Seminário Internacional «Novos (Velhos?) Desafios no Combate ao Tráfico de Seres Humanos» 25 e 26 de junho de 2015

Junho 22, 2015 às 9:00 pm | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
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Organizado pela CIG – Comissão para a Cidadania e Igualdade de Género / Presidência do Conselho de Ministros e pelo OTSH – Observatório do Tráfico de Seres Humanos / Secretaria-Geral do Ministério da Administração Interna, com o apoio da Policia Judiciária, irá decorrer, nos dias 25 e 26 de junho de 2015, em Lisboa, o Seminário Internacional «Novos (velhos?) desafios no combate ao Tráfico de Seres Humanos»

Este seminário materializa duas iniciativas numa só: por um lado, a realização de uma conferência internacional sobre tráfico de pessoas e os novos desafios que se colocam no âmbito da UE, prevista no III Plano Nacional de Prevenção e Combate ao Tráfico de Seres Humanos (medida 15); e, por outro, a organização de uma conferência final no âmbito do projeto europeu «Towards a Pan-European Monitoring System on Trafficking in Human Beings», coordenado pela Secretaria-Geral do Ministério da Administração Interna MAI/ OTSH.

Procurando potenciar o que seriam iniciativas separadas, a CIG e o OTSH uniram, assim, esforços e objetivos num só evento, que será, por certo, da maior relevância para a reflexão sobre o tema proposto.

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Colóquio “Literatura Infantil, Praticas e Imaginário – Qual o lugar do Imaginário na sociedade actual?”

Junho 22, 2015 às 8:00 pm | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
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O investigador do CIEC Fernando Fraga Azevedo promove no próximo dia 29 de Junho, no Auditório do Instituto de Educação da Universidade do Minho, o Colóquio intitulado “Literatura Infantil, Praticas e Imaginário – Qual o lugar do Imaginário na sociedade actual?”.

O programa estender-se-a das 9h às 19h, com a realização de 13 painéis que contarão com a participação de palestrantes investigadores do CIEC e da Universidade do Minho, de outras universidades portuguesas e internacionais.

A participação é livre.

mais informações:

https://ciecum.wordpress.com/2015/06/16/literatura-infantil-praticas-e-imaginario-qual-o-lugar-do-imaginario-na-sociedade-actual/

 

Design The Future – plataforma online de orientação vocacional para jovens

Junho 22, 2015 às 1:00 pm | Publicado em O IAC na comunicação social, Vídeos | Deixe um comentário
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A Drª Maria João Pena (Instituto de Apoio à Criança – SOS-Criança/Criança Desaparecida) participou com 2 vídeos como Assistente Social no Instituto de Apoio à Criança – Serviço SOS Criança.

 

Press Release da Vodafone

FUNDAÇÃO VODAFONE LANÇA PLATAFORMA DIGITAL PARA JOVENS: DESIGN THE FUTURE

Terça-feira, 16 de Junho de 2015

Em parceria com a Better Future e com recurso a testemunhos reais

A Fundação Vodafone e a Associação Better Future acabam de lançar uma plataforma online, que pode ser acedida via PC, smartphone e tablet, que tem como missão difundir o conhecimento e promover a literacia dos jovens portugueses ao nível das suas opções formativas, de forma a permitir a estes jovens uma escolha académica mais orientada aos seus gostos e aptidões.

Na fase de lançamento da plataforma Design The Future, estão disponíveis mais de 100 vídeos com entrevistas a reconhecidos profissionais, representantes de profissões de várias áreas, tais como medicina, engenharia, desporto, literatura, educação, jornalismo, música, entre muitas outras, que falam sobre as suas profissões e sobre as motivações que os levaram a escolher a vocação na qual hoje são uma referência. Os entrevistados partilham a sua experiência profissional, de modo a transmitirem informação necessária para que os jovens possam fazer escolhas mais conscientes e orientadas ao seu perfil, competências e vocação, sempre em linha com as necessidades do mercado.

Este programa pretende contribuir para a melhoria do conhecimento dos jovens em relação às profissões existentes no mercado atual, bem como permitir disponibilizar informação sistematizada sobre as várias opções formativas existentes em Portugal, através das quais os jovens poderão ao longo do seu percurso desenvolver competências para o exercício de determinada profissão, designadamente informação sobre os cursos e respetivas instituições, provas de ingresso e médias de acesso.

Atualmente existem cerca de 440.900 jovens a frequentar o ensino secundário e 390.300 matriculados no ensino superior, no entanto, estima-se que metade dos estudantes que frequentam o ensino superior desiste do curso durante o 1º ano. Alguns estudos demonstram que tanto o abandono académico como uma parte da taxa de desemprego jovem advêm da falta de informação dos estudantes em relação aos cursos disponíveis no mercado e às respetivas saídas profissionais.

Como em todos os programas promovidos pela Fundação Vodafone, a plataforma Design The Future é inclusiva, permitindo a utilizadores cegos ou com baixa visão, aceder a todos os conteúdos disponibilizados através da mesma.

Link de acesso: http://designthefuture.pt/

 

 

Apresentação do livro “A admirável aventura de Malala” na Assembleia da República, 24 de junho

Junho 22, 2015 às 12:30 pm | Publicado em Divulgação, Livros | Deixe um comentário
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Apresentação do livro “A admirável aventura de Malala”
Biblioteca Assembleia da República | 24 de junho | 18h

O livro “A admirável aventura de Malala​”, de Maria Inês Almeida, é apresentado pelo Deputado​ José Ribeiro e Castro, pelo Vice-Presidente do Grupo Parlamentar de Amizade Portugal-Paquistão, Deputado Paulo Almeida, pela Embaixadora do Paquistão, Leena Salim Moazzam, pelo Comissário do Plano Nacional de Leitura, Fernando Pinto do Amaral, pela autora e pela editora. ​ A obra, publicada pela editora Planeta, retrata a vida da jovem paquistanesa a quem foi atribuído o Prémio Sakharov 2013 e o Prémio Nobel da Paz 2014.

http://www.planeta.pt/livro/a-admiravel-aventura-de-malala

Técnicas de procriação médica elevam taxa de risco de leucemia infantil

Junho 22, 2015 às 12:00 pm | Publicado em A criança na comunicação social | Deixe um comentário
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Reportagem do Expresso de 15 de junho de 2015.

Ana Baião

Christiana Martins

Investigadora avaliou os dados de todas as crianças nascidas na Noruega entre 1984 e 2011, com e sem o apoio de técnicas médicas, e verificou que os bebés de laboratório correm um risco acrescido de desenvolver cancros. O que falta explicar é se a culpa é da infertilidade ou dos tratamentos.

s filhos de mulheres que se submeteram a técnicas de Procriação Medicamente Assistida (PMA) têm um risco acrescido de desenvolver doenças cancerígenas? Esta foi a pergunta de base do estudo que cruzou o registo de todos os bebés nascidos na Noruega, entre 1984 e 2011, com o registo nacional de cancros daquele país.

Das mais de 1,6 milhões de crianças avaliadas, 25.782 nasceram de mães que se submeteram a tratamentos contra a infertilidade. Destas, 51 (0,20%) desenvolveram alguma forma de cancro, sobretudo leucemias (33%). Também foram identificados cancros no sistema nervoso central (12%) e nos tecidos moles (10%), tendo sido registados linfomas de Hodgkin em 6% dos casos. Os restantes 25% foram doenças cancerígenas variadas.

Das crianças que nasceram sem o recurso às técnicas de PMA, 4503 (0,28%) desenvolveram algum tipo de cancro, com percentagens da mesma ordem. Mas a diferença é que a idade média em que o cancro foi diagnosticado é de 3,2 anos nas crianças nascidas com o apoio da medicina e de 8,8 anos nas demais. Assim, as taxas de risco (cálculo que leva em conta, entre outros factores, a evolução relativa do risco dos indivíduos, tendo em consideração a passagem do tempo) de todos os tipos de cancro nas crianças nascidas com suporte médico é 1,21 superior à generalidade, e, segundo a investigação, no caso da leucemia e do linfoma de Hodgkin aumentam “significativamente” para 1,67 e 3,63, respetivamente.

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Marte Reigstad, autora da investigação e integrada na Unidade Norueguesa de Aconselhamento da Saúde da Mulher, explica ao Expresso que “a razão do elevado risco de cancros hematológicos em crianças nascidas após tecnologias de reprodução assistida ainda não está clara”. As hormonas administradas às mães durante os tratamentos, a manipulaçã dos ovócitos, espermatozóides e embriões durante o período da fertilização in vitro são algumas das hipóteses em estudo. A terceira tese é de que seja justamente a própria infertilidade a estar na base do problema. Na pesquisa foram tidos em consideração fatores como a idade materna, a ordem de nascimento, o sexo, o peso ao nascer e a idade gestacional.

Estes dados e a sua ligação a outras pesquisas já realizadas na Dinamarca, na Suécia e na Grécia, afirma Reigstad, “geram algumas preocupações” e a autora afirma “ser importante que estas crianças continuem a ser acompanhadas enquanto crescem”. Em causa, explica, está a necessidade de alargar o universo de crianças estudadas e tentar identificar subgrupos que apresentem riscos específicos.

Esta mesma investigadora já havia estudado a incidência do cancro na mama entre as mulheres tratadas à infertilidade e já havia encontrado indicações de que, independentemente do tratamento utilizado, algumas apresentavam um risco elevado de desenvolver esta neoplasia.

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Os números da investigação norueguesa vieram reforçar a associação que já se suspeitava existir entre os problemas de fertilidade maternos e os cancros desenvolvidos durante a infância, com especial relevo no caso da leucemia.

O resumo do estudo norueguês explica que há algum tempo surgiram as primeiras dúvidas sobre as possibilidades de a utilização de técnicas laboratoriais provocarem mudanças hereditárias na expressão dos genes, durante a divisão celular e que não eram causadas por alterações na sequência do DNA, ainda durante o desenvolvimento fetal. E seriam estas mudanças que estariam na origem de um aumento do risco de cancro.

Uma pista paralela, contudo, aponta para que seja a própria situação de infertilidade um fator de risco decisivo no surgimento da doença. Embora os resultados não sejam absolutos, várias investigações conjugavam-se para apontar um aumento do risco no surgimento de leucemia nas crianças concebidas com o apoio das técnicas de PMA.

Questionado sobre esta investigação, Sérgio Soares, diretor do centro IVI de combate à infertilidade, confirma que “os potenciais riscos associados à utilização de técnicas de PMA têm sido exaustivamente estudados e, ainda assim, algumas perguntas continuam sem respostas definitivas”. Este médico, doutorado em Biologia Celular e Imunologia na Universidade Autónoma de Barcelona, afirma que “a maior parte dos estudos sobre o tema não evidencia um aumento na incidência de cancro nas crianças nascidas dos tratamentos médicos”.

Em relação ao risco acrescido de leucemia, Sérgio Soares diz que “há indícios importantes de que hábitos de vida paternos associados à infertilidade, como o tabagismo, estão vinculados a um aumento da incidência de cancro na descendência”. E alerta para a necessidade de se continuar a estudar estas ligações.

Este estudo foi apresentado esta segunda-feira no 31.º encontro Anual da Sociedade Europeia de Reprodução Humana e Embriologia, que se realiza este ano em Lisboa e reúne mais de 10 mil especialistas na área.

Existem no mundo mais de cinco milhões de crianças que nasceram em resultado da utilização de técnicas de PMA, sendo que o chamado primeiro bebé proveta nasceu há 37 anos no Reino Unido e, em Portugal, a primeira criança que resultou de fertilização in vitro nasceu em 1986 (Carlos Saleiro, futebolista, antig jogador do Sporting e da Académica).

 

 

 

 

Terra à vista! – Jogo de Pistas – Para crianças dos 8 aos 12 anos na Biblioteca Infantil e Juvenil Parque Marechal Carmona – Cascais

Junho 22, 2015 às 10:45 am | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
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mais informações:

http://www.cm-cascais.pt/evento/terra-vista-jogo-de-pistas

Always Like A Girl – Campanha contra os Estereótipos de Género

Junho 22, 2015 às 6:00 am | Publicado em Vídeos | Deixe um comentário
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http://www.always.com/en-us/likeagirl.aspx

 

 


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