As crianças menores de 2 anos não devem usar Tablets nem Smartphones

Março 23, 2015 às 8:00 pm | Publicado em A criança na comunicação social | Deixe um comentário
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Notícia do http://www.elmundo.es   de 4 de março de 2015.

O. Espinosa

Los niños menores de 2 años no deben usar tablets ni smartphones

Entre los 2 y los 12 recomiendan que se limite su uso a dos horas diárias

MANUELA DE LA CORTE Granada

Los niños menores de 2 años no deben usar dispositivos como tablets y smartphones porque sus ojos no están aún preparados y la luz les hará daño inevitablemente. Es una de las principales advertencias del Plan General de Educación para la Salud Visual Digital 2015-2020, que tiene como objetivo promover la salud en el ámbito escolar, laboral y de ocio en el mundo digitalizado.

“Los datos sobre su uso” en estas edades “nos tienen completamente obsesionados“, ha asegurado la autora del Plan, y no se debería permitir “de ninguna manera”. Celia Sanchez-Ramos lo ha comparado con llevar a un niño de esa edad a la playa sin crema protectora y anima a los padres y tutores a proteger de igual forma la vista de los pequeños.

Estas pantallas, que emiten cinco veces más luz de onda corta, son muy nocivas para los ojos y una exposición excesiva a las nuevas pantallas LED puede dañar la retina porque su cristalino está aún en desarrollo y no filtra esta luz de un modo eficiente. El daño puede ser irreversible. De hecho, Sánchez-Ramos avisa de que aún “no nos hemos dado cuenta de lo grave que puede ser que algo que está en pleno desarrollo pueda estar incidido por la luz de una manera tan marcada”.

Tanto es así que se ha referido a la prohibición del gobierno de Taiwán -uno de los principales fabricantes de tecnología del mundo-, que ha anunciado hace apenas diez días que multará con unos 1.500 euros a los padres que permitan que los niños menores de 2 años usen cualquier tipo de dispositivo electrónico. Desde los 2 a los 12 años, la recomendación del Plan es que se limite su uso a dos horas diarias y se protejan las pantallas y la vista de los menores con gafas o lentes de contacto.

Lo que se han propuesto los expertos con este plan es concienciar “a toda la población de que lo de que tenemos dos ojos para toda la vida no es una falacia. Los ojos son receptores y son los mismos desde el primer día hasta el último”, y no tienen capacidad de regeneración. Doctora en Ciencias de la Visión, Sánchez-Ramos recibió el Premio a la Mejor Inventora del Año por su lente de contacto terapéutica para ojos pseudo-afáquicos o en proceso de neurodegeneración, una lente que ha presentado hoy en Granada.

 

 

Mais de metade das crianças com seis e 12 anos nunca tiveram cáries

Março 23, 2015 às 7:00 pm | Publicado em A criança na comunicação social | Deixe um comentário
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Notícia do Público de 20 de março de 2015.

Adriano Miranda

Alexandra Campos

Número de crianças e jovens com cáries dentárias diminuiu substancialmente. Actualmente, aos 12 anos, dois em cada três dentes cariados já estão tratados.

Na saúde oral dos mais jovens, Portugal está no bom caminho, apesar de ainda haver muito trabalho a fazer. Os números são expressivos: se no início deste século apenas 33% das crianças com seis anos estavam livres de cáries, em 2013 mais de metade (54%) já se encontravam nesta situação. Uma evolução semelhante à observada nas crianças de 12 anos: nesse ano, 53% nunca tinham tido cárie dentária. À medida que a idade avança, a situação não é tão positiva – aos 18 anos, só um terço (32,4%) dos jovens nunca tinham tido lesões de cáries – mas esta agravamento é expectável à medida que a idade avança.

São dados do “III Estudo Nacional de Prevalência das Doenças Orais 6, 12 e 18 anos” a que o PÚBLICO teve acesso e que esta sexta-feira vai ser divulgado numa cerimónia para assinalar o Dia Mundial da Saúde Oral.  Elaborado pela Direcção-Geral da Saúde em parceria com a Ordem dos Médicos Dentistas (OMD), o estudo permite perceber que, além de estar a diminuir o número de crianças e jovens com cáries, os hábitos básicos de higiene oral nas crianças e jovens estão a melhora: enquanto aos seis anos 79% das crianças diz escovar os dentes todos os dias, aos 12 são quase 90% os que garantem fazê-lo e, aos 18, a percentagem sobe para 96%.

“Todos os indicadores melhoraram. Passamos para uma situação em que o nível de cárie dentária já é muito razoável em relação à média europeia”, comenta Paulo Melo, um dos autores do estudo e secretário-geral da OMD. A evolução foi, de facto, significativa, a crer nos dados deste estudo: nas crianças de seis anos, entre 2000 e 2013 o número de cáries dentárias diminuiu 21%. Mas a redução das cáries não é a única boa notícia que emerge deste trabalho. Também é favorável a evolução da situação dos dentes tratados e da quantidade de dentes perdidos  e esta melhoria da  é transversal a todas as regiões do país.

Ao longo do período referido, aos 12 anos a média de dentes cariados por pessoa baixou 50%, enquanto  a média de dentes tratados aumentou cerca de 15%, o que significa que dois em cada três dentes cariados estão tratados, sublinha ainda a OMD. Os níveis de doença são medidos através de um índice médio por pessoa que contabiliza o número de dentes cariados, obturados e extraídos (perdidos), o indicador que é utilizado pela Organização Mundial de Saúde (OMS). Destaque merece o facto de que os resultados deste índice aos 12 anos já terem ultrapassado as metas preconizadas pela OMS para 2020. “Além de haver menos pessoas com cárie, há menos indivíduos com lesões graves de cárie”, sintetiza Paulo Melo.

A melhoria observada na dentição permanente nas crianças e jovens com menos de 18 anos justifica-se em grande parte devido ao Programa Nacional de Promoção de Saúde Oral (os chamados cheques-dentista) que foi lançado em 2009 para estas faixas etárias. Este programa permite que as crianças, mesmo as mais carenciadas, acedam a consultas de medicina dentária onde, além do tratamento de eventuais lesões, colocam selantes de fissuras nos dentes para prevenirem o aparecimento da doença e ainda aprendem hábitos de higiene oral (escovar os dentes pelo menos duas vezes por dia) e de alimentação saudável.

Paulo Melo está optimista, porque acredita que a aposta na prevenção e no tratamento precoce se vai traduzir “em enormes ganhos no futuro”. “Seguramente que não vamos ter, daqui a 30 ou 40 anos, um número de idosos desdentados tão elevado como temos agora”, antecipa. De acordo com os resultados do barómetro apresentado em 2014,  cerca de 7% dos portugueses não têm um único dente.

O secretário-geral da OMD lembra também que ainda há um caminho a percorrer para se atingirem as metas traçadas pela OMS para 2020, em especial na primeira infância, na dentição temporária (os chamados dentes de leite). “É preciso reduzir a percentagem das crianças que chegam aos seis anos sem cáries. Aqui, ainda há algum trabalho a fazer, mas tem que ser feito pelos pais e pelas famílias”, acentua.

As crianças e jovens são os principais utilizadores do programa cheque-dentista, que abrange também os idosos com o complemento solidário, as grávidas e os portadores de VIH. No ano passado, a taxa de utilização dos cheques-dentista subiu para 74%, tendo sido utilizados no total 406.689. Sessenta por cento foram usados em procedimentos preventivos, na aplicação de selantes de fissuras. No total, foram tratadas 4.334.877 de cáries contra apenas 207.239 extracções de dentes, refere a OMD. Desde o início deste programa, já foram utilizados 2.378.363 de cheques.

 

 

13.º Encontro para a Promoção da Saúde na Escola com a participação de Cláudia Manata do Outeiro do IAC

Março 23, 2015 às 4:03 pm | Publicado em CEDI, Divulgação | Deixe um comentário
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A Dra. Cláudia Manata do Outeiro do IAC-CEDI (Centro de Estudos, Documentação e Informação sobre a Criança), irá participar no encontro com a comunicação “Bullying: Prevenção e Intervenção na Família e na Escola” pelas 11.30 h.

mais informações sobre o encontro no link:

http://promocaosaudeescola.blogspot.pt/

saude

Artes nas Férias da Páscoa – A Fabulosa Fábrica de Chapéus – 23 de Março a 2 de Abril no CCB

Março 23, 2015 às 2:00 pm | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
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Fabulosa Fábrica de Chapéus

Chapéus há muitos, mas nunca são demais

23, 24, 25, 26, 27, 30 e 31 Mar 2015

1, 2 e 3 Abr 2015

Espaço Fábrica das Artes

Público-alvo Dos 5 aos 10 anos

Duração 7 horas diárias

Das 10h00 às 17h00

Acolhimento a partir das 9h30

Semanas 23 a 27 Março | 30 Março a 3 Abril

Preços 

Semana 85,30€ | 4 Dias 69,5€  | Dia 21,3€  | 1/2 Dia 10,65€ 

Precisa-se: aprendizes de chapeleiro

A Fabulosa Fabrica de Chapéus esta a recrutar Aprendizes de Chapeleiro para realizar uma encomenda muito especial!

Temos uma semana para inventar chapéus para cabeças de vários tamanhos, construi-los e por gente enchapelada a fazer coisas de se tirar o chapéu!

Perfil do candidato: ser bem-disposto; ter uma formação avançada na arte de inventar; ter anos de experiencia em fazer-de-conta e estar totalmente motivado para saltar, pular, cantar, colar, cortar, pintar, representar e outras árduas tarefas.

  • Uma criação apresentada originalmente na Fabrica das Artes em Julho de 2011.

Mestres Chapeleiros Sofia Cabrita, Leonor Cabral, Vera Fontes e Cláudia Cabrita (gentilmente cedidos pela CASEAR, Criação de Documentos Teatrais)

CONTACTOS FÁBRICA DAS ARTES

Maria José Solla | Manuel Moreira | Tânia Guerreiro

Todos os dias úteis das 11:00 às 13:00 e das 15:00 às 18:00.

Telefones +351 213 612 899 e +351 213 612 898

ou do fax +351 213 612 859.

fabricadasartes@ccb.pt

 

Onde estarão as fotos dos seus filhos que partilhou na Internet?

Março 23, 2015 às 12:00 pm | Publicado em A criança na comunicação social | Deixe um comentário
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texto do site http://kids.pplware.sapo.pt/   de 6 de março de 2015.

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Criado por Maria Inês Coelho

A resposta a esta pergunta é mais do que óbvia: não faz ideia! Mas, no mínimo, podem estar impressas em canecas em qualquer lugar do mundo…

A partir do momento em que coloca as fotos dos seus filhos (ou quaisquer outras) nas redes sociais, em blogues ou em qualquer outro sítio da Internet, que não seja nos, quase seguros, serviços de cloud, deixa de saber onde é que elas poderão estar.

As redes sociais vieram alterar muito o conceito de privacidade, se hoje em dia partilhamos um pouco (ou muito) das nossas vidas por lá.

Já aqui no Pplware Kids abordámos várias vezes este tema e até já lhe demos a conhecer os 10 tipos de fotos que nunca deve partilhar na Internet, com a devida explicação, e hoje mostramos um caso prático do porquê de insistirmos nesta temática.

A partilha de uma foto de uma criança numa rede social é normalmente sinónimo de muitos “Gostos”, de muitos comentários e até de partilhas. E são estas interacções que fazem com que o “rasto” da fotografia que partilhou no seu perfil, que até pode ter as definições de privacidade configuradas convenientemente, se perca por completo.

Gostava de ver a cara do seu filho numa caneca à venda na Internet?

É isso mesmo, a fotografia que partilhou numa das suas redes sociais, além de poder estar em qualquer outro sítio recôndito da Internet, pode agora estar impressa numa caneca em casa de qualquer pessoa em qualquer parte do mundo.

NL WTF

Someone’s kid on your favourite mug. Este é o slogan que se pode ler no site holandês Koppie Koppie que se dedica à venda de canecas com a cara de “miúdos de alguém”, são as caras de centenas de crianças que foram outrora colocadas na Internet pelos próprios pais, educadores ou familiares.

“Se já coloca as fotos de seus filhos online, agora tem a hipótese de as adquirir numa das nossas canecas de café. Basta rolar para ver se seus filhos estão na nossa colecção […]” é o próprio site Koppie Koppie que o explica.

Segundo explica Dimitri Tokmetzis, um dos impulsionadores do projecto, o Koppie Koppie é um alerta para todos aqueles que teimam em partilhar as fotografias das crianças na Internet.

Este projecto pode parecer imoral, mas é totalmente legal, e são as próprias pessoas que fazem as partilhas que o autorizam, quando aceitaram as Políticas de Privacidade de sites como o Facebook, o Instagram ou o Google Plus.

O Koppie Koppie é mais do que um negócio para o qual o seu filho pode contribuir, ele é um alerta para aquilo que as fotos que partilha na Internet podem ser utilizadas.

Se a Internet é frequentada por muita gente boa, por muitos amigos, por muitos conhecidos, ela é também frequentada por gente sem escrúpulos e com más intenções. Não facilite!

 

 

 

 

Descobrir – Programa Gulbenkian Educação para a Cultura e Ciência março-setembro 2015

Março 23, 2015 às 11:00 am | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
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descobrir

descarregar o Programa Descobrir  março – setembro 2015 no link:

http://www.gulbenkian.pt/mediaRep/gulbenkian/files/institucional/FTP_files/Descobrir/DescobrirParticularesMar2015/index.html

Pós-Graduação em Mediação de Conflitos em Contexto Escolar – 9 ª edição

Março 23, 2015 às 6:00 am | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
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mediação

Pós-Graduação em Mediação de Conflitos em Contexto Escolar – 9 ª edição

Para mais informações consulte:

http://www.ulp.pt/pt/noticias/mediacao-de-conflitos-em-contexto-escolar-9-edicao.HTML

 Início: 11 de abril de 2015

A todos que frequentem este Curso pretende-se oferecer uma base de reflexão sobre a forma como a Mediação, a Educação e a Escola se cruzam, focando as possibilidades de uma intervenção transformadora.

Tendo por objeto de estudo e de trabalho os diversos conflitos que se desenrolam na escola, importa essencialmente formar os profissionais com funções educativas nesta nova área da Mediação.

Esta formação avançada aposta numa estrutura curricular de grande qualidade científica e académica e, para isso, conta com mediadores profissionais e especialistas na investigação e na intervenção, ao nível da conceção e avaliação de programas de intervenção socioeducativa e planos de convivência nos vários níveis de ensino e contextos escolares. Por sua vez, os trabalhos a realizar ao longo deste percurso formativo visam promover a introdução orientada de dispositivos de mediação em contexto escolar. Como complemento, o IMULP proporcionará, num regime extra e opcional, um programa de estágio voluntário através do qual os pós-graduados poderão experienciar práticas de mediação escolar.

 


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