XXVI Encontro Nacional da APPIA – Psicopatologia da Infância e da Adolescência: Heranças e Evoluções – com a participação de Ana Perdigão do IAC

Abril 22, 2015 às 8:00 pm | Publicado em O IAC na comunicação social | Deixe um comentário
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A Drª Ana Perdigão – Coordenadora do Serviço Jurídico do instituto de Apoio à Criança irá participar no encontro no dia 28 de maio pelas 14. 30 h como comentadora da conferência de Gill Gorell Barnes “Fathers, children and mothers following parental separation and divorce: mediating conflict between parents in the service of children’s mental health”.

mais informações:

https://www.facebook.com/events/358671150994215/

encontro

 

Mães dedicam mais tempo aos filhos, pais frustados por estarem mais ausentes

Abril 22, 2015 às 3:30 pm | Publicado em A criança na comunicação social | Deixe um comentário
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Notícia da SIC Notícias de 22 de abril de 2015.

As mães estão mais tempo com filhos e trabalham mais horas entre as tarefas domésticas e o emprego, mas os pais sentem-se frustrados por não conseguirem dedicar maior atenção à criança, revela um estudo sobre as famílias portuguesas.

A investigação, publicada no livro Parentalidade(s) nas Famílias Nucleares Contemporâneas, que é apresentado hoje em Lisboa, envolveu 200 mães e 158 pais de crianças em idade pré-escolar que frequentavam os jardins-de-infância da rede pública do concelho da Amadora.

Em declarações à agência Lusa, a autora do livro, Margarida Mesquita, adiantou que o estudo pretendeu caracterizar o envolvimento parental, como é que o pai e a mãe se relacionavam com a criança e qual dos dois estava mais envolvido.

“A grande constatação foi que as mães estão tão ou mais envolvidas que os pais em relação à criança” e que “as mães sentem tanto ou mais do que os pais os problemas na parentalidade”, adiantou a investigadora do Instituto Superior de Ciências Sociais e Políticas (ISCSP).

O estudo verificou que as mães dispendem mais tempo com os filhos e são quem os acompanham e entendem melhor, enquanto os pais participam mais na educação e nas tomadas de decisão em relação à criança.

Os pais, contudo, sentem-se frustrados e culpados por não conseguirem passar tanto tempo como gostariam com os filhos. “Tínhamos, às vezes, a ideia de que eram só as mulheres que tinham esses sentimentos de culpa, mas os pais também têm”, disse a socióloga.

“Se as mães se envolvem mais com as crianças a verdade é que os pais também têm condições profissionais que são mais adversas ao exercício da parentalidade”, trabalhando mais horas, por turnos, ao fim de semana e alguns têm dois empregos.

Os pais trabalham em média 9,2 horas por dia e as mães 8,1 horas, refere o estudo, acrescentando que metade dos pais inquiridos trabalha ao fim de semana e faz mais horas no trabalho, contra cerca de 30% das mães.

Esta situação “cria-lhes uma desvantagem no envolvimento com a criança”, adiantou a socióloga.

Margarida Mesquita adiantou que a sociedade está a atravessar “mudanças muito profundas” acerca do que é o papel de pai e o papel de mãe.

“Isto significa que a sociedade está a potenciar a coexistência no mesmo casal de representações de ideais diferentes daquelas que são depois as suas práticas”, o que potencia sentimentos de culpa e de frustração, sublinhou.

O “problema central” que estas famílias enfrentam é a dificuldade de conciliar o trabalho com a parentalidade.

Quando inquiridas sobre qual seria a melhor solução, a maioria manifestou-se contra a ideia de retirar a mãe do trabalho, considerando que o melhor seria trabalharem os dois menos tempo.

Numa altura em que se discute o trabalho a tempo parcial, Margarida Mesquita disse que esta opção irá recair para a mãe, o que poderá significar que a mulher reduz a jornada de trabalho, mas ficará mais sobrecarregada na parte doméstica e nos cuidados às crianças.

“É hoje mais difícil ser pai e mãe e é também mais competitivo o mercado de trabalho, sendo que esta conciliação criou grandes dificuldades” à parentalidade, frisou.

Lusa

 

 

 

Médicos já salvam a maioria das crianças com doenças cardíacas

Abril 22, 2015 às 3:10 pm | Publicado em A criança na comunicação social | Deixe um comentário
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Notícia do Diário de Notícias de 21 de abril de 2015.

Médicos já salvam a maioria das crianças com doenças cardíacas

 

Apresentação do livro “Parentalidade(s) nas Famílias Nucleares Contemporâneas” hoje pelas 18.00 h na Sala Monsanto do ISCSP

Abril 22, 2015 às 12:21 pm | Publicado em Divulgação, Livros | Deixe um comentário
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No dia 22 de Abril de 2015, o ISCSP recebe a apresentação do livro “Parentalidade(s) nas Famílias Nucleares Contemporâneas”, da autoria da Professora Margarida Mesquita. A iniciativa decorre na Sala Monsanto do ISCSP, às 18 horas e contará com a presença do Presidente do ISCSP, Professor Manuel Meirinho. A apresentação da obra ficará a cargo do Professor Fausto Amaro e da Professora Fátima Alves.

A iniciativa tem entrada é livre. No entanto, solicita-se a confirmação de presença até ao dia 20 de Abril de 2015 através do telefone 213 600 426 ou do e-mail eventos@iscs.pulisboa.pt .

https://www.facebook.com/events/949436098414082/

 

Padrinhos de Leitura na Biblioteca Municipal de Faro “António Ramos Rosa”

Abril 22, 2015 às 12:00 pm | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
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Seja um dos Padrinhos de Leitura de abril da #BMF. Consulte a sugestão de livros: http://bit.ly/1HQCpGv Nunca ouviu falar sobre este projeto? Saiba mais aqui ► http://bit.ly/1CUXGNU Apadrinhe esta Ideia e Promova a Leitura em #Faro  #‎BibliotecaMunicipaldeFaro #‎FaroCultural #‎FaroCapital #Faro

 

Personagens Animadas. Histórias Transformadas – Visita com Ateliê de animação (crianças 8-12 anos) Museu de São Roque

Abril 22, 2015 às 11:17 am | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
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Visita com ateliê de animação

Crianças dos 8 aos 10 anos de idade

As personagens das obras de arte do Museu de São Roque adquirem vida e transformam-se em heróis e heroínas de histórias animadas construídas pelas crianças.

Participantes: crianças dos 8 aos 10 anos de idade, inseridos em grupos escolares ou outros grupos organizados.

Horário: Segunda-feira das 14h00 às 17h30 e de terça-feira a domingo das 10h00 às 12h30 e das 14h00 às 17h30.

Requisitos: Marcação prévia; aceitam-se inscrições de grupos com um número mínimo de 10 participantes e um número máximo de 30 participantes.

Participação GRATUITA mediante MARCAÇÃO PRÉVIA.

Inscrições pelo 213 235 824/233/421/065

10 trucos para enamorar a tus alumnos

Abril 22, 2015 às 10:00 am | Publicado em A criança na comunicação social, Vídeos | Deixe um comentário
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texto do site http://justificaturespuesta.com  de 27 de janeiro de 2014.

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Escrito por Santiago

El artículo de hoy es uno de esos artículos que se basan más en la experiencia personal que en la teoría. Son pequeñas actuaciones que voy llevando a cabo durante estos últimos años y quiero pensar que con cierto éxito. Los trucos de los que os quiero hablar hoy se caracterizan principalmente por su sencillez, ya que todos somos capaces de llevarlos a cabo en nuestras sesiones lectivas.

En la actualidad, hay un término inglés que se ha popularizado enormemente en distintos campos y disciplinas, también en la Educación. Se trata de la palabra engagement. Un término, por otra parte, de no muy fácil definición pero que viene a definir un tipo de relación personal basado en la fidelización, en el compromiso y en la motivación. En mi caso prefiero un término que creo que nos es mucho más cercano a todos. Este término no es otro que enamorar.

Qué trucos podemos utilizar para enamorar a nuestros alumnos?

Vaya por delante que la intención de este artículo no es hacer que nuestros alumnos acaben rendidos a nuestros encantos. Nada más lejos de eso. A lo que me refiero con la palabra enamorar, es conseguir conectar con los alumnos, que se alegren de vernos, que esperen con ilusión la clase que les vamos a impartir, que sean capaces de ver en nosotros a un modelo, a alguien cercano. Esto para mí es lo que entiendo por enamorar a los alumnos y estos son algunos de los trucos que creo te pueden funcionar:

 

  1. Entra sonriendo. No digo nada nuevo al afirmar la importancia del lenguaje no verbal a la hora de comunicarse. Personalmente, la entrada en el aula es un momento al que le concedo muchísima importancia, porque en cierta manera puedes adivinar cómo se desarrollará la sesión lectiva. En mi caso siempre intento entrar con una sonrisa. Y entro con una sonrisa porque sé que es contagiosa, porque siempre habrá algún alumno que te devolverá en algún momento esta sonrisa. Con este alumno habrás conseguido conectar muy probablemente hasta el final de la clase. No entiendo el empeño de muchos docentes en entrar con el semblante serio o proyectando cierto enfado. No tengo muy claro que el semblante serio implique mayor control del aula y mayor disciplina. En mi caso, al menos, prefiero enseñar desde la sonrisa. Tiempo habrá si acaso de ponerse serios durante la sesión lectiva.
  2. Cuenta una anécdota. No hay mejor forma de conectar con un alumno que contando una anécdota. Una anécdota que puede ser nuestra o de otra persona. Las anécdotas, como las historias, tienen un enorme poder de seducción para los alumnos. Debemos ser capaces de poder usar estas anécdotas de una forma inteligente, ir dosificándolas a lo largo de una clase. Son una excelente forma de captar la atención, de disminuir conductas disruptivas, de encandilar a tus alumnos. Se puede y se debe enseñar contando historias, contando anécdotas. Y tan importante es contarlas como que nuestros alumnos también puedan hacerlo.
  3. Finaliza la clase con un vídeo. Este truco no falla nunca. Ya me he referido en otros artículos a la importancia de diversificar los distintos materiales de que disponemos. Aquellos que contamos en clases con equipos de audio y pantallas digitales o proyectores, conexión a internet, debemos aprovecharnos al máximo de estos recursos. Poniendo un vídeo al final de la sesión es una excelente forma de decirles a tus alumnos que han hecho un buen trabajo durante la sesión, que estás satisfecho y agradecido por ello, y que quieres recompensar este esfuerzo con un tipo de material que permite la distensión y la relajación. Es un momento para disfrutar con ellos. Yo os recomiendo que sean vídeos que no superen los cinco minutos y que, en la medida de lo posible, guarden relación con el currículo de la Unidad Didáctica que estés impartiendo. También hay que tener muy en cuenta un canal como el de Youtube, muy popular entre los alumnos.
  4. Aprende de tus alumnos. No hay mejor manera de enamorar que hacerles ver a tus alumnos que ese día ellos te han enseñado algo. Se trata de un truco muy sencillo, ya que puedes aprovechar las asignaturas que hayan tenido ese mismo día. La propia pizarra tradicional te dará un montón de pistas. Hazte el curioso, y deja que ellos te enseñen algo que saben, algo que para ellos tiene cierto valor y escúchales con atención, de forma activa, asintiendo con la cabeza. Hazles sentir importantes, hazles sentir que ellos también tienen algo que decirte.
  5. Da o presta algo que sea tuyo. En el maletín de un docente hay algunas cosas que nunca pueden faltar. Los pañuelos de papel son una de esas cosas. A los alumnos les encanta que les demos o prestemos algo. La acción de coger el maletín y sacar algo de dentro y dárselo al alumno es visto por muchos de ellos como algo muy a valorar. He hablado de pañuelos de papel, pero también puede ser material escolar. En este caso hazles ver que se lo prestas indicándoles que para ti es algo importante, que deben responsabilizarse de este material prestado. En ese momento estarás creando un vínculo entre tú y el alumno, y podrás aprovechar para hablar con él cuando te lo devuelva.
  6. Di o haz algo inusual. No no te estoy pidiendo que hagas el payaso en clase. Para nada. De lo que se trata es de llevar a cabo algunas actuaciones que se salen de lo normal en una clase lectiva. Puede ser un gesto, un movimiento, cantar una canción, recitar un poema, cambiar el tono de voz, andar de puntillas hacia un alumno que está medio dormido…. Estas extravagancias tienen un poder tremendamente efectivo, porque descolocan al alumno y al mismo tiempo consigues arrancarle una sonrisa de complicidad. Haz de la sorpresa una de tus mejores armas para enamorar a tus alumnos.
  7. Intercambia los papeles. Muchos de vosotros sabéis el poder de atracción que tiene la silla del profesor en el aula. Cuántas veces habremos entrado en el aula y nos habremos encontrado con que hay un alumno sentado en la silla del profesor. Pues bien, a lo largo de la sesión lectiva puede ser un excelente recurso para enamorar a tus alumnos el intercambiarse los papeles. En mi caso me gusta hacerlo cuando estamos repasando algunos conceptos de una Unidad Didáctica. Lo que hago es sentarme en la silla de alumno y el alumno en la mía. Lo cierto es que se produce una situación que a los alumnos siempre les choca y os aseguro que, bien gestionada, hace que se produzca un momento de distensión en el aula.
  8. Convierte a un alumno en protagonista. No hay nada que nos guste más que sentirnos especiales. Pensad si no en vuestros aniversarios. Creo que no existe mejor manera de conectar con las personas que haciéndoles ver lo importantes que son para ti. Pues bien, os recomiendo que proyectéis esta idea en vuestros alumnos, que hagáis sentirlos especiales, que potenciéis sus cualidades y sus virtudes. Si así lo hacéis, lograréis establecer un vínculo que os beneficiará enormemente, porque la respuesta que tendrá ese alumno será de gratitud. Y la gratitud es una muy buena compañera para enseñar y para aprender.
  9. Crea expectativas. Tenemos que ser capaces de vender nuestro producto. Y hacerlo de la mejor manera posible. En el mundo del marketing el mejor producto es aquel que mejor se vende, independientemente de si es mejor o peor. Así que nosotros debemos vender aquello que enseñamos mediante la creación de expectativas. La creación de expectativas son muy útiles al inicio de una sesión lectiva. Una vez entréis en el aula, lo primero que debéis hacer es dar a conocer vuestro producto, lo que enseñaréis. Y hacerles ver que será algo único, especial, diferente, maravilloso, increíble. Estas expectativas serán recogidas por vuestros alumnos y os aseguro que la predisposición para su aprendizaje será mucho mayor.
  10. Bromea. En otros artículo he afirmado que se puede y se debe aprender jugando. Pues bien, en este artículo también quiero pensar que se puede y se debe aprender bromeando. Porque cuando bromeamos estamos enseñando a nuestros alumnos que nos podemos reír con la gente y no de la gente. Una broma dicha a tiempo es un arma tremendamente poderosa para establecer un vínculo emocional con tus alumnos. Favorece el lenguaje figurado, rebaja la tensión, crea distensión, sirve para establecer transiciones entre las diversas actuaciones en el aula.

Como podéis ver, estos trucos o consejos tienen una muy fácil realización dentro de un aula y son aplicables a todas las edades. En muchas ocasiones no somos conscientes de que las grandes clases se nutren de estas pequeñas actuaciones. Debemos reflexionar sobre cuál es nuestro papel en el aula y qué hacemos para capar la atención, para enseñar a nuestros alumnos, para seducirles con nuestras palabras y nuestros gestos, para, en definitiva, enamorarles. Esforcémonos entonces en ganarnos a nuestros alumnos, para que este enamoramiento les propicie una mejor predisposición en sus procesos de enseñanza-aprendizaje.

Ya que el artículo trata de cómo enamorar, me permitiréis que acabe la entrada con una célebre cita de Gesualdo Bufalino que reza sí:

Enamorarse es un lujo, quien no puede permitírselo, finge. [TUITÉALO]

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Seminário sobre a Alienação Parental

Abril 22, 2015 às 7:34 am | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
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A Revista Alienação Parental e Associação para a Igualdade Parental e Direitos dos Filhos realizam em parceria o Seminário sobre Alienação Parental comemorando o dia Internacional de Alerta para a Alienação Parental.
O evento realiza-se dia 24 de Abril, na Faculdade De Direito Lisboa, das 18h00 às 20h30 – ENTRADA GRATUITA

PROGRAMA
18h Apresentação
18h05 – 18h30 Representação de cenas do livro “Pai vem-me ver….” (de Nuno Vilaranda e Patrícia Mendes) pela escola Act4all
18h-30 – 18h50 Que respostas em Portugal para o fenómeno da Alienação Parental?

Ricardo Simões (Presidente da Direção da Associação Portuguesa para a Igualdade Parental e Direito dos Filhos)
18h50 – 19h10 “A liberdade dos afetos e a Alienação Parental”

Sandra Inês Feitor (Jurista)
19h10 – 19h30 “A Alienação Parental e o Direito”

Prof. Doutor Eduardo Vera-Cruz (Professor Catedrático da Faculdade de Direito da Universidade de Lisboa e da Faculdade de Direito da Universidade Lusíada de Lisboa)
19h30 – 19h50 “A Alienação Parental e a Psicologia”

Eva Delgado Martins (Psicóloga)
19h50 – 20h30 Debate

 

Seminário “Violência Doméstica e de Género: Conhecer, Debater e Intervir” com a participação de Melanie Tavares do IAC

Abril 22, 2015 às 6:00 am | Publicado em Divulgação, O IAC na comunicação social | Deixe um comentário
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A Dra. Melanie Tavares, Coordenadora dos Sectores da Actividade Lúdica e da Humanização dos Serviços de Atendimento à Criança do Instituto de Apoio à Criança, irá apresentar a comunicação “O impacto da violência doméstica no desenvolvimento da criança” pelas 14.30 h.

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mais informações:

https://sites.google.com/site/seminario2015cpcjpoiares/

As inscrições estão abertas até ao dia 08/05/2015

Informamos que o Seminário “Violência Doméstica e de Género: Conhecer, Debater e Intervir”, foi acreditado pelo Conselho Científico Pedagógico da Formação Contínua – Braga, os docentes podem adquirir 0,5 créditos. É aberto aos técnicos, pais e a todos os interessados na temática, com inscrição gratuita e direito a certificado.
As inscrições estão abertas até ao dia 08/05/2015, faça a sua inscrição e divulgue,
http://goo.gl/RqF3bq. Obrigada!

 

 

 


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