Atualidades em Alimentação e Nutrição Pediátrica: reunião em Junho no Porto

Maio 15, 2015 às 8:00 pm | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
Etiquetas: , ,

cartaz porto final (3)

Local: Auditório da Ordem dos Médicos – Porto
Dia: 4 de Junho de 2015 a 6 de Junho de 2015
Organização: Unidade de Nutrição do Serviço de Pediatria –Hospital Pediátrico Integrado – Centro Hospitalar de São João
Temática: Aspectos relevantes da alimentação e nutrição na idade pediátrica
Resumo: A reunião incide sobre aspectos relevantes da alimentação e nutrição na idade pediátrica, com áreas temáticas associadas à prevenção e promoção de correctos hábitos alimentares e do estado de nutrição e saúde e também sobre a importância da intervenção nutricional em várias áreas da patologia, muito particularmente naquelas com repercussão sobre o estado de nutrição. Estas sessões decorrerão nos dias 4 e 5 de Junho e têm como população alvo os pediatras ou internos de pediatria e outros profissionais de saúde, médicos ou não, que lidem com a saúde da criança. No dia 6 decorrerão 3 cursos em simultâneo, com um número limitado de participantes e destinados em particular a associações de doentes, familiares e professores.

Mais informações AQUI.

Dia da Consulta Jurídica Gratuita em 18 de Maio

Maio 15, 2015 às 2:31 pm | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
Etiquetas:

Cartaz

Vídeo alerta sobre rapto de crianças

Maio 15, 2015 às 1:00 pm | Publicado em Vídeos | Deixe um comentário
Etiquetas: ,

 

Esta foi uma experiência realizada nos Estados Unidos da América por Joey Salads.

Conferência: A família em direito civil, penal e fiscal na Universidade Lusíada de Lisboa

Maio 15, 2015 às 12:30 pm | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
Etiquetas: ,

A Conferência “A família em direito civil, penal e fiscal” é organizada pela Prof.ª Doutora Maria Eduarda de Almeida Azevedo na Universidade Lusíada de Lisboa.

Datas: 7 e 13 Maio 2015
Horário: 10H00 – 13H00
Localização: Auditório 1 – ULL

cartaz_direito_familia_2015

Mais informações AQUI.

Mestrado de Educaçao e Proteção de Crianças em Risco: estão abertas as candidaturas

Maio 15, 2015 às 10:13 am | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
Etiquetas: ,

Estão abertas as candidaturas ao mestrado de Educaçao e Proteção de Crianças em Risco.

 

o_3be520ffebb68479_001 o_3be520ffebb68479_002

Clique nas imagens para aumentar.

Perseguição na escola tem efeitos mais graves do que maus-tratos na infância, revela estudo

Maio 15, 2015 às 6:00 am | Publicado em A criança na comunicação social | Deixe um comentário
Etiquetas: ,

Estudo publicado na revista Lancet dá conta de que ser vítima de bullying na adolescência pode deixar marcas mais duradouras do que os maus-tratos na infância, mas quem os sofreu está também mais vulnerável a ser maltratado por outros alunos.

863543

Ansiedade, depressão, autolesão, tendências suicidas. Aos 18 anos, estes sintomas são mais frequentes entre os jovens que foram vítimas de bullying na escola do que naqueles que sofreram maus-tratos na infância infligidos por adultos, conclui um estudo publicado recentemente na revista britânica The Lancet Psychiatry. Bullying é a violência exercida na escola entre pares (alunos), de forma sistemática e com a intenção de provocar danos.

Dados de 106 países compilados pela UNICEF, em 2013, dão conta de que um em três adolescentes, entre os 13 e os 15 anos, são vítimas de bullying. Em Portugal 34% disseram que foram provocados na escola pelo menos uma vez por semana nos últimos dois meses que antecederam um inquérito de 2014 desenvolvido no âmbito do projecto A Saúde dos Adolescentes Portugueses.

O estudo publicado na Lancet, da autoria de professores da Universidade de Warwick, no Reino Unido, e de investigadores Centro Médico de Duke, nos EUA, dá conta de que o risco de problemas mentais a longo prazo mais do que duplica (passa de 17% para 36%) quando são comparados jovens que “só” foram vítimas de maus-tratos na infância e aqueles que “apenas” foram alvo de bullying à entrada da adolescência. Aos 18 anos, os que apresentam sintomas de ansiedade passa, de um grupo para o outro, de 8,3% para 25,%; os que têm problemas de depressão aumenta de 9,5 para 11,3 e nos casos mais graves, como comportamentos auto-lesivos e pensamentos suicidas, sobe de 8,5% para 13%.

“Ao contrário de estudos anteriores, os nossos resultados mostram que a existência de problemas de saúde mental não se deve, só por si, a maus-tratos na infância, mas que se revelam quando as crianças foram vítimas de bullying”, frisam os autores. Mas constataram também que cerca de 40% das crianças que sofreram maus-tratos infligidos por adultos foram mais tarde alvo de bullying na escola, o que os leva a outra conclusão: “A experiência de outras formas de vitimização pode criar propensão para se ser perseguido” na escola por outros alunos.

Este é um dos aspectos do estudo publicado na Lancet que a investigadora Sónia Seixas destaca. “É como uma bola de neve. Os maus-tratos danificam o jovem e aumentam a propensão para que seja vitimizado na relação com os seus pares, Aí sim, faz sentido que o efeito seja exponencial e que esta experiência tenha mais consequências na saúde mental de jovens adultos do que os maus-tratos na infância”, refere a subdirectora da Escola Superior de Educação de Santarém e co-autora do livro Como apagar o bullying da escola.

A investigadora lembra, a propósito, que a perseguição e agressões registadas na escola se dão “numa altura em que a relação entre pares é fundamental para a construção da identidade e quando esta é comprometida as consequências para a saúde podem ser maiores do que a experiência vivida na infância”, mas sublinha que estes são aspectos que não devem ser abordados de uma forma “compartimentada”.

Quanto à situação actual em Portugal considera que se assiste a uma tendência de “estabilidade” no caso do bullying presencial. “As escolas estão abertas a discutir o problema, o que antes não acontecia, e têm promovido muitas acções de sensibilização. E quando falamos com os jovens sobre estes comportamentos eles tornam-se mais cientes das consequências dos seus actos”, refere. É a “boa” notícia. A “má” é que, acrescenta, existe outra forma de perseguição que está em crescendo, o chamado cyberbullying, exercido através das redes sociais, “cujas consequências são semelhantes ou até mais gravosas” do quem quando a perseguição é feita frente a frente.

O estudo publicado na Lancet foi feito com base em duas amostras: a britânica ALSPAC (Avon Longitudinal Study of Parents and Children in the UK) constituída por 4026 crianças até aos 13 anos 13 anos: a outra amostra reúne 1420 crianças dos Estados Unidos com idades entre os 9 e os 16 anos (GSM- Great Smoky Moutains Study in USA).

 

Clara Viana

Notícia publicada no jornal Público em 5 de Maio de 2015


Entries e comentários feeds.