Aulas Jacques Delors – Sessões gratuitas para jovens do ensino básico, secundário e profissional sobre a União Europeia

Março 10, 2015 às 8:00 pm | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
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aulas

Nas Aulas Jacques Delors aprende-se e conversa-se sobre a União Europeia. Sessões gratuitas para jovens do ensino básico, secundário e profissional: http://bit.ly/ajd_aprendereuropa.

Alunos dos ensinos básico, secundário e profissional

Sessões gratuitas sobre assuntos comunitários. Iniciativa do Centro de Informação Europeia Jacques Delors desde 1997.

Temas

Genéricos: processo de construção europeia, alargamento da UE, cidadania europeia e símbolos da UE (bandeira, lema, hino e Dia da Europa);

Temáticos: Alargamento, Cidadania Europeia e Instituições Europeias.

Destinatários

Alunos dos ensinos básico, secundário e profissional.

http://www.eurocid.pt/pls/wsd/wsdwcot0.detalhe?p_cot_id=552&p_est_id=15963

 

Seminário “Traçar Caminhos para a Proteção de Crianças e Jovens”

Março 10, 2015 às 5:00 pm | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
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alfand

programa e ficha de inscrição no link:

http://www.cm-alfandegadafe.pt/noticias/730

inscrição até ao dia 17 de março, através do preenchimento da ficha de inscrição que deverá ser remetida para seminario.cpcjaf@gmail.com

Tlm. 912208481/961246571

 

A importância da leitura no desenvolvimento da Criança: workshop

Março 10, 2015 às 4:00 pm | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
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workshop

A IMPORTÂNCIA DA LEITURA NO DESENVOLVIMENTO DA CRIANÇA é o tema do workshop que Odete Canha vai ministrar na EB nº 1 de Montagil e na Escola Básica de Ponte de Sor. iniciativa conjunta da Caminhar (Projeto ABC), da Associação de Pais do Agrupamento de Escolas de Ponte de Sor e do Município de Ponte de Sor. A convite dos mesmos, a Equipa Local de Intervenção Precoce de Ponte de Sor e Avis irá dinamizar, a 11 e 12 de março (esta semana), sessões sobre o Desenvolvimento Infantil entre os 0 e os 6 anos, e a Prof. Odete Canha irá dinamizar dois workshops sobre “A importância da leitura no desenvolvimento da criança”, nos dias 18 e 19 de março.

Veja mais AQUI.

557 chamadas dos Açores para a linha de apoio SOS Criança. Não há razão para alarme. – Entrevista de Manuel Coutinho à Antena 1 Açores

Março 10, 2015 às 1:30 pm | Publicado em O IAC na comunicação social | Deixe um comentário
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Entrevista do Dr. Manuel Coutinho (Secretário–Geral do Instituto de Apoio à Criança e Coordenador do  Sector SOS-Criança do Instituto de Apoio à Criança) à Antena 1 Açores no dia 6 de março de 2015.

Ouvir a entrevista no link:

http://www.rtp.pt/play/p1249/e186835/jornal-das-13-00

minuto 04.58 – 06.55

açore

Apresentação do livro de Daniel Sampaio – “O Tribunal é o Réu – As questões do divórcio” na Casa Museu Bissaya Barreto

Março 10, 2015 às 1:30 pm | Publicado em Divulgação, Livros | Deixe um comentário
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sampaio

A ASOS – Associação Soltar os Sentidos vem convidar-vos a participar na apresentação do mais recente livro do Dr Daniel Sampaio – “O Tribunal é o Réu – As questões do divórcio” e  solicitar que colaborem na divulgação junto dos vossos parceiros ou através da vossa base de dados. A apresentação será dia 12 de Março, pelas 18h00, na Casa Museu Bissaya Barreto (Rua Infantaria 23 – Coimbra).

“O Tribunal é o Réu – As questões do divórcio” traduz-se numa leitura do que hoje consiste a realidade à volta dos Tribunais de Família e Menores e das suas assessorias. Aborda o papel do seus diversos intervenientes – desde os juízes, procuradores, advogados, assistentes sociais – e aborda os vários momentos de um processo que tramita no âmbito da regulação das responsabilidades parentais. Aborda ainda o devastador fenómeno da Alienação Parental e reflecte sobre os benefícios da Guarda Conjunta e Residência Alternada. É também um livro com propostas, colocando a Criança em risco no centro do protagonismo. O livro, numa segunda parte, acompanha um casal no seu caminho para um divórcio difícil e passando por muitas das situações referenciadas na primeira parte. É uma história baseada em relatos de casais que o autor recolheu, entrelaçando o ficcional e a realidade. Contamos com a vossa presença!

Informações:

miguelagracosta.asos@gmail.com

917 825 449

https://soltarossentidos.wordpress.com/

 

Chamadas telefónicas recebidas pela linha SOS-Criança em 2014

Março 10, 2015 às 1:20 pm | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
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linha_sos_116111

Durante o ano de 2014 registaram-se 2681 apelos telefónicos no serviço da linha SOS-Criança do Instituto de Apoio à Criança, o que significou uma média de 11 apelos por dia.

A segunda-feira apresenta um aumento de apelos em relação à média (602), todos os outros dias de semana distribuem-se em torno da média de apelos por dia/ semana.

Grande parte dos apelos situa-se no intervalo de tempo 1 a 10 minutos (2044), tendo intervalo 10 a 30 minutos (529), o de 30 a 60 minutos (91) o de 60 a 90 minutos (13) e por último os apelos que ultrapassam os 90 minutos (4).

A Linha SOS-Criança foi contactada 2329 vezes através do número 116111. Para além deste número também é possível contactar o SOS-Criança através de números “antigos” que nunca foram extintos. Assim contactaram através do número fixo 21 793 16 17 (188), da linha 116000 (95) e pelo número 800 20 26 51 (69).

O período da manhã (AM), recebeu 1257 apelos enquanto o período da tarde (PM) recebeu 1424 apelos.

Tendo em conta que o período da manhã é de 3 horas e que o da tarde é de 7 horas, em bom rigor no período (AM) há mais apelos/ hora.

Apesar da maioria dos apelantes (1444) pedir anonimato, ao longo do tempo tem-se verificado que cada vez mais utentes apelantes fazem questão de se identificar, o que aconteceu em 1237 apelos.

O género feminino é o que mais se socorre de atendimento telefónico do SOS-Criança (1663). O género masculino contactou telefonicamente o SOS-Criança 1018 vezes.

Os apelos que chegam ao SOS-Criança através do Atendimento Telefónico são na grande maioria feitos por adultos (2528). As crianças contactam 250 vezes.

O SOS-Criança através do Atendimento Telefónico continua a ter um papel de extrema importância no que diz respeito à ajuda em tempo útil às crianças.

Apesar das crianças telefonarem (150) a maior parte dos apelos (2528) são efetuados por adultos.

Do distrito de Lisboa (652 apelos) chegam grande parte dos apelos, seguindo-se a região autónoma dos açores (575 apelos), Viseu (272), Porto (218 apelos), Setúbal (158 apelos) e Faro com (51 apelos) e Aveiro (com 45 apelos). Nos restantes Distritos os apelos foram inferiores a 40 apelos/ Distrito.

Em 1551 apelos realizados para o SOS-Criança havia relação direta com a criança, nas restantes 1417 o apelante apesar de conhecer a existência da situação não tinha nenhuma proximidade com a criança envolvida.

Os apelos que chegaram ao SOS-Criança referiram-se a Crianças do género feminino 749 vezes e ás do género masculino 645 vezes.

As idades das crianças referidas nos apelos distribuem-se entre os meses e os 18 anos exclusive.

Há um ligeiro acréscimo de apelos relativos a situações de jovens adolescentes, quando comparados com as restantes idades.

No que ao grupo doméstico diz respeito as famílias monoparentais (425) foram mais referenciadas nos apelos, seguindo-se de perto as famílias tradicionais (411), as famílias reconstruídas (201) e as Alargadas (140).
 No que diz respeito à relação do Apelante com a criança, são as mães (275), seguidos dos vizinhos (250), doa avós (190), dos pais (166) e dos cidadãos em geral (148) quem mais apela ao SOS-Criança.
A família socorreu-se do SOS-Criança 748 vezes a comunidade 517 vezes, o próprio 101 vez e os profissionais 56 vezes.

Nos apelos o presumível infrator foi identificado 1039 vezes e 106 vezes não foi possível identifica-lo.

Apurou-se que o infrator era do género feminino em 730 situações e do género masculino em 444 situações.

A pessoa que faz o apelo ao SOS-Criança foi do género feminino 1663 situações e do género masculino em 1018.

No que diz respeito às Problemáticas que chegam aso SOS-Criança serviço anónimo e confidencial que pretende dar voz à Criança, a rubrica Falar com Alguém (890) ocupa o primeiro lugar, seguindo-se as questões gerais SOS-Criança/IAC em 350 apelos, as crianças em risco com 280 apelos, a negligência com 215 apelos, os maus tratos na família com 166 apelos, os maus tratos psicológicos na família com 130 situações, a regulação do exercício das responsabilidades parentais com 107 apelos. Todas as outras situações apresentadas ficam abaixo dos 100 apelos.

A intervenção do SOS-Criança situou-se ao nível da informação em 813 apelos, do apoio em 699, da orientação 687 e do encaminhamento em 542 casos.

No que diz respeito á relação do infrator com a criança, a família é responsável por 1061 infrações, pessoas da comunidade 73, profissionais por 60 infrações.

 

 

 

Look at Me ajuda crianças autistas a comunicarem

Março 10, 2015 às 12:00 pm | Publicado em A criança na comunicação social | Deixe um comentário
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notícia do site http://pplware.sapo.pt de 21 de fevereiro de 2015.

Criado por Vítor M.

São muitas as crianças um pouco por todo o mundo que sofrem de uma disfunção global do desenvolvimento denominada de autismo. Esta disfunção afecta a capacidade destas crianças se comunicarem com outras pessoas.

Um dos factos mais curiosos sobre este transtorno é que normalmente estas crianças gostam de utilizar novas tecnologias como computadores, tablets ou até smartphones, o que pode ser benéfico, pois pode ajudá-las a conseguir comunicar com o mundo.

Look at Me é uma app que ajuda crianças autistas a comunicarem.

look

Como referimos anteriormente o Autismo é uma disfunção global do desenvolvimento que afecta milhares de crianças em todo o mundo e foi com o objectivo de ajudá-las a melhorar a forma como comunicam com o mundo que a empresa sul-coreana Samsung criou a aplicação Look at Me.

Esta aplicação tem como finalidade ensinar as crianças a manter contacto com outras pessoas através do olhar, sendo esta uma das dificuldades que afecta uma grande parte da criança autista.

setgo

O lançamento desta aplicação surge poucas semanas depois da Google e do grupo Autism Speaks terem anunciado o projecto MSSNG, projecto este que procura desenvolver a maior base de dados do mundo com informação sobre sequência genómica de crianças que sejam portadoras deste transtorno e também das suas famílias. Todos estes dados que serão recolhidos irão ser armazenados na plataforma na nuvem da Google e estará acessível aos cientistas que necessitem desses dados para conduzir as suas pesquisas.

Look at Me já está disponível na Google Play e foi desenvolvido por vários médicos e professoras da Seoul National University Bundag Hospital e da Yonsei University Department of Psychology. Quanto ao seu funcionamento, esta aplicação utiliza fotografias, usa também uma tecnologia de reconhecimento facial e uma série de jogos, de modo a ajudar as crianças a ler emoções, melhorando desta forma a sua comunicação com outras pessoas.

vídeo – http://videos.sapo.pt/zMQLoMc1tpeibTA2bh03

A equipa que desenvolveu este projecto testou esta aplicação com 20 crianças e afirma que 60 por cento das mesmas apresentaram uma melhoria significativa no que diz respeito ao contacto visual com outras pessoas.

descarregar a aplicação gratuita no link:

https://play.google.com/store/apps/details?id=com.samsung.lookatme

Por Hugo Sousa para PPLWARE.COM

 

 

 

Decálogo para uma vítima de cyberbullying

Março 10, 2015 às 6:00 am | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
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Texto do site http://www.pantallasamigas.net

decalogo-para-una-victima-de-ciberbullying

Decálogo para una víctima de ciberbullying:

1) Pide ayuda. Si eres menor recurre a tu padre o tu madre o, en su defecto, a una persona adulta de confianza. Asegúrate de que esa persona conoce y entiende estas pautas para que ambos podáis remar en el mismo sentido y para que, en su ánimo de protección, no haga cosas que acaben siendo perjudiciales.

2) Nunca respondas a las provocaciones. Hacerlo no te ayuda en nada y, sin embargo, es un estímulo y una ventaja para quienes te acosan. Mantén la calma y no actúes de forma exagerada o impulsiva en ningún caso.

3) No hagas presunciones. Puede que ni las circunstancias ni las personas que parecen implicadas sean como aparentan. Mantén un margen para la duda razonable porque actuar sobre bases equivocadas puede agravar los problemas y crear otros nuevos.

4) Trata de evitar aquellos lugares en los que eres asediado en la medida de lo posible hasta que la situación se vaya clarificando. Si se trata de redes sociales o comunidades online no te será difícil. Si el acoso llega por el teléfono móvil, no descartes cambiar de número.

5) Cuanto más se sepa de ti, más vulnerable eres y más variado e intenso es el daño que pueden causarte. ¿Imaginas una mentira ridiculizándote construida sobre datos privados reales escrita en tu muro?¿qué pasaría si alguien, haciéndose pasar por ti, insulta a tus amistades?. Es momento, por lo tanto, de cerrar las puertas de tu vida online a personas que no son de plena confianza. Para ello:

a) Evita intrusos. Para ello debes realizar, en orden, estos pasos:

a.1) Realiza un chequeo a fondo de tu equipo para asegurarte de que no tienes software malicioso (troyanos, spyware…) que puede dar ventajas a quien te acosa. Es importante. Dispones de herramientas gratuitas para ello en la dirección www.osi.es.

a.2) Cambia las claves de acceso a los servicios online que usas, pero nunca antes de haber realizado el paso anterior. Recuerda que deben ser complejas de adivinar y llevar combinados números y letras.

b) Depura la lista de contactos. Revisa y reduce la lista de contactos que tienes agregados en las redes sociales (o en otros entornos sociales online).

c) Reconfigura las opciones de privacidad de las redes sociales o similares en las que participes y hazlas más estrictas. Asegúrate de que sabes bien cómo funcionan estas opciones y sus implicaciones.

d) Comprueba qué cuentan de ti online. Busca la información sobre ti publicada otras personas y trata de eliminarla si crees que puede ser utilizada para hacerte daño.

e) Repasa la información que publicas y quién puede acceder a ella y poner, a su vez, al alcance de terceras personas.

f) Comunica a tus contactos que no deseas que hagan circular informaciones o fotografías tuyas en entornos colectivos.

g) Ejerce tu derecho sobre la protección de datos personales. Tú decides el uso que se puede hacer de ellos, incluyendo tu fotografía.

 

6) Guarda las pruebas del acoso durante todo el tiempo, sea cual fuere la forma en que éste se manifieste, porque pueden serte de gran ayuda. Trata también de conocer o asegurar la identidad de los autores pero, en todo caso, sin lesionar los derechos de ninguna persona.

7) Comunica a quienes te acosan que lo que están haciendo te molesta y pídeles, sin agresividad ni amenazas, que dejen de hacerlo. Recuerda que no debes presuponer hechos o personas en tu comunicación, por lo que debes medir muy bien cómo lo haces, sin señalar a nadie en público, pero a la vez tratando de asegurarte de que se entera la persona o personas implicadas.

8) Trata de hacerles saber que lo que están haciendo es perseguible por la Ley en el caso de que el acoso persista. Les puedes sugerir que visiten páginas como http://www.e-legales.net o http://www.ciberbullying.net para que lo comprueben por sí mismos.

9) Deja constancia de que estás en disposición de presentar una denuncia, si a pesar del paso anterior continúa el acecho. Manifiesta que cuentas con pruebas suficientes recopiladas desde el inicio y que sabes cómo y dónde presentarlas. Debes indicar que, si el acecho persiste, te verás obligado a acudir a la policía.

10) Toma medidas legales si la situación de acoso, llegado este punto, no ha cesado.

Algunas notas a considerar para la puesta en práctica de estas recomendaciones:

• Aunque son, en su mayoría, pautas de aplicación también para víctimas adultas y fuera del contexto escolar, cuando se deseen transmitir a niños y adolescentes se precisa una modulación en la forma de comunicar el mensaje.

• Cada caso y persona es diferente. Por ello, estas indicaciones pretenden ser de ayuda, de forma completa o parcial, en los sucesos más comunes.

• El orden en que se toman las medidas es importante. No obstante, la gravedad de los hechos en algunos casos puede requerir acelerar la ejecución de determinados pasos, reducir el intervalo entre ellos o directamente obviarlos.

• En casos extremos, la solicitud de ayuda a la policía debe ser inmediata.

 

 

 


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