Safety Lessons On Child Sexual Abuse

Maio 20, 2015 às 8:00 pm | Publicado em Vídeos | Deixe um comentário
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Casos mediáticos de violência juvenil são apenas a parte visível da realidade

Maio 20, 2015 às 4:19 pm | Publicado em A criança na comunicação social | Deixe um comentário
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Notícia do Público de 20 de maio de 2015.

Raquel Esperança

Ana Dias Cordeiro

Conclusões do grupo de trabalho sobre indisciplina escolar da comissão parlamentar de Educação serão apresentadas nesta quarta-feira, no Parlamento, em Lisboa.

Os casos na Figueira da Foz e Leiria, de dois rapazes de 17 e 12 anos agredidos por colegas da escola, são exemplos de violência e bullying conhecidos porque foram divulgados através das redes sociais e da comunicação social. “Estes são os que conhecemos graças à democratização das tecnologias da informação. E os outros?”, interroga-se Rui Pedro Duarte, deputado do PS e coordenador do grupo de trabalho sobre indisciplina escolar, criado pela comissão parlamentar de Educação, Ciência e Cultura.

Criado no ano passado para responder a um fenómeno presente, e que estará a aumentar, o grupo de deputados terminou os seus trabalhos. Algumas das conclusões serão apresentadas esta quarta-feira numa conferência no auditório do edifício novo da Assembleia da República em que também são oradores, além dos representantes dos grupos parlamentares, o presidente do Conselho Nacional de Educação, David Justino, o director de um agrupamento escolar de Vila Nova de Gaia, Filinto Lima, e o professor da Universidade do Minho João Lopes.

Na sua audição parlamentar em Outubro, o académico expôs dados dos estudos que coordenou sobre o tema numa altura em que, disse, a indisciplina está a aumentar na sala de aula: cerca de 15% dos professores perdem mais de 40% do seu tempo a tentar disciplinar os alunos e 60% não tiveram até hoje qualquer formação específica para lidar com o problema.

Para quem pensou na criação do grupo de trabalho como ponto de partida para possíveis alterações legislativas, “este timing pode não ser o melhor”, admite Rui Pedro Duarte, uma vez que a publicação do relatório final será já perto do fim da legislatura. Mas diz: “Também admito que o trabalho feito dá uma base de maior consistência para que, no futuro, grupos parlamentares ou governos possam legislar sobre isso, e criar novos instrumentos.” O importante, sustenta, é que o interesse não saia da esfera política, agora que dois episódios mediáticos colocaram este assunto na agenda.

Na Figueira da Foz, um jovem que à altura dos factos tinha 16 anos foi alvo de socos e estaladas, durante pelo menos dez minutos. O episódio ocorreu fora da escola, foi filmado e alguém o divulgou nas redes sociais um ano depois de acontecer. “Quantos mais casos destes aconteceram, depois deste, sem nós sabermos?”, interroga-se o deputado para quem o que é conhecido (e discutido) é apenas uma parte da realidade, uma espécie de ponta do icebergue.

Em Leiria, onde um miúdo de 12 anos foi violentamente agredido por colegas, nenhum vídeo foi colocado na Internet. A violência correspondia a um padrão. A última agressão, na quinta-feira, foi a mais violenta, tendo o jovem de ser levado para o hospital. A situação, que durava há vários meses, tornou-se então pública. O colégio agiu há algum tempo, mas as agressões continuaram e agravar-se, passando a ocorrer não no colégio mas no interior do autocarro escolar.

A visibilidade dada pela comunicação social e as redes sociais a casos como estes é, para a deputada do PSD, Maria da Conceição Caldeira, aquilo que explica a percepção de que a violência na escola aumentou muito. “Aumentou, mas não na proporção daquilo que nos é mostrado”, diz a deputada do mesmo grupo de trabalho, para quem é preciso distinguir “a indisciplina que acontece com naturalidade em espaços com centenas de alunos” da violência e da indisciplina e violência que se transformam em bullying. “A actuação tem de ser diferente” consoante a situação.

A deputada de um dos partidos que sustentam o Governo reconhece que a solução passa, entre outras coisas, por formar professores e pessoal não docente, para melhor prevenirem e lidarem com situações de conflito, mas também por “dotar as escolas com os meios necessários para fazerem face a este problema”. E isso não tem acontecido, aponta Rui Pedro Duarte que lembra os cortes de 700 milhões de euros, impostos no Orçamento do Estado para este ano, ao Básico e Secundário. “São estes cortes compatíveis com o combate à indisciplina e violência em meio escolar?”, questiona.

A deputada Diana Ferreira do PCP apresenta como “factor incontornável” desta presença da indisciplina “a situação económica e social das famílias portuguesas”. “Eu não diria que são as causas” de uma maior violência e indisciplina nas escolas, “mas um factor” que as explica. “Uma criança que não tem luz em casa ou um sítio para estudar, ou sem acompanhamento familiar, porque os pais trabalham por turnos, terá mais tendência a ter comportamentos de indisciplina e a ter insucesso e abandono escolar”, expõe. E conclui: “Indisciplina, insucesso e violência encontram-se muitas vezes associados e não podem ser dissociados daquela que é a realidade social e económica do país.” O PÚBLICO tentou ouvir os deputados do BE e do CDS, mas não obteve resposta.

Rui Pedro Duarte, que se apoia no aumento das ocorrências de natureza criminal em meio escolar expresso no Relatório Anual de Segurança Interna (RASI), relativo a 2014, considera que este é um problema a que a tutela não pode ficar alheia. “O ministro podia começar por ouvir as escolas, comentar este aumento da violência e dialogar com as forças de segurança”.

Entre as “dimensões para uma solução” que Rui Pedro Duarte apresentará na conferência estão o compromisso dos pais com a escola, a formação de professores e pessoal não docente para a gestão de conflitos e uma autonomia de gestão da escola que permita estabilizar professores e funcionários.

Mas também: uma maior dotação de recursos para, entre outras coisas, pôr fim a um ambiente de precariedade geral nas escolas. E, por fim, a revisão do Estatuto do Aluno para que este seja “um instrumento de valorização e de co-responsabilização do aluno” e não de punição. “Não se conhece um caso em que tenham sido aplicadas multas aos pais. Esta dimensão punitiva não funcionou, pelo menos até hoje.”

 

 

 

Homenagem a Elza Chambel: Comunicado da Direção do IAC

Maio 20, 2015 às 3:00 pm | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
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Ricardo Perna

Foi com grande comoção que o Instituto de Apoio à Criança soube da morte de Elza Chambel. Membro dos órgãos sociais do IAC há décadas, trabalhou connosco em múltiplas ocasiões e acompanhou de perto o Projecto Rua desde que foi Comissária da Luta contra a Pobreza, nos anos 90. A sua acção na área social foi notável, particularmente na causa do combate à exclusão, e nos últimos anos, salientamos a sua actividade no âmbito do Voluntariado, tendo presidido ao Conselho Nacional do Voluntariado. Desempenhou cargos de relevo na Administração Pública, representou o nosso País em inúmeras reuniões internacionais e já depois de estar aposentada continuou a trabalhar nas suas causas como Voluntária, designadamente a prestar apoio ao Projecto Rua, onde criou fortes laços de amizade com todas as equipas. Elza Chambel deixa uma enorme saudade e o Instituto de Apoio à Criança presta-lhe uma sentida homenagem de respeito, apreço e gratidão.

 

Oficina de Teatro na Ludobiblioteca EB Areia Guincho

Maio 20, 2015 às 2:17 pm | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
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mais informações:

https://www.facebook.com/Ludobiblioteca.EB1JIAreia.Guincho?fref=ts

Seminário do Comando Territorial de Santarém sobre violência doméstica – “ Um Olhar em Rede sobre os Agressores”

Maio 20, 2015 às 2:00 pm | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
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mais informações:

O Seminário tem a duração de 1 (um) dia, das 09H00 às 17H30, e a inscrição de cada participante é gratuita mas limitada aos lugares existentes, devendo a mesma ser obrigatoriamente feita através do link abaixo indicado, solicitando-se que confirmem presença até 2 dias antes.

https://docs.google.com/forms/d/1ltfVJYErxFTFH-3bciHDHfrD1JdqJzkmGCWuzOmqBsk/viewform

 

Campanha da Missing Children Europe de divulgação do 116 000 Linha Europeia para Crianças Desaparecidas

Maio 20, 2015 às 2:00 pm | Publicado em A criança na comunicação social | Deixe um comentário
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Texto do Facebook da Missing Children Europe

We are just a week away from International Missing Children’s day on May 25th. The day has been commemorated around the world since 1983, in memory of 6 year old Etan Patz who went missing on his way to school on 25 May, 1979, as well as in memory of thousands of other children who go missing each year. The day sends a message of hope to parents and children, and raises awareness about the problem, through the use of the ‘forget-me-not’ flower as its official symbol.

Speak up for missing children this year by joining our thunderclap campaign, running or golfing for Missing Children Europe, visiting our photo exhibition at the European Parliament or donating to help realise one of Missing Children Europe’s projects. Find out how in our newsletter:

http://eepurl.com/bfPE5n

Em Portugal o 116 000 foi atribuído ao SOS-Criança do Instituto de Apoio à Criança. mais informações aqui 

Grávidas em Portugal correm duas vezes mais risco de vida do que em Espanha

Maio 20, 2015 às 1:00 pm | Publicado em A criança na comunicação social | Deixe um comentário
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O relatório “Mother’s Index” deste ano da organização  Save the Children, revela que Portugal está entre os melhores países do mundo para se ter filhos. No ranking, Portugal surge em 16º lugar, à frente do Canadá, de França, de Inglaterra, e até mesmo dos Estados Unidos da América – os últimos a ocupar um surpreendente 33º lugar. O estudo centrou-se no bem-estar de mulheres e crianças de 179 países, dos quais 46 são desenvolvidos, e os restantes 133 são países em desenvolvimento.

A organização explica que a qualidade de vida das crianças depende da saúde, da segurança e do bem-estar das mães, e por isso definiu cinco indicadores que reflectem as condições em que vivem a população feminina de cada país. A saúde materna refere-se ao risco de vida corrido pelas mulheres grávidas, que em Portugal corresponde a uma em cada 8800 mulheres. Aqui ao lado, em Espanha, uma mulher em cada 15.100 pode morrer durante a gravidez ou durante o trabalho de parto, o que significa que o risco do lado de cá da fronteira é quase duas vezes maior. Nas contas para este risco conta, por exemplo, a qualidade dos cuidados de saúde prestados, segundo o relatório.

Já no que toca à mortalidade infantil antes dos cinco anos, em 1000 bebés nascidos em Portugal, a taxa corresponde a 3.8.

Também o acesso das mulheres à educação e a oportunidades económicas e sociais são considerados fatores fundamentais no que diz respeito ao bem-estar da criança. Em Portugal espera-se que crianças e jovens venham a alcançar cerca de 16 anos de escolaridade.

Com este relatório, a Save the Children pretende alertar para o fosso entre ricos e pobres. Os países nórdicos dominam as primeiras cinco posições da tabela. Em último lugar apresenta-se a Somália, com uma mulher em cada 18 a correr risco de morte durante o parto. Ao mesmo tempo, a hipótese de complicações durante o parte levarem à morte de uma mulher finlandesa correspondem a 1 em 15.000.

Uma das conclusões gerais apresentadas pela organização é de que em 30 mulheres, uma corre o risco de morte por complicações relacionadas com a gravidez. E que em oito crianças, uma morre antes de chegar aos cinco anos.

Top 10 dos melhores países para se ter filhos:

1. Noruega

2. Finlândia

3. Islândia

4. Dinamarca

5. Suécia

6. Holanda

7. Espanha

8. Alemanha

9. Austrália

10. Bélgica

Top 10 dos piores países para se ter filhos:

169. Haiti

169. Serra Leoa

171. Guiné-Bissau

172. Chade

173. Costa do Marfim

174. Gambia

175. Nigéria

176. Mali

177. República Centro-Africana

178. República Democrática do Congo

179. Somália

Publicado na revista Visão em 5 de Maio de 2015

Conferência Pensar a Educação. Portugal 2015

Maio 20, 2015 às 11:00 am | Publicado em Uncategorized | Deixe um comentário
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programa_pensar_educacao_1_A Conferência Pensar a Educação. Portugal 2015, realiza-se em Lisboa, na Fundação Calouste Gulbenkian, no próximo dia 21 Maio.

Saiba mais AQUI.

Crianças sem rotina para dormir têm mais problemas de comportamento

Maio 20, 2015 às 6:00 am | Publicado em A criança na comunicação social | Deixe um comentário
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Pesquisa mostra que dormir em horários diferentes pode prejudicar o relógio biológico do seu filho e aumentar as chances de hiperatividade e ansiedade no futuro.
Você já deve ter ouvido muitas vezes a importância de manter uma rotina antes de colocar seu filho para dormir. Um estudo britânico publicado na revista científica Pediatrics acaba de reforçar, mais uma vez, os benefícios de manter os horários das crianças à noite.

Pesquisadores analisaram a rotina de sono de 10.230 crianças aos 3, 5 e 7 anos. Depois de compilar todos os dados e analisar questionários respondidos pelos pais e professores, os cientistas perceberam que ter horários irregulares para dormir afeta o relógio biológico da criança e, consequentemente, o funcionamento do corpo. As mudanças aparecem logo no humor e no apetite, mas não param por aí.

A longo prazo, crianças sem rotina de sono tiveram notas mais baixas em testes que mediram a capacidade de resolver problemas e mais chances de desenvolver hiperatividade e problemas emocionais, como ansiedade e envolvimento em brigas com colegas.

Segundo os cientistas, as mudanças na hora de dormir são semelhantes aos efeitos do jetlag, aquele cansaço que você sente após uma viagem, sabe? E assim como o seu sono se altera após um voo longo, o mesmo acontece com seu filho, que sofre com os efeitos.

Mas, se aí na sua casa não há um esquema certinho para o momento de descanso das crianças, aqui vai uma boa notícia. Todos esses prejuízos são reversíveis. Ou seja, assim que você conseguir estabelecer os horários, seu filho vai melhorar as notas e ter menos chances de desenvolver problemas de comportamento.

Vamos lá, então? A pediatra Marcia Pradella-Hallinan, do Instituto do Sono da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp), orienta que duas horas antes de seu filho ir para a cama, você sirva o jantar (para dar tempo de a refeição ser digerida) e diminua o ritmo da casa. Um banho também ajuda a acalmar. Melhor trocar a TV, o videogame ou os tablets por brincadeiras mais calmas e pela leitura de um livro.

Na hora de colocá-lo para dormir, vista o pijama e ofereça um pouco de leite (ou amamente, no caso dos menores). Com ele já deitado na cama ou no berço, conte uma história (inventada também vale…). Uma música calminha ou até mesmo cantada por você pode fazer parte deste momento.

Quando já estiver quase dormindo, dê um beijinho de boa noite e deixe-o adormecer sozinho.
Pode ser que seu filho demore para se adaptar à rotina. Isso é normal. O importante é se manter firme e repetir a técnica por pelo menos 15 dias antes de fazer qualquer mudança. Aos poucos, por já saber o que esperar, a criança fica mais segura e, com certeza, vai dormir melhor.

 

Bruna Menegueço

Fonte


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