Como deixar o bebé a dormir sem birras.. Vídeo

Fevereiro 11, 2015 às 8:00 pm | Publicado em Vídeos | Deixe um comentário
Etiquetas: , , ,

Pobreza em Portugal em debate na Antena 1 com a participação de Matilde Sirgado do IAC

Fevereiro 11, 2015 às 4:20 pm | Publicado em O IAC na comunicação social | Deixe um comentário
Etiquetas: , , , , ,

Debate na Antena 1 no dia 10 de fevereiro de 2015 com a participação da Dra. Matilde Sirgado, Coordenadora do setor IAC- Projecto Rua.

Ouvir o debate aqui

Antena 1 10 Fev, 2015, 11:55

Há pelo menos 2 milhões de portugueses em risco de pobreza e com tendência para aumentar dizem os números do Instituto Nacional de Estatística. Dados e valores em debate com três atores na área da pobreza em Portugal.

João Batista da AMI, Matilde Sirgado do Projeto Rua do Instituto de Apoio à Criança e Carlos Farinha Rodrigues, professor do ISEG, entrevistado por Cristina Santos.

antena

 

Os 3 Mosqueteiros na Quinta da Regaleira

Fevereiro 11, 2015 às 4:15 pm | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
Etiquetas: , ,

3

Os 3 Mosqueteiros na Quinta da Regaleira | Estreia 14 Fevereiro
Sábados e Domingos às 16h | bilhete 7€
Reservas: 93 456 57 53 |
reservas@byfurcacao.pt

 

Onde vivem os monstros – Hora do Conto na Biblioteca Odete e Carlos Gaspar – Samora Correia

Fevereiro 11, 2015 às 3:04 pm | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
Etiquetas: , , ,

onde

mais informações:

http://www.cm-benavente.pt/servicos-municipais/cultura/bibliotecas-municipais

Vai ser mais fácil abrir investigação a um menor do que a um adulto

Fevereiro 11, 2015 às 2:00 pm | Publicado em A criança na comunicação social | Deixe um comentário
Etiquetas: , , , ,

Notícia do Diário de Notícias de 10 de fevereiro de 2015.

A notícia contém declarações da Drª Dulce Rocha, Vice-Presidente do Instituto de Apoio à Criança.

Fotografia © João Manuel Ribeiro Globalimagens

por Rute Coelho

Crimes de menores poderão ser denunciados por qualquer pessoa, até por telefone. Deixa de ser preciso queixa da vítima para MP agir.

Viu um grupo de adolescentes a levar uns artigos de supermercado sem pagar na caixa e sabe descrevê-los fisicamente? A partir de 15 deste mês – dia em que entra em vigor a nova lei tutelar educativa – pode denunciar o caso à polícia ou ao Ministério Público (MP) sem precisar de apresentar queixa formal. “Todos os crimes praticados por menores (da simples injúria ao furto ou agressão) passam a ser tratados pelas autoridades policiais e judiciais como se tivessem natureza pública”, explica o juiz de Família e Menores António Fialho, que integrou o grupo que fez a revisão da anterior lei para a atual.

Significa que os crimes praticados por menores de 16 anos passam a ser sempre investigados mesmo que não haja queixa da vítima. “Basta dar conhecimento à polícia ou ao MP da existência de um crime cometido por um menor”, fundamenta o juiz António Fialho, colocado no Tribunal de Família e Menores do Barreiro.

Assim, ao contrário do prevê o sistema penal para os adultos – só os crimes públicos, como, entre outros, a violência doméstica, ofensas graves à integridade física ou assaltos à mão armada, dispensam a apresentação de queixa -, todos aqueles que sejam cometidos por menores serão passíveis de investigação desde que comunicados à polícia ou ao MP. Ou seja acaba por ser mais rigoroso.

A necessidade da alterar a anterior lei surgiu para acabar com a impunidade que havia em pequenos crimes praticados por menores. “Havia inúmeras situações de furtos por menores em hipermercados em que as grandes superfícies comerciais não apresentavam queixa e depois não havia qualquer intervenção sobre os menores que os praticaram”, sublinha o magistrado.

Na Direção-Geral de Reinserção Social e Serviços Prisionais já se está a prever “um aumento de processos e uma maior pressão sobre as equipas tutelares educativas para o acompanhamento a jovens entre os 12 e os 16 anos”, refere ao DN o subdiretor-geral da DGRSP, Licínio Lima.

Mas o internamento é para os crimes mais graves, como o roubo ou o tráfico de droga. “Para pequenos crimes, como o furto, há outras medidas como o acompanhamento educativo, que é a segunda medida mais grave.” Como se antevê uma subida de casos, a DGRSP já prepara a reabertura do centro educativo Santa Clara (Vila do Conde), fechado desde julho de 2014. Decorrendo já um concurso público para a seleção de 28 técnicos profissionais de reinserção social e a DGRSP já pediu autorização à ministra da Justiça para contratar outros 36 profissionais.

Contrariamente ao que prevê o subdiretor-geral da Reinserção Social, o juiz António Fialho não acredita que a lei venha a fazer subir muito o número de internamentos. “Vai fazer aumentar é o número de processos por crimes de menor gravidade, que se resolvem com outras medidas tutelares”, sublinhou o magistrado.

O subdiretor-geral da Reinserção Social destaca um aspeto mais brando da nova lei, que equilibra o lado mais rigoroso de todos os crimes virem a ser investigados. O Ministério Público pode decidir arquivar o inquérito contra um menor “se entender que a medida tutelar a aplicar pelo crime pode ser mais lesiva do que deixar o menor sair em liberdade”, sublinha.

Licínio Lima recorda um caso real que aconteceu ainda com a anterior lei. Aquando do concerto da banda One Direction, no Porto, em julho de 2014, três raparigas de 15 anos foram vender os bilhetes que tinham comprado pelo dobro do preço na internet. “A entidade organizadora do concerto apresentou queixa, o MP abriu processo e foi aplicada às menores a medida de trabalho a favor da comunidade. “Com a atual lei, provavelmente o MP decidia arquivar porque as menores estavam bem enquadradas e nem sabiam que o que tinham feito era crime.”

Dulce Rocha, presidente executiva do Instituto de Apoio à Criança, entende que a lei tutelar educativa “vem acabar com a sensação de impunidade que havia, sobretudo porque a maior parte dos crimes cometidos por menores são contra a propriedade, isto é, furtos e roubos”. Quando chegavam ao tribunal “já iam numa espiral de violência”.

 

 

 

Uma criança que não dorme é uma família que não funciona

Fevereiro 11, 2015 às 1:00 pm | Publicado em A criança na comunicação social | Deixe um comentário
Etiquetas: , , ,

Entrevista da Visão a Helena Loureiro no dia 6 de fevereiro de 2015.

José Carlos Carvalho

Helena Loureiro, médica no Centro do Sono – CENC, de Lisboa, e pediatra responsável pela consulta do sono nos Hospitais Fernando Fonseca e da Luz explica a necessidade das rotinas para o bem-estar familiar

SAIBA MAIS

Regras para uma noite bem dormida

Reportagem: Quando o sono fica à porta

 

Onde começam as complicações de sono das crianças?

Nos maus hábitos que se incutem aos bebés. Cerca de 30% das crianças tem insónia comportamental. Nas mais pequenas, deve-se aos rituais para adormecer: o colo, a festinha, a cama dos pais. Nas mais crescidas, à incapacidade dos pais em impor limites, sobretudo na fase dos medos, até aos três anos. Devem fomentar a autonomia, com calma e paciência. As crianças gostam de regras e quando percebem que é assim que vai ser, respeitam.

Dormir na cama dos pais pode funcionar para uns e não para outros?

É das coisas mais perturbadoras da vida conjugal. Não recomendo mas respeito as opções familiares e tento adaptar–me às circunstâncias da família. Por exemplo, uma criança pode beneficiar em dormir sozinha, mas dizem-me “não pode, vivemos os quatro num quarto”.

O que revelou o estudo feito com famílias monoparentais, no concelho da Amadora?

As crianças têm rotinas menos estáveis. A irregularidade de horários em casa do pai e da mãe causa sonos de menor duração e maior número de distúrbios de sono, como terrores noturnos, por exemplo.

Idealmente, quanto tempo se deve dormir?

Há uma regra básica: 10 anos, 10 horas. Os adolescentes não devem dormir menos. Os mais pequenos dormem mais: aos três 3 anos, serão 13 ou 14 horas, sesta incluída.

A maioria não dorme esse tempo.

O ambiente não ajuda, com os estímulos luminosos dos equipamentos eletrónicos. As nossas crianças dormem uma hora a menos do que há um século. Estamos a privá-las de sono e vamos pagar caro no futuro.

Refere-se às crianças em idade escolar?

Quem não dorme tudo tem mais dificuldade em aprender, não repõe o equilíbrio nem consolida a memória. Os pais podem dizer, “ele até tem boas notas”, mas vai para o secundário, estuda até tarde na véspera do teste e tem uma branca.

Existem dados sobre os hábitos de sono dos adolescentes?

Com as mudanças hormonais, tornam-se mais vespertinos e também têm mais solicitações sociais. Um estudo que fizemos com 300 jovens (idades entre os 15 e os 17 anos) mostrou que dormem muito menos do que precisam, com danos na saúde: hipertensão, aumento da obesidade e da incidência de diabetes mellitus tipo 2.

O que pode dizer aos pais que estão na fase das noites em claro? 

Ter um filho não significa que tenham de dormir mal. Uma criança que não dorme é uma família que não funciona e uma família que não funciona também pode dar lugar a uma criança que não dorme. Isso pode e deve ser abordado com o pediatra.

 

 

Afinal, quantas horas devemos dormir por noite?

Fevereiro 11, 2015 às 1:00 pm | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
Etiquetas: , , ,

texto da Visão de 8 de fevereiro de 2015.

Mais informações no link:

http://sleepfoundation.org/how-sleep-works/how-much-sleep-do-we-really-need

Especialistas recomendam oito horas de sono por noite, mas na realidade, depende da sua idade.

Um novo estudo lançado pela Fundação Nacional de Sono dos Estados Unidos revelou quanto tempo devemos dormir por noite. Especialistas recordaram que uma noite bem dormida é essencial para a saúde e que não cumprir esse período de descanso poderá conduzir a diversas complicações de saúde.

Horas de sono ideais conforme as idades:

De 0 a 3 meses

O tempo ideal de sono são 14 a 17 horas por dia, apesar de alguns bebés só precisarem de 11 e outros mais de 19. A razão por detrás desta elevada quantidade de horas prende-se no facto de que dormir liberta hormonas de crescimento cruciais para o desenvolvimento físico.

De 4 a 11 meses

Após 4 meses de vida, os bebés começam finalmente a estabelecer um padrão social de sono mais constante, dormindo menos sestas e por vezes dormindo a noite toda. Por isso mesmo, o período de sono ideal são 15 horas, apesar de também aguentarem apenas 10. A razão de precisarem ainda de tanto sono? O seu sistema imunitário está a começar a desenvolver-se e dormir ajuda bastante no crescimento das defesas.

De 1 a 2 anos

Idealmente, 12 a 15 horas. Qualquer período abaixo de 10 horas poderá tornar a criança hiperativa. Alguns estudos chegam mesmo a confirmar que algumas crianças que sofrem de Distúrbio de Déficit de Atenção e Hiperatividade (TDAH) poderão só precisar de mais umas horas de sono.

De 3 a 5 anos

Crianças desta idade necessitam de 10 a 13 horas por noite, e nunca menos de 8 horas. Se dormirem menos que isso, poderão desenvolver problemas comportamentais. Um estudo realizado pelo Escola da Universidade de Londres confirmou que crianças que não dormem a quantidade de horas recomendadas poderão ter dificuldades emocionais e problemas com os colegas na escola.

Dos 6 aos 13 anos

Um psicólogo que testou 80 crianças de 10 anos concluiu que as dormem mais tempo, são mais espertas. Ao fim de três noites com padrões de sono distintos, o psicólogo testou a sua capacidade de aprender e os que dormiram menos ficaram dois anos ‘atrasados’ nos testes mentais realizados. O tempo ideal? 9 a 11 horas por noite, podendo descer até 7 e, em alguns casos, ultrapassar as 12.

Dos 14 aos 17 anos

Afinal, a disposição e preguiça dos adolescentes em geral tem uma explicação. Com a chegada da puberdade, o corpo começa a passar por muitas mudanças e nestas idades, é importante descansar as horas necessárias para o corpo libertar a quantidade essencial de hormonas, senão a falta de sono irá refletir-se no humor. E são precisas, pelo menos, 8 a 10 horas por noite. No entanto, com o desenvolvimento das tecnologias, os adolescentes estão a prejudicar os seus padrões de sono com uma frequência cada vez maior, pois a luz emitida pelos dispositivos tecnológicos utilizados dificulta a libertação de melatonina pelo cérebro, a hormona que promove o sono.

Dos 18 aos 25 anos

O ideal são 7 a 9 horas por noite, apesar de 6 horas, por vezes, serem suficientes. Nesta altura da vida, o maior impacto da falta de horas de sono reflete-se nos homens, já tendo sido confirmado que se não dormirem o suficiente, a sua contagem de esperma poderá reduzir para um terço.

Dos 26 aos 64 anos

Apesar de, nesta altura da vida, já normalmente existirem famílias e carreiras que dificultam as horas de sono, é igualmente importante dormir entre 7 e 9 horas, podendo sempre descer para as 6. Se esta rotina não for cumprida, poderá surgir um leque variado de problemas de saúde, entre os quais ataques cardíacos, obesidade, diabetes, ansiedade, depressão, problemas cardíacos e cancro.

Mais de 65 anos

Apesar de ainda não se saber a razão, a maioria das pessoas idosas tem uma maior dificuldade de dormir à noite. Seja a que hora for, é necessário dormir entre 7 a 8 horas por noite para excluir a possibilidade de desenvolvimento de doenças como a demência, mas alguns idosos dormem apenas 5 horas, enquanto outros precisam de 9.

 

 

Cyber Security – Special Eurobarometer – fevereiro de 2015

Fevereiro 11, 2015 às 12:00 pm | Publicado em Relatório | Deixe um comentário
Etiquetas: , , , , , , , , , , ,

cyber

descarregar o relatório no link:

ver pág. 79-82 dados relacionados com as crianças e jovens

http://ec.europa.eu/public_opinion/archives/ebs/ebs_423_en.pdf

Resultados para Portugal

http://ec.europa.eu/public_opinion/archives/ebs/ebs_423_fact_pt_pt.pdf

 

 

Internet. Sabe o que enfrentam os seus filhos?

Fevereiro 11, 2015 às 10:37 am | Publicado em A criança na comunicação social | Deixe um comentário
Etiquetas: , , ,

Notícia do site  http://www.dinheirovivo.pt  de 10 de fevereiro de 2015.

DR

O Dia Europeu da Internet Mais Segura celebra-se esta terça-feira, numa altura em que pais e educadores têm de dobrar atenções para com assuntos como a violação de dados pessoais, roubo de identidade ou ciberbullying. Vânia Neto, diretora para a área de educação, cidadania e responsabilidade social da Microsoft Portugal, explica quais os perigos que as crianças e jovens enfrentam na internet e como podem ser evitados.

Quais os perigos mais comuns que as crianças e jovens enfrentam online?

A cada vez maior exposição das crianças e jovens no mundo online abre espaço para inúmeros riscos e vulnerabilidades, como a violação dos dados pessoais, o roubo de identidade e ligações fraudulentas, que acontecem de forma cada vez mais sofisticada e engenhosa. A isto soma-se a transição dos riscos online na área técnica para a área social, nomeadamente através das redes sociais, onde se regista também uma presença e interação cada vez maiores por parte destas crianças e jovens.

Temas como o ciberbullying ganham também terreno, aproveitando o potencial da internet para disseminar informação facilmente disponível para fins difamatórios, dando lugar a comportamentos de perseguição e humilhação entre os pares. Um estudo recente revela que 45% dos jovens conhecem vítimas de ciberbullying.

Acresce ainda a falta de consciência de que a informação que é publicada pode ser visualizada também por predadores que atuam no mundo online. Por exemplo, as estatísticas revelam que em 82% dos crimes sexuais online contra menores, o infrator utiliza as redes sociais para obter informações sobre os gostos da vítima.

A isto soma-se também o elevado tempo despendido atualmente por jovens entre os 15 e os 19 anos nas redes sociais, cerca de 3 horas por dia. Porém, esta presença online nem sempre é consciente das consequências de uma exposição pública online e, por este motivo, já cerca de 10% dos jovens adultos foram rejeitados em contextos de recrutamento, devido ao seu perfil online.

Outro risco, quando não devidamente acompanhado, são os jogos online, que podem tornar-se um “vício”. A maioria dos utilizadores são jovens e o que poderá começar como uma brincadeira pode terminar em jogos reais que envolvem dinheiro, e que podem traduzir-se em situações bastante problemáticas para si e para as respetivas famílias.

Que medidas é que os pais e educadores podem tomar para controlar as atividades online dos filhos?

Muitos dos pais não têm consciência ou não têm ainda conhecimentos dos riscos a que os seus filhos estão sujeitos quando navegam na internet, nem dos mecanismos que têm atualmente ao seu dispor para melhor controlarem e acompanharem esta presença. Através da configuração da Segurança Familiar em dispositivos Microsoft – portáteis, tablets, smartphones com Windows e consola de jogos Xbox – é possível controlar as atividades online dos filhos. Tomando como exemplo o Windows Phone, é possível ativar e gerir as transferências de aplicações e jogos no smartphone, podendo escolher-se os tipos de transparências (aplicações gratuitas, pagas, nível de classificação dos jogos, etc.).

Ao nível das consolas de jogos é igualmente possível configurar o tipo de conteúdos a que cada membro da família pode aceder, controlando o acesso a jogos, filmes, programas de TV. É inclusive possível desligar o acesso a conteúdos a menores de 8 anos, por exemplo, nas definições base da consola. A isto soma-se a possibilidade de definir limites de tempo de utilização (identificando horários restritos de utilização), limitar websites a que o menor acede, definir restrições nos jogos e aplicações, e fazer a gestão dos pedidos dos menores. Como forma de monitorizar a utilização do dispositivo perante as definições estabelecidas pelos pais e educadores, é possível inclusive gerar relatórios de atividades.

Naturalmente que determinante será também um acompanhamento da utilização destes equipamentos e uma sensibilização constante para as situações de risco.

A que é os pais e educadores devem estar atentos? O que é que deve ser considerado “suspeito” na internet?

Devem estar atentos, sobretudo, aos comportamentos dos filhos, acompanhar as suas atividades online e evitar deixá-los sem monitorização. Acima de tudo, educar para a segurança e estar atentos aos sinais. Ao nível das redes sociais, é importante relembrar-lhes que não devem adicionar amigos que não conhecem, nem fornecer demasiados dados pessoais ou partilhar fotografias que identifiquem onde estudam e o que costumam fazer.

O isolamento, por várias horas, das crianças e jovens com os equipamentos deverá ser sempre um sinal de alerta para que os pais fiquem atentos. Em situações de bullying ou cyberbullying, os pais poderão também notar um isolamento dos restantes colegas, nervosismo, insegurança, baixa autoestima, e a não vontade de ir à escola.

Resumindo, estar atentos aos sinais, conversar e lembrar-lhes que não devem fazer no mundo virtual aquilo que não fazem no mundo “real”.

Qual a legislação existente que protege os utilizadores destes perigos?

Existe uma preocupação da União Europeia sobre estas temáticas, daí também a criação do INSAFE e do Dia da Internet Mais Segura. É da UE que emanam algumas das regras que têm sido transpostas para a legislação portuguesa. São disso exemplo a Lei do Cibercrime, a Lei de Proteção de Dados Pessoais ou a recente criação do Centro Nacional de Cibersegurança. São ainda relevantes o combate à pirataria informática e a Lei de Proteção da Propriedade Intelectual e dos Direitos de Autor.

 

 

 

Conferência “Policlínica das Crianças da Santa Casa da Misericórdia do Rio de Janeiro e as políticas de saúde de Fernandes Figueira (1909-1928)”, por Gisele Sanglard

Fevereiro 11, 2015 às 7:00 am | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
Etiquetas: , , , , ,

conferencia

mais informações aqui

Página seguinte »


Entries e comentários feeds.