Educação Sexual: do saber ao fazer: Um contributo para a formação de Professores – e-Book

Maio 11, 2015 às 8:00 pm | Publicado em Recursos educativos | Deixe um comentário
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sexual

consultar os e-books nos links:

TOMO I

http://issuu.com/tiagolopess95/docs/tomo_i_-_educa____o_sexual_do_saber

TOMO II

http://issuu.com/tiagolopess95/docs/tomo_ii_-_educa____o_sexual_do_sabe

 

 

Colóquio “Independências: Descodificar Riscos de Adolescência”

Maio 11, 2015 às 3:13 pm | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
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O Colóquio “Independências: Descodificar riscos da Adolescência”, é organizado pelo Serviço de Intervenção nos Comportamentos Aditivos e nas Dependências em parceria com a 3.ª Divisão Policial – PSP.

O evento tem entrada livre, mas sujeito a inscrição prévia, podendo inscrever-se através do link http://goo.gl/forms/SBafZ1SbMa até o próximo dia 14 de Maio de 2015.

O Colóquio será realizado na Escola Superior de Comunicação Social, em Lisboa. http://goo.gl/maps/rCBGS.

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IAC estará presente no Seminário de Direito de Família

Maio 11, 2015 às 2:17 pm | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
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A Dr.ª Ana Sotto-Mayor do Serviço Jurídico do Instituto de Apoio à Criança, irá participar no Seminário de Direito de Família organizado pela Ordem dos Advogados, delegação de Viseu, em 15 de maio.  Terá intervenção no Painel 4 – Responsabilidades parentais/a família como instrumento de promoção e proteção.

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Mais informações AQUI.

Feelipa Color Code – sistema de identificação de cores inclusivo para deficientes visuais

Maio 11, 2015 às 12:00 pm | Publicado em Divulgação, Vídeos | Deixe um comentário
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http://www.feelipa.com/pt/

 

 

Instituto de Apoio à Criança questiona ERC sobre “caso Ídolos”

Maio 11, 2015 às 9:49 am | Publicado em O IAC na comunicação social | Deixe um comentário
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foto Orlando Almeida / Global Imagens

foto Orlando Almeida / Global Imagens

 

O caso aconteceu no programa divulgado pelo canal televisivo no passado domingo, que mostra as orelhas do jovem a crescer durante a sua atuação, uma situação que gerou muitas críticas nas redes sociais e levou a SIC e a produtora do programa FremantleMedia a lamentarem o sucedido.
Perante o caso, “o Instituto de Apoio à Criança (IAC) solicitou à Entidade Reguladora para a Comunicação Social (ERC) que avaliasse a situação”, disse o secretário-geral do IAC, Manuel Coutinho.

Falando genericamente de programas que expõem crianças e jovens, Manuel Coutinho, também coordenador do SOS-Criança do IAC, defendeu que estes “devem ter um cuidado muito especial para não ferir as suscetibilidades” dos participantes.

Por outro lado, sublinhou o psicólogo, os pais também devem “ponderar muito bem o interesse da participação ou não dos filhos em determinado tipo de programas”.

Manuel Coutinho adiantou que este tipo de programas “tem muita audiência”, que às vezes é conseguida através da ridicularização dos seus intervenientes. “Esta ridicularização quando incide sobre as crianças e jovens pode acabar por ser nefasta e, de alguma maneira, comprometer a sua formação, porque a afeta de uma forma muito negativa”, advertiu.

Para o psicólogo, os programas que “comprometem os direitos fundamentais das crianças, nomeadamente o direito à sua imagem, acabam por ser devastadores”. Isto porque “os jovens e os adolescentes estão em formação e, por vezes, têm grande dificuldade em aceitar o seu corpo e quando as suas dificuldades são exacerbadas não contribuem para o seu bem-estar, pelo contrário acentuam as suas dificuldades de integração de grupo e de autoimagem”, explicou.

Manuel Coutinho disse acreditar que quem produz este tipo de programas não tem como objetivo prejudicar os jovens. Contudo, “há certas práticas que, aparentemente inocentes, acabam por vir a comprometer o desenvolvimento harmonioso da personalidade das crianças”.

Nesse sentido, defendeu, devia haver uma “maior fiscalização prévia para evitar eventuais excessos que muitas vezes acontecem”.

A acontecerem estas situações as organizações que tutelam estes programas, nomeadamente a ERC, devem avaliá-las e elaborar recomendações para que não se repitam, sublinhou.

O Bloco de Esquerda também enviou esta sexta-feira uma carta ao presidente da ERC, Carlos Magno, a defender a necessidade de avaliar se as práticas estabelecidas nas empresas de comunicação social protegem devidamente os menores e o seu direito à imagem e reserva da intimidade, bem como o seu direito à proteção legal contra qualquer forma de discriminação.

Para o BE, a “violência da caricatura” suscita “algumas preocupações sobre as práticas estabelecidas nas empresas e produtoras de comunicação social relativamente aos contratos que estabelecem com participantes nos seus programas e, em particular, o respeito pelo direito à imagem dos participantes”.

A Lusa contactou a ERC e a SIC, mas até ao momento não obteve resposta.

Este caso foi lamentando por um professor do jovem, Rafael Tormenta, que escreveu na sua página do Facebook que o adolescente, que frequenta uma turma de Educação Especial, “está fechado no seu quarto há alguns dias”.

“No Agrupamento de Escolas Gaia Nascente estamos muito zangados com a SIC. Entendemos que isto não se faz a ninguém”, afirma Rafael Tormenta, lamentando não saber quando é que seu aluno vai regressar às aulas e que “o senhor ministro da Educação e o senhor Primeiro-Ministro nada façam para acabar com esta barbárie”.

 

Publicado no Jornal de Notícias em 8 de Maio de 2015

Todos têm dever de denunciar maus tratos a crianças

Maio 11, 2015 às 6:00 am | Publicado em A criança na comunicação social | Deixe um comentário
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Notícia do site http://lifestyle.sapo.pt  de 29 de abril de 2015.

AFP Photo  Alberto Pizzoli

Nuno Noronha  Lusa

A diretora da Mimar, associação de acolhimento de crianças em perigo, no Estoril, defende que todos os cidadãos têm a obrigação de proteger e estar atentos às crianças e de denunciarem casos de maus tratos, negligência ou abandono.

Sofia Pombo e Costa socorre-se de um provérbio africano para enfatizar a ideia: ‘para proteger e para educar uma criança é necessário uma aldeia’.

“Estamos a falar de familiares próximos, vizinhos, escolas, centros de saúde, que contactam de uma forma muito mais diária e não só do técnico, já numa segunda linha, ou de uma comissão de proteção”, realça a psicóloga em entrevista à Lusa, a propósito dos mais recentes casos de morte de crianças – o bebé esfaqueado pelo pai e a menina agredida pelo padrasto.

“São situações lamentáveis e tristes que fazem com que questionemos como podemos evitar este tipo de situações”, diz.

“Mas vem-me logo à mente o quão difícil é a proteção das crianças e o quão precisamos de olhar para o sistema que tantas vezes é falado como muito mais abrangente do que me parece que às vezes é”, sublinha.

“E por isso, mais do que focarmo-nos tanto no técnico e na comissão de proteção e no sistema quase micro, temos que olhar para todo o sistema e questionar porque é que estas situações ocorrem em todos os patamares desse sistema começando por todos nós, enquanto pessoas, pela comunidade que deve e pode estar atenta de uma forma diária e quotidiana”, recomendou.

E, continua, “mesmo quando há uma sinalização, a não ser que no momento esteja a acontecer algo muito grave e que haja uma retirada da criança, de emergência, a situação tem de ser avaliada e os técnicos não têm uma bola de cristal que lhes permite ver o que está a acontecer e o que virá a acontecer num futuro próximo”.

Por isso, defende, o envolvimento de todas as pessoas e de toda a comunidade é fundamental para que possa haver uma verdadeira e uma boa proteção à infância e às crianças.

“Começa em cada um de nós e é importante que cada pessoa possa olhar pelas nossas crianças e não só um sistema já de segunda linha, como uma comissão, que também tem o seu papel, tem outras ferramentas para avaliar, mas não tem o quotidiano, o dia-a-dia onde vários indícios podem surgir”, enfatiza.

Questionada sobre as dificuldades sentidas na Mimar, Teresa Avilez, gestora familiar na associação, lança a pergunta: ”Sabe quantas pessoas existem no distrito de Lisboa inscritas e disponíveis para acolher temporariamente uma criança na sua família? Zero …”.

“Enquanto parte de uma equipa técnica de um centro de acolhimento, uma das dificuldades que sentimos é quando estamos a pensar, juntamente com os tribunais e as comissões, sobre os projetos de vida das crianças que acolhemos, que a resposta que mais vai ao encontro do superior interesse da criança não seria nem a reunificação familiar, nem a adoção plena”, afirma.

Em causa, sustenta a jurista, está uma resposta que não implique um corte com a família de origem, mas sim uma resposta no meio, entre aquelas duas situações.

“A lei prevê essas respostas, mas aquilo que sentimos é que quando damos um parecer no sentido da adoção restrita ou do apadrinhamento civil, não conseguimos concretizar estas respostas”, explica.

“Custa-nos muito pensar que não tenhamos pessoas solidárias, que não se candidatem a uma situação destas e o que depois vemos é que há muitas pessoas a acolher informalmente crianças e a dar essa ajuda às famílias que precisam”, realça Teresa Avilez.

“Não acredito, o povo português até é tido por ser solidário, portanto choca-me muito que existam zero candidatos a uma adoção restrita ou zero candidatos a um apadrinhamento civil ou candidatos ao acolhimento familiar, que é outra medida de proteção”, lamenta a gestora familiar na Mimar.

 

 

 


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