Os desenhos de uma criança podem dizer muito sobre sua inteligência

Março 13, 2015 às 8:00 pm | Publicado em Estudos sobre a Criança | Deixe um comentário
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texto do site http://revistagalileu.globo.com  de 20 de agosto de 2014.

O estudo mencionado na notícia é o seguinte:

Genes Influence Young Children’s Human Figure Drawings and Their Association With Intelligence a Decade Later

flickr creative commons clappstar

Tem filhos, irmãos mais novos, sobrinhos? Dê uma olhada no caderno de desenho dos pimpolhos. Um estudo de longo prazo feito pelo King’s College London mostrou que há uma relação entre o detalhamento dos desenhos dos pequenos e sua inteligência.

Para chegar a essa conclusão, eles analisaram mais de 7700 pares de gêmeos (idênticos e não idênticos) de quatro anos. Durante a análise, eles pediam que as crianças desenhassem alguém da idade delas. Então, os cientistas observavam o detalhamento do desenho. Quanto mais características o retrato tinha (cabelo, roupa, braço, dedos), mais pontos eram atribuídos ao desenho. Depois os gêmeos passavam por um teste simples de habilidades cognitivas. E aqueles que faziam desenhos mais detalhados também tiravam notas mais altas em testes verbais e não verbais que buscavam analisar sua inteligência.

Depois de dez anos, quando os gêmeos completavam 14 anos, eles eram chamados novamente para a análise. E, de novo, aqueles que fizeram desenhos mais detalhados aos quatro anos de idade, também tiveram melhores resultados em provas de análise cognitiva. Ou seja, o detalhamento do desenho das crianças era um fator capaz de ‘prever’ sua inteligência a longo prazo.

Além disso, pesquisadores descobriram que os desenhos de gêmeos idênticos eram mais parecidos do que desenhos de gêmeos dizigóticos, sugerindo que a maior similaridade genética também tem um papel na percepção do mundo – embora o mecanismo dessa ação ainda não seja conhecido.

Via Time

 

 

 

Pais tem de justificar acesso a dados de pedófilos

Março 13, 2015 às 5:07 pm | Publicado em A criança na comunicação social, O IAC na comunicação social | Deixe um comentário
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Notícia do Jornal de Notícias de 13 de março de 2015.

A notícia contém declarações da Drª Dulce Rocha, Vice-Presidente do Instituto de Apoio à Criança.

clicar na imagem

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Participação de Dulce Rocha na Edição da Noite da SIC Notícias sobre Base de dados de pedófilos em análise

Março 13, 2015 às 3:35 pm | Publicado em O IAC na comunicação social | Deixe um comentário
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Participação da Drª Dulce Rocha, Vice-Presidente do Instituto de Apoio à Criança, na Edição da Noite da SIC Notícias sobre Base de dados de pedófilos em análise no dia 12 de março de 2015.

Ver o vídeo no link:

http://sicnoticias.sapo.pt/opiniao/2015-03-13-Base-de-dados-de-pedofilos-em-analise

Dulce Rocha, vice-presidente do Instituto de Apoio à Criança, e Rute Agulhas, psicóloga forense e Professora do ISCTE, são convidadas da Edição da Noite.

dulce rocha

 

Participação de Manuel Coutinho no FÓRUM TSF: Lista de pedófilos

Março 13, 2015 às 3:28 pm | Publicado em O IAC na comunicação social | Deixe um comentário
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Participação do Dr. Manuel Coutinho (Secretário–Geral do Instituto de Apoio à Criança e Coordenador do  Sector SOS-Criança do Instituto de Apoio à Criança) no FÓRUM TSF: Lista de pedófilos do dia 13 de março de 2015.

Ouvir a participação de Manuel Coutinho:

FÓRUM TSF: Lista de pedófilos (2ª parte) minuto 35 – 41,30.

tsf

Concorda com a criação de um registo nacional de condenados por abuso sexual de menores e pornografia infantil? Esta medida pode ajudar a proteger as crianças? Devem ser as polícias a decidir quem tem acesso a esses dados? Como avalia os alertas de que esta lista é inconstitucional e perigosa, podendo ser um rastilho para casos de justiça popular?

 

PRESS RELEASE Conferência de Imprensa Lançamento da série animada Histórias do Lucas Auditório Novo da Assembleia da República 18 Março / 18H45

Março 13, 2015 às 2:55 pm | Publicado em Divulgação, O IAC na comunicação social | Deixe um comentário
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 PRESS  RELEASE

 Conferência de Imprensa

 Lançamento da série animada Histórias do Lucas

 

Auditório Novo da Assembleia da República

 18 Março / 18H45

 

O Instituto de Apoio à Criança em parceria com a Fundação Lapa do Lobo, a GO TO e a RTP 2, vai realizar uma Conferência de Imprensa no próximo dia 18 de Março, pelas 18H45 para apresentar a série televisiva Histórias do Lucas a emitir pela RTP 2, a partir do próximo dia 23 de Março.

Histórias do Lucas é uma série animada que aborda os Direitos da Criança de forma lúdica e pedagógica, pretendendo contribuir para a descoberta de outros temas de interesse social, cultural e educacional.

O recurso à animação tem por objetivo criar uma relação de identificação e de familiaridade das crianças com os personagens, procurando cativar atenção para os conteúdos das mensagens, promover a aprendizagem e criar laços familiares e afetivos.  

A série Histórias do Lucas é dirigido às crianças, aos pais, aos educadores e a toda a comunidade em geral e pretende responder de forma simples e afetiva às questões do quotidiano.

Esta série televisa Histórias do Lucas será apresentada pelo Professor Doutor Sampaio da Nóvoa, Professor Catedrático da Faculdade de Psicologia e de Ciências da Educação, antigo reitor da Universidade de Lisboa. O Professor Doutor Sampaio da Nóvoa é um especialista na área da educação, a nível nacional e internacional e irá sublinhar a vertente pedagógica e educativa deste projeto.

A Presidente do Instituto, Dra. Manuela Eanes abordará a importância da série animada Histórias do Lucas como um meio fundamental para a transmissão e preservação de valores, tais como a dignidade, solidariedade, respeito e afeto, entre outros.

O Dr. Carlos Torres, Presidente do Conselho de Administração da Fundação Lapa do Lobo e a Dra. Teresa Paixão, Diretora de Conteúdos da RTP 2 irão salientar o interesse da parceria estabelecida entre as várias entidades.

                                                                    A Direção

 

 

                                                                                  Pela Defesa dos Direitos da Criança

 

 

Largo da Memória, 14

1349-045 LISBOA

Tel: (+351) 213 617 880

Fax: (+351) 213 617 889

iac-sede@iacrianca.pt

 

O projeto da História do Lucas (pdf)

Base de dados de pedófilos divide opiniões

Março 13, 2015 às 2:05 pm | Publicado em O IAC na comunicação social | Deixe um comentário
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Notícia da TSF de 12 de março de 2015.

A notícia contém declarações da Drª Dulce Rocha, Vice-Presidente do Instituto de Apoio à Criança.

A Comissão Nacional de Proteção de Dados nunca foi consultada a propósito do regime de consulta das bases de dados de pedófilos condenados. A maioria das opiniões ouvidas pela TSF diz que a proposta do Governo pode não ser constitucional. Já o Instituto de Apoio à Criança apoia a medida.

Contactada pela TSF, a Comissão Nacional de Proteção de Dados diz que desconhece a proposta aprovada hoje em Conselho de Ministros e que pretende criar um registo de identificação criminal de condenados por crimes contra a autodeterminação sexual e a liberdade sexual de menores. Trata-se de uma espécie de base de dados sobre pedófilos, acessível aos familiares de vítimas de abuso sexual.

Isabel Cruz, secretária geral da comissão, diz à TSF que, até ao momento, não foram chamados a emitir um parecer sobre o assunto. «A comissão não conhece o diploma nem lhe foi pedida a sua intervenção nem parecer, que tem de dar sempre que estejam em causa matérias de dados pessoais», afirmou.

Também ouvido pela TSF, o constitucionalista Jorge Bacelar Gouveia mantém o que já tinha dito, nos últimos meses, e reitera que a proposta é inconstitucional. «Padece de um problema sério de inconstitucionalidade, uma vez que os pedófilos que tenham cumprido pena já pagaram à sociedade pela infração que cometeram, pela ofensa que fizeram às crianças molestadas e, portanto, não podem ser vítimas para toda a vida de uma perseguição, de um registo que ponha em causa a sua reabilitação», defende.

O presidente da Associação Sindical dos Juízes lembra que a proposta do Governo terá de passar ainda pelo Tribunal Constitucional (TC). José Mouraz Lopes, que também tem sido uma das vozes críticas desta medida, sublinha que a lei portuguesa não permite o acesso ilimitado a dados pessoais.

«Julgo importante que um diploma com estas fragilidades e sobretudo com esta ausência de consenso deve, claramente, passar pelo crivo do TC, porque as matérias são demasiado fraturantes para que não possam ou colidir ou beliscar com normas constitucionais», considera Mouraz Lopes.

O presidente da Associação Sindical dos Juízes lembra ainda que a experiência estrangeira tem tido maus resultados neste caso, e dá os exemplos do Reino Unido, França e Estados Unidos.

Do lado da Confederação Nacional das Associações de Pais (CONFAP), Jorge Ascensão considera que à partida a base de dados «pode ter um efeito positivo para prevenir que essas pessoas prevariquem e cometam estes crimes. Não sei qual é, de facto, o fim que vai ser dado a essa base de dados, que terá depois de garantir também alguma segurança para se manter uma estabilidade social necessária».

Já a presidente executiva do Instituto Apoio à Criança concorda com a ideia. Dulce Rocha sublinha que «o facto de não ser um acesso totalmente livre tranquiliza do ponto de vista das reservas que se colocavam, que eram da vingança, da perseguição, etc. Dulce Rocha defende que um pai que desconfie de alguma situação que envolva os filhos «deve ter esse acesso para poder melhor defender a sua criança», desde que a sua suspeita seja «justificada».

A presidente executiva do Instituto Apoio à Criança sublinha ainda outra vantagem, ou seja, a prevenção de um crime que tem muitos agressores, mas muitas mais vítimas.

 

Vamos brincar, cantar e fazer barulho? para pais e filhos a partir dos 9 meses

Março 13, 2015 às 12:22 pm | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
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necessária inscrição prévia:

sorrisos.descobertas@hotmail.com

21 8007531 – 93 497 7450

Pais: Moderem a tecnologia entre os mais novos!

Março 13, 2015 às 12:00 pm | Publicado em Estudos sobre a Criança | Deixe um comentário
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notícia do site http://kids.pplware.sapo.pt/kids/  de 2 de fevereiro de 2015.

pplware

Criado por Marisa Pinto

Uso excessivo de tablets/smartphones compromete as competências sociais… entre outras capacidades das crianças. 

É certo e sabido que, hoje em dia, praticamente todas as crianças sabem como mexer em tablets, smasrtphones e outros equipamentos com ecrã touch. Mas será isso bom ou mau? Que cuidados devemos ter? Uma investigação americana deixa alguns alertas e aconselha a que os pais moderem a tecnologia e experimentem as aplicações antes de deixarem os filhos as utilizar.

Os tablets e smartphones são uma das mais das formas a que mais se recorre para entreter uma criança nos dias que correm. Mas, estes equipamentos devem sempre ser vistos como ferramentas educativas e lúdicas e não como a única forma de entreter e ensinar, sendo que os pais devem sempre estar atentos e acompanhar de perto esta utilização pelos filhos para que a utilizem da melhor forma.

Desta forma, uma equipa de investigadores do Departamento de Pediatria do Centro Médico de Boston (EUA), através de informações de uma publicação da revista Pediatrics, aconselham, em comunicado, o seguinte:

  • Os pais devem experimentar as aplicações antes de deixarem que os filhos as utilizem
  • Os pais devem acompanhar a utilização destas tecnologias pelas crianças, como forma de aumentar o seu valor educativo

Segundo Jenny Radesky, uma das autoras do artigo:

“Neste momento, há mais questões do que respostas no que diz respeito aos dispositivos móveis. Até que mais seja conhecido sobre o impacto que tem no desenvolvimento da criança, é encorajado o tempo de qualidade em família, seja pelo tempo em família desconectado ou pela designada hora da família”.

Para os autores será importante determinar se o uso frequente de aparelhos digitais pode comprometer a capacidade das crianças em criarem relações sociais, desenvolverem empatia ou resolverem problemas.

Esta foi uma questão já colocada sobre a visualização de televisão, e Jenny indica que “Está bem estudado que o aumento do tempo a ver televisão diminui o desenvolvimento da linguagem nas crianças e as competências sociais. Os dispositivos móveis com um uso equivalente também tira o tempo gasto em interações entre humanos”.

As tecnologias devem ser vistas como ferramentas até porque, uma vez que despertam o interesse na criança, motivam-na para aprender ao mesmo tempo que estão a fazer algo que gostam. Desta forma conseguem ser estimuladas e aprenderem de uma forma divertida.

Contudo, como tudo, o tuso deverá ser moderado e os autores não têm bem a certeza se haverá benefícios desta utilização em crianças menores de 2 anos de idade.

Uma vez que as crianças mais pequenas absorvem melhor a informação com atividade mais ‘reais’ em que contam com a presença de outra pessoa e realiza tarefas mais físicas, Jenny recorda que o uso excessivo dos equipamentos tecnológicos pode comprometer as competências motoras e visuais, importantes para aprender matemática ou ciência, ou até para aprender a escrever.

os autores acrescentam também que o desenvolvimento emocional pode ficar comprometido uma vez que “Se estes aparelhos se tornarem o método predominante para acalmar e distrair as crianças pequenas, será que estas vão ser capazes de desenvolver mecanismos internos de auto-regulação?”.

O se filho utiliza frequentemente os tablets/smartphones? De que forma faz a gestão dessa utilização?

 

 

10º Seminário de Desenvolvimento Motor da Criança – Chamada para submissão de trabalhos

Março 13, 2015 às 11:11 am | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
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seminario

mais informações:

http://10sdmc.wix.com/10sdmc

Data limite para submissão de trabalhos: 14 março

 

Milhares de bebés chineses estão à venda na internet

Março 13, 2015 às 11:01 am | Publicado em A criança na comunicação social | Deixe um comentário
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Notícia do Sol de 11 de março de 2015.

402024

A China continua a lidar com o drama dos raptos de crianças, uma realidade epidémica no país. O Governo chinês não dispõe de dados, mas as autoridades norte-americanas falam em milhares de menores à venda online oriundos de 20 mil raptos anuais no país, avança uma investigação da BBC. A imprensa chinesa aumenta em dez vezes este número e diz que todos os anos são retirados 200 mil menores às suas famílias.

Com um impacto devastador para várias famílias, o mercado ilegal de venda de crianças continua sem travão na China. Apesar dos esforços recentes das autoridades, milhares de meninos continuam a acabar nas malhas de redes criminosas.

Esta realidade, já antiga, veio finalmente a público há 12 anos quando a polícia chinesa descobriu 28 bebés na parte de trás de um autocarro em sacos de nylon. Estavam drogados para se manterem em silêncio e um acabou por morrer sufocado.

Este caso chocante foi apenas a ponta do iceberg para o mundo constatar o flagelo tráfico infantil. Todos os anos milhares de pais são confrontados com a agonia de lhes ser roubado um filho. O Governo chinês diz não ter dados sobre o problema, mas o Departamento de Estado norte-americano estima que sejam raptadas 20 mil crianças todos os anos, ou seja 400 por semana.

Um bebé do sexo masculino é vendido por 15 mil euros, o dobro do valor de uma menina. Os chineses continuam a preferir ter filhos, pois existe a crença na cultura do país de que os homens perpetuam o nome da família e sustentam os pais na velhice.

O destino das crianças raptadas é na maioria das vezes a adopção, mas algumas acabam em redes de trabalho forçado ou são entregues a grupos criminosos que as obrigam a mendigar. A maioria destes meninos nunca são encontrados.

A actividade destes criminosos tem vindo a ficar mais sofisticada, fazendo-se agora na internet, já que a polícia chinesa tem estado mais activa no combate a este crime. Em Fevereiro do ano passado, por exemplo, uma operação policial levou a 1094 detenções e ao resgate de 382 bebés que estavam a ser dados para adopção em fóruns online.

Os pais que procuram os seus filhos raptados apelam ao Governo que faça leis mais duras para punir os raptores. Actualmente, o crime de rapto é punido com três anos de prisão se apanhados em flagrante, o que raramente acontece.

 

 

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