória.

“Terão os tribunais capacidade e formação para fazer isto?” – questiona também Ricardo Simões, da Associação para a Igualdade Parental, que lembra que a actual lei já prevê que as crianças sejam ouvidas, de acordo com a sua maturidade, em especial a partir dos 12 anos. Mas não tem sido a prática, diz, e quando essa audição é mal feita agudiza “o sofrimento das crianças que vivem conflitos de lealdade”.

Magistrados e advogados também têm dúvidas

No parecer que enviou aos deputados, a associação concorda com o princípio da audição da criança e a criação de equipas muldisciplinares nos tribunais para apoiar os pais na busca do consenso. Mas tem “dúvidas quanto à forma e condições que se supõe existir para a audição das crianças, podendo colocar em causa a sua audição livre e verdadeira da sua vontade”. A associação diz-se ainda preocupada com “os meios financeiros e humanos que vão ser alocados”. Para garantir as habilitações dos técnicos, sugere que a sua formação seja certificada pela Ordem dos Psicólogos.

Magistrados e advogados levantam questões semelhantes nos seus pareceres, embora concordem com a simplificação dos processos e a valorização dos depoimentos orais em detrimento dos relatórios. “Uma criança pode ter capacidade para se exprimir e emitir uma opinião sobre uma determinada questão que, no processo a afecte, e não ter capacidade para compreender os actos processuais”, alerta o Conselho Superior da Magistratura. Ou seja, acrescenta a psicóloga Rute Agulhas, “pode até ter discernimento para se pronunciar, mas não ter a noção de que o que diz pode implicar uma mudança de residência”.

Tribunais sem salas

Quando a proposta de lei diz que a audição não pode decorrer num “espaço ou ambiente intimidatório, hostil ou inadequado à sua idade, maturidade e características pessoais”, as dúvidas sobre a sua operacionalidade são unânimes.

Patrícia Branco, investigadora do Centro de Estudos Sociais da Universidade de Coimbra, analisou a arquitectura dos tribunais. Em 2012, concluiu que, entre os 22 com competência especializada,  só quatro tinham espaços para a audição e atendimento de crianças (salas de acolhimento, de mediação e de espera).

A investigadora propõe, por isso, a criação de “salas de acolhimento de crianças e de mediação – com janela de visão unidireccional que permita ver e analisar o comportamento da criança – com um aspecto neutro e informal, material didáctico e brinquedos”.

Além deste novo regime tutelar cível, estão no Parlamento outras duas propostas na área da família. Sobre isso, há uma crítica transversal entre os peritos: não houve debate público em torno desta reforma profunda. O Conselho Superior do Ministério Público diz mesmo que algumas soluções são “incompletas” e “incoerentes”.

rita.carvalho@sol.pt

 

 

 

Suporte básico de vida. Como salvar a vida de uma criança

Julho 20, 2015 às 12:00 pm | Publicado em A criança na comunicação social | Deixe um comentário
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Texto do i de 7 de julho de 2015.

Artur Borges

clicar no link:

Suporte básico de vida Como salvar a vida de uma criança

 

 

 

 

 

 

5 dicas para tornar o YouTube mais seguro para as crianças

Julho 20, 2015 às 6:00 am | Publicado em Vídeos | Deixe um comentário
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