Porquinhos da Índia são os melhores amigos das crianças autistas

Julho 9, 2015 às 8:00 pm | Publicado em Estudos sobre a Criança | Deixe um comentário
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Notícia da SIC Notícias de 1 de julho de 2015.

O estudo citado na notícia é o seguinte:

Animals may act as social buffers: Skin conductance arousal in children with autism spectrum disorder in a social context

Reuters

Os porquinhos da Índia ajudam as crianças com autismo. Esta é a principal conclusão de um novo estudo sobre o tema, que comprovou maior bem estar nos mais pequenos, depois de brincarem com estes animais.

Eles não julgam, não fazem “bullying”, são amistosos, sociáveis e agradáveis ao tato. Razões suficientes para levarem investigadores australianos a concluir, depois de um estudo com quase 200 crianças (autistas e com um desenvolvimento típico), que os porquinhos da Índia são mais que benéficos para os mais novos que sofrem de autismo.

Ao brincarem com estes animais, as crianças autistas ficam mais atentas, mais sociáveis e menos ansiosas, revela o estudo publicado na Developmental Psychobiology. Os dados psicológicos de cada um foram analisados à luz dos “efeitos calmantes” que os animais exerceram sobre as crianças.

Através de uma pulseira electrónica colocada nos pulsos das crianças, os investigadores conseguiram monitorizar os níveis de entusiasmo – ansiedade ou excitação.

As crianças com desenvolvimento típico mostraram-se felizes e com grande nível de excitação. As autistas mostraram-se igualmente extasiadas, mas com bastante menos “stress”.

Geraldine Lawson, do Duke Centre para o Autismo e Desenvolvimento Cerebral, considera a conclusão “promissora”, uma vez que a ansiedade é precisamente o que tipicamente interfere na socialização dos autistas.

“Não sabemos quais são os mecanismos. Talvez seja mais fácil interagir com os outros quanto temos um terceiro objeto, em vez da interação cara-a-cara”, explica.

 

 

 

 

 

Crianças com necessidades especiais em 37,5% das salas

Julho 9, 2015 às 3:51 pm | Publicado em A criança na comunicação social | Deixe um comentário
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Notícia do Diário de Notícias de 9 de julho de 2015.

 

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Moby Dick Oficina de expressão plástica e enredos literários

Julho 9, 2015 às 2:00 pm | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
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moby

Auditório Conde Ferreira / Sesimbra 27 a 31 julho 

Moby Dick

Oficina de expressão plástica e enredos literários

O Descobrir decidiu sair fora de portas. Este verão vamos levar esta oficina para Sesimbra. A melhor maneira de passar as férias de verão… fazendo uma viagem na companhia de Moby Dick, junto à praia de Sesimbra.

Partindo da história Moby Dick, um clássico da literatura, vamos fazer uma viagem ao mundo dos cetáceos. Existe mesmo uma baleia branca? Vamos desvendar alguns mistérios, descobrir curiosidades e saber quem são as baleias recordistas que nadam nos nossos mares.: a maior, a mais pequena, a que mergulha mais fundo, a que percorre maiores distâncias, entre outros mais e menos…. Juntando histórias, conversas e muita criação artística, vamos conhecer as coisas boas que estes gigantes do oceano têm dado ao homem ao longo dos tempos.

Conceção e orientação

Ana Pêgo, Catarina Requeijo, Cristina Brito, Miguel Horta, Vera Jordão

Possibilidade de acompanhamento à hora do almoço: 15€/semana. A Escola de Mar não fornece almoço. Recomenda-se trazer almoço-piquenique, lanche para o meio da manhã/tarde, água e chapéu. Esta atividade realiza-se de segunda a sexta-feira, das 10h00 às 13h00 e das 14h30 às 17h30.

Na coluna do lado esquerdo encontra a ficha de inscrição (em formato doc e PDF). A inscrição apenas é considerada válida após o pagamento feito por transferência bancária (NIB 0033-0000-45311246154-05) até 15 dias antes do início da atividade, com envio obrigatório de comprovativo para o email descobrir@gulbenkian.pt.

Em colaboração com a Escola de Mar e a Iniciativa Gulbenkian Oceanos.

ficha inscrição

http://museu.gulbenkian.pt/Descobrir/pt/Evento?a=6530

 

Crianças que trabalham para sobreviver

Julho 9, 2015 às 12:00 pm | Publicado em A criança na comunicação social | Deixe um comentário
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texto do http://p3.publico.pt/ de 29 de junho de 2015.

MD Shahnewaz Khan

Autoria  Md Shahnewaz Khan

O fotógrafo bangladeshiano MD Shahnewaz Khan desenvolve, há quatro anos, o projecto “Fallen Stars”, que se debruça sobre o tema do trabalho infantil no Bangladesh. O tópico é, para si, tudo menos uma novidade. “Tive contacto com o trabalho infantil desde muito cedo, em casa. As crianças da minha família trabalhavam. Brincava com crianças-trabalhadoras que eram da minha idade, familiares e amigos. Isso foi determinante para dar início ao projecto”, admitiu Shahnewaz em entrevista ao P3, via email. O título “Fallen Stars” (“Estrelas Cadentes”, tradução livre) é uma referência ao que considera “crianças desafortunadas”. “Estão impedidas de usufruir dos seus direitos fundamentais. Se tivessem acesso à educação, seriam verdadeiras estrelas, como outras crianças, e não estrelas cadentes. Poderiam mostrar verdadeiro talento.” O fotógrafo dedica-se, em exclusivo, a temas relacionados com os Direitos Humanos. Diz-se um apaixonado pelas pessoas, pelas suas histórias de vida, pela sua cultura e pela forma como cada um luta pela sobrevivência. “O trabalho infantil é muito comum no Bangladesh devido à pobreza e às dinâmicas familiares. Existem organizações não governamentais que tentam intervir, mas são muito poucas. São milhões as crianças que trabalham, demasiadas para tão poucas ONG. O Governo considera esta práctica ilegal, mas nada faz além disso. Do meu ponto de vista, não consigo ser contra o trabalho infantil, neste contexto, por um motivo simples: as crianças têm de comer e a família não consegue alimentá-las. Elas têm de sobreviver.” No Bangladesh, não existe outra opção. MD Shahnewaz Kahn acompanhou diversas crianças em três contextos de trabalho distintos: uma aterro de resíduos domésticos, uma fábrica de tijolos e uma de alumínio. Segundo dados da UNICEF de Janeiro de 2014, 5,6 milhões de um total de 26 milhões de crianças do Bangladesh não frequentam a escola. Trabalham sem condições de segurança, estão vulneráveis a maus tratos, violência e malnutrição. “O Popy trabalha numa lixeira e ganha 25 dólares por mês, menos de um dólar por dia. O Shafik trabalha numa fábrica de tijolos. O seu pai aceitou receber 80 dólares por seis meses do seu trabalho, menos de meio dólar por dia. O Shakil, que está coberto de pó perigoso na fábrica de alumínio, ganha seis dólares por semana. Quase um dólar por dia. Poli trabalha numa casa como empregada doméstica e ganha 15 dólares, meio dólar por dia.” O objectivo do fotógrafo é realizar trabalho fotográfico sobre o tema do trabalho infantil em zonas de guerra, nomeadamente no Afeganistão, no Iraque e na Palestina, em zonas onde vigoram sistemas totalitários e outros onde o fenómeno é especialmente predominante. “Quero reunir todo o trabalho infantil num único livro, retratando crianças trabalhadoras que vivem em diferentes partes do mundo. Quero trabalhar por todo o mundo, este é o meu objectivo a longo-prazo.” Em paralelo, Shahnewaz desenvolve o projecto “Yeah I’m alive”, que retrata as dificuldades por que passam as pessoas idosas que vivem sem qualquer apoio familiar. O autor viu o seu trabalho publicado recentemente na CNNAna Maia

mais fotos no link:

http://p3.publico.pt/cultura/livros/17245/criancas-que-trabalham-para-sobreviver

 

Criança que estuda na rua comove o Mundo

Julho 9, 2015 às 6:00 am | Publicado em A criança na comunicação social | Deixe um comentário
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Notícia do Jornal de Notícias de 1 de julho de 2015.

Foto Facebook

Daniel aproveita a luz da rua para estudar, porque não tem eletricidade em casa

C.L.

É mais uma imagem a dar a volta ao planeta pelas redes sociais. Um menino que não tem eletricidade em casa, aproveita a da rua para estudar. Um exemplo de força quando não se tem quase nada.

A imagem foi publicada na página de Facebook de Joyce Gilos, que disse sentir-se inspirada pelo menino, que se chama Daniel. A partir daí, sucederam-se as partilhas e o caso chegou à Imprensa.

Daniel foi fotografado numa rua de Cebú, nas Filipinas, um país onde 17% da população não tem acesso à rede de eletricidade, segundo dados de 2010 do Banco Mundial.

Ao jornal “El Comercio”, Joyce Gilos disse que “como estudante, ele foi uma inspiração para trabalhar mais. Tenho a sorte de os meus pais me terem podido mandar para a escola. Eu vou estudar para cafés. Este menino mexeu comigo”.

 


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