São raros os leites para bebé que não incluem transgénicos

Julho 3, 2015 às 8:00 pm | Publicado em A criança na comunicação social | Deixe um comentário
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Notícia do Expresso de 29 de junho de 2015.

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A Plataforma Transgénicos alerta que “as pessoas têm de decidir o que querem dar aos seus filhos nos primeiros anos de vida e precisam de saber as opções que têm” JEAN-SEBASTIEN EVRARD / AFP / Getty Images

Carla Tomás

Só três marcas de leite infantil não incluem a presença de elementos transgénicos na sua cadeia de produção, alerta a Plataforma Transgénicos Fora.

“A maior parte dos leites infantis à venda em Portugal é proveniente de uma cadeia de produção que envolve animais alimentados com rações transgénicas”, afirma a Plataforma Transgénicos Fora,  num comunicado tornado público esta segunda-feira. 

O objetivo é informar os consumidores sobre como podem evitar ingerir elementos transgénicos, mesmo quando estes não constam dos rótulos dos produtos. 

É que as regras da rotulagem só obrigam a identificar a presença de organismos geneticamente modificados (OGM) quando estes se encontram no produto final. E essa obrigação não se estende à cadeia de produção, nomeadamente ao que comeram as vacas antes de delas se tirar o leite. 

Da produção convencional com base no leite de vaca, “apenas a marca Miltina (da empresa alemã Humana) pode garantir que os animais são alimentados exclusivamente a pasto e rações livres de transgénicos”, afirma Margarida Silva, dirigente da Plataforma. Além desta, juntam-se à lista “limpa” as marcas de produção biológica Holle e a Babybio, “que garantem por definição a não utilização de rações transgénicas na alimentação animal”, ou a Alpro Soya, 100% vegetal, cuja rotulagem não inclui OGM. 

A Plataforma, que envolve um conjunto de organizações não governamentais de ambiente e da agricultura (como a LPN, a Quercus, o Gaia ou a Agrobio) inquiriu as marcas mais conhecidas de produção convencional – entre as quais a Nutribén, Milupa, Nestlé, Mimosa, Milkid, Nutrilon, Aptamil, Bledina, Novalac, Enfalac, Nan e Nidina  – e concluiu que “nenhuma está em condições de garantir que os animais são alimentados sem recurso a rações transgénicas”. 

Informação inédita
“Esta é a primeira vez que esta informação chega aos consumidores”, garante Margarida Silva. O movimento não quer criar nenhum alarme, mas apenas informar os cidadãos interessados, já que somos um dos Estados-membros onde a população se revela menos informada sobre OGM, segundo um eurobarómetro recente. “Por isso não há pressão sobre o mercado”, garante a ambientalista, que reconhece que “só com um esforço muito grande e aumento substancial da procura, é que os produtores de leite conseguiriam garantir que os animais não comem rações transgénicas”.  

Na ronda feita pela Plataforma junto das marcas “a ideia que fica é que os maiores produtores de leite consideram que este não é um assunto importante”, explica Margarida Silva, lembrando que a Autoridade Europeia da Segurança Alimentar (EFSA) não reconhece qualquer problema no consumo de OGM.  

Um estudo recente,  desenvolvido por uma equipa da Universidade de Nápoles e citado no comunicado da Plataforma, “detectou perturbações no colostro do primeiro leite produzido pós-parto em cabras alimentadas com soja transgénicas”, e que “as crias apresentavam menos peso ao fim de um mês que as das cabras do grupo de controle”. Por isso, os ambientalistas defendem o princípio da precaução.  

“Não conseguimos ter garantias de risco zero e estamos longe de demonstrar uma relação de causa-efeito, mas as pessoas têm de decidir o que querem dar aos seus filhos nos primeiros anos de vida e precisam de saber as opções que têm”, conclui Margarida Silva.

 

 mais informações no comunicado da Plataforma Transgénicos:

Leites infantis em Portugal: como evitar transgénicos mesmo sem haver rótulo

 

 

 

 

Monstrinhas de Verão no Cinema Ideal

Julho 3, 2015 às 2:00 pm | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
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monstra

A MONSTRA – Festival de Animação de Lisboa junta-se ao Cinema Ideal e mantém a animação à solta durante o Verão! As sessões de cinema para Pais e Filhos começam já no dia 27 de Junho e continuam durante todas as manhãs de sábado do mês de Julho. E a 11 e 25 de Julho há também oficinas de animação em que crianças e adultos podem participar. Juntem-se a nós para um Verão ainda mais animado!

DATAS E HORÁRIOS:

27 Junho: 11h30 – Sessão de Curtas

4 Julho: 11h30 – O Menino e o Mundo de Alê Abreu

11 Julho: 10h – Oficina de animação para Pais e Filhos

11h30 – Sessão de Curtas

18 Julho, 11h30 – Sessão de Curtas

25 Julho, 10h – Oficina de animação para Pais e Filhos

11h30 – Sessão de Curtas

(programa em atualização em www.monstrafestival.com/)

Inscrição para a oficina: monstrinha@monstrafestival.pt / 213 460 261

Mais informações em: http://monstrafestival.com/apresentacao-2/

 

Encontro: O desenho de um Plano de Luta Contra a Pobreza, 07 Julho Paços do Concelho de Lisboa

Julho 3, 2015 às 12:00 pm | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
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desenho

inscrição gratuita mas obrigatória, devido à limitação de espaço da sala no link:

https://www.eventbrite.pt/e/bilhetes-o-desenho-de-plano-de-luta-contra-a-pobreza-17568008386

Organizado por

Rede DLBC Lisboa

Descrição do evento

Pretende-se com este encontro conhecer a abordagem adoptada pelo município de Kortrijk na luta contra a pobreza e convidar outros intervenientes para participar na mesa redonda onde poderão dar o seu contributo relativamente às dinâmicas, processos, estratégias de dinamização de territórios e envolvimento da população.

Quando

Terça-feira, 7 de Julho de 2015 das 14:00 às 16:00 (WEST) – Adicionar ao Calendário

Onde

Lisboa, Paços do Concelho PT – Ver mapa

programa

Cuba é o primeiro país a eliminar transmissão de VIH e sífilis de mãe para filho

Julho 3, 2015 às 9:00 am | Publicado em A criança na comunicação social | Deixe um comentário
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Notícia da Visão de 1 de julho de 2015.

Notícia da OMS:

WHO validates elimination of mother-to-child transmission of HIV and syphilis in Cuba

Reuters

A Organização Mundial de Saúde declarou oficialmente Cuba o primeiro país do mundo a eliminar a transmissão do vírus da sida e da sífilis de mãe para filho

Com LUSA

“Eliminar a transmissão de um vírus é um dos maiores feitos em matéria de saúde pública”, afirmou a diretora-geral da OMS, Margaret Chan, num comunicado.

“É uma grande vitória na nossa longa luta contra o vírus de imunodeficiência humana (VIH) e as infeções transmitidas sexualmente, assim como um passo importante para conseguirmos uma geração sem sida”, acrescentou.

O êxito alcançado por Cuba “mostra que um acesso universal a cuidados médicos é possível e é, na verdade, a chave do êxito contra desafios tão grandes como a sida”, destacou por seu lado a diretora da Organização Pan-americana de Saúde (OPS), Carissa Etiènne, em conferência de imprensa.

A eliminação da transmissão do VIH de mãe para filho “prova que é possível pôr fim à pandemia da sida e esperamos que Cuba seja, entre vários outros países, o primeiro a conseguir eliminar esta epidemia entre as crianças”, disse o diretor-geral da ONU sida, Michel Sidibé.

Segundo a OMS, em todo o mundo, cerca de 1,4 milhões de mulheres infetadas com o VIH engravidam a cada ano, na maioria em países em desenvolvimento, especialmente na África subsaariana.

Sem tratamentos antirretrovirais, há um risco de 15% a 45% de transmitirem o vírus ao bebé durante a gravidez, o parto ou a amamentação.

Em contrapartida, esse risco é praticamente eliminado, caindo para um pouco mais de 1%, se a mãe for tratada com antirretrovirais durante a gravidez e o bebé receber o mesmo tipo de tratamento a partir do nascimento.

O número de bebés que nascem seropositivos no mundo baixou para metade entre 2009 e 2013, passando de 400.000 para 240.000 por ano.

Os Estados membros da OMS comprometeram-se em 2010 a eliminar a transmissão do VIH de mãe para filho até 2020.

No caso da sífilis, quase um milhão de mulheres grávidas são infetadas em cada ano, o que pode causar morte fetal, morte perinatal ou infeções neonatais graves.

Para o evitar, basta que a grávida seja diagnosticada e tratada com penicilina.

Para o reconhecimento oficial da OMS, o número de nascimentos de bebés infetados com o VIH tem de ser inferior a 2 por cada 100 bebés nascidos de mães seropositivas e, no caso da sífilis, igual a 1 caso para cada 2.000 nascimentos.

 

Conheça as apps mais usadas pelos adolescentes

Julho 3, 2015 às 6:00 am | Publicado em A criança na comunicação social | Deixe um comentário
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texto do Observador de 26 de junho de 2015.

Getty  Images

Para além do Facebook e do Twitter, estas são algumas das Apps mais utilizadas pelos adolescentes. Conheça a lista (eles vão acrescentá-la, é garantido) e saiba que conselhos lhes deve dar.

Tem filhos adolescentes? Sabe quais as Apps (aplicações móveis) que eles usam, para além do Facebook e do Twitter? O jornal espanhol ABC fez uma lista com as mais populares, para que aprenda de vez o que é o tal do “Snapchat” ou do “Tinder” de que eles tanto falam.

Para enviar mensagens que se “autodestroem”

Começamos pelo Snapchat, que é das Apps mais populares entre os jovens. Permite enviar fotografias ou vídeos e definir um limite de tempo para que os outros as possam ver. Depois desse período (entre 3 a 10 segundos), a imagem desaparece, embora o destinatário possa usar alguns truques para as guardar no dispositivo mesmo depois destas se apagarem.

O Burn note funciona de forma semelhante ao Snapchat, mas não permite enviar fotografias nem vídeos. Só dá para enviar mensagens de texto, que se apagam ao fim de um certo período de tempo. Também tem uma funcionalidade para que só desvende uma palavra de cada vez.

Para comunicar de forma anónima

Yik Yak é uma App que permite enviar mensagens curtas e anónimas, que se espalham até outros utilizadores num raio de 16 quilómetros em torno do remetente. Esta App foi criada especialmente para ser usada campus das Universidades.

Sim, existem Apps dedicadas a quem gosta de espalhar rumores e boatos. É o caso da Whisper, uma aplicação para divulgar segredos de forma anónima. As mensagens também podem ser acompanhadas de imagens.

“Não há professores. Não há pais. Só estudantes.” Estas são as regras da Fess, conta o ABC. Esta aplicação permite aos adolescentes fazer e ler confissões anónimas. Tal como o Yik Yak, esta App está direcionada às Universidades.

Aplicações para encontros e relações

Tinder é, também, uma das aplicações mais populares entre os adolescentes. Basicamente, cada utilizador tem um perfil com uma fotografia associada. Ao procurar por perfis de outras pessoas, a aplicação vai mostrando fotografias e o utilizador tem duas opções no ecrã: ou desliza o dedo para a esquerda e rejeita o contacto, ou desliza para a direita, indicando que está interessado. Segundo o jornal espanhol, esta aplicação também suporta geolocalização.

Skout é uma App que começa por dividir os utilizadores em dois grupos: “adolescentes” e “adultos”. Depois do registo, os utilizadores poderão conversar e enviar mensagens ou fotografias para outras pessoas que também estejam dentro do mesmo grupo. Tal como o Tinder, também permite a geolocalização de outros utilizadores e o ABC chama a atenção para o facto de esta App não ter qualquer mecanismo de verificação da idade dos utilizadores.

“O MeetMe ajuda a encontrar pessoas novas perto de si, que compartilham os mesmos interesses e querem conversar agora.” É esta a descrição que os criadores fazem da aplicação, salientando que o MeetMe “é para todas as idades, todas as nacionalidades e todas as origens”. Também tem uma funcionalidade “Match”, para encontrar possíveis relacionamentos.

Conselhos para os pais

Agora que já sabe o que estas aplicações fazem, o ABC também dá uma série de conselhos aos pais de jovens adolescentes.

– Teste você mesmo. Não há melhor forma de saber como agir do que experimentar também as aplicações que os seus filhos usam.

– Eduque os seus filhos para a privacidade. As redes sociais servem para compartilhar momentos e para facilitar a comunicação, mas deve haver um limite na informação e nos dados pessoais que se leva a público. Ensine esses limites aos seus filhos.

– Ao invés de impor regras, trace uma linha aberta. Quando proíbe os seus filhos de fazer certas coisas não significa que está a cortar o mal pela raiz. Pode estar a agravar o problema. Mantenha um diálogo aberto com eles e cultive um bom nível de confiança com eles. Observe.

– Peça aos seus filhos que sejam seletivos com quem se dão na internet. Também deverá ensinar-lhes a aplicar definições de segurança adequadas, na maioria das aplicações que usam.

 

 

 


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