Filme conta a história do primeiro dia de aula de uma menina com paralisa cerebral – Por que Heloísa?

Março 4, 2015 às 8:00 pm | Publicado em Vídeos | Deixe um comentário
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Texto do site https://catraquinha.catracalivre.com.br

A história de Heloísa começou no livro e agora ganha movimento em um curta-metragem em animação.

Em “Por que Heloísa?”, a autora Cristiana Soares se baseou numa história real para levar o espectador a repensar o conceito de deficiência.

O curta-metragem dá continuidade à trajetória de Heloísa, uma menina com paralisia cerebral, a partir do seu primeiro dia de aula em uma escola comum. Mostra também outros aspectos da primeira infância como suas relações  familiares.

O vídeo apresenta recursos acessíveis para pessoas com deficiências auditiva e visual.

 

Oficina “Se os bichos se vestissem como gente” de Luísa Ducla Soares na Biblioteca Municipal Maria Lamas (Caparica)

Março 4, 2015 às 7:06 pm | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
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luisa

Dia: 7 de março

Horário: 16h00

Local: Biblioteca Municipal Maria Lamas – Setor Infantil

Oficina “Se os bichos se vestissem como gente” de Luísa Ducla Soares

“Se a centopeia andasse calçada, quantos pares de sapatos precisava de comprar?” Esta e outras perguntas malucas são feitas por esta escritora para desenvolver a nossa imaginação. Vem connosco imaginar como poderias vestir o teu animal preferido.

Duração: 60m

Público-alvo: crianças dos 5 aos 10 anos

Lotação máxima: 10 famílias (máximo 20 participantes)

Marcação prévia: Catarina Reis

biblactividades@cma.m-almada.pt

Biblioteca Municipal Maria Lamas

Rua do Moinho ao Raposo

2825-016 Caparica

Tel.: 21 193 40 20

 

 

 

211 934 020

 

Temas de Direito da Família e das Crianças – Ações de Formação Contínua no CEJ

Março 4, 2015 às 3:09 pm | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
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temas

Temas de Direito da Família e das Crianças

Centro de Estudos Judiciários – Auditório (dias 6, 20 e 27)

Montepio – Auditório (dia 13)

Lisboa, 6, 13, 20 e 27 de março 2015

Inscrições:

http://elearning.cej.mj.pt/course/view.php?id=230&username=guest

Tropeçar – Espectáculo para a infância e para as famílias no CCB

Março 4, 2015 às 2:05 pm | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
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trope

Teatro do Vestido

12 e 13 Mar 2015 – 11:00 14 e 15 Mar 2015 – 11:30

Sala de Ensaio M/12

Preços Semana 3,2€ Fim de semana 5,35€

Este é um espectáculo para a infância e para as famílias que fala do ponto de vista das crianças sobre várias questões. É uma revisitação, porque somos sempre outros a cada novo momento, e quando fizemos o Tropeçar a primeira vez corria o ano de 2011. Tropeçar decorre de uma encomenda e da cumplicidade com o CCB/Fábrica das Artes, que nos desafiou a não evitarmos certos assuntos – como a morte, os lobos maus assassinados por caçadores, ou as patifarias cometidas pela calada com cara angelical. Tropeçar foi uma encomenda da Fábrica das Artes apresentado na Sala de Ensaio do CCB entre 4 e 9 de Junho de 2011, tendo seguido para itinerância em Portugal.

Texto e Direcção Joana Craveiro / Co-criação e espaço cénico Ainhoa Vidal, Gonçalo Alegria, Inês Rosado, João Paulo Serafim, Lara Portela, Raimundo Cosme, Rosinda Costa / Interpretação Inês Rosado, Lara Portela, Raimundo Cosme, Rosinda Costa / Movimento e Figurinos Ainhoa Vidal /Música Gonçalo Alegria (composição) Isabelle Coelho (composição e interpretação) / Fotografia e Vídeo João Paulo Serafim / Desenho de Luz João Cachulo / Produção Executiva Cláudia Teixeira Co-produção Teatro do Vestido e CCB/Fábrica das Artes

Companhia financiada pelo Governo de Portugal / Secretário de Estado da Cultura / Direcção Geral das Artes

CONTACTOS FÁBRICA DAS ARTES Maria José Solla | Manuel Moreira | Tânia Guerreiro Todos os dias úteis das 11:00 às 13:00 e das 15:00 às 18:00. Telefones +351 213 612 899 e +351 213 612 898 ou do fax +351 213 612 859. fabricadasartes@ccb.pt

 

Curso Intensivo em Intervenção com Crianças e Jovens em Risco

Março 4, 2015 às 2:00 pm | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
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criap

mais informações aqui

1ª Edição 11 a 25 | MARÇO 2015

Dar ou não dar umas palmadas nos filhos? Debate está de regresso a França

Março 4, 2015 às 12:00 pm | Publicado em A criança na comunicação social | Deixe um comentário
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Notícia do Euronews de 3 de março de 2015.

Decisão do Conselho da Europa citada na notícia:

Corporal punishment of children: Council of Europe finds France in breach of the European Social Charter

“Uma palmada dada no momento certo”, será uma forma de educar uma criança ou não passa de violência física?

Se a bofetada, a lambada é quase unanimemente vista como um acto de violência gratuita, que pode ser “nefasto para a saúde de algumas crianças” e que a sua repetição pode “perturbar o desenvolvimento cerebral”, segundo o presidente da Fundação para a infância, em França, até o Papa Francisco considera que, “por vezes, dar uma palmada a um filho, mas nunca na cara, para não o humilhar” é algo que demonstra um “sentido de dignidade”, porque o pai, que “deve punir, fá-lo de uma forma justa.”

A discussão é quase tão velha como a família e não terminará, esta quarta-feira, quando o Conselho da Europa se pronunciar sobre uma queixa apresentada por uma ONG britânica contra a França, por não “banir explicitamente” a punição física de crianças.

Nas ruas, há franceses que dizem não terem ficado “traumatizados” com umas “palmadas nas nádegas” e que os pais até “deviam dar mais”. Outros nem querem pensar nisso. Consideram que “a uma criança, falamos. Fazemos com que entendam as coisas. Não temos necessidade de lhes bater porque isso vai incitá-las a reproduzir o que lhes fizemos”.

No meio deste debate, há ainda os que defendem que a violência psicológica pode ser muito mais perniciosa do que uns “pequenos correctivos, aqui e ali”.

A verdade é que, segundo as sondagens, a maioria dos franceses não quer que o Estado legisle para proibir todo e qualquer tipo de punição física que os pais possam aplicar aos filhos. O debate promete continuar aceso.

Copyright © 2015 euronews

 

 

 

Aprenda como estudar em quatro etapas

Março 4, 2015 às 6:00 am | Publicado em A criança na comunicação social | Deixe um comentário
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texto do site http://porvir.org  de 30 de janeiro de 2015.

Educador Fábio Ribeiro Mendes desenvolveu método para que alunos desenvolvam autonomia no aprendizado

Por Fábio Ribeiro Mendes

Eu não gostava de estudar, como a esmagadora maioria dos estudantes. O estudo era sempre chato, tomava o tempo do meu lazer e nunca acabava. Anos depois, descobri o que estava errado: eu não sabia estudar e nem notava, que era preciso ter preparação, método e um horário definido. Sem isso, estudar era algo que não funcionava e eu não percebia resultados.

Mas, por que eu não tinha aprendido a estudar? Ora, porque ninguém havia me ensinado como fazer! Geralmente, não temos uma única aula com esse objetivo específico durante toda a educação básica. O resultado é que os alunos acabam esse nível de instrução com baixa autonomia no aprendizado.

crédito tingitania  fotolia com

Tendo percebido essa carência, passei a trabalhar com o tema. Meu principal objetivo é instruir os alunos sobre um método em 4 etapas, que forma um ciclo de estudo. É muito simples e intuitivo. Aprenda:

Etapa 1: Leitura panorâmica

01Antes de se atirar no texto, tentando tudo entender, respire fundo e procure ter uma idéia geral do que tem diante de si. Isso pode ser feito com uma leitura rápida, superficial, panorâmica, que lê apenas o início e o final de cada parágrafo. Seu o objetivo é apenas reconhecer o texto, qual é seu tema, como se desenvolve, se parece fácil, difícil, longo ou breve.

 

É quase uma etapa preliminar ao estudo, que cria uma expectativa sobre o aprendizado que virá.

 

Etapa 2: Marcação e sublinhado

02_bTendo uma noção geral, leia o texto com calma, como está acostumado, com o objetivo de destacar o que parece ser o mais importante ou o que desperta especial interesse. Esse destaque merece ser feito em dois momentos.

Em primeiro lugar, marque os trechos que parecem ser os mais importantes com um colchete na margem do texto. Nesse primeiro momento, evite sublinhar enquanto lê, porque isso geralmente resulta em um sublinhado excessivo, com frases ou até mesmo parágrafos inteiros marcados. Se esse trecho é importante, uma marcação simples ao lado do texto servirá para o destaque. Faça isso com todo o texto.

Após a marcação dos trechos, volte diretamente a cada um deles e sublinhe suas palavras-chave. Podem ser algumas palavras por trecho. O objetivo é facilitar a identificação do que trata o trecho destacado. Proceda dessa forma com todos os trechos, até o final do texto.

Etapa 3: Anotações

03Com base no que foi marcado e sublinhado, faça anotações livres em uma folha a parte, de próprio punho. Pode ser na forma de esquema, mapa conceitual, linha de tempo, tabela, contendo desenhos, cores ou o que julgar útil para registrar o que destacou no texto.

Geralmente, é nesta etapa que perceberá que está aprendendo, pois o que faz é, do seu próprio modo, estabelecer relações entre os conceitos do texto. Assim, estará criando algo que é seu com base no material de estudo.

 

 

 

 

Etapa 4: Exercícios

Após as anotações, é preciso saber o quanto aprendemos, o que é alcançado com exercícios. Eles podem ser de vários tipos, desde a resposta às questões prontas trazidas pelo livro didático até a atividade de refazer anotações sem consulta ou ensinar o conteúdo para um colega.

Os exercícios revelam o que precisa ser reforçado no aprendizado. Isso é força motriz para iniciar um novo ciclo de estudo: leia, marque, sublinhe e complete as anotações com o que faltou ou precisava de maior detalhamento.

Estudando Matemática

Sim, é possível estudar matemática utilizando as 4 etapas acima tendo como base um livro didático. A peculiaridade é que o ciclo de estudo se repete várias vezes em uma única sessão de estudo. Aliás, esse é o motivo da percepção geral – na verdade, um mito – de que “estudar matemática se resume a fazer exercícios”. Não, isso não está correto: exercícios são necessários para entender os conceitos e relações expressas nas fórmulas, mas nem sempre são suficientes. Se você não entende o exercício, deve tentar ler o conteúdo, marcar e fazer suas anotações. Sem isso, ficará travado.

Como ensinar a estudar em sala de aula

O professor pode organizar oficinas de estudo, nas quais leva um material e instrui os alunos passo a passo no método, desafiando-os a “aprender um conteúdo inédito por conta própria”. Eles ficam um pouco chocados, mas gostam do resultado.

Duas dicas fundamentais: i) o material não deve ser muito extenso e ii) o professor deve movimentar-se constantemente, atendendo os alunos que levantarem a mão em suas classes. Além disso, é válido na primeira ocasião dar um tempo curto para a execução da primeira etapa: isso estimula os alunos a começarem a trabalhar e logo se envolverem na atividade.

Por mais paradoxal que possa parecer, talvez o que esteja faltando em nossa educação é ensinar a estudar. Qualquer escola, em qualquer condição, pode suprir essa carência e formar alunos com autonomia no aprendizado.

Para saber mais: “A Nova Sala de Aula” e “A Formação de Hábito de Estudo”, de Fábio Ribeiro Mendes (Autonomia Editora).

Por Fábio Ribeiro Mendes

Fábio Ribeiro Mendes é graduado, mestre e doutor em Filosofia pela UFRGS. Desde 2006, desenvolve projetos inovadores para desenvolvimento da autonomia no aprendizado, tendo recebido o Premio Educação RS 2010 (Sinpro/RS). Possui 5 livros publicados sobre o tema e é sócio-diretor da empresa Autonomia Soluções em Educação.

 


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