Olimpíadas de Astronomia 2015

Fevereiro 17, 2015 às 10:03 pm | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
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O prazo limite para inscrições é o dia 20 de fevereiro de 2015.

mais informações aqui

Violência Sexual: Avaliação Psicológica e Intervenção com Vítimas e Agressores – Formação na UTAD

Fevereiro 17, 2015 às 8:00 pm | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
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sexual

mais informações:

http://gform.utad.PT

https://www.facebook.com/GabineteDeFormacaoUtad

Muitos pais resistem a que filhos recebam cuidados paliativos pediátricos

Fevereiro 17, 2015 às 4:00 pm | Publicado em A criança na comunicação social | Deixe um comentário
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Notícia do i de 14 de fevereiro de 2015.

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Por Jornal i com Agência Lusa

Muitos pais resistem a que sejam prestados cuidados paliativos pediátricos aos filhos por considerarem que estão a desistir de lutar pela vida, mas especialistas asseguram que estes tratamentos nem sempre significam cuidados de fim de vida.

“O que sentimos é que nem sempre é fácil para um pai ou para uma mãe encarar a possibilidade do seu filho entrar numa fase de cuidados paliativos”, contou à agência Lusa a diretora da Acreditar – Associação de Pais e Amigos de Crianças com Cancro.

Para muitos pais, esta decisão significa que desistiram de “lutar pelo seu filho ou pela sua filha”, o que “é tremendo”, disse Margarida Cruz, que falava à agência Lusa a propósito do Dia Internacional da Criança com Cancro, que se assinala no domingo.

Para Margarida Cruz, é urgente que pais, profissionais de saúde, hospitais e o Estado debatam esta questão para que seja dado “um enquadramento melhor às crianças e jovens que precisam deste tipo de apoio”.

Para o coordenador nacional do Programa das Doenças Oncológicas, Nuno Miranda, esta questão emocional dos pais é “um problema muito complicado”.

“É muito difícil para os pais aceitar de alguma maneira uma desistência de medidas curativas para assumir outras prioridades”, como as medidas paliativas ou de conforto, disse Nuno Miranda.

Para a pediatra Ana Lacerda, responsável pela unidade de cuidados paliativos pediátricos do IPO de Lisboa, é preciso desmistificar a ideia de que os cuidados paliativos pediátricos são para crianças em fim de vida, porque não são.

É “preciso despertar a sociedade” e até os profissionais de saúde para esta questão, explicando-lhes que estes cuidados devem ser prestados às crianças e às famílias “desde o diagnóstico de uma situação limitante ou ameaçadora da vida”, quando “ainda há muito para fazer”.

“Não podemos já curar, mas podemos cuidar e podemos cuidar muito melhor se realmente aceitarmos essas necessidades da criança e da família”, disse Ana Lacerda.

Os cuidados paliativos pediátricos ainda são escassos em Portugal, localizando-se nas áreas metropolitanas de Lisboa e Porto, mas Ana Lacerda acredita que “2015 venha a ser um ano de viragem”, para estabelecer serviços e acabar com as desigualdades.

“O balanço do último ano é muito positivo, porque felizmente os decisores políticos acordaram para esta situação que é de grande impacto sobre as famílias”, frisou.

Para a diretora da Acreditar, “estas respostas têm que ser criadas de forma adequada”.

“É sabido que em Portugal não há praticamente respostas a este nível, como existem noutros países europeus, e obviamente que estas respostas têm que ser criadas de forma adequada”, sustentou Margarida Cruz.

Com base em estudos de prevalência realizados noutros países, estima-se que existam em Portugal cerca de 6.000 menores com necessidades paliativas.

“Não podemos esquecer que não curamos todos e não podemos iludir esse facto, embora em oncologia pediátrica cada vez tenhamos maiores taxas de sucesso e de cura e sobrevivências mais longas”, disse Nuno Miranda.

Mas esses doentes para os quais não há cura “merecem a mesma dignidade e o mesmo rigor de tratamento quer sejam crianças, quer sejam adultos”.

“Há uma mensagem muito importante nisto é que a própria sociedade está a mudar a sua posição”, disse Nuno Miranda, explicando que o trabalho das organizações como a ‘Make-a-wish’”, que cumpre desejos destas crianças, “são estímulos” para os profissionais trabalharem melhor e partilharem com os pais e com a sociedade esta realidade para a qual é preciso “arranjar soluções”, frisou Nuno Miranda.

Segundo dados da Direção-Geral de Saúde, nos últimos cincos anos, foram contabilizados cerca de 3.000 casos de cancro pediátrico por ano, sendo os mais frequentes a leucemia, os tumores do sistema nervoso central e os linfomas.

 

 

Malabarismos e algarismos – Workshop para jovens (10-15 anos) na Fundação Lapa do Lobo

Fevereiro 17, 2015 às 3:00 pm | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
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lapa

mais informações:

Fundação Lapa do Lobo

Contactos

Telefone: +351 232671084

Edifício-Sede Rua de Santa Catarina, 30

3525-625 Lapa do Lobo

Cócegas na filosofia – Oficina de filosofia para crianças

Fevereiro 17, 2015 às 2:10 pm | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
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Oficinas de filosofia para crianças

10h30 – 11h30 – crianças dos 4 aos 6 anos
11h30 – 12h30 – crianças dos 7 aos 10 anos

Facilitadora:
Joana Rita Sousa | filocriatiVIDAde

Local:
Cócegas nos Pés
Rua Abel Salazar, nº 37 A, em Telheiras

Inscrição: 7,50eur

Pf enviar e-mail para geral@cocegasnospes.com com os seguintes dados:

– nome da criança e data de nascimento;
– contacto telefónico do pai/mãe/avó (…).

A inscrição é válida após recepção de e-mail de confirmação.

Todos os participantes deverão levar consigo meias anti derrapantes: vamos sentar-nos no chão, em almofadas.

* A Cócegas nos Pés reserva o direito de cancelar o Evento e avisará quem estiver inscrito da nova data.

www.cocegasnospes.com * geral@cocegasnospes.com * 93 425 73 56

https://www.facebook.com/filocriatividade

 

Com esta app os seus filhos já não podem ignorar as suas chamadas

Fevereiro 17, 2015 às 12:00 pm | Publicado em A criança na comunicação social | Deixe um comentário
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Notícia do http://www.dinheirovivo.pt  de 2 de fevereiro de 2015.

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Está cansado de ver o seu filho ignorar-lhe as suas chamadas? A app Ignore No More vem resolver o seu problema. Esta nova aplicação permite bloquear o telemóvel do seu filho sempre que ele não lhe atender as chamadas ou fingir que não vê as suas mensagens.

Ter filhos adolescentes nem sempre é fácil e pode causar enormes dores de cabeça. Cansada de ser ignorada pelos seus filhos, uma mãe decidiu criar a app Ignore No More. O que é isto? É uma aplicação que lhe permite bloquear o telemóvel do seu filho sempre que ele não lhe atender as chamadas ou fingir que não vê as mensagens que lhe envia.

Controlar o telemóvel do seu filho quando ele o ignora é agora bem mais fácil. Até porque com a app Ignore No More o jovem adolescente terá apenas duas opções: ou ligar para si ou fazer chamadas de emergência.

Até decidir ligar-lhe, o Facebook, os Snapchats ou os Whatsapps com os amigos serão uma miragem. Qual é a alternativa: ligar ao pai ou à mãe.

http://ignorenomoreapp.com/

 

 

 

 

Nova lei da criminalidade juvenil deve ser aplicada com os meios existentes

Fevereiro 17, 2015 às 10:06 am | Publicado em A criança na comunicação social | Deixe um comentário
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Notícia do Público de 15 de fevereiro de 2015.

Nelson garrido

Ana Dias Cordeiro

A magistrada Maria do Carmo Peralta, coordenadora da comissão fiscalizadora dos Centros Educativos para jovens que cometem actos qualificados de crime, diz que a falta de recursos ou de equipamentos não deve ser motivo para não cumprir o previsto na nova legislação.

Num balanço global da nova Lei Tutelar Educativa, que entrou neste domingo em vigor, a magistrada do Ministério Público Maria do Carmo Peralta, envolvida na primeira proposta de alteração, diz que estas foram “alterações cirúrgicas”. Uma mudança mais ampla e necessária deveria incluir, na legislação, a Saúde Mental e o acompanhamento dos jovens que ficam detidos em centros educativos. “A questão da Saúde Mental nestes miúdos é a coisa mais importante e nós não tivemos capacidade para a propor”, diz antes de defender que devia ser avaliada a razão por que “uma imensa percentagem destes jovens têm patologias de natureza psicológica ou psiquiátrica”.

Mas esta não é uma área prioritária, sustenta. A delinquência juvenil “não é matéria que interesse às pessoas”, insiste Maria do Carmo Peralta. Tudo o que diga respeito “a crime e a criminosos” é posto à margem, considera a procuradora-geral adjunta do Tribunal da Relação de Lisboa. “Mas essas pessoas somos nós.” Por isso, o trabalho da Comissão de Acompanhamento e Fiscalização dos Centros Educativos (na Assembleia da República), que a magistrada coordena desde 2009, passa também por dar a oportunidade aos jovens a cumprir medidas nos centros educativos de viverem “com dignidade”. 

Esses centros, para jovens entre os 12 e os 16 anos que cometem actos qualificados como crimes, foram criados pela Lei Tutelar Educativa (de 1999) que foi agora alterada. A nova lei, que entrou domingo em vigor, introduz como novidade a supervisão intensiva – uma forma próxima da liberdade condicional que permite aos jovens condenados cumprirem metade da medida cautelar numa casa de autonomia, sujeitos a supervisão e a um conjunto de regras. 

Nenhum espaço físico foi criado para esse efeito, mas Maria do Carmo Peralta recusa dizer que, por essa razão, a lei não pode ser cumprida. “As casas de autonomia são criadas na lei. Só têm de ser concretizadas”, diz, esclarecendo que terá de ser o Ministério da Justiça a financiar este apoio logístico.

A nova lei institui o acompanhamento obrigatório do processo do jovem por um familiar, um amigo, ou na ausência de qualquer um destes, uma pessoa da Segurança Social. “Tem de haver alguém responsável por estes miúdos. Se não há pais ou padrinhos, o Estado tem que ser responsável”, defende Maria do Carmo Peralta.

Esta alteração foi uma das principais propostas pela comissão fiscalizadora dos centros educativos, bem como a do cúmulo jurídico. “Deixa de haver uma acumulação e passa a haver uma ponderação da situação em termos integrais”,  à semelhança do que acontece com os adultos, explica. 

Entre outras novidades, resultantes de propostas dos partidos políticos, está agora a possibilidade de qualquer pessoa apresentar queixa de um jovem mesmo quando o crime não é público.  “Na minha perspectiva individual, quanto mais cedo for cessada uma actividade de um miúdo que começa a cometer crimes, melhor.” Por isso, vê aqui vantagens. Mesmo se reconhece como válido o argumento de que se deve evitar o contacto das crianças com o mundo judicial e uma “banalização dos processos”.

A magistrada acredita que mais do que poder vir a motivar uma sobrecarga de inquéritos no Ministério Público, esta é uma medida que obriga a uma responsabilização dos pais ou de quem tem supervisão do jovem logo aos primeiros sinais de que este possa estar a iniciar um percurso de actos que mais tarde lhe serão imputados como crimes. 

 

 

 

 

Todos nós nascemos livres – Direitos humanos em ilustrações

Fevereiro 17, 2015 às 6:00 am | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
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Texto do http://www.theguardian.com  de 30 de janeiro de 2015.

A selection of rights from the Universal Declaration of Human Rights interpreted by illustrators including Axel Scheffler, Debi Gliori, Chris Ridell and John Burningham.

You can see all 30 articles from the Universal Declaration of Human Rights in We Are All Born Free, published in association with Amnesty International.

On 10 December 1948, just after the second world war, countries got together to declare and sign a set of 30 articles or rules to protect the rights of all people from all countries. It’s called the Universal Declaration of Human Rights and most countries in the world promise to stick to it. How well they do that is another question. This gallery sets out some of those rights with beautiful illustrations. You can see the complete set of 30 rights in We Are All Born Free, published in association with human rights organisation Amnesty International.

Photograph: Amnesty International

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Photograph Amnesty International John BurninghamPhotograph Amnesty International Niki Daly

mais ilustrações no link:

http://www.theguardian.com/childrens-books-site/gallery/2015/jan/30/human-rights-in-pictures-we-are-all-born-free-amnesty

 

 

 

 


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