Origem do narcisismo aponta para excesso de elogios dos pais

Março 14, 2015 às 7:13 pm | Publicado em Estudos sobre a Criança | Deixe um comentário
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texto do Público de 10 de março de 2015.

O estudo citado na notícia é o seguinte:

Origins of narcissism in children

DR

Nicolau Ferreira

Estudo em famílias holandesas sugere que a demonstração de amor dos pais ajuda as crianças a ter auto-estima, mas a sua glorificação pode contribuir para uma ideia desproporcionada do valor de si próprias.

Diz-se que uma pessoa centrada em si própria de forma doentia é narcísica. Esta é a definição de narcisismo na entrada deste tema na Enciclopédia Britannica online. E é também uma explicação perfeita sobre o Narciso – o rapaz tão belo que, segundo a mitologia grega, quando se viu reflectido num espelho de água, se enamorou de si próprio. Narciso morreu a olhar para si e nesse lugar nasceu uma flor que ganhou o seu nome.

Ainda não há uma explicação definitiva para a origem desta perturbação da personalidade que tem o nome daquele mito. As duas hipóteses mais importantes sobre este problema levam-nos até ao desenvolvimento psicológico das crianças, mas divergem na explicação. Segundo uma das hipóteses, o narcisismo surge quando os pais valorizam de mais as crianças, e elas acabam por ter uma ideia desproporcionada de si próprias: vêem-se como pessoas privilegiadas. A outra hipótese defende que a causa está em pais que não demonstram amor e não valorizam suficientemente os filhos. As crianças, por sua vez, tentam colocar-se num pedestal para terem a aprovação de terceiros, que não receberam dos pais.

Uma equipa a trabalhar na Holanda analisou o desenvolvimento das crianças à procura da origem do narcisismo, testando as duas hipóteses. Os investigadores observaram uma associação entre a glorificação dos filhos e a existência e manutenção dos traços narcísicos, conclui um artigo publicado nesta segunda-feira na revista Proceedings of the National Academy of Sciences dos Estados Unidos.

Nas últimas décadas, mais especificamente nas camadas mais jovens das sociedades ocidentais, o narcisismo tem aumentado, adianta o artigo. As características do narcisismo vão para lá do enamoramento por nós próprios. Podem passar por usar terceiros para ganhos próprios, por acharmos que somos melhores e que temos mais direitos do que os outros, e pela constante procura de aprovação e elogio.

As consequências desta perturbação não são benignas, descrevem os autores no artigo: “Quando os narcisistas se sentem humilhados, tendem a responder com agressividade, ou até mesmo violentamente. Os narcisistas também têm um risco acrescido de problemas de saúde mental, como dependências de drogas, depressão e ansiedade.”

Agora, o estudo de Eddie Brummelman, na Universidade de Utrecht, na Holanda, e colegas analisou 565 crianças entre os 7 e os 11 anos. A cada uma foi feito um inquérito de seis em seis meses, durante dois anos, para aferir se tinham traços de personalidade narcísica e para avaliar a sua auto-estima. Frases no inquérito como “Miúdos como eu merecem algo extra” destinaram-se a permitir avaliar o narcisismo. Enquanto frases como “Miúdos como eu estão felizes consigo próprios como pessoas” avaliaram a auto-estima.

Os autores explicam a dimensão destes dois aspectos. “Apesar de os narcisistas se sentirem superiores aos outros e que têm direito a ter privilégios, não estão necessariamente satisfeitos consigo próprios como pessoas. Ou seja, o narcisismo e a auto-estima captam duas dimensões diferentes do eu. Como dizem os peritos: ‘Uma auto-estima elevada significa pensar-se bem de si mesmo, enquanto o narcisismo envolve uma vontade apaixonada de se pensar bem de si próprio.’ Além disso, ao contrário do narcisismo, a auto-estima elevada é indicativo de níveis mais baixos de ansiedade e de depressão ao longo do tempo.”

O inquérito tinha ainda perguntas sobre o relacionamento que as crianças tinham com o pai e a mãe: “O meu pai/a minha mãe dizem-me que me amam.” Os autores também fizeram inquéritos a 415 mães e a 290 pais destas crianças. Por um lado, quiseram saber se os pais consideravam os filhos mais especiais do que as outras crianças. Por outro, perguntaram aos pais se diziam aos filhos que os amavam.

Com todas estas perguntas, os cientistas puderam distinguir se os traços de narcisismo estavam ligados a uma sobrevalorização dos pais ou à falta de amor. Além disso, também analisaram o papel do amor dos pais na auto-estima das crianças.

Os resultados mostraram que os traços de narcisismo estão associados à sobrevalorização dos filhos ao longo do tempo. “Quando os pais dizem às crianças que elas são mais especiais do que os outros, elas acreditam nisso. Isso poderá não ser bom nem para as crianças nem para a sociedade”, defende Brad Bushman, co-autor do estudo, investigador da Universidade Estadual de Ohio, nos Estados Unidos. Este cientista explica que os pais poderão ter este tipo de atitude com o objectivo de aumentar auto-estima dos filhos. “Mais do que aumentar a auto-estima, as práticas de sobrevalorização podem estar inadvertidamente a aumentar os níveis de narcisismo.”

A equipa não encontrou uma associação entre a falta de demonstração de amor de pais para filhos e o narcisismo. Mas descobriu que quando os filhos diziam, no questionário, que sentiam o amor dos pais, isto permitia prever que a auto-estima seria elevada ao longo do tempo.

Apesar de os cientistas explicarem que a educação será só um dos factores que contribui para o desenvolvimento de uma personalidade narcísica, defendem que “um esforço colectivo para reduzir a sobrevalorização dos pais poderá ajudar a travar o aumento do narcisismo na sociedade”.

 

 

Até quando devem os filhos dormir no quarto dos pais?

Março 14, 2015 às 3:00 pm | Publicado em A criança na comunicação social | Deixe um comentário
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texto do Observador de 8 de março de 2015.

observador

Ana Cristina Marques

André Correia

A pergunta reflete uma dúvida que persegue muitos pais. Há quem escolha passar o bebé para um quarto próprio com poucos dias ou meses de vida. Ou quem durma com ele, na mesma cama, durante anos.

Ao terceiro dia de vida a pequena Irene estava a dormir num berço e quarto próprios. Não que Joana Gama, a mãe, fosse uma ávida defensora de que as crianças devem dormir longe dos pais o mais cedo possível, mas porque a radialista não sentiu uma ligação emocional com a filha assim que ela veio ao mundo. Já a mãe de Isabel, Joana Paixão Brás, esperou três meses e cinco dias. Sabe a data de cor e salteado porque há pouco tempo pôs-se a recordar o texto que escreveu sobre o dia em que mudou a filha de quarto.

Joana Gama e Joana Paixão Brás são as “Joanas” que gerem o blogue “A mãe é que sabe”, um espaço criado no final de 2014 e onde imperam as mais díspares opiniões maternais — independentemente dos argumentos, no final é mesmo a mãe que sabe. As filhas de ambas têm a mesma idade, 11 meses, e são exemplos de bebés que saíram cedo do conforto da divisão dos progenitores. Uma realidade que nos leva para a seguinte questão: afinal, até que idade devem os filhos dormir no quarto dos pais?

A pergunta colocada reflete uma dúvida real, até porque o sono dos mais novos pode ser assustador, sobretudo para uma mãe de primeira viagem. Cátia Costa, encarregue do site De Mãe para Mãe (que tem cerca de 4 milhões de visualizações por mês), assegura que muitas visitantes perguntam qual a altura mais adequada para o bebé ir para o seu quarto: fazem-no nos fóruns ou em formato consultório, disponibilizado na página, dirigindo questões à médica de serviço (Dra. Marcela Forjaz).

E são também muitos os pais que se interrogam sobre o assunto junto de Filipa Sommerfeldt Fernandes. Apesar de não ser médica, é especialista em ritmos de sono e trabalha exclusivamente com bebés e crianças. Ao contrário do que se possa pensar, faz terapia para pais e não para filhos. “Não considero que haja uma data limite, mas acho bem que nos primeiros meses de vida o bebé durma no quarto dos pais, até por uma questão de vigilância”, argumenta.

“Seis meses.” Quem o diz é um dos suspeitos do costume, isto é, o pediatra Mário Cordeiro. “Pessoalmente, defendo que as crianças deverão sair do quarto dos pais até aos seis meses; de preferência por volta dos quatro meses, tirando raríssimas exceções”, explica ao Observador o também autor do livro Dormir Tranquilo. Já Rosa Gouveia, membro da direção da Sociedade Portuguesa de Pediatria do Neurodesenvolvimento (da Sociedade Portuguesa de Pediatria), alega que não existem regras fixas, antes uma recomendação: “Depende de muitos fatores; quando um bebé está a ser amamentado é mais prático para a mãe que ele durma no seu quarto. (…) Será até aos seis meses em alguns casos.” A pediatra com 30 anos de serviço explica ainda que “há estudos que dizem que há menos casos morte súbita de bebés que dormem no quarto dos pais”.

Mudar de quarto não é um bicho-de-sete-cabeças, pelo menos para os filhos. Filipa Fernandes explica que para os mais pequenos esta é uma transição pacífica. O mesmo não acontece com os pais: “Se as mães estiverem muito aflitas, mais vale não mudar logo o bebé.” Diz ainda que as crianças, por norma, dormem melhor num quarto a elas destinado, e que durante o sono fazem muitos barulhos que, caso continuem no quarto dos pais, não deixam os progenitores descansar. É também uma questão de (des)conforto: a Filipa Fernandes chegam muitos pais que lhe contam que, tendo os filhos no berço ao lado, tossem debaixo da almofada e têm um cuidado extra ao mexerem-se na cama, tudo em prol do sono tranquilo do bebé.

O pediatra concorda quando diz que a mudança de quarto é encarada pelos mais novos de forma natural e que é aos pais que custa mais: “Muitos pais sentem — e como isto não quer dizer que não seja natural, normal e saudável — uma ‘orfandade’ quando os filhos saem do quarto. É normal porque os pais são, hoje, muito responsáveis, gostam de estar presentes na vida do bebé e tudo passa muito depressa.” Os progenitores masculinos, diz, são os que sofrem menos com a situação.

E dormir na cama dos pais?

De volta às Joanas, Joana Gama conta que, apesar de 70% da decisão de colocar a Irene a dormir no seu próprio quarto tenha tido a ver com a falta de apego, hoje em dia faria tudo diferente. Agora que se diz apaixonada pela filha, afirma que praticaria o co-sleeping nos primeiros dias. “Sinto que não é tão fácil que ela adormeça perto de mim, nunca ganhou esse hábito porque ao terceiro dia foi dormir para o quarto dela”, diz. “Um segundo filho vai dormir na nossa cama até nós conseguirmos dormir. Acho que não existe uma idade certa para tirar os miúdos da nossa cama, acho que existe instinto maternal e paternal”. E se há risco em relação aos pais, como esmagar a criança ao partilhar o mesmo colchão, também há formas de os contornar, argumenta.

Joana Paixão Brás, por seu turno, admite que leva a filha Isabel para a sua cama em condições excecionais, quando está com dificuldade em dormir, embora nunca fique a noite toda. “É falta de hábito nosso. A cama também não é muito grande e temos sempre receio de cair em cima dela e de nos esquecermos que ela está ali. Acho que se o co-sleeping fosse um hábito esses medos desapareciam”, argumenta a blogger, que trabalha na área da comunicação.

Por co-sleeping entende-se uma criança que dorme na cama dos pais, esclarece Mário Cordeiro, que se apressa a contrariar a ideia: “Quanto a mim, salvo casos diagnosticados como patológicos em termos de saúde mental por pedopsiquiatras, acho profundamente errado.” E porquê? Numa mesma resposta mete os perigos de asfixia e o aumento da incidência de morte súbita, mas também o facto de não favorecer a autonomia da criança — “Para o bem ou para o mal, ela está ‘cá fora’ desde que nasceu, pelo que tudo o que seja ‘branquear’ essa realidade funciona como um impedimento ao crescimento saudável e tranquilo das crianças.”

Dormir numa cama partilhada pelos pais mais tempo do que o devido — sobretudo a partir dos 18 meses — pode “alimentar a fantasia de que [as crianças] poderão seduzir e conquistar afetivamente o progenitor do sexo oposto e, ao mesmo tempo, invadir o espaço íntimo dos pais, que representa poder e autoridade, numa idade em que pretendem fazer vingar o seu narcisismo e omnipotência”, esclarece Mário Cordeiro. A necessidade de ensinar uma noção de privacidade aos mais novos também entra na equação, até porque, alega o pediatra, qualquer relação tem zonas interditas, íntimas e privadas: “As crianças têm de sentir que no triângulo pai-mãe-filho elas estão no vértice de baixo e que os pais ocupam os dois vértices superiores.”

Maria e José são um exemplo de um casal que tem a intimidade condicionada há mais de dois anos. O único filho de ambos dorme na cama dos pais desde os nove meses, altura em que transitou de um berço num quarto próprio para a cama king size. E é mesmo o rei de um trono onde dorme profundamente, sem acordar a meio da noite, e ao lado dos pais. A mudança deveu-se a um conjunto de fatores: a criança entrou para a creche e passou por um período em que estava frequentemente doente. Por uma questão de comodismo, Maria e José começaram a deixar que o filho fosse dormindo na sua cama. Até hoje. Tem três anos de idade.

O casal procurou solucionar o problema, para que o filho adquirisse mais autonomia e visse com bons olhos o quarto que foi desenhado de raiz para si — e, como benefício, pai e mãe esperam recuperar a intimidade de uma vida em comum. Apesar de estarem a partilhar a cama com o menino, asseguram que lá em casa todos dormem e descansam, embora estejam dispostos a seguir os conselhos de quem sabe. Solucionado o problema, o filho deixará de ser tão inseguro perante a ausência dos pais. E apesar de tanto José como Maria reconhecerem que têm amigos e conhecidos que ficam “admirados” quando descobrem que fazem co-sleeping, o casal foge à regra no que a vergonha alheia diz respeito.

Filipa Fernandes explica: a maior parte dos pais que vão às suas consultas, e que falam em co-sleeping, fazem-no com vergonha, como se fosse uma coisa errada. Fernandes não se diz fundamentalista, mas também não se assume fã do “método”. “Não sou fã porque acho que os pais precisam de ser preservados enquanto pessoas. Depois, aquilo que vejo acontecer e que contraria muitos estudos, é que as crianças que dormem com os pais são mais inseguras, estão sempre à procura da mão do pai ou da mãe porque aprenderam que estar seguro é ter o toque dos pais.”

Mas o que faz com que os pais deixem que as crianças durmam nas suas camas? Pode ser que, como no caso de Maria e José, seja mais conveniente para os progenitores e que, de facto, as crianças durmam melhor aí. Mas há outras situações, tal como descreve Rosa Gouveia da Sociedade de Pediatria do Neurodesenvolvimento: “Conheço muitas situações de miúdos que sigo cujos pais estão ausentes, seja por motivos profissionais ou devido à separação do casal. Aí é muito frequente a criança ir dormir para a cama da mãe, mas não é uma solução muito boa. A criança não substitui o pai, mesmo que a mãe precise desse suporte afetivo.”

Mário Cordeiro conhece muitos casais cuja intimidade foi interrompida pelo simples facto de o filho ou a filha serem o terceiro elemento na sua cama. No entanto, advoga que os casos que acabam em divórcio não derivam apenas desta situação em modo isolado. “Não é exclusivamente por isso que os pais se separam, tem que ver com as divergências para lá das saudáveis e normais entre pais, em termos de modelos educativos, e principalmente no abandono da relação conjugal quando um filho nasce.”

O pediatra admite que, na maioria dos casos, a criança ocupa lugar na cama do casal devido à exaustão dos pais. “Porque terem de acordar ‘n’ vezes durante a noite e ir ao quarto dos filhos, por vezes em noites frias, estar muito tempo ao pé deles, tentar não perder a compostura e não entrar numa espiral de gritos e berros, é muito difícil.” E continua: “Saber que ‘aterram’ na cama dos pais e se calam e adormecem no preciso instante é muito tentador, sobretudo quando o despertador não perdoa e tocará daí a escasso tempo.” Apesar disso, o pediatra deixa o aviso — aberto o precedente, vai ser difícil de explicar quando o cenário não for o mesmo.

Para uma noite bem dormida, no que aos mais novos diz respeito, Rosa Gouveia distribui alguns conselhos:

  • É importante que haja uma rotina antes de ir para a cama;
  • Quando a criança vai para a cama é bom que tenha um objeto de transição, seja um boneco, a chucha, a fralda ou algo com que esta adormeça todas as noites, porque vai dar-lhe segurança e tranquilidade;
  • Se a criança adormecer na sua própria cama, a mãe deve-se ir afastando progressivamente sem lhe tocar (se o fizer, a criança vai precisar sempre desse suporte);
  • Permita à criança fazer escolhas, como decidir o pijama que vai vestir ou a história que vai ouvir. É uma questão de facilitar a autonomia;
  • Se a criança resistir em ir para a cama é preciso negociar com ela. Cada família tem de encontrar as estratégias mais adequadas;
  • É preferível que uma criança adormeça com a chupeta e não a chuchar no dedo, o que pode provocar mal formações do maxilar superior;
  • Há crianças que têm medo do escuro. Nesses casos deve-se deixar uma luz de presença acesa ou então a porta do quarto aberta com a luz do corredor ligada;
  • Há uma diferença entre pesadelos e terrores noturnos: os primeiros assustam muito e a criança tem consciência deles, pelo que se acordar a chorar deve-se conversar com ela e tranquilizá-la; os segundos não são memoráveis e, nestas situações, não se deve acordar os mais novos.

 

 

 

Google lança aplicação do YouTube para crianças

Março 14, 2015 às 1:00 pm | Publicado em A criança na comunicação social | Deixe um comentário
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Notícia do Diário de Notícias de 20 de fevereiro de 2015.

© Dado Ruvic  Reuters

YouTube Kids, uma aplicação gratuita e exclusiva para Android, será lançada na próxima segunda-feira, dia 23

A aplicação YouTube Kids conta com um conjunto de vídeos previamente classificados como próprios para crianças. As crianças poderão navegar através de quatro categorias: séries, música, aprender e explorar.

Outra forma de navegação será através de pesquisas singulares. Para esse efeito, o YouTube Kids, exclusivo para Android, terá um filtro que evita que as crianças possam procurar vídeos pouco apropriados para as idades em questão.

Sexo, por exemplo, é uma palavra que remeterá imediatamente para uma nova pesquisa, tal como acontecerá com outras palavras, dava conta esta sexta-feira o jornal espanhol ABC. Os pais podem ainda programar um limite temporal de utilização, a partir do qual a aplicação será automaticamente encerrada.

Shimrit Ben-Yair, responsável pelo produto, justificava assim a iniciativa: “[Todos os anos] temos registado um crescimento de 50% em tempo passado no YouTube, mas nos canais de entretenimento familiar é mais de 200%.”

O jornal The Wall Street Journal havia já avançado que a aplicação deveria ser lançada na próxima segunda-feira durante uma conferência de indústria de entretenimento infantil. Informação já confirmada por um porta-voz do YouTube, segundo a Reuters.

Inicialmente, a aplicação estará disponível apenas nos Estados Unidos, segunda avança a estação britânica BBC.

 

 

 

Cursos de espanhol para crianças

Março 14, 2015 às 10:35 am | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
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Instituto Cervantes

Oferecemos cursos de espanhol para crianças, durante 2 meses, onde a língua e a cultura hispânicas são apresentadas através de abordagens lúdicas:

  • Sábados: das 10.00 h às 12.00 h
  • Idade: grupo de 6 a 8 anos / grupo de 9 a 12 anos
  • Preço novos alunos: € 200,00
  • Preço antigos alunos não consecutivos: € 190,00
  • Preço antigos alunos consecutivos: € 180,00
  • Local: Instituto Cervantes em Lisboa
  • Datas: de 21 de março a 6 de junho de 2015
  • Pagamento: prestação única

Descarregue aqui a ficha de inscrição e as condições gerais de matrícula (em pdf).

 


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