O jogo de pérolas e golfinhos. Reflexões para ajudar as mães, pais e amigos de crianças com excesso de peso

Março 16, 2015 às 8:00 pm | Publicado em Livros, Recursos educativos | Deixe um comentário
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juego

descarregar o livro:

El juego de las perlas y los delfines. Reflexiones para ayudar a madres, padres y amigos de niños y niñas con exceso de peso

La Red de la Sandia presenta el libro El juego de las perlas y los delfines. Reflexiones para ayudar a madres, padres y amigos de niños y niñas con exceso de peso.

Está escrito por la doctora Rita Tanas, experta en obesidad infantil y colaboradora del Plan Integral de Obesidad Infantil de Andalucía.

Este libro está dirigido a las familias interesadas en ayudar a sus hijos con exceso de peso. En él pueden encontrar sus propias opciones para cambiar hacia estilos de vida más saludables y sostenibles a lo largo del tiempo.

 

Registo de agressores sexuais de menores: Por que sou a favor – Artigo de opinião de Dulce Rocha no Público

Março 16, 2015 às 5:00 pm | Publicado em O IAC na comunicação social | Deixe um comentário
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Artigo de opinião da Drª Dulce Rocha, Vice-Presidente do Instituto de Apoio à Criança, no Público de 14 de março de 2015.

Dulce Rocha

Temos o dever de proteger as crianças em homenagem a um mundo mais digno e mais justo, que não permita que continuem a ser violentadas perante a olímpica indiferença dos que clamam, em abstracto, pelos direitos e liberdades.

Nas últimas décadas, foram muitos os casos de abusos sexuais de crianças que abalaram e fizeram despertar consciências por esse mundo fora.

Crianças raptadas e mantidas em cativeiro durante anos a fio, crianças violadas e assassinadas pelos agressores, crianças silenciadas pelo terror, a quem roubaram a infância e que passados muitos anos, já adultos, vêm relatar os horrores que viveram.

A Proposta de Lei agora aprovada em Conselho de Ministros pretende transpor para a nossa ordem jurídica as normas que nos últimos anos, quer o Conselho da Europa, através da Convenção de Lanzarote, quer a União Europeia, através de Directivas, têm vindo a produzir e que visam o combate ao abuso e à exploração sexual de crianças e à pornografia infantil e bem assim a protecção das crianças contra este tipo de crimes.

A tomada de consciência da enorme dimensão do fenómeno dos abusos sexuais contra crianças tem motivado ampla pesquisa dos estudiosos que têm vindo a publicar múltiplos dados, quer sobre os efeitos gravíssimos no desenvolvimento das crianças, quer sobre os perfis dos agressores.

Estas pesquisas e estes estudos constataram a elevada reincidência neste tipo de crimes, e bem assim os débeis efeitos das penas, que muitos entendem não serem susceptíveis, por si sós, de influenciarem os agentes dos abusos. Daí que, o Direito Convencional mais recente preconize, além de penas mais prolongadas, a avaliação periódica da perigosidade em complemento à pena com vista a permitir a redução da repetição das infracções.

É neste contexto que surge a criação do Registo, a chamada base de dados dos condenados por crimes sexuais contra crianças. Creio que é uma medida positiva, sobretudo se for complementada pelas outras que referi. Já existem normas semelhantes em França e no Reino Unido e o Tribunal Europeu dos Direitos Humanos pronunciou-se favoravelmente em ambos os casos. Têm sido criticadas as soluções que vigoram em diversos Estados dos EUA, em que, por vezes, o acesso aos registos é livre e que tem provocado situações de fuga e ausência de informação sobre o paradeiro dos condenados e até indesejáveis notícias de perseguição por particulares.

A proposta agora aprovada rejeitou o acesso livre, visto que, além das autoridades judiciárias e policiais, só os pais podem aceder, mediante requerimento fundamentado. Alguns contestam o acesso pelos pais, mas uma coisa é certa: as leis sobre registos deste tipo surgiram por exigência dos pais. Devemos perguntar-nos se aquela eficácia que poderá levar à mudança poderia verificar-se sem o acesso dos pais. São eles que têm a responsabilidade de cuidar dos filhos. Vedar-lhes o acesso não retirará um dos mais importantes objectivos deste Registo? Porque as Polícias já têm o Registo Criminal e já fazem prevenção e já trocam informações.

Se queremos que as crianças tenham mais protecção e segurança, temos de mudar paradigmas demasiado garantísticos dos arguidos, sobretudo quando estão em causa vítimas demasiado vulneráveis. As crianças são um bem raro. Temos o dever de protegê-las, em homenagem a um mundo mais digno e mais justo, que não permita que continuem a ser sequestradas e violentadas perante a olímpica e romântica indiferença dos que clamam em abstracto, pelos direitos e liberdades de cidadãos, que atentam contra a liberdade dos que não têm voz para se defender. Presidente executiva do Instituto de Apoio à Criança

 

 

Lançamento da série animada Histórias do Lucas

Março 16, 2015 às 1:30 pm | Publicado em Divulgação, O IAC na comunicação social | Deixe um comentário
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lucas

O Instituto de Apoio à Criança em parceria com a Fundação Lapa do Lobo, a GO TO e a RTP 2, vai realizar uma Conferência de Imprensa no próximo dia 18 de Março, pelas 18H45, no Auditório Novo da Assembleia da República para apresentar a série televisiva Histórias do Lucas a emitir pela RTP 2, a partir do próximo dia 23 de Março.

Histórias do Lucas é uma série animada que aborda os Direitos da Criança de forma lúdica e pedagógica, pretendendo contribuir para a descoberta de outros temas de interesse social, cultural e educacional.

O recurso à animação tem por objetivo criar uma relação de identificação e de familiaridade das crianças com os personagens, procurando cativar atenção para os conteúdos das mensagens, promover a aprendizagem e criar laços familiares e afetivos.

A série Histórias do Lucas é dirigido às crianças, aos pais, aos educadores e a toda a comunidade em geral e pretende responder de forma simples e afetiva às questões do quotidiano. Esta série televisa Histórias do Lucas será apresentada pelo Professor Doutor Sampaio da Nóvoa, Professor Catedrático da Faculdade de Psicologia e de Ciências da Educação, antigo reitor da Universidade de Lisboa. O Professor Doutor Sampaio da Nóvoa é um especialista na área da educação, a nível nacional e internacional e irá sublinhar a vertente pedagógica e educativa deste projeto.

A Presidente do Instituto, Dra. Manuela Eanes abordará a importância da série animada Histórias do Lucas como um meio fundamental para a transmissão e preservação de valores, tais como a dignidade, solidariedade, respeito e afeto, entre outros.

O Dr. Carlos Torres, Presidente do Conselho de Administração da Fundação Lapa do Lobo e a Dra. Teresa Paixão, Diretora de Conteúdos da RTP 2 irão salientar o interesse da parceria estabelecida entre as várias entidades.

Comunicado de Imprensa (pdf)

O projeto da História do Lucas (pdf)

 

Registo de Pedófilos – Declarações de Manuel Coutinho à RTP Informação

Março 16, 2015 às 1:15 pm | Publicado em O IAC na comunicação social | Deixe um comentário
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Declarações do Dr. Manuel Coutinho (Secretário–Geral do Instituto de Apoio à Criança e Coordenador do  Sector SOS-Criança do Instituto de Apoio à Criança) ao Grande Jornal da RTP Informação de 13 de março de 2015.

Pode ver as declarações do Dr. Manuel Coutinho no link:

minuto 05,58 – 06,23 e minuto 07,09 – 07,42

http://www.rtp.pt/play/p1726/e187833/grande-jornal

manuel coutinho

 

E quando o pai também é mãe… Entrevista de Manuel Coutinho à Revista Família Cristã

Março 16, 2015 às 1:00 pm | Publicado em O IAC na comunicação social | Deixe um comentário
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Entrevista do Dr. Manuel Coutinho (Secretário–Geral do Instituto de Apoio à Criança e Coordenador do  Sector SOS-Criança do Instituto de Apoio à Criança) à Família Cristã de março de 2015.

Ler a entrevista no pdf

Família Cristã março 2015

coutinho

 

 

Histórias do Lucas estão a chegar à RTP2

Março 16, 2015 às 12:30 pm | Publicado em O IAC na comunicação social | Deixe um comentário
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Notícia do Destak de 16 de março de 2015.

destak

 

 

Pós-Graduação em intervenção psicopedagógica em contexto escolar

Março 16, 2015 às 12:00 pm | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
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maio

mais informações aqui

Jornadas Educativas “Pensar a Educação …2015”

Março 16, 2015 às 7:10 am | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
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pensar

Período de inscrição: Até 20/03/2015

mais informações:

http://www.edufor.info/formacao/index8.asp?id=0915T1

Porquê utilizar videojogos na educação?

Março 16, 2015 às 6:00 am | Publicado em A criança na comunicação social | Deixe um comentário
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texto do site http://ined21.com  de 15 de dezembro de 2014.

Señala Prenksy1 que los y las estudiantes de hoy buscan obtener aprendizajes significativos, que guarden relación directa con su vida diaria y que les permitan ser protagonistas de su proceso educativo. A través de entrevistas a jóvenes, ha extraído los siguientes puntos:

  • No quieren charlas teóricas.
  • Quieren que se les respete, se confíe en ellos, y que sus opiniones se valoren y se tengan en cuenta.
  • Quieren seguir sus pasiones e intereses.
  • Quieren crear, usando las herramientas de su tiempo.
  • Quieren trabajar con sus compañeros (iguales) en trabajos de grupo y proyectos (y evitar que los vagos viajen gratis).
  • Quieren tomar decisiones y compartir el control.
  • Quieren conectar con sus iguales para expresar y compartir sus opiniones, en clase y alrededor del mundo.
  • Quieren cooperar y competir entre sí.
  • Quieren una educación que no sea únicamente relevante, sino conectada con la realidad.

Creo que los y las estudiantes tienen claro cómo quieren aprender, pero como profesionales de la educación nos encontramos, en muchas ocasiones, a medio camino de encontrar fórmulas que encajen con la realidad de hoy día.

Por otra parte, la Teoría del Flujo que Miháil Csíkszentmihályi2 lleva desarrollando desde 1975, nos habla de una serie de factores que crean situaciones óptimas y positivas en la ejecución de una actividad. En estos entornos de actividad se pueden producir aprendizajes profundos y significativos, que sean además plenamente satisfactorios. Las características de estos procesos se  resumen en:

  • Que sea una situación desafiante.
  • Que se focalice la atención en la tarea.
  • Que existan metas claras.
  • Que se produzca una retroalimentación sobre la tarea.
  • Que se produzca una pérdida de la sensación del tiempo (inmersión).
  • Que sea una experiencia autotélica, es decir, que hacemos porque vivirla es la principal meta.

Se trata de esos momentos en los que el tiempo parece que no pasa, mientras realizamos esas tareas que nos apasionan y se nos dan tan bien. Está íntimamente ligado al concepto de Elemento de Ken Robinson3, en el que confluyen las inclinaciones y aptitudes personales.

Si analizamos la forma que tiene un jugador o jugadora con los videojuegos, vemos que se adaptan perfectamente a este retrato dibujado por Prensky y Csíkszentmihályi.

En este sentido, James Paul Gee4 defiende que los videojuegos crean entornos de aprendizaje que debemos estudiar, para mejorar aquellos que generamos en las escuelas. Detalla 36 principios del aprendizaje a través de los videojuegos, que encajan con las necesidades de los discentes detectadas por estos Prensky y Csíkszentmihályi. Para no extendernos en este punto vamos a seleccionar algunos de ellos para justificar el uso de videojuegos en educación, a través de la creación de estados de flujo. Se puede ver la adaptación de algunos de estos principios en la siguiente tabla.

Porque-utilizar-videojuegos-en-educación-Magazine-INED211

 

Como vemos en esta tabla los principios educativos, que emanan del uso de videojuegos, encajan perfectamente con los planteamientos de experiencias de flujo que generen aprendizajes significativos.

Nos encontramos pues con una herramienta muy potente a la hora de diseñar procesos de enseñanza-aprendizaje basados en la inmersión, la motivación, la diversión, la exploración y la interactividad.

Sin embargo, como cualquier otro recurso educativo, hay que preguntarse con detenimiento por qué, para qué, cuándo y cómo utilizarlo. Introducir un videojuego en el proceso de enseñanza-aprendizaje no supone una mejora del mismo por ello, del mismo modo que no se consigue incrementar el aprendizaje solo con introducir una pizarra digital en el aula.

Es el enfoque pedagógico, la planificación de la actividad y la forma de engranarlo con una herramienta como el videojuego, que es capaz de generar entornos virtuales de aprendizaje, lo que da lugar a experiencias educativas significativas.

videojuegos-en-educación-Magazine-INED212

 

CÓMO UTILIZAR UN VIDEOJUEGO EN PROCESOS DE ENSEÑANZA-APRENDIZAJE?

A la hora de utilizar un videojuego como herramienta educativa, debemos plantearnos todo el proceso de enseñanza-aprendizaje. La introducción de las TIC no implica una mejora educativa per se, y es algo que debemos tener claro. Por ello recomiendo tener en cuenta varios puntos del proceso:

  1. Decidir qué personas participan en el proyecto y sus funciones. Puede tratarse de un proyecto realizado por un docente o por varios, dentro del temario de una o varias materias, etc. En caso de ser necesaria una formación inicial previa es el mejor momento.
  2. Definir objetivos a conseguir, especificando competencias y contenidos que se quieren trabajar, así como los principios metodológicos de la actividad.
  3. Establecer la metodología de trabajo, que debe ser colaborativa, práctica, investigadora y poco dirigida. Decidir el tamaño de los grupos (las parejas son ideales para trabajar con ordenadores), cómo se van a formar los grupos (es ideal que se unan estudiantes con conocimiento del programa con otros que no lo han usado, fomentando el efecto mentor), el tiempo que se va a utilizar la herramienta en clase y fuera de ella, la forma de entrega de los trabajos (videos, exposiciones en clase, etc.).
  4. Seleccionar el videojuego que mejor se adapte a nuestras necesidades, objetivos, población destinataria, valores y metodología.
  5. Informar al resto del equipo directivo y docente, así como al alumnado y sus familiares acerca del proyecto. Es muy importante explicar a las familias el porqué del uso de esta herramienta, puesto que aún es poco conocido el potencial educativo de los videojuegos. Nos podemos encontrar, si no lo explicamos bien con prejuicios que los catalogan como herramientas no adecuadas para la educación.
  6. Realizar la instalación. Preparar los equipos informáticos, instalar el juego y el hardware si es necesario.
  7. Lanzar el reto a alumnos y alumnas. El trabajo debe ser tan autónomo como sea posible. Organizar los grupos y explicar la dinámica de trabajo.
  8. Acompañar el proceso de los y las estudiantes, facilitando relaciones entre su desempeño en el mundo virtual y el mundo real. El docente debe ser un facilitador de los aprendizajes, facilitando la inmersión en el entorno de aprendizaje que supone el videojuego.
  9. Evaluar el proceso desde diferentes puntos de vista:

 

  1. Objetivos planteados. Medir la adquisición de contenidos y el desarrollo de competencias, en función de los objetivos planteados.
  2. La motivación adquirida para el aprendizaje de otros conocimientos a partir de la experiencia.
  3. La valoración de estudiantes, familiares y equipo docente respecto de la actividad.
  4. Dificultades que se han encontrado a lo largo del proceso.
  5. Oportunidades que se han detectado para futuros proyectos.

Naturalmente, esta es una propuesta para usar videojuegos en procesos educativos. Siempre habrá que tener en cuenta la necesidad de adaptarlo a las características del centro, de los discentes y de los docentes que participarán en el proyecto.

Es muy importante tener en mente siempre que la planificación, en todo proceso de enseñanza-aprendizaje, supone un paso muy importante para alcanzar los objetivos propuestos con la mayor eficiencia posible. Además permite improvisar y adaptarse a los imprevistos con mayor seguridad.

Como hemos visto, los videojuegos pueden ser herramientas muy potentes para usarse en educación. Sin embargo, no debemos perder de vista que lo más importante es el enfoque pedagógico en el que nos basamos para definir nuestros objetivos, así como los principios que guían la actividad.

La tecnología no puede sustituir a la pedagogía. Ambas integran un mismo proceso, que nos permite desarrollarnos como personas a través de la conexión de aprendizajes.

LECTURAS RECOMENDADAS:

1Prensky, M. (2011) Enseñar a nativos digitales. Editorial SM. 2Mihály Csíkszentmihályi. – (1998) Aprender a fluir. Editorial Kairos. – (2011) Fluir: una psicología de la felicidad. Editorial deBolsillo. 3Robinson K. (2012) El elemento. Descubrir tu pasión lo cambia todo. Editorial Conecta. 4Gee, J. P. (2004). Lo que nos enseñan los videojuegos sobre el aprendizaje y el analfabetismo. Ediciones Aljibe y Enseñanza Abierta de Andalucía.

Ismael Cazalilla

Coordinador de proyectos socioeducativos en educación no formal. Educador social y antropólogo con formación en informática. Especializado en TIC en educación y formación, especialmente interesado en estudiar el potencial educativo de los videojuegos. Creo firmemente en el aprendizaje continuo y colaborativo.

 

 

 


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