Manual e materiais de formação sobre direitos humanos do Centro de Direitos Humanos da Universidade de Coimbra disponíveis on-line

Fevereiro 20, 2015 às 8:00 pm | Publicado em Recursos educativos | Deixe um comentário
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centro

Ius Gentium Conimbrigae/Centro de Direitos Humanos disponibiliza o Manual de Educação para os Direitos Humanos “Compreender os Direitos Humanos” e materiais para uso em formações sobre direitos humanos, direitos humanos da criança, direitos humanos das mulheres, etc.

 

 

Ana tornou-se filha da sua terceira mãe

Fevereiro 20, 2015 às 3:00 pm | Publicado em A criança na comunicação social | Deixe um comentário
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Notícia do Jornal de Notícias de 8 de fevereiro de 2015.

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Adoção

 

Crianças-escravas Julgamento duro contra um sistema injusto

Fevereiro 20, 2015 às 1:00 pm | Publicado em A criança na comunicação social, Vídeos | Deixe um comentário
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texto do site http://www.swissinfo.ch/por/  de 11 de fevereiro de 2015.

Paul Senn

Por Clare O’Dea

Não existe dúvida de que as crianças eram os cidadãos mais vulneráveis no sistema de proteção infantil até os anos 1970. Um sistema que na época era visto como subfinanciado e sobrecarregado. Pouca atenção foi dada às suas necessidades emocionais e de desenvolvimento e não havia mecanismo para protegê-las da negligência e abuso.

Mas apesar das deficiências, nem todos se comportavam com desrespeito em relação ao bem-estar das crianças, um conceito que na época era definido com outras bases. Havia também problemas sociais e preconceitos, particularmente contra filhos ilegítimos e pessoas oriundas da pobreza, que se estendiam à sociedade como um todo.

Isso significa que a realidade econômica e o clima moral em meados do século 20 na Suíça teriam sido culpados pela abordagem tão dura em relação à guarda infantil?

A maioria dos adultos influentes na época – pais, professores, advogados, representantes do governo, membros de ordens religiosas – já não vive mais para justificar seus atos. O testemunho dessas pessoas está ausente do atual grupo de pesquisa sobre o tema, cujos trabalhos só ocorreram na última década e baseado em testemunhos das vítimas e provas documentais.

A historiadora Loretta Seglias pesquisou como as comunas (prefeituras) intervinham para apoiar as famílias pobres e monoparentais, com ou sem seu consentimento. Ela lembra que “uma grande proporção da população suíça vivia em pobreza existencial” até a metade do século passado.

Apoiar essas famílias era um grande desafio financeiro e logístico. Ao invés de fazer despesas com prestações sociais, a resposta tradicional era remover um ou mais crianças das suas famílias e transferi-las a uma instituição ou família de acolho, em grande parte agricultores.

“A sociedade suíça estava convencida que essas crianças precisavam aprender a trabalhar. Por questões educacionais elas eram colocadas sob a guarda de famílias para coloca-las nos eixos. O objetivo era que aprendessem a ser independentes quando adultas e não precisar mais do apoio da sociedade.”

Começo difícil

Roland Begert é um professor de economia aposentado e vive em um subúrbio tranquilo de Berna. Elegantemente vestido e com boas maneiras, não é possível descobrir traços das dificuldades por quais passou. A realidade é que Begert foi abandonado em 1937 pela mãe quando ainda era um bebê. Por isso uma das suas missões de vida foi tentar entender o que aconteceu de errado na infância.

O pai de Begert abandonou a mãe pouco antes de nascer. A mãe era jovem e tinha origens ciganas. Três semanas depois de dar a luz, ela abandonou o recém-nascido e o irmão mais velho de Roland, que na época tinha apenas dois anos de idade.

Ver o vídeo da reportagem no link:

http://www.swissinfo.ch/por/multimedia/v%C3%ADtimas-finalmente-ser%C3%A3o-indenizadas/41252452

 

“Ela não tinha escolha. Em primeiro lugar, não dispunha de recursos e nenhuma profissão. Mais tarde descobri que a minha mãe tinha um caráter muito fraco e passivo, o que não teria sido positivo para ter uma boa base educacional.”

Begert foi enviado a um orfanato católico no cantão de Solothurn, onde passou doze anos da vida. Durante esse tempo não provocou despesas para o Estado. Ele era um das 280 crianças a viver sob os cuidados de 25 freiras, sem salário ou horas de folga.

Ele sofreu abusos sexuais por parte de meninos mais velhos, o que considerou na época como algo normal no processo de crescer.

Aos 12 anos, sem nenhum aviso prévio ou preparo, Begert foi colocado sob a guarda de uma família de agricultores. Ele descreve a relação com essa família de acolho como neutra.

“A família também recebia 30 francos por mês para me abrigar. Ao mesmo tempo me tinham como mão-de-obra barata. Era assim que vivia.”

Crianças com menos de quatorze anos eram proibidas de trabalhar desde 1877, mas geralmente se aceitava o trabalho de crianças na agricultura, mesmo sendo penoso. “Essa era a realidade de muitas crianças na Suíça”, ressalta Seglias.

Transferências não oficiais

Crianças colocadas sob guarda pelas autoridades não eram as únicas a serem retiradas de casa. Paralelamente ao programa oficial, famílias em situação de penúria na Suíça encontravam suas próprias soluções para sobreviver. Em 1952, em um pequeno vilarejo de Friburgo, Christine, uma menina de dez anos, foi entregue por dois anos ao vizinho, cuja mulher estava doente.

“O homem veio falar com os meus pais e perguntou se teriam uma menina que pudesse ajudar a esposa e acompanhá-la, pois ela tinha problemas psiquiátricos. Ele também era obrigado a ficar fora de casa por dois, três ou mais dias”, conta essa mulher em seu pequeno apartamento no mesmo vilarejo, sessenta anos depois.

Quando as autoridades transferiam a criança a outro lar, o contato com os pais era desencorajado. Muitas vezes era impossível para eles de visitá-la ou acompanhar seu bem-estar.

“Essas crianças eram colocadas sob a guarda de pessoas que geralmente não conheciam. Ao mesmo tempo, o controle e a supervisão nos anos 1950 não eram tão bons como estava previsto nas leis vigentes”, explica Seglias.

“Isso abria a possibilidade de colocar essas crianças para fazer trabalhos perigosos ou mais pesados do que elas eram capazes de fazer, mas também aos abusos físicos, sexuais ou psicológicos. Esse risco era muito grande, pois praticamente ninguém estava cuidando da situação delas”, acrescenta.

Estigma

Na época existiam diferentes denominações para as crianças que trabalhavam nas fazendas. Em alemão, a mais conhecida é “Verdingkind”.

No final da II. Guerra Mundial, a lei mudou não permitiu mais considerar como “adotadas” as crianças colocadas sob tutela temporária de outras famílias. As famílias eram pagas para cuidar delas. Legalmente, e sobre o papel, não existiriam mais as chamadas “Verdingkind”. Porém, na realidade, foram necessárias duas décadas de exploração para acabar com esse estigma.

“Era devido à forma como a sociedade olhava para essas crianças. Elas usualmente já viviam sob o estigma de serem pobres, bastardas. Muitas vezes seus pais não tinham condições de cuidar delas devido ao alcoolismo ou problemas psiquiátricos. Esse estigma acabava sendo transferido para elas”, analisa Seglias.

Begert passou quatro anos com a família de agricultores, assumindo uma grande carga de trabalho fora do horário escolar.

Apesar das boas notas – os professores até chegaram a indicá-lo para o nível secundário – não havia esperança de chegar ao ensino superior. As autoridades locais vetaram essa possibilidade. Begert acabou fazendo um ensino profissionalizante em uma fundição aos 16 anos de idade. Foram anos de muito trabalho, como se lembra. Até os 22 só recebia uma pequena mesada do seu próprio salário. A senhoria administrava o dinheiro, como havia sido combinado com as autoridades públicas.

Depois de anos de campanha o governo aceitou pagar uma indenização aos sobreviventes desse abuso histórico e negligência do sistema de proteção infantil. Agora os eleitores terão possivelmente que votar o tamanho do fundo de compensação se a legislação futura não satisfizer os militantes pela causa.

Begert não irá solicitar uma compensação já que esta não irá modificar sua vida. No entanto, reconhece que o dinheiro vai ser útil e importante para muitas vítimas, incluindo o próprio irmão. O que importa é a sensibilização pública e a garantia de que a proteção à criança nunca será mais desimportante no futuro.

Por Clare O’Dea, swissinfo.ch Adaptação: Alexander Thoele

 

 

O SOS-Criança convida as famílias a avaliar a sua linha de emergência 116 000 para crianças desaparecidas

Fevereiro 20, 2015 às 12:14 pm | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
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MINIMIZAR a VIOLÊNCIA através do controle de qualidade :
Monitorar e avaliar 116 mil linhas de apoio para proteger as crianças que desaparecem

CARTA DE CONVITE PARA AS FAMÍLIAS

Caro potencial participante:
A Missing Children Europe (Federação Europeia de Crianças Desaparecidas) gostaria de convidá-lo a participar numa pesquisa relacionada com o serviço prestado no nosso país através do número ” 116 000 ” linha de emergência gratuita para crianças desaparecidas.
O estudo é um primeiro passo essencial no desenvolvimento de um mecanismo de acreditação baseado em padrões profissionais, que deverão melhorar ainda mais a qualidade do serviço 116 000 em toda a Europa. O mecanismo será utilizado para identificar os pontos fortes e fracos de cada organização, para o desenvolvimento de estratégias de qualificação a nível nacional e promover a partilha de boas práticas entre os colegas de diferentes países. O projeto é co- financiado pela Comissão Europeia.

A análise dos resultados deste questionário irá proporcionar uma base para o desenvolvimento de uma lista de padrões e indicadores de qualidade que formam a estrutura do sistema de acreditação.

Agradecemos se puder preencher o presente questionário, através deste link. O seu contributo é muito importante para atingir os objetivos do projeto, no interesse de todas as crianças desaparecidas e suas famílias. A duração do preenchimento é de 10 a 15 minutos e são questões de escolha múltipla.

Caso pretenda, poderá manter o anonimato.
Caso tenha alguma questão contacte-nos através do 116 000.
Obrigada!
SOS-Criança / IAC

Programação das BLX para escolas e famílias – Março 2015

Fevereiro 20, 2015 às 12:00 pm | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
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blx

Programa BLX-ESCOLAS_mar 2015

Programa BLX-FAMILIAS_mar 2015

blx.cm-lisboa.pt |  bibliotecasdelisboa

Encontro Comemorativo do 10º Aniversário das CPCJ´S do Concelho de Sintra

Fevereiro 20, 2015 às 11:21 am | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
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sintra

A CPCJ de Sintra Ocidental e CPCJ de Sintra Oriental comemoram neste mês de Fevereiro 10 anos da divisão das CPCJ de Sintra. Assim, convidamos V. Exa. para o Encontro Comemorativo do 10º Aniversário das CPCJ´S do Concelho de Sintra (programa em anexo), no próximo dia 26 de Fevereiro, no Auditório António da Silva no Cacém (Centro Comercial do Cacém- junto à IC19) Para participar nesta iniciativa, solicitamos o envio da respetiva ficha de inscrição (em anexo) até ao próximo dia 23 de Fevereiro para  dsi.redesocial@cm-sintra.PT

prog

Encontro Regional eTwinning Acreditado Taipas 2015

Fevereiro 20, 2015 às 6:00 am | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
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A Equipa de Recursos e Tecnologias Educativas (ERTE) da Direção-Geral da Educação (DGE),  promove o Encontro Regional eTwinning,  nas Taipas,  nos dias 27 e 28 de fevereiro, na Escola Secundária de Caldas das Taipas. Este encontro, de caráter gratuito, terá uma duração de 15 horas (0,6 créditos).

mais informações no link:

http://etwinning.dge.mec.pt/iniciativas/encontro-regional-acreditado-taipas/

 

 


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