O Primeiro Rei – Vídeo animado que dá a conhecer a vida e os feitos do primeiro rei de Portugal, D. Afonso Henriques

Fevereiro 24, 2015 às 8:00 pm | Publicado em Recursos educativos, Vídeos | Deixe um comentário
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Inauguração do Espaço Chill Out da Casa da Juventude de Odivelas

Fevereiro 24, 2015 às 4:00 pm | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
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Nova APP Infovítimas da APAV

Fevereiro 24, 2015 às 2:30 pm | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
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descarregar a APP no link:

http://www.infovitimas.pt/pt/app/

 

Recomendação sobre Retenção Escolar no Ensino Básico e Secundário do Conselho Nacional de educação

Fevereiro 24, 2015 às 2:00 pm | Publicado em Relatório | Deixe um comentário
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cne

descarregar a recomendação no link:

http://www.cnedu.pt/pt/noticias/cne/990-recomendacao-sobre-retencao-escolar-no-ensino-basico-e-secundario#.VOt7kqtwLbo.facebook

Em Portugal existem atualmente mais de 150 000 alunos que ficam retidos no mesmo ano de escolaridade. De acordo com os dados do PISA 2012, cerca de 35% dos jovens portugueses com 15 anos tinham já sido retidos pelo menos uma vez, contra a média OCDE de 13%, e mais de 7,5% apresentam no seu percurso mais de uma retenção.

A investigação demonstra que alunos retidos, nomeadamente nos anos iniciais da escolaridade, não melhoram os seus resultados e são mais propensos a uma nova retenção, além da evidente associação entre a retenção e o aumento dos níveis de desmotivação, indisciplina e abandono escolar. Verifica-se igualmente que existe uma maior probabilidade de retenção de alunos com piores condições socioeconómicas, bem como de alunos provenientes de países estrangeiros.

Portugal apresenta um enquadramento legal semelhante aos dos outros países europeus e a retenção é, na legislação em vigor, assumida como uma medida a ser aplicada “a título excecional”. No entanto, na prática, a situação que conduz à decisão de retenção é bastante mais frequente do que um carácter de excecionalidade faria prever. Enquadrando todos estes aspetos, verifica-se que a cultura de retenção, ou seja, a “crença comum de que a repetição de um ano é benéfica para a aprendizagem dos alunos”, está patente na sociedade portuguesa, em particular na cultura escolar. Com efeito, é recorrente a ideia da retenção como sinónimo de exigência, qualidade das aprendizagens em oposição a um sistema “facilitista”. No entanto, a transição responsável de alunos com baixo rendimento escolar acarreta uma maior exigência, uma vez que pressupõe, por parte de todos os intervenientes, um esforço acrescido no desenvolvimento de estratégias e medidas de apoio e reforço das aprendizagens.

Por estes motivos, entre outros analisados com mais pormenor na Recomendação e respetivo Relatório Técnico, o Conselho Nacional de Educação recomenda um conjunto de medidas ao nível da administração educativa central, escolas, alunos e famílias.

CNE defende substituição progressiva dos chumbos por medidas anti-insucesso

Fevereiro 24, 2015 às 1:00 pm | Publicado em A criança na comunicação social | Deixe um comentário
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notícia do Público de 23 de fevereiro de 2015.

Clara Viana

Conselho Nacional da Educação considera que a retenção escolar é “a situação mais grave do sistema de ensino em Portugal”.

Todos os anos chumbam em média 150 mil alunos do ensino básico e secundário. “Esta é talvez a situação mais grave do sistema de ensino em Portugal”, alertou nesta segunda-feira o presidente do Conselho Nacional da Educação (CNE), David Justino. O CNE aprovou esta segunda-feira uma recomendação que visa fazer da resolução deste problema uma “prioridade” das políticas educativas. Vários estudos nacionais e internacionais têm revelado que os alunos que ficam retidos têm mais probabilidades de voltar a chumbar. E também que esta prática conduz frequentemente ao abandono escolar.

Todos os 12 especialistas ouvidos pelo CNE, no âmbito da preparação do parecer aprovado nesta segunda-feira, consideraram que “a retenção é um problema” e sete deles reconheceram a “existência de uma cultura associada a este fenómeno”, com expressão na escola e na sociedade em geral. Este fenómeno já foi denunciado em anteriores relatórios do CNE, um organismo consultivo do Governo e do parlamento, e também da Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Económico (OCDE).

Portugal é o terceiro país da União Europeia com maiores percentagens de chumbos. Em 2012, 34,3% dos alunos com 15 anos tinham chumbado pelo menos um ano. E mais de 7,5% tinham já mais de uma retenção. A Bélgica e o Luxemburgo lideram esta lista (36,1% e 34,5%, respectivamente), enquanto em países como a Lituânia, Reino Unido, Islândia e Finlândia estas percentagens não chegam aos 4%. Já a Noruega apresenta uma taxa de retenção nula.  A média da OCDE ronda os 13%.

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Na recomendação aprovada esta segunda-feira lembra-se que os resultados dos testes PISA, organizados pela OCDE e dirigidos a alunos de 15 anos, têm mostrado que o desempenho dos estudantes que já repetiram anos “são significativamente inferiores aos dos alunos que nunca foram retidos, o que poderá significar que o (s) ano (s) de repetência não permitiu/permitiram uma recuperação de aprendizagens, como é o objectivo subjacente à medida de retenção escolar”.

Para o CNE, a retenção não só é globalmente ineficaz em termos de recuperação de aprendizagens como também é “extremamente dispendiosa” para as contas públicas, “uma vez que qualquer aluno  retido equivale a um novo aluno, quando não supera mesmo o seu valor”.  Não existem cálculos exactos sobre o custo por aluno em Portugal, mas se este se situar perto dos 4 mil euros, como sugerido pelo Tribunal de Contas, o custo das retenções sore para os 600 milhões de euros. “Com menos de um terço dessa despesa já se conseguiria investimento suficiente para baixar as taxas de retenção por via de professores especialmente formados e vocacionados para trabalhar na recuperação dos alunos”, indicou David Justino.

O presidente do CNE frisou que, com esta recomendação, “não se está a apelar a passagens administrativas ou a facilitismos”, mas sim  a que os alunos com dificuldades “tenham respostas efectivas da escola, o que só se consegue com mais apoio e trabalho”.  Por isso, o CNE recomenda que seja dada mais autonomia às escolas para que estas possam dar “respostas contextualizadas” (constituição de turmas, gestão do currículo, construção de diferentes percursos escolares) à sua situação concreta.

Reavaliar provas do 4.º e 6.º ano

Propõe ainda, entre várias outras medidas, que seja eliminada a obrigatoriedade de afixação pública das pautas de avaliação,  uma prática “sem par nos restantes sistemas educativos, substituindo-as  por “informação individual dirigida a cada aluno e respectiva família”.  Que seja reavaliada “a adequação das provas finais do 4.º e 6.º anos aos objectivos de aprendizagem dos ciclos que encerram, bem como rever as suas condições de realização”. Actualmente são feitas ainda no decorrer do ano lectivo, o que traz “enormes  constrangimentos ao funcionamento das escolas, para além de determinarem alterações nos processos de leccionação”.

Na recomendação, aprovada por unanimidade, indica-se que a introdução recente de exames  no 4.º e 6.º ano “tem trazido, directa ou indirectamente, implicações quer nas taxas de retenção, quer sobretudo na alteração do processo de avaliação interna [as notas dadas pelos professores] “.Depois de uma melhoria durante a primeira década deste século, os chumbos voltaram a aumentar no ensino básico, em todos os anos de escolaridade, a partir de 2011. Entre os maiores aumentos destacam-se os registados no 6.º ano de escolaridade, onde a taxa de retenção duplicou, passando de 7,4% em 2011 para 14,8% em 2013; no 9.º ano passou de 13,8% para 17,7%; e no 7.º ano subiu de 15,4% para 16,5%.

O CNE defende também o acesso universal à prova final do 9.º ano, com a alteração do  estatuto do aluno autoproposto; a promoção de “verdadeiras lideranças pedagógicas, orientadas para as aprendizagens e para o sucesso educativo”;  a elaboração de “estratégias de apoio, logo aos primeiros de dificuldades, com incidência nos primeiros anos de escolaridade de cada ciclo” e a “afectação de professores com maiores conhecimentos e motivação para desenvolver programas intensivos de recuperação de aprendizagens”.

No relatório técnico que sustenta o parecer hoje aprovado descrevem-se algumas das medidas que estão na base dos baixos níveis de chumbos registados noutros países. Por exemplo, os programas de recuperação que são adoptados na Lituânia no final do ano lectivo ou a decisão de progressão automática no decorrer da escolaridade obrigatória, em vigor no Reino Unido, Islândia e Noruega. Neste documento lembra-se, a propósito, uma das conclusões apontadas no último relatório da rede Eurydice sobre a retenção escolar, datado de 2011: “A grande variação de taxas de retenção entre os países europeus não está apenas relacionada com a legislação em vigor, pois a prática de reter os alunos também parece estar incorporada numa ‘cultura’ de retenção e na crença comum de que a repetição de um ano é benéfica para a aprendizagem dos alunos.”

Portugal é apontado como um dos países em que esta crença persiste. No ano lectivo de 2012/2013, o último com dados, cerca de 13% dos alunos portugueses chumbaram. No básico, a taxa de retenção e desistência foi de 10,8%; no secundário subiu para 19%. Em todos os ciclos de escolaridade, as taxas de retenção são substancialmente mais reduzidas no ensino privado do que no público. Esta tendência, frisa o CNE, enquadra-se num quadro do sistema educativo onde vigora uma excessiva cultura da ‘nota’ sem a correspondente preocupação nos processos que promovem as aprendizagens” ou, dito de outo modo, a cultura reinante aprofunda “o carácter sancionatório e penalizador da avaliação ao invés de centrar o seu foco na detecção de dificuldades”.

Para os especialistas ouvidos pelo CNE, as principais razões apontadas para o elevado número de chumbos prendem-se com o impacto dos exames e a “crença que nem todos conseguem”. Quanto a alternativas, quase metade considera não ser necessária nova legislação, já que a existente “explicita que a retenção é uma medida excepcional”.

Foram ouvidos pelo CNE os directores dos agrupamentos de escolas de Arraiolos, Carcavelos, Proença-a-Nova, Moimenta da Beira, Ponte de Sor e Dr. Azevedo Neves (Amadora). Também participaram os responsáveis pelos programas EPIS e Fénix, de combate ao insucesso escolar, investigadores das universidades de Coimbra e Évora e representantes da Direcção-Geral da Educação e da Inspecção-Geral da Educação e Ciência.

 

 

 

Dois terços dos avós ficam com os netos em casa de dia ou depois das aulas – Estudo

Fevereiro 24, 2015 às 12:00 pm | Publicado em Estudos sobre a Criança | Deixe um comentário
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Notícia do Observador de 22 de fevereiro de 2015.

Darek Delmanowicz EPA

 

Agência LUSA

Dois em cada três avós inquiridos num estudo dizem estar com os netos em casa durante o dia ou depois das aulas, assumindo um papel essencial na educação das crianças.

Dois em cada três avós inquiridos num estudo que tentou perceber os comportamentos dos jovens e como vivem dizem estar com os netos em casa durante o dia ou depois das aulas, assumindo um papel essencial na educação das crianças. Segundo o estudo Fórum da Criança, que será divulgado na terça-feira no seminário “Kids & Teens”, em Lisboa, os avós assumiram um “papel primordial” na gestão do dia-a-dia das famílias, estando presentes nas rotinas diárias dos netos.

O estudo, que será apresentado num seminário subordinado ao tema “A Reinvenção da Família Alargada”, refere que cerca de 72% dos pais inquiridos elegeram os avós como os principais parceiros na educação dos filhos, uma vez que os acompanham nos estudos, nas atividades extracurriculares e na comunicação digital, que também tem um “poder crescente” na vida dos mais novos. Mas também assumem um papel essencial enquanto suporte financeiro, ajudando muitas vezes economicamente os pais na criação dos seus filhos.

Mais de metade (56%) dos avós diz que compra algumas roupas e calçado para os netos, refere o estudo, que teve início em 2005 e já envolveu cerca de 6.000 crianças, 1.700 pais e, na última edição, em 2014, incluiu os avós.

“Com a crise económica que se instalou começámos a reparar claramente que os hábitos das famílias alteraram-se”, com os avós a assumirem “um papel muito relevante nas famílias, não só a nível de acompanhamento das crianças, como na ajuda na compra de roupas e até bens alimentares”, disse à agência Lusa Leonor Archer, responsável pelo Departamento de Marketing Infantil da Brandkey, empresa promotora da sétima edição do seminário em parceria com a Ipsos Apeme. “São um apoio fundamental para os pais e têm um papel funcional na educação dos netos, ao mesmo tempo que também têm laços muito fortes”, sustentou Leonor Archer.

Questionado pela Lusa sobre a importância desta ligação entre avós e netos, o pediatra Mário Cordeiro disse que “o convívio intergeracional é fundamental”, considerando que “não é concebível uma sociedade com tecido social fraturado e com lacunas nas suas diversas componentes”. Mário Cordeiro adiantou que “os avós podem transmitir sabedoria”, resultante da sua experiência de vida e que vai “dar sentido à informação que as crianças hoje recebem em catadupa”.

Além disso, frisou, “é bom o contacto humano, calmo, tranquilo, mas firme e com regras e afeto, que os avós podem transmitir aos netos”. “As pessoas continuam a ser de carne e osso e as relações interpessoais não se podem reduzir a ‘avatares’ no Facebook”, sustentou.

Por outro lado, para os avós, “os netos são a garantia da continuidade, da sua vitória sobre a morte e da eternidade do seu desígnio de vida”, porque “ajudam a rever o passado, a contemplar o presente e a garantir-lhes que terão futuro, mesmo que a morte sobrevenha”, salientou Mário Cordeiro.

O estudo salienta também a importância que a televisão, a Internet e o telemóvel têm na vida das crianças e dos jovens, referindo que três quartos dos jovens inquiridos têm acesso à internet e, destes, nove em 10 fazem-no em casa. Os dados indicam que 52% das crianças usam o ‘Facebook’ sobretudo para jogar e falar com os amigos e que seis em cada dez têm telemóvel, sendo a maior proporção no 3º ciclo (8 em 10).

Leonor Archer salientou o facto de a televisão continuar “a ter um papel tão relevante” na vida das crianças e dos jovens, o que está relacionado com “o aumento da penetração dos operadores de cabo com os canais temáticos”.

 

 

 

 

 

À Conversa com… A Animação Sociocultural e o(a)animador(a) em contexto de museu

Fevereiro 24, 2015 às 9:00 am | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
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cm

Museu de Cerâmica de Sacavém

Urbanização Real Forte
2685 Sacavém
Telf.: 211 151 082 / 211 151 083
Fax: 211 151 702

http://www.cm-loures.pt/

Apps que educam e divertem

Fevereiro 24, 2015 às 6:00 am | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
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texto do site http://www.elmundo.es  de 3 de fevereiro de 2015.

Shutterstock

ÁLVARO VARONA

Según el periódico americano The Washington Post, se estima que durante el año 2014 las escuelas estadounidenses han comprado unos 3.5 millones de tabletas destinadas a usarse en las aulas como herramientas educativas. En España la Junta de Andalucía anunció en abril del año pasado que invertiría 7,6 millones de euros en comprar más de 27.000 tablets para alumnos de 6º de primaria de centros públicos.

Es innegable que los niños quieren utilizar tabletas, tanto en casa como en el colegio, y así lo han reflejado en sus cartas a los Reyes Magos de esta última Navidad en las que sus majestades han venido cargados de tablets para alegría de los pequeños y, en muchas ocasiones, incertidumbre de los padres.

Usar tabletas y apps dentro del entorno educativo va a ser una constante en los próximos años porque, además del interés que despiertan entre los alumnos, supone utilizar técnicas objetivamente más completas. Aplicaciones con las que aprender los nombres de los animales en diferentes idiomas y a la vez conocer su sonido, experimentar con la música uniendo compases y creando canciones o recorrer el interior del cuerpo humano en una detallada visita virtual, son algunos ejemplos de apps que ya se utilizan para aprender.

Pero no sólo los contenidos que se pueden consumir en la tableta son interesantes para el aprendizaje con pantallas táctiles. El uso de la cámara de fotos o vídeo, el GPS, el WiFi, el bluetooth o el sensor de movimiento abren un mundo de posibilidades a la hora de aprender, realizar trabajos o conectar las tabletas con otros dispositivos.

Sin lugar a dudas los docentes del siglo XXI tienen que conocer y utilizar de forma eficiente las posibilidades de multimedia, interacción, trazabilidad o localización que ofrecen las tabletas y las apps para que la llegada masiva que se va a producir de estos dispositivos no se quede en un mero fuego de artificio.

Matching! Mi primer Brain Training

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Matching! Es un juego educativo que ayuda a los más pequeños a aprender las letras, los colores y vocabulario básico en cuatro idiomas (castellano, catalán, inglés y francés) a la vez que ejercitan de forma lúdica habilidades como la lógica y la atención. Edad: 2-6 años. App Store: 1,99.

MarcoPolo Ocean

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Esta app permite conocer la parte más inexplorada del planeta, el océano. Cuenta con cinco puzles para conocer todo lo necesario sobre este entorno. Y lo mejor es que los niños pueden crear su propio acuario para aplicar lo aprendido en los puzles. Edad: 3-10. App Store – 1,69.

Fun English

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Un conjunto de juegos didácticos para aprender a leer, hablar y deletrear en inglés con un curso diseñado por expertos en la enseñanza de idiomas. Además, utiliza diversos tonos, voces y acentos para que los niños puedan captar las sutilezas de la pronunciación. Edad: +5. App Store – gratis. Google Play – gratis.

Math Heroes 1,  Matemáticas Básicas para niños

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Es momento de poner a prueba tus habilidades de ninja! El ejército de Ignarus se ha puesto en marcha y solo tu conocimiento en operaciones matemáticas básicas puede derrotarlo. ¿Puede el poder de tu cerebro igualarse a su fuerza? Edad: +4. App Store y Google Play -5,99.

Los Cazafaltas. El gran juego de la ortografia

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Eres un buen detective? ¿Se te da bien pillar a los sospechosos? ¿Y qué tal si para cazarlos tienes que pillar faltas de ortografía? En este juego para iPad y iPhone encontrarás el camino hacia los escondites de los delicuentes a través de pistas ortográficas. ¡Demuestra cómo controlas la ortografía y sé el primero en atraparlos! Edad: +4. App Store – GRATIS.

Científicos en cómic

darwin

Darwin, Galileo, Newton… esta aplicación contiene una colección de cómics didácticos a través de los cuales vas a conocer a los científicos más influyentes de la historia. Edad: +4. App Store – GRATIS.

Project Noah

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Proyecto Noah es la mejor manera de compartir los encuentros de los alumnos de primaria con la fauna y ayudar a documentar la biodiversidad de nuestro planeta.  Edad: +4. App Store y Google Play – GRATIS. (Inglés)

Álvaro Varona es comunicador especializado en el mundo digital con experiencia en internet desde 1998. Además, es bloguero en Dospuntosbarrabarra, un blog sobre el mundo de Internet y Generación Apps, sobre aplicaciones infantiles. @kremaster

Consejos para padres

– Explora las apps existentes de la temática que os interesa y escoge la más apropiada a la edad y desarrollo de tu hijo. – Comprueba que el diseño y el contenido se adecuan a las necesidades del niño. – Pruébala, aprende sus objetivos y su utilidad y enseña a tu hijo a usarla adecuadamente.

 

 


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