Popeye no Teatro Villaret

Fevereiro 13, 2015 às 9:00 pm | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
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Campanha da NSPCC sensibiliza para a segurança infantil na internet

Fevereiro 13, 2015 às 8:00 pm | Publicado em Recursos educativos | Deixe um comentário
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NSPCC (National Society for the Prevention of Cruelty to Children) in the UK is running “Share Aware”, an online safety campaign giving parents a range of practical and engaging information and tools to help their children to enjoy the web safely. The campaign launches with two short animated films, “I Saw Your Willy”, and “Lucy and The Boy”, each dramatising how quickly things can go wrong when you share things you shouldn’t online. “I Saw Your Willy” shows a young boy innocently mucking around with his mate and their smartphones. But a split second decision to share something he shouldn’t creates a snowball effect that follows him wherever he goes. “Lucy and the Boy” demonstrates that online chatting with what one assumes to be peers is not always what it seems.

 

 

 

The NSPCC Share Aware campaign includes ‘Net Aware’, no-nonsense online guide to the social networks, sites and apps that children use, featuring ratings from both children and parents and produced in partnership with Mumsnet. A downloadable guide provides tips for parents on keeping children safe online.

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Saiba mais AQUI.

Mais de metade das vítimas de violência no namoro tem mais de 25 anos

Fevereiro 13, 2015 às 1:30 pm | Publicado em A criança na comunicação social | Deixe um comentário
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Notícia do Público de 13 de fevereiro de 2015.

Público

 

Mariana Oliveira

O ano passado 484 pessoas que se queixavam de agressões dos namorados ou dos ex-namorados realizaram exames periciais no Instituto Nacional de Medicina Legal e Ciências Forenses.

Mais de metade (51%) das vítimas de violência no namoro que o ano passado realizaram exames periciais no Instituto Nacional de Medicina Legal e Ciências Forenses (INMLCF) têm mais de 25 anos. Ao todo foram 484 os casos analisados no instituto em 2014, sendo mais de três quartos dos queixosos do sexo feminino. Os números foram divulgados esta quinta-feira numa conferência realizada na Universidade de Coimbra, intitulada E se a escola do namoro formasse profissionais em violência.

Isoladamente a faixa etária dos 18-25 é a que apresenta um maior número de queixosos, com 41% (198) das 484 vítimas que afirmaram terem sido agredidos por namorados ou ex-namorados. Mas a faixa que mais preocupa o vice-presidente do INMLCF, João Pinheiro, é a dos 14 aos 17 com 35 casos, que representam 7,2% do total. “Há miúdos de 14 anos a queixarem-se de terem sido vítimas de agressões dos namorados ou ex-namorados”, sublinha o médico, num tom de indignação. E alerta: “Estes comportamentos são preditores de violência doméstica mais tarde”.

Para João Pinheiro, que realizou a apresentação com o colega César Santos, o perfil das vítimas mostra que o namoro é um fenómeno que abarca todas as idades, destacando, por exemplo, os 16 casos que visam ofendidos com mais de 50 anos. “Infelizmente os números também mostram que todas as idades são boas para bater”, lamenta o vice-presidente daquele instituto.

Na contabilidade feita pelo INMLCF apenas foram seleccionadas as vítimas sujeitas a exames médico-legais que afirmaram expressamente que o agressor tinha sido o namorado ou o ex-namorado, excluindo-se da amostra todos os casos de violência conjugal (dentro do casamento ou de uniões de facto) e todos os outros em que não há informação sobre o agressor.

O vice-presidente do INMLCF acredita que os 484 casos que chegaram até ao instituto são apenas uma “ponta do iceberg”, pois implicam a denúncia da situação. “Isto são apenas os que chegaram até nós”, realça, reconhecendo que, devido a um problema nos sistemas informáticos do instituto, não foi possível contabilizar os dados de algumas regiões do país. “É o caso do distrito de Vila Real, onde fica o extinto gabinete médico-legal de Chaves, e dos concelhos de Sintra ou de Cascais”, especifica.

Mesmo assim, estes números representam um avanço significativo no conhecimento da violência no namoro, já que é a primeira vez que o INMLCF os contabiliza. Daí que não é possível fazer comparações com anos anteriores. A análise foi particularmente trabalhosa, explica João Pinheiro, porque obrigou a uma avaliação quase caso a caso dos 25.427 casos de violência (doméstica e de outros tipos) que levaram à realização de exames periciais no instituto em 2014. A conclusão é que deste universo quase 2% dizem respeito a violência no namoro. Nestes casos, 88% dos queixosos são mulheres e 12% homens. Cinquenta e quatro por cento eram ex-namorados e 46% aconteceram dentro da relação de namoro.

Os murros (174) são a forma de agressão mais frequentemente reportada, seguida pelas bofetadas (144)) e pelos apertões (115). Os pontapés foram referidos por 111 ofendidos e 75 dizem ter sido vítimas de quedas. Trinta e seis vítimas dizem ter sido esganadas, um número que preocupa João Oliveira, que salienta que os apertos de pescoço são muito perigosos porque afectam uma zona sensível que, mesmo sem muita força do agressor, podem causar a morte.

Madalena Duarte, investigadora do Centro de Estudos Sociais da Universidade de Coimbra e outra das participantes na conferência, alerta que estes números só mostram extremos. “Provavelmente devido a uma questão cultural os estudantes universitários mostram uma enorme falta de consciência de que estão a ser vítimas de actos abusivos”, salienta, com base num estudo que realizou em finais de 2013 junto de estudantes da Universidade de Coimbra. “Os jovens associam muito a violência domésticas à geração dos seus pais e dos seus avós e acham que isso não acontece na sua geração. Muito menos numa população instruída como a que frequenta o ensino superior”, constata.

A investigadora nota ainda que quando são confrontados com casos próximos de amigos ou colegas os universitários têm uma grande dificuldade em se intrometer e desconhecem por completo que podem ser eles a fazer a denúncia, já que estamos perante um crime público. “Ainda perdura a ideia de que se deve respeitar a intimidade da vida do casal”, lamenta, sublinhando que este grupo aceita facilmente factores desculpabilizantes como o stress da época de exames ou o excesso de álcool.

 

 

Campanha contra a violência no namoro – Quem te ama, não te agride! Vídeo

Fevereiro 13, 2015 às 1:00 pm | Publicado em Vídeos | Deixe um comentário
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Cinco ferramentas para criar vídeos interativos

Fevereiro 13, 2015 às 12:00 pm | Publicado em Recursos educativos, Vídeos | Deixe um comentário
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texto do site http://www.aulaplaneta.com  de 28 de janeiro de 2015.

bideo

Los videos constituyen una potente herramienta educativa de gran utilidad en las aulas. Facilitan la comprensión de los temas más complejos, motivan al alumno y son muy útiles para aplicar nuevas metodologías como la pedagogía inversa o flipped classroom. Ahora, además, existen numerosas herramientas para aportarles interactividad. Te presentamos cinco recursos para transformar los videos que más te interesan en videoactividades o videolecciones.

CINCO RECURSOS PARA TRANSFORMAR LOS VIDEOS EN INTERACTIVOS

La Red es un gigantesco repositorio de videos en el que podemos encontrar desde documentales, a tutoriales, películas o videoclips. Todos ellos pueden ser de gran valor didáctico en función de cómo se utilicen. Te recomendamos cinco herramientas para hacerlos interactivos y sacarles el mayor partido posible.

  1. Edpuzzle.Esta herramienta ofrece numerosas posibilidades para hacer de tus videos favoritos una herramienta única de estudio. Con ella puedes recortarlos, añadirles voz o insertar actividades que te permitan evaluar el nivel de comprensión de tus alumnos. Además, incluye herramientas para gestionar las tareas de los alumnos y sus resultados. Puedes ver una demo aquí.
  2. Educanon.Este completo recurso te permite introducir en los videos todo tipo de elementos, desde enlaces a localizaciones hasta imágenes, explicaciones, o actividades dinámicas, tanto de respuesta abierta como cerrada. De este modo, puedes crear videolecciones para usar dentro o fuera del aula.
  3. Hapyak.Con características similares a las anteriores, esta aplicación web te permite añadir enlaces, textos, imágenes y cuestionarios de respuesta múltiple o abierta a tus videos. Además, como elemento diferencial, ofrece la posibilidad al usuario de segmentar los videos en capítulos y dibujar sobre ellos a la hora de explicar una determinada cuestión. Puedes consultar el video demo.
  4. Blubbr. Más sencilla que las anteriores, esta web ofrece la posibilidad de introducir cuestionarios o trivias a partir de videos de YouTube y compartirlos. Su enfoque más lúdico y divertido es ideal para introducir estrategias de gamificación en el aula. Incluye un amplio repositorio con videos de otros usuarios. Puedes ver un ejemplo aquí.
  5. The Mad VideoEsta herramienta añade valor a tus videos a través del tagueado, que permite incluir enlaces, imágenes y explicaciones mediante unos característicos iconos circulares.

Puedes incluir estos y otros recursos que consideres interesantes en tu Cuaderno del Profesor y en los Cuadernos de Estudio digitales de aulaPlaneta, para que tus alumnos los utilicen en clase. 

¿Qué te parecen estas herramientas? ¿Has utilizado alguna de ellas? Comparte con nosotros tu experiencia.

Oficina “Um postal, uma mensagem” na Biblioteca Municipal de Almada

Fevereiro 13, 2015 às 11:00 am | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
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postal

Dia: 14 de fevereiro

Horário: 16h00

Local: Biblioteca Municipal de Almada – Setor Infantil

 

Oficina “Um postal, uma mensagem”

Convidamos as famílias a juntarem-se às comemorações dos 8 séculos da língua portuguesa criando um postal e escrevendo nesse postal uma mensagem. Vamos aproveitar para falar um pouco sobre os postais e o seu uso e também conhecer melhor a arte postal. Os nossos postais estarão depois prontos para viajar e levar a língua portuguesa bem longe.

 

Duração: 60m

Público-alvo: crianças dos 6 aos 10 anos

Lotação máxima: 10 famílias (máximo 20 participantes)

Marcação prévia: Sílvia Antunes

biblactividades@cma.m-almada.pt

212 724 923

Jovens sentem que o ensino não os está a preparar para as oportunidades digitais

Fevereiro 13, 2015 às 9:00 am | Publicado em Estudos sobre a Criança | Deixe um comentário
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Notícia do site http://tek.sapo.pt  de 27 de janeiro de 2015.

A notícia original da Accenture é a seguinte:

Young People Inspired to Seek Digital Jobs but Worry They Will Need New Skills to be Successful

As novas tecnologias estão a criar novos negócios e postos de trabalho. Os jovens veem esta perspetiva como algo positivo, mas muitos acreditam que não estão a evoluir o suficiente para as exigências do “amanhã”.

De todas as gerações, os chamados nativos digitais deveriam ser aqueles com maior confiança no futuro, proporcionado justamente pelas novas tecnologias. E os jovens até acreditam nesse futuro, mas há uma grande parte que não se vê incluído nele da melhor forma.

A Accenture apresentou um estudo onde conclui que 75% dos jovens entre os 12 e os 17 anos acredita que as tecnologias digitais vão proporcionar-lhes mais oportunidades de emprego. O estudo adianta ainda que 67% dos respondentes vai candidatar-se a estas novas oportunidades, sendo que 50% consideram mesmo que a economia digital ajudará a encontrar o “emprego de sonho”.

Mas o cenário muda rapidamente quando 65% dos inquiridos menores de idade afirmam que “o programa escolar atual não está a desenvolver ou a melhorar as suas competências digitais de forma correta”, escreve a consultora em comunicado.

Isto mostra uma preocupação em não conseguirem aproveitar oportunidades que já reconhecem existir.

“É positivo que os jovens se sintam motivados pelas novas oportunidades na área digital, mas o facto de acharem que não estão a ser devidamente formados neste sentido é preocupante. Sabemos que as ofertas de emprego vão ser diferentes no futuro (…). Precisamos de dar aos jovens a confiança necessária para poderem dar o seu contributo em organizações que querem tornar-se fundamentalmente digitais”, comenta o director responsável pela Accenture Digital em Portugal, Pedro Lopes.

O estudo da Accenture apresenta no entanto também a visão das restantes faixas etárias para as oportunidades da economia digital. Maior produtividade, maior criatividade e maior flexibilidade no local de trabalho são os três factores que as pessoas acreditam que vão melhorar significativamente com a ajuda das novas tecnologias.

Neste sentido, mais de metade dos inquiridos defendem que o Homem deve programar as máquinas para que estas sejam o mais eficazes e produtivas possível, o que libertará os humanos para tarefas ligadas à criatividade. O estudo foi realizado no Reino Unido no primeiro trimestre e tem por base 5.000 inquéritos feitos a pessoas com mais de 12 anos de idade.

Escrito ao abrigo do novo Acordo Ortográfico

 

Desgostos de amor também acontecem às crianças

Fevereiro 13, 2015 às 6:00 am | Publicado em A criança na comunicação social | Deixe um comentário
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Notícia do i de 10 de fevereiro de 2015.

António Pedro Santos

António Pedro Santos

Por Sílvia Caneco

Tomás já chorou por uma namorada e Filipe cora de vergonha quando Eva lhe promete amor eterno. Pais não devem desvalorizar nem sobrevalorizar as paixões dos filhos

Aos nove anos, Tomás começa por dizer: “Agora tenho duas namoradas.” Logo depois hesita e volta atrás: “Não sei quantas tenho ao certo. Há uma terceira que não sei se ainda namora comigo.” Três, ainda assim, são poucas para a sua média: “Já tive dez.” Das duas que diz ter a certeza que tem neste momento, uma só vê de vez em quando, a outra está em Londres e apenas se encontram uma vez por ano. “Tenho saudades, mas aguento.”

Afinal os namoros não são novidade. Deu o primeiro beijo aos seis ou sete. Quem tomou a iniciativa? “Já não me lembro bem, mas dá-me ideia de que fui eu.” E desgostos de amor? “Às vezes”, resume Tomás, sem adiantar pormenores e esquecendo-se daquela vez em que, triste e choroso, ligou ao irmão, que estava em Madrid, porque uma das suas namoradas lhe deu uma tampa: “Lembras-te daquela menina com quem comecei a namorar ontem? Acabou hoje comigo.”

A partir de que idade nos podemos apaixonar? Pode um namoro de criança causar um desgosto? Não é a regra, mas elas podem estar apaixonadas de verdade, explica o pediatra Mário Cordeiro: “Nas faixas etárias mais jovens, os interesses são tantos que será difícil uma só pessoa preencher completamente a sua cabeça. Mas já tenho visto um ou outro caso, em idade escolar, mesmo muito antes da adolescência, em que isso acontece.”

E a tristeza que o amor provoca, avisa o especialista, também não escolhe idade: “Porque o desgosto (e o consequente luto, que é sempre triste) é proporcional ao investimento que se fez.” À medida que a idade avança, esse investimento será mais estruturado e profundo. Ou seja, vivido com mais entusiasmo. Logo, o choque de um desgosto será tendencialmente maior, explica o pediatra.

À semelhança de Tomás, também Filipe, da mesma idade, contava em casa ter várias namoradas ao mesmo tempo. “Ainda namoradinhas de creche”, recorda a mãe, Alexandra Amaral. “A professora diz a brincar que ele tem um coração enorme. Gosta de muitas.”

Apesar de ser recorrente ouvir os mais novos dizerem que têm mais de uma namorada ou namorado, as crianças, explica Mário Cordeiro, “são muito monogâmicas sequenciais e geralmente quando dizem ter um(a) namorado(a) é só um. Quando falam de vários, é mais para se fazerem de bons”.

E também não é geralmente ao acaso que escolhem namorar com o A ou com o B. A selecção representa “idealizações e preferências”, por vezes meramente circunstanciais, mas que têm algo de escolha intrínseca, muito feita, por vezes, à imagem da mãe ou do pai”, diz o especialista em pediatria.

Alexandra conseguiu, pelo meio da longa lista de namoradas do filho, perceber a diferença de intensidade entre os relacionamentos: “Teve duas que foram mais importantes. Uma no último ano da pré- -escola, a Lara, e a outra no 2.o ano do ensino básico, a Eva. Puxava-o para as traseiras da escola para lhe dar beijos.” No terceiro ano mudou de escola e sentiu muito a falta dela, conta a mãe. E apesar de estarem separados continuaram a encontrar-se. Ou é ele que pede para ir a casa dela ou é ao contrário. Já chegaram até a ir ao cinema, mas não foi bem uma saída a dois, porque aconteceu no aniversário dela e havia adultos à volta.

Assim que souberam que iam ficar em escolas diferentes, Eva passou-lhe um papel com o número da mãe. Já conversaram ao telefone e, num destes dias, Filipe até recebeu um sms da namorada: “Todo ele sorria”, recorda Alexandra Amaral, que até à data diz ter sido surpreendida apenas por um elemento. “Vejo as meninas a serem mais atiradiças que os meninos. Elas é que tomam a iniciativa. Via a Eva pegar na mão do Filipe e dizer coisas como ‘Ó Filipe, eu gosto tanto de você. Eu queria que você ficasse comigo para sempre!’ E ele superenvergonhado.”

Por norma, os pais já nem estranham ouvir as crianças falar de amor como se fossem adultos. Até porque o primeiro “namorico” tende a aparecer “logo entre os 18 meses e os dois anos”, altura “em que a criança faz um jogo de sedução com o progenitor do sexo oposto, depois de começar a confabular e a fantasiar filhos, e a desejar que esse ‘pai ou mãe perfeitos’ seja o pai ou mãe desses filhos.” A família de Tomás já não se espanta ao ouvi-lo dizer: “Dessa eu não gosto por amor.”

Isabel também já se habituou a ouvir o filho Francisco, de nove anos, desfiar teorias ultra-românticas. “Lá na escola todos dizem que a minha namorada é feia e é burra e é pobre e é isto e aquilo. Mas eu gosto dela e ainda vou descobrir uma coisa que ela tem de bom.”

Ao consultório de Mário Cordeiro chegam todos os dias histórias de pais preocupados com os estados de alma das suas crianças. O importante, frisa, é não “desvalorizar nem supervalorizar” esses estados: “Tão mau é dizer ‘que raio de ideia, não tens idade para ter namorado’ como querer forçar ‘casamentos’ e investir, mais do que as próprias crianças, nessa relação. Ou então, quando a criança diz que tem um(a) namorado(a), começar a ver quem é, investigar a família, a conta bancária e o status social… Também já vi disso.”

A mais hilariante história sobre namoros e paixões infantis que já ouviu teve como protagonista um rapaz de sete anos, que já sabia ao certo o que dizer para chocar os pais. O pediatra perguntou-lhe qual era o nome da escola, depois o nome da professora, e finalmente o da namorada. A criança, marota, respondeu: “Namorada ou namorado?” Perante o ar assustado dos pais, o rapaz riu-se e rematou: “Por enquanto é namorada e chama-se Rita, mas um dia pode ser um namorado e não sei como se vai chamar, mas há-de ter um nome.” “A naturalidade da criança fez-me rir… ou até se calhar o ar mais apavorado dos pais!”, conta o especialista.

No mesmo dia em que respondeu às perguntas do i chegou outra história ao consultório do pediatra. A de uma mãe que contou que o filho mantém “uma relação estável” com uma menina que conhece desde o berçário. Quando teve de falar com os pais da namorada do filho, ouviu de resposta: “Ah, é a mãe do futuro marido da minha filha!”

 


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