Oito razões para não desistir dos livros em papel

Março 17, 2015 às 8:00 pm | Publicado em A criança na comunicação social | Deixe um comentário
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texto do Observador de 27 de fevereiro de 2015.

Getty Images

Ao que parece, os jovens continuam a preferir os livros em papel aos e-books. Facilidades na compreensão, no envolvimento com a história e menos distrações justificam a preferência.

Ao lerem para os filhos, os pais preferem livros em papel por considerarem que as aplicações disponibilizadas em alguns livros electrónicos infantis, como vídeos e gráficos interativos, levam a distrações.

Catarina Fernandes Martins

O Huffington Post organizou uma lista que mostra como o anúncio da morte dos livros em papel pode ser exagerado, explicando também por que razão estes são melhores do que a alternativa eletrónica. Ora veja:

  1. Os jovens tendem a acreditar que a informação útil está fora da internet

Um estudo do Pew Research, que revelou que a geração milénio (o grupo que nasceu entre o início dos anos 80 e o ano 2000) gosta mais de ler livros do que os adultos, descobriu também que é mais provável que os jovens acreditem que a informação útil se encontra nos livros em papel e não na alternativa eletrónica. Cerca de 62% dos entrevistados com idade inferior a 30 anos identificou-se com esta afirmação, enquanto apenas 53% dos inquiridos com idade superior a 30 anos responderam da mesma forma.

  1. É mais provável que os jovens (e não tanto os adultos) comprem manuais de estudo em papel

Um estudo conduzido pelo Student Monitor mostrou que 87% dos gastos em manuais no início do ano letivo de 2014 foi em livros físicos e não em livros eletrónicos.

  1. Estudantes preferem estudar humanidades em livros do que através de cópias digitais gratuitas

Quando se trata de ciências e de matemática, os manuais eletrónicos servem. Mas no que toca às humanidades já não é assim, segundo um estudo da Universidade de Washington que concluiu que 25% dos estudantes de humanidades compram versões físicas dos livros pedidos pelos professores.

  1. Os jovens preferem livros físicos mesmo quando não se trata de manuais

Já vimos que os estudantes preferem manuais não eletrónicos. Um estudo da Nielsen de 2014 revelou que esta preferência se aplica também aos livros mais pessoais. O que leva os jovens a comprar livros, questionava o inquérito. As respostas “pesquisar em bibliotecas”, “pesquisar em livrarias” ficaram à frente das recomendações nas redes sociais ou em sites de venda de livros.

  1. Os estudantes não desenvolvem uma ligação emocional com os textos que leem em ecrãs e têm uma menor compreensão daquilo que leram dessa forma

Ler a mesma história num ecrã ou no papel e perceber as diferenças no envolvimento do leitor relativamente à narrativa foi a proposta de um estudo realizado em 2012. Resultado? Aqueles que leram a história no iPad não conseguiram ficar absorvidos pela história e foram incapazes de se envolverem com as personagens e com o enredo a um nível emocional. Em 2013, o jornal USA Today também publicou as conclusões de um estudo que descobriu que os estudantes compreendem menos aquilo que leem se o fizerem num ecrã.

  1. Juntos, pais e filhos também preferem os livros aos livros eletrónicos

Um estudo do instituto Joan Ganz Cooney Center do Sesame Workshop, responsável por investigar a leitura na infância, descobriu que nas leituras antes de deitar, os pais preferem ler aos filhos livros em papel, por considerarem que as aplicações disponibilizadas em alguns livros eletrónicos infantis, como vídeos e gráficos interativos, levam a distrações.

  1. Os livros eletrónicos prejudicam o sono

Os pais podem ter razão. Pelo menos foi o que concluiu um estudo da Universidade de Harvard, que descobriu que se o livro eletrónico emitir luz, a pessoa que o lê tem mais dificuldade em adormecer, demorando, em média, mais dez minutos até conseguir fechar os olhos e descansar.

  1. É difícil evitar o multitasking enquanto se leem livros eletrónicos

No livro Words Onscreen: The Fate of Reading in a Digital World, Naomi S. Baron escreveu que os jovens têm mais dificuldade em concentrar-se quando leem no ecrã porque é mais provável (três vezes mais provável do que ao ler livros em papel) que a sua atenção se disperse por várias tarefas ao mesmo tempo.

 

 

Lançamento da série animada Histórias do Lucas

Março 17, 2015 às 1:10 pm | Publicado em Divulgação, O IAC na comunicação social | Deixe um comentário
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lucas

O Instituto de Apoio à Criança em parceria com a Fundação Lapa do Lobo, a GO TO e a RTP 2, vai realizar uma Conferência de Imprensa no próximo dia 18 de Março, pelas 18H45 no Auditório Novo da Assembleia da República para apresentar a série televisiva Histórias do Lucas a emitir pela RTP 2, a partir do próximo dia 23 de Março.

Histórias do Lucas é uma série animada que aborda os Direitos da Criança de forma lúdica e pedagógica, pretendendo contribuir para a descoberta de outros temas de interesse social, cultural e educacional.

O recurso à animação tem por objetivo criar uma relação de identificação e de familiaridade das crianças com os personagens, procurando cativar atenção para os conteúdos das mensagens, promover a aprendizagem e criar laços familiares e afetivos.

A série Histórias do Lucas é dirigido às crianças, aos pais, aos educadores e a toda a comunidade em geral e pretende responder de forma simples e afetiva às questões do quotidiano. Esta série televisa Histórias do Lucas será apresentada pelo Professor Doutor Sampaio da Nóvoa, Professor Catedrático da Faculdade de Psicologia e de Ciências da Educação, antigo reitor da Universidade de Lisboa. O Professor Doutor Sampaio da Nóvoa é um especialista na área da educação, a nível nacional e internacional e irá sublinhar a vertente pedagógica e educativa deste projeto.

A Presidente do Instituto, Dra. Manuela Eanes abordará a importância da série animada Histórias do Lucas como um meio fundamental para a transmissão e preservação de valores, tais como a dignidade, solidariedade, respeito e afeto, entre outros.

O Dr. Carlos Torres, Presidente do Conselho de Administração da Fundação Lapa do Lobo e a Dra. Teresa Paixão, Diretora de Conteúdos da RTP 2 irão salientar o interesse da parceria estabelecida entre as várias entidades.

Comunicado de Imprensa (pdf)

O projeto da História do Lucas (pdf)

Ministério da Educação alerta escolas para cuidados na observação de eclipse solar

Março 17, 2015 às 12:30 pm | Publicado em A criança na comunicação social, Vídeos | Deixe um comentário
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Notícia do Diário Digital de 16 de março de 2015.

eclipse

O Ministério da Educação e Ciência alertou hoje as escolas para os cuidados na observação, na sexta-feira, do eclipse total do Sol, que será parcial em Portugal, devido aos riscos de lesões oculares, inclusive cegueira.

Em Portugal, o eclipse começa pelas 08:00 (hora de Lisboa) e termina pelas 10:00, com o seu pico a acontecer pelas 09:00.

Em comunicado, o ministério lembra que a observação do Sol “requer procedimentos de segurança corretos que, a não serem observados, terão como consequência graves riscos para a visão e, no limite, a cegueira”.

Na nota, a tutela adianta que a Direção-Geral de Educação, em colaboração com o Observatório Astronómico de Lisboa e a Direção-Geral da Saúde, enviou hoje às escolas “informação pormenorizada” sobre o eclipse solar e os cuidados a ter durante a observação.

O ministério avisa que o Sol “nunca deve ser observado diretamente sem filtros solares oculares”, mais conhecidos como “óculos de eclipses”, nem através de óculos escuros, vidros negros fumados, películas ou negativos fotográficos e radiografias.

A observação com óculos de proteção especial “nunca deve exceder períodos de 30 segundos”, fazendo-se “sempre intervalos de três minutos de descanso”.

A tutela sugere como método seguro de observação do eclipse a projeção da imagem do Sol num cartão, por meio de um orifício, ou a visualização da imagem projetada na sombra das árvores.

O comunicado do ministério esclarece que os alunos podem assistir, na quarta-feira, a uma vídeo-difusão sobre a temática, a partir das 11:00, em http://live.fccn.pt/mec/dge/eclipse.

O eclipse solar de sexta-feira será total apenas no extremo norte do Oceano Atlântico, nas ilhas Faroé (Dinamarca) e Svalbard (Noruega) e na região Ártica, de acordo com o Observatório Astronómico de Lisboa. No resto do mundo, será visto como parcial.

Um eclipse do Sol sucede quando a Lua, satélite natural da Terra, se interpõe entre o seu planeta e o Sol, ocultando total (eclipse total) ou parcialmente (eclipse parcial) a luz solar.

Diário Digital com Lusa

 

 

Oficinas de Artes Plásticas

Março 17, 2015 às 12:00 pm | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
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oficinas

Data limite de inscrição 22 de março

mais informações:

http://fjuventude.pt/pt/destaques/1003/oficinas-de-artes-plasticas.aspx

Seminário “Contributos psicodinâmicos para a Intervenção Precoce no desenvolvimento infantil”

Março 17, 2015 às 10:50 am | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
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semina

inscrições e programa:

http://sppc-pt.jimdo.com/

http://www.sppc-pt.com/

Ação de Formação “Maus Tratos em Crianças – Avaliação e diagnóstico: Instrumentos de avaliação do risco e do perigo

Março 17, 2015 às 10:23 am | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
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maus

A participação é gratuita, mediante inscrição prévia até ao dia 23/03/2015, disponível online : http://goo.gl/E1nVxb. Para mais informações e/ou esclarecimentos, pode contactar a CPCJ de Vila Nova de Poiares, através do telefone 239 420 850 ou do email cpcjvnpoiares@sapo.pt
prog

Rede BLX e a Estufa Fria de Lisboa irão comemorar o Dia Mundial da Poesia e das Florestas na Estufa Fria

Março 17, 2015 às 8:00 am | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
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estufa

Histórias contadas em poesias inventadas 2015

comemoração do dia mundial da poesia e da floresta sábado, 21 de março 2015 das 10H00 às 17hH00 na Estufa Fria de Lisboa co-produção: BLX e Estufa Fria Pelo segundo ano consecutivo as Bibliotecas de Lisboa | Rede BLX e a Estufa Fria de Lisboa irão comemorar o Dia Mundial da Poesia e das Florestas, a 21 de março, realizando uma série de atividades para famílias e público em geral, na Estufa Fria, das 10H00 às 17H00, e na Biblioteca Camões, às 18H30.

A poesia e a natureza fundem-se num lugar mágico e único, onde as palavras e a beleza do espaço originam momentos de lazer, criatividade e prazer. E em cada canto daquele oásis com mais de 300 espécies, plantam-se rimas e contos e descobrem-se plantas.

mais informações:

http://blx.cm-lisboa.pt/noticias/detalhes.php?id=1020

Os alunos que iniciam o secundário não distinguem quais são as informações relevantes sobre a Internet

Março 17, 2015 às 6:00 am | Publicado em A criança na comunicação social, Estudos sobre a Criança | Deixe um comentário
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Notícia do http://tecnologia.elpais.com/tecnologia      de 26 de fevereiro de 2015.

mais informações nos links:

http://www.iea.nl/icils_2013.HTML

http://www.iea.nl/home.HTML

EFE

Los alumnos que empiezan secundaria no distinguen qué informaciones son relevantes en Internet

 

Un estudio internacional analiza las competencias digitales de los alumnos de 13 años en 21 países

Susana Pérez de Pablos

Aunque un niño cuya lengua materna sea el español viva en Alemania, no va a hablar alemán como los nativos, a no ser que se promueva que lo haga. Lo mismo pasa con el aprendizaje de la tecnología: una cosa es que los niños actuales hayan nacido ya en la era tecnológica (los llamados nativos digitales) y otra muy distinta es que –a pesar de que se manejen muy intuitivamente ante una tableta- sepan desenvolverse de forma adecuada en la escuela y el mundo laboral de esta era.

Este es el razonamiento que hace el jefe de la Unidad de Investigación y Análisis de la Asociación Internacional para la Evaluación del Rendimiento Educativo (IEA), Andrés Sandoval-Hernández para explicar el resultado de un estudio que analiza el uso hacen los estudiantes de la tecnología, realizado en 18 países del mundo más dos regiones de Argentina y Canadá entre 60.000 estudiantes de 13 años (los que empiezan la ESO o los estudios equivalentes en otras naciones), y cuyas conclusiones son extrapolables a todo el mundo desarrollado. Sandoval presentó ayer este informe en la XXIX Semana de la Educación de la Fundación Santillana, en la que también participaron el director de Políticas Públicas y Relaciones Institucionales de Google España y Portugal, Francisco Ruiz Antón, y César Molinas, experto de la consultora Multa Paucis.

Son pocos los estudiantes que a los 13 años se quedan en un primer nivel básico de competencias tecnológicas, el 17%. Se trata de los que únicamente saben hacer cosas básicas, como abrir un link, o, por ejemplo, identificar qué otras personas están recibiendo el mismo correo que ellos. Otro 23% se encuentran entre los que van un paso más allá, los que están familiarizados con las herramientas tecnológicas  -saben, por ejemplo, usar los programas de búsqueda con palabras clave o insertar la información que encuentren en una hoja de cálculo- , y un 38% más llegan a un tercer nivel de habilidades en el que saben además encontrar todo lo que quieren, aunque no lo vean mencionado explícitamente. Pero solo alrededor del 2% de los alumnos del mundo desarrollado llegan a saber seleccionar en Internet las informaciones relevantes de las que no lo son. Es decir, son los que demuestran tener pensamiento crítico. El país que tiene más alumnos en el nivel más alto es Corea del Sur (el 5%), seguido de Australia (4%) y la República Checa (3%). España participará en el próximo estudio de este organismo, anuncia Sandoval.

La IEA está integrada por 70 países, cada uno representado por una agencia de evaluación educativa y su objetivo es generar información que ayude a realizar políticas que ayuden a mejorar la calidad de la educación en los países. Estos miembros “han demandado a la asociación más estudios sobre lo que está pasando en el uso de las tecnologías por los estudiantes y si estos están siendo formados para desenvolverse de una manera efectiva en la sociedad del futuro”, explica Sandoval. De ahí este primer estudio presentado ayer sobre la competencia digital de los estudiantes y el contexto, escolar y familiar en el que la adquieren.

“Una cosa es que un niño sepa usar un soporte digital para jugar o meterse en Internet y otra muy distinta que tenga las competencias digitales necesarias para tanto manejarse debidamente como para sacarle partido a todo lo que le ofrece la tecnología”, prosigue este experto.

La radiografía que hace el informe de la situación revela que en el mundo hay, de media, en los colegios un ordenador para cada 18 niños. Pero mientras que en Noruega hay uno para cada dos alumnos, en Turquía hay un ordenador para cada 80 estudiantes. Respecto a la frecuencia en la que usan los ordenadores, el 54% de los niños de 13 años lo hacen en la escuela al menos una vez al mes y el 87% en casa al menos una vez a la semana. De estos, el 75% lo utilizan para meterse en redes sociales y el 52% para mandar mensajes. En la escuela, básicamente lo usan (el 45%) para escribir con un procesador de textos, como el Word, así como para hacer presentaciones con programas como el PowerPoint (44%).

“Uno de los resultados más importantes que hemos visto es precisamente que los profesores utilizan mucho más Word y PowerPoint en la clase que software especializado para la enseñanza de las asignaturas, a pesar de que hay algunos muy buenos disponible en el mercado. Y dicen que no las usan porque no se sienten cómodos haciéndolo”.

La conclusión principal es, según este experto, que “ahora sabemos para qué se están usando los ordenadores y no es para lo que creemos que se tendrían que utilizar si queremos que los estudiantes desarrollen el tipo de competencia que les van a servir en un futuro para desenvolverse adecuadamente en el colegio, el mundo laboral y la sociedad. Es necesario, además, diseñar políticas enfocadas a la capacitación de los maestros para que utilicen más estas herramientas, porque los niños no van a aprender solitos, tenemos que guiarlos”.

 

 


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