Sábados em Cheio em Julho na Biblioteca Municipal José Saramago – Loures

Julho 1, 2015 às 8:00 pm | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
Etiquetas: , , ,

sabados

Programa:

http://www.cm-loures.pt/media/pdf/PDF20150630101627530.pdf

mais informações no link:

http://app.cm-loures.pt/winlib/

Jogo espírita causa pânico nas escolas

Julho 1, 2015 às 2:00 pm | Publicado em A criança na comunicação social | Deixe um comentário
Etiquetas: , , ,

Notícia do Sol de 1 de julho de 2015.

Joana Ferreira da Costa

De repente o pânico instalou-se no recreio de uma escola básica em Alcântara. Algumas alunas de seis e sete anos começaram a chorar e a correr para as auxiliares pedindo-lhes para as levarem para casa. “Estavam aterrorizadas com medo do Charlie e ninguém as conseguia acalmar”, conta ao SOL uma funcionária da escola, explicando que o motivo para tanta confusão era um jogo de espiritismo infantil que as estudantes do 1.º e 2º ano estavam a jogar.

Este desafio, conhecido como ‘Charlie Charlie’ e no qual as crianças e adolescentes evocam um suposto espírito com este nome para obterem respostas sobre o futuro, está a correr mundo e chegou recentemente a Portugal. Mas o medo e a ansiedade que causa aos alunos está a levar muitas escolas nacionais a proibir o jogo dentro das suas instalações. O mesmo tem ocorrido em vários países, como no Brasil, onde no mês passado várias escolas de Manaus suspenderam as aulas, ou em Inglaterra, onde alguns colégios católicos proibiram o ritual. Para fazer o desafio basta uma folha de papel sobre a qual se colocam dois lápis em forma de cruz, e se escrevem as palavras sim e não (ver infografia). Depois fazem-se perguntas a ‘Charlie’, que supostamente responde através dos movimentos dos lápis.

Foi este ritual que assustou as alunas daquela escola pública. “Estavam apavoradas porque diziam que o lápis se tinha mexido”, conta a funcionária. As auxiliares acalmaram-nas, garantindo-lhes que o o lápis se tinha movimentado por causa do vento e não de nenhum espírito. Mas no mês passado a direcção do estabelecimento de ensino decidiu proibir a brincadeira.

O mesmo aconteceu na Escola de Quinta, um colégio em Sintra com mais de 200 alunos do 1.º e 2.º ciclos: desde o início do mês, as crianças já não podem sair para o recreio com lápis e folhas na mão para fazerem o desafio.

A directora Teresa Maia explica que o jogo começou numa turma do 3.º ano, quando um rapaz de nove anos mostrou o novo desafio sobrenatural às colegas. “Assustaram-se muito e o aluno percebendo o que fizera ainda tentou acalma-las, mas não conseguiu”, conta. A directora foi obrigada a explicar-lhes que “não há bruxarias neste jogo, mas apenas a lei da Física em acção”. Apesar disso, uma das alunas não dormiu nessa noite.

Jogo pode ser usado para fazer bullying

O desafio que ganhou gás na internet em Maio e que tem sido notícia em reputados jornais internacionais tornou-se moda entre os adolescentes que se filmam a jogar e colocam os vídeos online. Basta uma rápida busca no YouTube para encontrar centenas de milhar de vídeos do desafio, uns em tom sério outros a ironizar com o fenómeno.

Na EB 2,3 Eugénio dos Santos, em Lisboa, Luís, de 14 anos, e os seus colegas da turma do 8.º ano também ficaram nervosos com o ‘Charlie Charlie’. “O meu filho é um bocado sugestionável e contou que os amigos no Facebook diziam que o espírito os perseguia”, adianta ao SOL a mãe de Luís, adiantando que os estudantes se filmavam uns aos outros com o telemóvel durante o desafio.

O coordenador da Eugénio dos Santos, Carlos Costa, acabaria por impedir os estudantes de jogar na escola no final do mês passado: “Os funcionários alertaram-me que os alunos, sobretudo os do 6.º ano, andavam a fazer o jogo e estavam assustados”. Falou com os estudantes sobre estes receios e soube que “uma das raparigas do 6.º ano nem tinha dormido com medo”.

O presidente da Confederação das Associações de Pais não tem dúvidas: se o desafio causa alarme deve ser proibido nas escolas e a decisão explicada aos estudantes.

Além da ansiedade e nervosismo, Jorge Ascensão diz que este jogo pode ser aproveitado para fazer bullying entre os alunos. “Os estudantes podem usar este desafio para atormentar aqueles de quem não gostam e as escolas têm obrigação de estar muito atentas”, alerta.

Ninguém sabe ao certo como surgiu este desafio. Suspeita-se que possa ser uma nova versão do jogo latino americano las lapiceras, no qual também se tenta adivinhar o futuro. Mais recentemente surgiu a explicação de que faz parte da campanha publicitária do novo filme sobrenatural da Warner Bros The Gallows, que estreia em Julho nos EUA, onde um dos protagonistas é Charlie, um estudante que morreu numa peça de teatro.

Padres e Federação Espírita

O fenómeno está a preocupar a Igreja Católica em vários países, com padres em Espanha e Inglaterra a chamarem a atenção para os riscos destes jogos. Em Portugal, o padre exorcista Duarte Sousa Lara garante que o desafio é “perigoso” porque é uma sessão espírita infantil, o que, alerta, não deve ser praticado.

“Invocar espíritos é uma coisa séria, é brincar com o fogo porque se está a abrir a porta a possessões”, explica o sacerdote ao SOL, lembrando que a Igreja condena as práticas da magia e da adivinhação, em que se incluem o ‘Charlie Charlie’ e outros jogos semelhantes.

Aliás, Sousa Lara revela que várias pessoas já o procuraram para lhe pedir opinião sobre o jogo. E defende que a Igreja, nas missas e nas catequeses, tem de alertar os católicos para os riscos. Neste momento, conta, está a acompanhar 88 casos de exorcismo e “95% são vítimas de magia negra, sessões espíritas e cartas astrais”.

Também a Federação Espírita Portuguesa considera que as crianças e adolescentes não devem aderir a estas práticas. “Estão a lidar com situações desconhecidas para eles e que os podem perturbar, justifica o presidente do organismo Vítor Mora Féria, lembrando que há regras específicas aprovadas pela Federação para realizar sessões espíritas. “Toda a comunicação só deve ser feita na presença de alguém com conhecimento, com capacidade de mediunidade”, refere.

Para o psicólogo Bruno Pereira Gomes, se as crianças têm medo, os pais devem aconselha-los a parar de jogar. “É importante falar com as crianças e não subestimar os seus receios”, alerta o especialista do Instituto Português de Psicologia Infantil.

joana.f.costa@sol.pt

 

 

 

A Saúde dos Adolescentes Portugueses em Tempo de Recessão : Dados nacionais do estudo HBSC de 2014

Julho 1, 2015 às 12:00 pm | Publicado em Estudos sobre a Criança | Deixe um comentário
Etiquetas: , , , , , , , , , ,

aventura

descarregar o documento no link:

http://aventurasocial.com/arquivo/1435095215_RELATORIO%20HBSC%202014d.pdf

APRESENTAÇÃO DO ESTUDO “HEALTH BEHAVIOUR IN SCHOOL-AGED CHILDREN” (HBSC)

O HBSC/OMS (Health Behaviour in School-aged Children) é um estudo colaborativo da Organização Mundial de Saúde (OMS) que pretende estudar os estilos de vida dos adolescentes e os seus comportamentos nos vários cenários das suas vidas. Iniciou-se em 1982 com investigadores de três países: Finlândia, Noruega e Inglaterra, e pouco tempo depois foi adoptado pela OMS, como um estudo colaborativo. Neste momento conta com 44 países entre os quais Portugal, integrado desde 1996, e membro associado desde 1998 (Currie, Samdal, Boyce & Smith, 2001).

O estudo HBSC criou e mantém uma rede internacional dinâmica na área da saúde dos adolescentes. Esta rede permite que cada um dos países membros contribua e adquira conhecimento com a colaboração e troca de experiências com os outros países. No sentido desta rede funcionar de forma coordenada, todos os países membros do HBSC respeitam um protocolo de pesquisa internacional (Currie et al., 2001).

Portugal realizou um primeiro estudo piloto em 1994 (Matos et al., 2000), o primeiro estudo nacional foi realizado em 1998 (Matos et al., 2000), o segundo em 2002 (Matos et al., 2003), o terceiro em 2006 (Matos et al., 2006), o quarto em 2010 (Matos et al., 2012) e um mais recente em 2014, ao qual se refere este relatório (relatórios disponíveis em:

http://aventurasocial.com/publicacoes.php

Vacina Prevenar gratuita desde hoje – Medicamento grátis para crianças nascidas desde 1 de janeiro

Julho 1, 2015 às 11:22 am | Publicado em A criança na comunicação social | Deixe um comentário
Etiquetas: , , , , , , , , , , ,

Notícia do Correio da Manhã de 1 de julho de 2015.

A vacina Prevenar passa a partir desta quarta-feira a estar disponível gratuitamente nos centros de saúde, para todas as crianças nascidas desde 1 de janeiro deste ano, uma vez que foi integrada no Programa Nacional de Vacinação.

A vacina Prevenar previne doenças provocadas pela bactéria pneumococo, como a pneumonia, meningite, otite e septicemia, entre outras.

O esquema de vacinação recomendado fica completo com três doses da vacina, devendo ser administrada aos dois meses, quatro meses e 12 meses.

Comunicado da Direção-Geral da Saúde

Vacinação contra a doença pneumocócica Prevenar 13 Pn13

 

 

As mães que trabalham têm impacto positivo nos filhos

Julho 1, 2015 às 6:00 am | Publicado em Estudos sobre a Criança | Deixe um comentário
Etiquetas: , , , , , , , , , , ,

Texto do site http://www.noticiasaominuto.com de 25 de junho de 2015.

O estudo mencionado na notícia é o seguinte:

Mums the Word! Cross-national Effects of Maternal Employment on Gender Inequalities at Work and at Home

 “A sociedade diz constantemente às mães trabalhadoras para se sentirem mal pelo facto de passarem menos tempo com os filhos para trazer um salário adicional”, sublinha o site Vox, antes de apresentar um novo estudo, realizado por investigadores da Harvard Business School, que promete aliviar a consciência de muitas mulheres.

Afinal, o facto de as mães trabalharem tem efeitos positivos nos filhos. Segundo as conclusões deste estudo, as filhas de mães trabalhadoras têm maiores probabilidades de ter emprego, de ocupar cargos de supervisão e de ter um salário mais alto, por oposição às filhas de mães domésticas. Também os filhos homens de mães com trabalho fora de casa são mais propensos a tomar conta de familiares e a tratar das tarefas domésticas.

Por outras palavras, como descreve o site Vox, ter uma mãe trabalhadora ajuda não só a reduzir os estereótipos associados ao género, como permite às crianças estar em contacto com um conjunto de capacidades de índole profissional.

Kathleen McGinn, professora na Harvard Business School e a principal investigadora no estudo, garante que a mensagem principal extraída das conclusões é esta: o facto de as mães trabalharem tem efeitos positivos a longo prazo nos filhos, porque ajuda a criança a perceber que há muitas oportunidades para ela.

O estudo recorreu, entre outras fontes de informação, a dados de 24 países recolhidos em 2002 e 2012

 


Entries e comentários feeds.