Pré-escolar garantida desde os 4 anos a partir de 2016

Julho 13, 2015 às 9:00 pm | Publicado em A criança na comunicação social | Deixe um comentário
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A educação pré-escolar vai passar a ser garantida desde os quatro anos de idade a partir do ano letivo 2016/2017, segundo um diploma hoje publicado em Diário da República.

Esta alteração legislativa “consagra a universalidade da educação pré-escolar para crianças a partir dos quatro anos de idade”.

O Governo deverá ainda regulamentar por decreto-lei, até início de fevereiro do próximo ano, as normas que regulam a universalidade da educação pré-escolar relativamente às crianças que atinjam os quatro anos de idade “de modo a assegurar a sua implementação a partir do ano letivo 2016/2017”.

O diploma prevê que a regulamentação possa estender a universalidade do ensino pré-escolar às crianças com três anos.

A universalidade do pré-escolar a partir dos quatro anos foi um projeto apresentado no parlamento pela maioria PSD CDS/PP, no âmbito de projetos para promover a natalidade.

Atualmente, está consagrada a universalidade da educação pré-escolar para crianças a partir dos cinco anos.

 

Lusa / SOL

Sessão de Apresentação do estudo “Mutilação Genital Feminina em Portugal: prevalências, dinâmicas socioculturais e recomendações para a sua eliminação”

Julho 13, 2015 às 5:46 pm | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
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A confirmação das presenças deverá ser feita até ao dia 14 de julho para o e-mail  luisa.palha@cig.gov.pt  e/ou para o telefone 217 983 000.

http://www.cig.gov.pt/

Tardes de Verão. Tardes de Animação na Casa da Juventude em Odivelas

Julho 13, 2015 às 1:00 pm | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
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Preparado(a) para as tardes de Verão cheias de animação na Casa da Juventude de Odivelas?

De 15 de Julho a 05 de Agosto, das 15:30h às 17:00h, sempre às 4ª feiras, a Casa da Juventude de Odivelas, sita no Largo da Memória, nº 1, irá promover diversas atividades lúdicas e recreativas, de modo a preencher as tuas tardes de verão.

Se tens 12 anos ou mais, aparece!

A entrada é gratuita!

mais informações:

https://www.facebook.com/Casajuventudeodivelas/timeline

http://www.cm-odivelas.pt/index.php/juventude

 

Pulseira ESTOU AQUI!

Julho 13, 2015 às 1:00 pm | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
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pulseira

texto do Facebook da PSP de 10 de julho de 2015.

Obrigado. Começamos assim por agradecer a todos os pais, educadores, responsáveis que inscreveram até agora no Programa 62.000 crianças. Não existem palavras para expressar a nossa satisfação e responsabilidade. Relembramos que já estão ativas 39.000 pulseiras e que ainda hoje, ao final do dia, cancelaremos a inscrição de cerca de 6.200 crianças por já terem excedido os 25 dias para recolha nas Esquadras escolhidas. Informamos também que, caso pretendam manter ativa a pulseira que foi inscrita pelas escolas ou campos de férias (em grupo), poderão fazê-lo. Para isso, pedimos que façam a inscrição nominal no site do Programa (ver QR Code na imagem) e após essa inscrição concluída escolham a “Direção Nacional (alteração de registo)” no campo da recolha e enviem para contacto@psp.pt o número da pulseira que a(s) vossa(s) crianças possui(em). A PSP promoverá a alteração no mais curto espaço de tempo. Boas Férias.

Programa Estou Aqui!

https://estouaqui.mai.gov.pt/Pages/Home.htm

 

Os chumbos

Julho 13, 2015 às 11:09 am | Publicado em A criança na comunicação social | Deixe um comentário
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Crónica de Daniel Sampaio no Público de 12 de julho de 2015.

Depois de falar das férias, regresso ao tema da escola. Não para estragar o Verão e o descanso merecido de pais, alunos e professores, mas para alertar para a questão das retenções, que na prática se designam por chumbos.

O Ministério da Educação (ME) veio depressa contentar-se com a diminuição das taxas de retenção (2013/14), nos anos de escolaridade em que se realizaram exames nacionais. Percebe-se bem o alcance deste “êxito” logo apregoado: os exames de final de ciclo, uma das bandeiras deste triste ciclo de Nuno Crato, estariam a contribuir para a diminuição do insucesso escolar.

Uma análise mais pormenorizada dos resultados escolares, contudo, não confirma esta conclusão apressada e não deixa de ser preocupante: a perspectiva atenta sobre o futuro do desempenho escolar dos nossos alunos só nos pode deixar mais inquietos.

Em primeiro lugar, tendo em conta os resultados do 2.º ano de escolaridade (a 2.ª classe de outrora), verifica-se que o aumento dos chumbos se tem mantido, ultrapassando agora, pela primeira vez, os 10%. E se analisarmos as retenções nos anos em que não há exames finais, verificamos que houve aumento de chumbos nesses anos (com excepção do 8.º), como noticia o Expresso de 4 de Julho. Convém esclarecer que não pode haver retenções no 1.º ano de escolaridade: mesmo que o desempenho seja problemático, o aluno só pode reprovar no ano seguinte.

Como poderemos interpretar o que se está de facto a passar? Esta glorificação dos exames, tão do agrado do ministro mas já abandonada em muitos países com melhores taxas de sucesso, contribui para a melhoria global do desempenho? Tudo indica que não.

É muito provável que os dados de hoje se relacionem com a necessidade de as escolas poderem vir a ter mais bonificações por parte da tutela, em créditos de horas e apoios para projectos específicos. O ME actual introduziu nas escolas a obsessão com a classificação dos estabelecimentos de ensino, os famigerados rankings. Na ânsia de serem melhor classificadas, as escolas retêm os alunos nos anos intermédios, permitindo a progressão dos melhores estudantes e a consequente melhoria nos resultados dos exames, base da sua classificação. Tudo isto, como acentua o Expresso, baseado em critérios de “eficácia educativa”, que estão longe de ser consensuais entre especialistas.

Esta retenção de alunos nos anos intermédios não é estudada com a exigência que o assunto deveria merecer. Entre os alunos que não passam estão estudantes com dificuldades de aprendizagem, crianças com problemas psicossociais graves ou jovens a atravessar crises de desenvolvimento. Nada disto é estudado em profundidade: quem não progride é deixado para trás, porque o professor não tem tempo ou competência para fazer um diagnóstico aprofundado da situação. É mais fácil chumbar: pode ser que o aluno melhore, é certo que se  a escola tiver menos chumbos subirá nos rankings.

A taxa de retenção no 2.º ano de escolaridade (10,2%) deveria levar a um alerta nacional. Que acontece, ao aluno de oito anos, na sua família ou, acima de tudo, na sala de aula, para que ele não progrida? Que drama vive esta criança, que vê os seus colegas passarem de ano sem que ninguém verdadeiramente se interesse por ele? Que sente um professor empenhado, quando verifica que não consegue ajudar o aluno a avançar para o 3.º ano e se vê obrigado a o deixar para trás?

Na sua obsessão com os números, o ME de agora esconde o que mais interessa: aquele que não progride desde cedo, sem que ninguém saiba explicar porquê.

 

 

Menino sem-abrigo que estuda à luz do McDonalds ganhou bolsa de estudo

Julho 13, 2015 às 10:08 am | Publicado em A criança na comunicação social | Deixe um comentário
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Notícia do Sol de 12 de julho de 2015.

Joyce Torrefranca

O menino que se vê na fotografia tem apenas nove anos. Chama-se Daniel Cabrera, vive nas Filipinas e é um bom aluno. A família não tem casa e por isso todos os dias aproveita a luz de um restaurante McDonalds e com um pequeno banco ergue o seu pequeno escritório na rua, onde faz os trabalhos de casa.

Joyce Torrefranca, uma aluna de Medicina que vive na mesma cidade filipina, Mandaue, passou por Daniel e não resistiu a tirar uma fotografia ao menino, que partilhou na sua página de Facebook. “Fiquei inspirada por este miúdo” escreveu, nunca pensado que o seu post teria mais de 9 mil partilhas até agora (continuam a aumentar).

A imagem correu mundo e gerou-se uma onda de solidariedade em torno de Daniel. Resultado: conseguiu angariar dinheiro para uma bolsa de estudo para o menino. Até a polícia local se juntou para comprar alimentos e outros bens de necessidade para Daniel e a sua família.

“Nunca pensei que uma fotografia fizesse tanta diferença. Obrigada a todos por partilharem a imagem. Com isso, fomos capazes de ajudar o Daniel a alcançar os seus sonhos. Espero que a história de Daniel continue a sensibilizar os nossos corações para que sejamos sempre inspirados e motivados em todas as situações que enfrentarmos nas nossas vidas”, escreveu entretanto Joyce.

 

 

 

 

“Não vale a pena insistir em relações, em que ‘o limão ficou sem sumo” diz o pediatra Mário Cordeiro

Julho 13, 2015 às 6:00 am | Publicado em A criança na comunicação social, Vídeos | Deixe um comentário
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O pediatra Mário Cordeiro defende que pais e filhos não devem perder tempo com coisas, situações e pessoas que não nos dizem nada. “Não vale a pena insistir em relações, em que ‘o limão ficou sem sumo’”. Lembra também que não precisamos de dizer sempre sim a todos os convites dos amigos: “As pessoas têm que respeitar o seu espaço interior, a sua solidão e perceber que as relações de amizade implicam o respeito pelo outro”.

A opinião é do pediatra Mário Cordeiro à revista Pais&filhos/TSF.

 

Publicado por Pais&filhos em 26 Junho 2015.


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