Mês da Prevenção dos Maus-Tratos na Infância

Março 30, 2015 às 8:00 pm | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
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mes

mais informações:

http://www.cm-lisboa.pt/viver/intervencao-social/familias/prevencao-de-maus-tratos-na-infância

http://lisboasolidaria.cm-lisboa.pt/

http://www.cnpcjr.pt/#2

http://www.amcv.org.pt/pt/amcv-mulheres

Lançamento da obra “Crianças e Autismo – Histórias de Triunfo e Esperança”, de Ennio Cipani na Biblioteca Municipal de Condeixa-a-Nova, dia 2 de abril

Março 30, 2015 às 3:11 pm | Publicado em Livros | Deixe um comentário
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autismo

O My Kid Up vai fazer o lançamento da obra Crianças e Autismo – Histórias de Triunfo e Esperança, da autoria do Dr. Ennio Cipani, que conta com o apoio da Câmara Municipal de Condeixa-a-Nova, no próximo dia 2 de abril, às 18h30, na Biblioteca Municipal de Condeixa.

Este livro relata sete histórias reais de crianças que, após um longo período de intervenção baseada na Applied Behavior Analysis e na sua aplicação prática de Early Intensive Behavior Analysis (EIBT), tiveram uma grande evolução no seu desenvolvimento tendo, algumas, se tornado indistinguíveis dos seus pares.

Situação das Crianças em Moçambique 2014 – Relatório da Unicef

Março 30, 2015 às 3:00 pm | Publicado em Relatório | Deixe um comentário
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2014

descarregar o relatório no link:

http://sitan.unicef.org.mz/

 

A imagem mais triste do dia

Março 30, 2015 às 2:04 pm | Publicado em A criança na comunicação social | Deixe um comentário
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Notícia do Observador de 29 de março de 2015.

Huffington Post  Twitter Nadia AbuShaban

Quando começou a circular nas redes sociais a fotografia foi considerada por muitos a “imagem mais triste do dia”. Na Síria, uma menina de tenra idade levantou os braços em jeito de rendição no momento em que um jornalista do Huffington Post se preparava para lhe tirar um foto. O motivo? A criança agiu instintivamente depois de confundir a máquina fotográfica que o repórter carregava com uma arma.

O fotojornalista que imortalizou o momento queria retratar a realidade das crianças sírias num país oprimido pelo regime de Bashar al-Assad e a braços com escalada de violência do pós-Primavera Árabe. Conta o jornal online R7, que o repórter nunca imaginou que a criança pensasse que ele lhe estava a apontar uma arma.

O repórter, no entanto, acabou por captar numa única imagem o instinto de sobrevivência de alguém que, aparentemente, está habituado a viver com a violência da guerra. A imagem foi partilhada por Nadia AbuShaban, fotojornalista na Palestina, e tornou-se rapidamente viral.

O Fundo das Nações Unidas para a Infância (UNICEF) estima que quase 14 milhões de crianças estão a ser afetadas pelo conflito na Síria e no Iraque. Um dado que esta imagem parece suportar. A menina, de quem se desconhece o nome, mostrou, num único gesto, que entende como funcionam as armas e que sabe como deve a agir para garantir que sobrevive. Pelo menos por mais um dia.

 

 

 

 

Como ensinar as crianças a ajudarem nas tarefas domésticas

Março 30, 2015 às 12:00 pm | Publicado em A criança na comunicação social | Deixe um comentário
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texto do site http://psicologiaacessivel.net  de 7 de março de 2015.

crianças

 

Por: Ane Caroline Janiro

Além de estimular a responsabilidade, ensinar as crianças a ajudar nas tarefas domésticas desde cedo transmite a elas outros valores fundamentais, como: o trabalho coletivo (cada um deve fazer a sua parte para que todos fiquem bem), a cooperação e a união na família. Quando a criança entende que a limpeza e organização da casa não é papel de apenas uma pessoa e sim de todos, percebe que ela também tem uma função importante no ambiente e, sobretudo, começa a notar a importância da autonomia e independência. Quanto mais tempo se espera para ensinar isso aos filhos, mais difícil será mudar seus hábitos. É importante que, por menos tempo livre que os pais tenham, façam o possível para integrar as crianças neste processo e ensinar tais atividades. Sempre, é claro, respeitando as habilidades de cada faixa etária. E é importantíssimo: meninos e meninas devem aprender, sem distinção.

Lembrando que é preciso se desapegar do perfeccionismo ao ensinar uma atividade nova a uma criança. E se desapegar também da pressa. Isso quer dizer que dificilmente uma criança muito nova vai realizar uma tarefa tão bem quanto um adulto o faz, especialmente nas primeiras vezes em que tentar. Então nada de broncas e cobrança para que tudo saia perfeito. Mesmo que não tenha ficado tão bom, elogie sempre e vá mostrando aos poucos como é a maneira correta de realizar a atividade. Isso irá estimular ainda mais a criança a querer fazer de novo. Outro ponto: supervisionar! Quem convive com crianças sabe que basta menos de um minuto de descuido para que possa ocorrer algum acidente, então, vamos prevenir! Algumas tarefas não oferecem risco, mas é bom ter cuidado. E se tiver mais de uma criança na casa, ensine a trabalharem em equipe.

O ideal é que você sempre observe quais as capacidades e habilidades que a criança demonstra, mas em geral, desde bem cedo já é possível destinar algumas tarefas aos pequenos:

2 a 3 anos:

  • Guardar os brinquedos;
  • Levar seu prato à mesa e retirá-lo após as refeições;
  • Ajudar a limpar restos de alimento espalhados após comer;
  • Ajudar a alimentar animais de estimação;
  • Ensinar a jogar o que é lixo na lixeira;
  • Levar sua roupa suja para o local correto;
  • Guardar seus calçados no local correto.

4 a 5 anos:

  • Sempre acumulando as atividades aprendidas anteriormente;
  • Ajudar a por e retirar mais itens da mesa nas refeições;
  • Limpar o pó dos móveis;
  • Ajudar a organizar itens da casa como livros e revistas;
  • Ajudar a arrumar a cama;
  • Arrumar o seu próprio quarto;
  • Guardar suas roupas nas gavetas (ainda que não fiquem bem dobradas);
  • Desligar aparelhos que não está usando, fechar a geladeira, apagar a luz (o adulto pode levantá-la até o interruptor);
  • Acompanhar a preparação de algumas refeições.

6 a 8 anos:

Uma boa ideia aqui é iniciar certa “educação financeira”, pois é uma fase em que os pequenos começam a buscar mais e mais autonomia e estas tarefas destinadas a eles começam a parecer muito entediantes. Estabelecer uma semanada ou mesada irá ensiná-lo o valor do dinheiro, que vem como resultado do trabalho e os pais ainda podem utilizar isso para ensinarem como devem controlar os gastos. Não precisa ser uma grande quantia, apenas um valor simbólico. É legal estabelecer uma rotina, dividindo as tarefas nos dias da semana.

  • Ajudar a estender e retirar roupas do varal;
  • Varrer e passar pano em certos cômodos da casa;
  • Ajudar a lavar, secar e guardar a louça (tomando cuidado com facas e outros objetos cortantes);
  • Passar aspirador em certas áreas da casa;
  • Ajudar a organizar armários;
  • Ajudar a preparar algumas refeições.

9 a 12 anos:

Aqui a criança já pode ajudar em praticamente todas as tarefas, claro que sempre sendo supervisionada conforme o nível de dificuldade do afazer. Mas já é possível incluir na rotina semanal responsabilidades como: ajudar a lavar o banheiro, levar o lixo, limpar as necessidades dos animais de estimação, ajudar a dar banho nos animais de estimação, ajudar nas compras no supermercado, passar a roupa (com supervisão), preparar refeições, colocar a roupa na máquina de lavar, entre outras.

Tão importante quanto seguir estas dicas e estabelecer uma rotina, é também lembrar: pais livrem-se do sentimento de culpa! Mesmo que você trabalhe fora e acredite que tenha pouco tempo com seu filho, não tente compensar isso com mimos e regalias em excesso. Quando você ensina seu filho a ter suas responsabilidades, está contribuindo para que ele seja um adulto melhor. Aproveite seu tempo disponível com ele, oferecendo momentos de qualidade no relacionamento familiar, mas não deixe de educar.

OBS.: Todo o conteúdo desta e de outras publicações deste site tem função informativa e não terapêutica.

Psicóloga: Ane Caroline G. Janiro

CRP: 06/119556

 

 

Quando o racismo dos outros fica entalado na garganta

Março 30, 2015 às 11:00 am | Publicado em Vídeos | Deixe um comentário
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texto do Público de 23 de março de 2015.

Cláudia Bancaleiro

Vídeo do Centro para os Direitos Humanos da Letónia quer alertar para abusos que cidadãos de outras raças sofrem no país.

O Centro para os Direitos Humanos da Letónia decidiu criar um vídeo a alertar para o racismo que existe num país, onde “milhares de pessoas são alvo de abusos todos os dias por a sua cor de pele ser diferente”, como sublinha a organização. Durante cerca de cinco minutos meio, o vídeo mostra um homem negro a pedir que lhe traduzam uma mensagem que foi publicada no seu Facebook. A maioria das pessoas recusaram-se a lê-lo em voz alta.

O vídeo é uma experiência social. Um grupo de lituanos vai a um casting, separadamente, e a cada um deles é pedido para aguardar num sofá, onde já se encontra um jovem negro que alegadamente também vai ao casting. De sublinhar que não há nenhum casting. É apenas um pretexto para realizar a experiência.

A cada uma das pessoas que se vai sentando no sofá, incluindo uma criança, o jovem estende o seu tablet e pede para lhe traduzirem para inglês uma mensagem publicada no seu Facebook, em lituano. Diz não conseguir perceber o que está escrito, que não conhece a pessoa que escreveu o post e que está na Lituânia há apenas duas semanas.

Nos minutos que se seguem, e quase sem variações, surgem as reacções de cada uma das pessoas a quem é pedido o favor. O constrangimento e desconforto por algo que não escreveram são esmagadores. Alguns ficam emocionados com a violência das palavras, que incluem ameaças físicas. Praticamente todos se recusam a traduzir o texto, dizendo ao homem que não conseguem repetir o que leram.

Um dos lituanos pede mesmo desculpa por alguém do seu país ter escrito uma mensagem com aquele teor. “Não vou lhe vou traduzir isto. É muito humilhante”, diz uma das mulheres. Após alguma insistência do homem, alguns acabam por ler a mensagem. Saem algumas palavras como “macaco”, “escravo” e “volta para África”.

A directora do Centro para os Direitos Humanos da Letónia, Birute Sabatauskaite, explica ao site DELFI que o objectivo do vídeo é alertar para os abusos que muitas pessoas vivem no país devido à sua raça, etnia, religião ou orientação sexual. Segundo a responsável, apesar de haver pessoas que não contribuem para discriminação estas nada fazem para combater o problema. “O objectivo do vídeo é encorajar-nos a todos a não sermos indiferentes ao abuso e ao ódio que muitas pessoas sofrem diariamente, enquanto falhamos em vê-lo e denunciá-lo”, disse Birute Sabatauskaite.

A directora explica que apesar da vida na Lituânia estar a melhorar, ainda existem casos de pessoas no país que “vivem experiências homofóbicas, racistas, de abuso, todos os dias”. “A nossa meta não é apenas dizer às pessoas que reajam mas também dar-lhes alguns conselhos”, concluiu a responsável.

Esta segunda-feira, o vídeo já tinha sido visualizado mais de 850 mil vezes.

 

Oferta formativa para jovens pelo Serviço de Formação Profissional da Amadora

Março 30, 2015 às 6:00 am | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
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Eis a oferta formativa para 2015, a desenvolver no Serviço de Formação Profissional da Amadora. Estas ações destinam-se a jovens com idade igual ou superior a 15 anos e inferior a 25 anos à data de início da formação e habilitação igual ou superior ao 9ºano e inferior ao 12.º ano de escolaridade.

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Violência doméstica deixou 700 órfãos em dez anos

Março 29, 2015 às 4:31 pm | Publicado em A criança na comunicação social | Deixe um comentário
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Notícia do Diário de Notícias de 26 de março de 2015.

clicar na imagem

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Faltam cerca de 100 dias para a “Corrida da Criança” 2015

Março 29, 2015 às 1:00 pm | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
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Faltam cerca de 100 dias para o “Parque de Diversões da Corrida da Criança” abrir as portas para receber o maior evento infantil de desporto e entretenimento do país e a organização da Corrida da Criança trabalha a todo vapor para levar ao público a festa mais saudável e divertida de sempre. O regresso do evento a Cascais acontece no dia 21 de junho de 2015.

A iniciativa é da APCOI – Associação Portuguesa Contra a Obesidade Infantil e pretende, uma vez mais, de uma forma divertida sensibilizar as famílias para a importância da atividade física no combate ao sedentarismo e à obesidade infantil, uma doença crónica que já afecta uma em cada três crianças portuguesas.

As inscrições já estão abertas no site http://www.corridadacrianca.com ou presencialmente em todos os balcões da Fnac e dos CTT. O limite é de 3.000 participantes inscritos em equipas duplas ou familiares.

Participar na Corrida da Criança é também ser solidário, porque as receitas da inscrição revertem 100% a favor da APCOI, uma organização não governamental, sem fins lucrativos que luta diariamente, em Portugal, para defender a saúde das crianças através dos seus projetos.
Além disso, todos os participantes inscritos na prova receberão t-shirt, dorsal e laço de equipa, entre outras surpresas.
Taxas de Inscrição na Corrida da Criança 2015:
Até 31 de Março (1º Prazo)
Adulto (18 anos ou mais) = 8,5€
Jovem (13 aos 17 anos) = 7,5€
Criança (até 12 anos) = 6,5€
De 1 de Abril a 15 de Maio (2º Prazo)
Adulto= 9,5€
Jovem (13 aos 17 anos) = 8,5€
Criança (até 12 anos) = 7,5€
De 16 de Maio a 20 de Junho (3º Prazo)
Adulto (18 anos ou mais) = 10,5€
Jovem (13 aos 17 anos) = 9,5€
Criança (até 12 anos) = 7,5€
Sócios APCOI usufruem de 50% de Desconto em cada inscrição.

Saiba mais AQUI.

5 competências que deve desenvolver com o seu filhos de 4 anos

Março 28, 2015 às 9:00 pm | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
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texto do site http://uptolisbonkids.com  de 2 de março de 2015.

Não é segredo nenhum que todos os pais querem que os filhos tenham um futuro promissor e que acreditam que isso passa por um bom desempenho escolar. Como reflexo da competitividade existente, hoje em dia, no mundo laboral, os pais projetam os seus receios e frustrações na criança e, na expectativa de aumentar as probabilidades de criar adultos bem sucedidos, muitos caiem na rasteira de ensinar os seus filhos a ler ou a realizar estratégias de cálculo aos 4 anos, acabando por ficar esquecido o que realmente é importante que uma criança dessa idade aprenda. A pensar nesta questão, deixo aqui 5 competências que pode e deve trabalhar com o seu filho no pré-escolar, para que tenha uma entrada na escola tão confortável, tranquila e produtiva quanto possível.

MOTRICIDADE FINA

A Motricidade fina é a capacidade de executar movimentos precisos das mãos e dedos com controlo e destreza. É uma das competências chave a ser desenvolvida desde tenra idade pois o seu desenvolvimento possibilita, à posteriori, bons resultados no desenvolvimento da aquisição da escrita. Normalmente, aprender a escrever é associado a uma atividade mental, quando na realidade é uma atividade bastante física. O cérebro da criança pode perceber o conceito de escrita, mas se a motricidade fina não estiver suficientemente desenvolvida  terá muita dificuldade em desenhar as letras. Ensinar o seu filho a pegar corretamente numa caneta e fazer uso dela, pode dar uma vantagem significativa no inicio da escola.

Como trabalhar a motricidade fina?

Rasgar, recortar por uma linha, pintar sem sair dos riscos e fazer plasticina, são algumas das atividades que ajudam a desenvolver a motricidade fina. Quanto mais pequenos/curtos forem os movimentos, mais difícil será. Por isso, pode, por exemplo, pedir ao seu filho que faça um animal em plasticina. A seguir, a cama do animal, e depois a comida. O seu filho acabará por enrolar entre os dedos pequenas quantidades de plasticina aumentando com este exercício a destreza e os movimentos finos.

ESCUTA ATIVA

Uma das coisas mais difíceis que as crianças precisam de aprender é como escutar ativamente, ou seja, saber estar a ouvir. Devido ao avanço da tecnologia, hoje em dia as crianças são muito impacientes, pois estão habituadas a ter respostas de acesso fácil e rápido às questões que lhes aparecem. Por isso, quando estão sentadas numa sala a “ter que” ouvir um professor a falar, não é fácil para elas. Há uma grande probabilidade que se desconcentrem ates de ouvir o fim à primeira frase e entrem no mundo da lua.  Os conceitos básicos para saber ouvir são fazer contato com os olhos, não interromper e usar perguntas para esclarecer informações.

Como trabalhar a escuta ativa?

O primeiro e mais importante passo é saber ouvi-los também. As crianças, especialmente em idade de crescimento imitam tudo o que os pais fazem. Por isso, se for dada à criança a devida atenção enquanto fala, também ela responderá da mesma maneira. Conversar com eles e habituá-los a trocar impressões sobre os vossos dias. Contar histórias, com o livro virado para a criança, e dar espaço a que façam perguntas para garantir que perceberam e ouviram todo o conto.

Ler também Saber ouvir

CRIATIVIDADE

Ser criativo não é só ser artista e fazer obras de arte. A criatividade tem a ver com a capacidade de conseguir interligar, saber relacionar conceitos. e gerar ideias novas e exprimir-se de uma fora original. É essencialmente, dar asas à imaginação e conseguir pensar fora da caixa. Estimular a criatividade nas crianças, é dar-lhes uma ferramenta valiosa para a vida.

Como estimular a criatividade?

Através da  brincadeira. Brincar ao faz de conta, em que a criança finge ser outra personagem qualquer, de preferência criada por ela, de forma a trabalhar melhor os detalhes da mesma e obrigando a um maior estímulo do imaginário. Imaginar cenários nas brincadeiras: “Agora aqui era a cozinha e esta era a mesa de refeições”. Utilizar acessórios e roupas para brincar, mascarar-se. Jogar à mímica. Através do desenho. Brincar ao jogo “Acaba o desenho que comecei”, fazendo um rabisco aleatório que a criança tem de transformar num desenho; Fazer desenho livre, pinturas. Fazendo modelagem com plasticina ou barro. Criando os materiais que precisam em casa nomeadamente as plasticinas e tintas caseiras. Contar histórias e pedir-lhes que inventem um fim diferente. No fundo tudo o que se traduza em criação, originalidade, fantasia e imaginação será um bom mote para estimular esta competência.

CONCENTRAÇÂO

O excesso de estímulos a que as crianças estão sujeitas diariamente resultam numa fraca concentração para tudo o que requeira mais de 5 minutos parados a realizar uma tarefa. No entanto, desenvolver esta competência com peso e medida é não só uma mais valia a nível escolar, como a nível pessoal. Uma criança concentrada é mais calma, mais bem estruturada e capaz de aprender de forma fluída e sem grande esforço.

Como estimular a concentração?

Através de Jogos. Jogos com outras crianças, nomeadamente jogos de tabuleiro, que envolvam estratégias de raciocínio dão à criança a oportunidade de explorar o problema proposto de forma planeada, sistemática e ordenada. Puzzels, dominós e jogos de memória. Legos e jogos de construção. Jogos ao livre, nomeadamente o jogo da macaca, que não requer recursos quase nenhuns e exige coordenação motora, socialização, e ajuda no desenvolvimento de tolerância à frustração bem como, contato com limites e regras. Estes jogos ajudam a criança a agir de forma pensada e não impulsiva. Ouvir histórias ou um desporto de equipa são outras actividades que estimulam a concentração.

ORGANIZAÇÃO

Habituar uma criança a ser organizada desde muito cedo, trará não só benefícios a nível escolar como dará estabilidade emocional à criança. Porquê? Porque os nossos filhos sentem-se seguros na organização. As crianças gostam de saber o que vai acontecer a seguir. Quando uma criança sabe que  vai dormir a determinada hora,  já entra no “modo desligar” à medida que o horário se aproxima. A organização e as rotinas são um elemento fulcral para o bem estar de uma criança.A organização do seu espaço, ajuda-a a criar hábitos para que não se sinta destabilizada e assoberbada quando entrar para a escola. Ter uma secretária arrumada e com espaço para o material, nomeadamente as folhas, canetas, lápis, etc, é meio caminho andado para que a criança se habitua a trabalhar e a arrumar esse espaço, facilitando mais tarde a aquisição de hábitos de estudo.

Como trabalhar a organização?

Em primeiro lugar, através das rotinas de família. Ter a rotina de refeições e sonos bem definida é essencial para que a criança sinta necessidade de também ser organizada. Criar sistemas de caixas, por exemplo, para organizar os brinquedos, e insistir para que os arrume sempre após a brincadeira. Pode colar etiquetas com desenhos, ou nomes escritos: embora não saiba ler, a capacidade de uma criança decorar um nome é como decorar um símbolo. O mesmo em relação ao material escolar, quando acaba de pintar, arrumar os lápis para saber onde estão quando precisar deles.

 

 

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