A Literatura e as Crianças Ação de Formação e Lya/Lia Viagens de Ida e Volta Oficina de Ilustração na Fundação Lapa do Lobo

Março 6, 2015 às 8:00 pm | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
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lapa

Fundação Lapa do Lobo

tel. 232 671 084

Geral: geral@fundacaolapadolobo.pt

Edifício-Sede Rua de Santa Catarina, 30

3525-625 Lapa do Lobo

Curso de Formação “Lóva – Ópera como veículo de aprendizagem”

Março 6, 2015 às 6:04 pm | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
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arte

O Programa Escolhas, em parceria com o Teatro Ibisco e com o produtor Laurent Filipe, divulga mais uma oportunidade formativa dirigida a técnicos, professores e educadores, em geral. Trata-se do projeto LÓVA (La Ópera, Un Vehículo de Aprendizage).

Este projeto, nascido nos EUA e depois replicado em Espanha, visa capacitar professores, agentes de projetos educativos e de intervenção social com vista à criação de um espetáculo de Ópera, a implementar junto de crianças, jovens e adultos, prevendo-se a sua posterior apresentação pública num evento destinado ao efeito.

O domínio de competências artísticas não é condição necessária à frequência.

Enquadramento do curso

O projeto Lóva propõe um desafio coletivo:  transformar um grupo de crianças e jovens numa “Companhia” de Ópera.

A “Companhia” constrói a sua identidade, cria a sua própria Ópera e estreia-a de forma autónoma. LÓVA é um processo transformador a nível interior e exterior.  Está pensado para as áreas da ação social e da educação.

LÓVA foi desenvolvido em Espanha mais de cento e cinquenta vezes em centros escolares de educação infantil, primária e secundária.  Foi igualmente desenvolvido em contextos de exclusão social:  prisões, educação especial e centros para adultos com incapacidade intelectual. O curso LÓVA forma docentes e especialistas interessados em aplicar a metodologia no âmbito da educação e ação social. O Lóva é um curso exigente, emocionante e participativo, durante o qual se vive a metodologia da experiência:

–        Aprender criando;

–        Refletir fazendo.

Conteúdos do curso

–        Confiar/desenvolver a auto-estima;

–        Arriscar/errar;

–        Trabalho de equipa:  a companhia, as profissões;

–        Desenvolvimento emocional;

–        Sequenciação do projeto;

–        Competências para a vida;

–        Dinâmica coletiva;

–        Estreia da ópera.

Mais informações sobre o projeto em: www.proyectolova.es e http://www.rtve.es/alacarta/videos/telediario/aprender-valores-habilidades-conocimientos-creando-su-propia-opera/2504827/

Ação de formação:

Data: De 23 de Março a 28 de março de 2015 (segunda a sábado)

Total de horas de curso:  44 horas

Horários: de segunda a sexta das 9h00 as 18h00 (pausa de almoço entre as 13h30 e as 14h30), Sábado das 9h00 as 13h00

Local: Centro Nacional de Apoio ao Imigrante de Lisboa (Rua Álvaro Coutinho, 14, aos Anjos)

A quem se dirige a ação de formação:

A formação dirige-se a agentes de projetos educativos (professores e centros educativos) e de intervenção social que queiram participar, desde que garantam a sua aplicação prática após a formação, nomeadamente professores e centros de ensino que tenham como objetivo a implementação da formação adquirida, no âmbito do programa escolar, bem como centros e formadores dedicados projetos de intervenção social onde possam desenvolver um trabalho coletivo. A formação tem em vista a criação de uma Ópera/Musical/Outro e posterior apresentação pública.

A formação é gratuita e está limitada a um número máximo de 25 formandos e a três elementos por projeto/entidade. As inscrições serão consideradas por ordem de chegada.

A formação é dada por professores especializados. Poderão consultar currículos em: http://proyectolova.es/el-proyecto/gente/

Será ainda emitida uma declaração de participação aos participantes que concluírem a formação.

 Inscrição:

Os interessados deverão efetuar as inscrições até ao dia 9 de março acedendo ao link  para efetuar a inscrição:  https://docs.google.com/forms/d/1rZrvxAySDmO1-FSOa8LMJCGMk628v71zAjZjPukEQQo/viewform

Todos os participantes receberão um email de confirmação da sua participação na ação supracitada.

Para quaisquer questões relacionadas com esta ação poderão articular com Tatiana Gomes através do e-mail tatianag@programaescolhas.pt ou através de contacto telefónico: 21 810 30 60.

 

Família responsável por mais de mil infrações detetadas pela Linha SOS-Criança

Março 6, 2015 às 4:42 pm | Publicado em O IAC na comunicação social | Deixe um comentário
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Notícia do Jornal de Notícias de 5 de março de 2015.

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A família foi responsável por mais de mil infrações detetadas pela Linha SOS-Criança em 2014, ano em que este serviço recebeu 2681 chamadas, muitas delas a denunciarem situações de menores em risco, de negligência e maus-tratos.

Em média, os telefones das Linhas SOS-Criança tocaram 223 vezes por mês, 11 vezes por dia e uma vez por hora, sendo a maioria das chamadas feitas por adultos, principalmente mulheres (1663 telefonemas), segundo dados do Instituto de Apoio à Criança (IAC) avançados à agência Lusa.

“Apesar de as crianças telefonarem, a maior parte dos apelos (2528) são feitos por adultos”, refere o IAC, acrescentando que a maior parte das situações denunciadas está relacionada com raparigas.

A idade das crianças referidas nos apelos distribui-se entre os meses e os 18 anos, registando-se um “ligeiro acréscimo de apelos relativos a situações de jovens adolescentes, quando comparados com as restantes idades”.

Dos casos relatados a este “serviço anónimo e confidencial que pretende dar voz à criança”, 280 foram relativos a situações de crianças em risco, 215 a casos de negligência, 166 a situações de maus-tratos na família, 130 a maus-tratos psicológicos na família e 107 a questões relacionadas com a regulação do exercício das responsabilidades parentais.

Contudo, a maioria dos telefonemas (890) foi feita por pessoas que apenas queriam “falar com alguém”, observa o IAC, sublinhando que o SOS-Criança “continua a ter um papel de extrema importância no que diz respeito à ajuda em tempo útil às crianças”.

A maior parte dos apelos chega do distrito de Lisboa (652), seguindo-se os Açores (575), Viseu (272), Porto (218), Setúbal (158), Faro (51) e Aveiro (45 apelos). Nos restantes distritos do país os pedidos foram inferiores a 40.

Em 1551 apelos realizados para o SOS-Criança havia relação direta com a criança, enquanto nos restantes quem telefonava, apesar de conhecer a existência da situação, não tinha nenhuma proximidade com o menor envolvido.

Os dados adiantam que 425 situações relatadas referiam-se a menores que vivem em famílias monoparentais e 411 em famílias tradicionais. Houve ainda 201 casos relativos a crianças a viver em famílias reconstruídas e 140 em famílias alargadas.

Relativamente à relação que quem pede apoio tem com a criança, são as mães (275) quem mais apela ao SOS-Criança, seguidas dos vizinhos (250), dos avós (190), dos pais (166) e dos cidadãos em geral (148).

A família socorreu-se deste serviço 748 vezes, a comunidade 517, a criança 101 vezes e os profissionais 56 vezes.

Nos apelos, o presumível infrator foi identificado 1039 vezes, mas em 106 casos não foi possível identificá-lo. “Apurou-se que o infrator era do género feminino em 730 situações e do género masculino em 444 situações”, realçam os dados.

A segunda-feira é o dia da semana que apresenta um aumento de pedidos em relação à média (602), indicam os dados, acrescentando que a maior das chamadas (2044) teve a duração de um a 10 minutos (2,044), mas há casos em que ultrapassam os 90 minutos (quatro).

A intervenção do serviço situou-se ao nível da informação em 813 apelos, do apoio em 699, da orientação 687 e do encaminhamento em 542 casos.

A Linha SOS-Criança foi criada em 1988 e já recebeu mais de 120 mil apelos.

 

 

Linha SOS-Criança recebeu uma chamada por hora em 2014

Março 6, 2015 às 3:48 pm | Publicado em O IAC na comunicação social | Deixe um comentário
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Notícia do i de 6 de março de 2015.

Por Marta Cerqueira

Segundo dados divulgados pelo Instituto de Apoio à Criança, apelos ocorreram por crianças em risco, casos de negligência e maus tratos

No ano passado, os telefones das Linhas SOS-Criança tocaram, em média, 223 vezes por mês, 11 vezes por dia e uma vez por hora. Apesar das crianças começarem a perceber que o número também pode ser utilizado por elas, continuam a ser os adultos a fazer a grande maioria das chamadas, principalmente as mulheres (1663 chamadas).

Os dados ontem divulgados pelo Instituto de Apoio à Criança (IAC) indicam que a maior parte das situações denunciadas está relacionada com raparigas e a idade referida nos apelos distribui-se entre os meses e os 18 anos, registando-se um “ligeiro acréscimo de apelos relativos a situações de jovens adolescentes, quando comparados com as restantes idades”.

Segundo dados revelados pelo IAC ao i, em 1061 das chamadas casos, o infractor era um membro da família. Os infractores fora da família dividem-se por membros da comunidade em 73 dos casos, 60 são profissionais como professores, médicos ou psicólogos em 117 dos infractores acabaram por não ser identificado.

Dos relatos que chegaram a este serviço, 280 foram relativos a situações de crianças em risco, 215 a casos de negligência, 166 a queixas de maus-tratos na família, 130 a denúncias de maus-tratos psicológicos na família e 107 a questões relacionadas com a regulação do exercício das responsabilidades parentais.

Contudo, a maioria dos telefonemas (890) foi feita por pessoas que apenas queriam “falar com alguém”, revela o IAC, sublinhando que a SOS-Criança “continua a ter um papel de extrema importância no que diz respeito à ajuda em tempo útil às crianças”.

Os dados adiantam que 425 das situações relatadas referiam-se a menores que vivem em famílias monoparentais e 411 em famílias tradicionais. Houve ainda 201 casos relativos a crianças a viver em famílias reconstruídas e 140 em famílias alargadas. A maior parte dos apelos chega do distrito de Lisboa (652), seguindo-se os Açores (575), Viseu (272), Porto (218), Setúbal (158), Faro (51) e Aveiro (45 apelos). Nos restantes distritos do país os pedidos foram inferiores a 40.

Relativamente à relação que  a criança tem com quem pede apoio, são as mães (275) quem mais apela ao SOS-Criança, seguidas dos vizinhos (250), dos avós (190), dos pais (166) e dos cidadãos em geral (148). A família socorreu-se deste serviço 748 vezes, a comunidade 517, a criança 101 vezes e os profissionais 56 vezes.

A intervenção de quem atende a chamada levou a reposta de pedidos de informação em 813 apelos, sendo que 699 chamadas foram feitas para pedidos de apoio, 687 para orientação e 542 casos foram relativos a pedidos de encaminhamento.

A segunda-feira é o dia da semana que apresenta um aumento de pedidos em relação à média (602), indicam os dados, acrescentando que a maior das chamadas (2044) teve a duração de um a 10 minutos (2,044), mas há casos em que ultrapassam os 90 minutos (quatro). Com Lusa

 

TV em excesso leva a hipertensão infantil

Março 6, 2015 às 2:02 pm | Publicado em Estudos sobre a Criança | Deixe um comentário
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notícia do site  http://www.paisefilhos.pt  de 2 de março de 2015.

O estudo mencionado na notícia é o seguinte:

Incidence of high blood pressure in children — Effects of physical activity and sedentary behaviors: The IDEFICS study: High blood pressure, lifestyle and children

Ver televisão mais de duas horas por dia aumenta o risco de as crianças desenvolverem doenças cardiovasculares, com destaque para a hipertensão. Se a isso se somar baixos níveis de atividade física, cria-se a receita perfeita para patologias coronárias em mais de 50 por cento dos casos de menores entre os dois e os dez anos. Estas conclusões fazem parte de um estudo realizado em oito países europeus, que procurou avaliar a relação entre o tempo passado em frente e a saúde do sistema cardíaco pediátrico.

A equipa responsável pelo trabalho, publicado no “International Journal of Cardiology” encontra-se sedeada na Universidade de São Paulo e é liderada pelo catedrático Augusto Cesar de Moraes, que não hesita em apontar uma ligação direta entre “o número de novos casos de hipertensão infantil com o aumento dos comportamentos sedentários”, dos quais o tempo passado em frente ao ecrã é o mais comum.

Para além dos riscos que correm na infância e adolescência, estas crianças estão também na calha para sofrerem de “doença cardíaca isquémica” quando chegam à idade adulta. O mesmo responsável recorda que durante os dois anos que durou a pesquisa foi detetada uma “alta incidência” de hipertensão pediátrica – 110 casos em cada mil crianças. E conclui: “este números são preocupantes, dado que o sedentarismo que se tem na infância segue habitualmente durante o resto da vida”.

Não existem medidas específicas para diagnosticar a hipertensão infantil, mas os profissionais de saúde consideram que se está perante a doença se a criança apresentar números superiores a 95 por cento dos seus pares com a mesma idade, altura e género.

 

 

MONSTRINHA – Sessões de cinema de animação para os mais novos do MONSTRA 2015

Março 6, 2015 às 2:00 pm | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
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http://monstrafestival.com/

Espiar os filhos ou confiar neles?

Março 6, 2015 às 2:00 pm | Publicado em A criança na comunicação social | Deixe um comentário
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Texto do http://lifestyle.publico.pt  de 12 de fevereiro de 2015.

Público

Por AFP

Pais norte-americanos têm à mão cada vez mais dispositivos que permitem localizar os mais novos.

Podem não ter os recursos da Agência de Segurança Nacional (NSA) mas os pais norte-americanos usam de todos os meios para vigiar os seus filhos. Sobretudo desde que há cada vez mais tecnologia que os permite fazê-lo.

Há relógios, pulseiras, para não falar dos telemóveis, que permitem a geolocalização, por exemplo, dos adolescentes, para confirmar se estão a dormir (conforme combinado com os pais), se numa festa (a que pediram para ir mas não tiveram autorização). No entanto, a geolocalização não é usada só para este fim. Por exemplo, há pais que têm medo que os seus filhos sejam raptados por isso põem-nos a usar uma pulseira com tecnologia que lhes permite saber sempre onde os miúdos, sobretudo os mais pequenos, se encontram.

No caso dos adolescentes, que já não acham tanta graça ao uso de uma pulseira ou de um relogia, existem dispositivos de monitorização que fazem parte integrante dos telemóveis ou podem ser instalados sem que os jovens o saibam. Estes dispositivos permitem ter acesso às mensagens trocadas, fotos tiradas ou às pesquisas feitas na Internet. Os pais podem ainda receber um alerta nos seus telemóveis sempre que os filhos saem de casa.

“Os pais querem manter o controlo da situação, é uma maneira de se sentirem bem”, justifica o professor de criminologia Sameer Hinduja, co-director do Centro Americano para a Pesquisa sobre o Cyberbullying.

Não é que Sameer Hinduja concorde com o uso destes dispositivos, mas defende que sejam usados quando os pais não têm confiança nos filhos.

Contudo, não há um consenso sobre este tema. Para Robert Lowery, responsável pelo Centro Nacional Americano para as Crianças desaparecidas e maltratadas (NCME), antes da vigilância está a educação dos filhos. “Esse tipo de comportamento [dos pais] é chocante”, diz, recusando a ideia de as crianças e adolescentes andarem com um chip para que os pais saibam sempre onde eles param.

Em vez de usar as novas tecnologias, por muito boas que sejam as intenções, Lowery sugere que os pais eduquem os filhos e os ensinem a ser responsáveis, a andar na rua sempre acompanhados ou a saber o que fazer em caso de perigo. “Como gritar ou evitar que alguém o rapte. Se alguém quiser levar uma criança, não são as novas tecnologias que o vão impedir”, conclui.

 

 

 

Exposição sobre Violência nas Relações de Intimidade no espaço Atmosfera M no Porto

Março 6, 2015 às 1:20 pm | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
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Como sabem, a metodologia deste projeto é particular e inovadora, trabalhando as temáticas ligadas à violência de forma artística. Durante o ano letivo em que trabalhamos com os/as jovens, criamos produtos artísticos na sequência das temáticas que abordamos (Direitos Humanos, Direitos das Mulheres, Violência Doméstica, Violência no Namoro, Bullying, Preconceito, entre outras).

Por forma a sinalizar junto dos/as jovens a Violência no Namoro, foram criadas, com o excelente contributo de fotógrafos/as, várias fotografias que pretendem alertar para o fenómeno da Violência nas Relações de Intimidade nos/as jovens.

Aproveitando que o mês de Março é dedicado às Mulheres, vamos realizar uma exposição entre o dia 7 de Março e o dia 3 de Abril com todos os trabalhos desenvolvidos, e cuja inauguração será próximo dia 7 de Março pelas 16h00 no espaço atmosfera m no Porto, sito na Rua Júlio Dinis, nº 158/160 4050-318 Porto (lugar de garagem gratuito).

Seria uma honra poder contar com a V/ presença nesta inauguração, pelo que solicitamos a V/ confirmação para artways.umar@gmail.com

http://artways.umarfeminismos.org/

https://www.facebook.com/projetoartways

 

 

Como detectar sinais de exploração sexual de crianças

Março 6, 2015 às 12:00 pm | Publicado em A criança na comunicação social | Deixe um comentário
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texto do site http://www.getreading.co.uk    de 23 de fevereiro de 2015.

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How to spot signs of child sexual exploitation

By Rahul Vashisht

Thames Valley Police advice on how to spot victims of child sexual exploitation and what to do if you know someone at risk.

Police have issued advice to parents and carers on recognising signs of child sexual exploitation.

Officers are investigating nine potential cases of children being sexually exploited in Reading.

Child sexual exploitation can be incredibly hard to recognise, as many warning signs can easily be mistaken for standard child or adolescent behaviour.

However as a rough guide the following incidents could be an indication that something is amiss.

Going missing from school or regularly returning home late

It may be possible someone much older has persuaded your child to leave the safety of school or home to come and see them.

Coming home with unexplained gifts or money

The offender might give gifts your child could not normally afford to build a level of trust with them, which they can then use to take advantage.

Secretive behaviour surrounding their social media use

It is possible your child is talking to unknown, much older associates from outside their usual social network. Encourage them to use phones and laptops in the living room or other communal areas to keep an eye on what they are doing.

Your child may stop talking to friends their own age

They may be particularly prone to sharp mood swings. While mood swings are common to all adolescents, it is the severity of behavioural change that is most indicative here.

Displaying inappropriate sexualised behaviours

These include over familiarity with strangers, dressing in an unusually sexualised manner or sending sexualised messages or images via mobile phone or social media. This is known as ‘sexting’.

Unexplained physical harm

Including, but not limited to, bruising and cigarette marks. These are a sign that the offender is using physical violence as well as psychological exploitation as a means of control.

What to do if you think a child is being sexually exploited

If you believe a child is in danger, do not confront them directly. This may place them in greater danger or give the offender time to threaten the victim into silence.

A far safer option would be to contact the police or Reading Borough Council’s children’s services . They can take the necessary actions to remove the child from harm’s way and bring the offender to justice.

To report an instance of child sexual exploitation call 999 or 101 for non-emergencies. Or call Crimestoppers anonymously on 0800 555 111.

Em Portugal pode contactar a Linha SOS-Criança encontra-se disponível através do número 217 931 617, e do número gratuito 116 111 para todas as Crianças, Jovens e Adultos que contactam, solicitando apoio ou apresentando situações-problema relativas a crianças ou jovens em geral e, em risco em particular ou o SOS-Criança Desaparecida, que se encontra acessível através do número de telefone gratuito 116 000 para situações de desaparecimento, rapto e abuso sexual.

mais informações no link:

http://www.iacrianca.pt/index.php/setores-iac-sos/apresentacao-sos

 

 

Pobreza infantil na Europa Quantos mitos conhece?

Março 6, 2015 às 6:00 am | Publicado em A criança na comunicação social | Deixe um comentário
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Artigo da Focussocial de 25 de fevereiro de 2015.

@Rocco Luigi Mangiavillano, Les enfants de la revolution, 2011

Na União Europeia (UE) uma em cada quatro crianças estão em risco de pobreza ou exclusão social. No total, são 25 milhões de crianças, sendo que a maioria cresceu em famílias pobres, que lutam cada vez mais para lhes proporcionar uma vida digna. Por diversas razões, umas correm mais risco do que outras, mas está tudo explicado em mais uma publicação gratuita traduzida pela EAPN Portugal.

Ler o artigo no link:

Pobreza infantil na Europa Quantos mitos conhece

 

 

 

 


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