Uno de cada tres jóvenes considera inevitable controlar a su pareja

Fevereiro 9, 2015 às 8:00 pm | Publicado em Estudos sobre a Criança | Deixe um comentário
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Notícia do site http://www.elmundo.es/  de 27 de janeiro de 2015.

O estudo citado na notícia é o seguinte:

Percepción social de la violencia de género en la adolescencia y la juventud

 

  • Ven aceptable controlar los horarios o impedir a la pareja que vea a su familia o amistades
  • Los adolescentes tienen una menor percepción de las desigualdades de género

JOAQUÍN VERA Madrid

Controlar los horarios de la pareja, supervisar los horarios de ésta, impedir que vea a sus familias o amistades o incluso no permitirle que trabaje o estudie son actos e violencia machista considerados como ‘inevitables’ o ‘aceptables’ por uno de cada tres jóvenes de entre 15 y 29 años.

“Estamos especialmente preocupados por los jóvenes y su percepción de la violencia de género porque vemos que sus relaciones afectivas y sociales tienen comportamientos discriminatorios e inadmisibles”, ha afirmado la secretaria de Estado de Servicios Sociales e Igualdad, Susana Camarero, durante la presentación del estudio ‘La percepción social de la violencia de género en la adolescencia y la juventud’.

El estudio, realizado con una muestra de más de 2.500 jóvenes de ambos sexos, revela que los adolescentes tienen una menor percepción de las desigualdades de género que el resto de población.

Y aunque el 92% de los hombres jóvenes considera inaceptable la violencia machista, no todas las formas de ésta concitan el mismo rechazo ni todos los comportamientos que constituyen maltrato son identificados como tales: ‘controlar los horarios’, ‘impedir a la pareja que vea a su familia o amistades’, ‘no permitir que la pareja trabaje o estudie’, o incluso ‘decirle las cosas que pueden o no pueden hacer’, ya que uno de cada tres jóvenes las considera aceptables.

Según el informe, el 29% de la juventud afirma conocer alguna víctima de violencia de género, una cifra bastante parecida a la del conjunto de la población. Aunque por rangos de edad, el 33% de los más ‘mayores de los jóvenes’ (25-29 años) afirman conocer alguna mujer víctima de su entorno cercano, mientras que entre 15-17 años el porcentaje baja al 23%.

Un panorama que preocupa al Ministerio por lo que ha decidido reforzar la sensibilidad contra esta lacra a través de dos nuevas campañas: una dirigida a los jóvenes y otra, a la población en general, con un denominador común: denunciar cualquier forma de violencia que se ejerza contra la mujer.

 

Gerir o tempo de forma divertida: como transformar a sua agenda familiar – Oficina para pais!

Fevereiro 9, 2015 às 6:03 pm | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
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“Gerir o tempo de forma divertida: Como transformar a sua agenda familiar” é o tema do próximo workshop do nosso ciclo de oficinas para pais!

Uma oportunidade para os pais (e todos os que se interessarem pelo tema) refletirem sobre o seu tempo… para a família, para o casal, para todos e cada um dos seus filhos e para si próprios.

Terá um formato diferente do que temos vindo a presentar, pois será realizado online e será totalmente gratuito!

Durante os meses de janeiro e fevereiro, todos os interessados deverão enviar-nos a sua inscrição para o nosso email espacopsicologicocoimbra@gmail.com. A todos os inscritos enviaremos o manual que preparámos sobre o tema, de caráter muito prático e com sugestões e estratégias facilitadoras das rotinas das famílias que, muitas vezes, veem a sua agenda sobrelotada ou com diversas incompatibilidades entre os “tempos” de cada um dos seus elementos.

Solicitaremos apenas a todos os que se inscreverem que preencham e nos devolvam um pequeno questionário de opinião sobre a temática abordada.

Para mais informações ou inscrições, já sabe, contacte-nos através do email espacopsicologicocoimbra@gmail.com ou do telemóvel 961844043.

http://www.espacopsicologico.com/

Creche: Quanto mais cedo melhor?

Fevereiro 9, 2015 às 2:00 pm | Publicado em Estudos sobre a Criança | Deixe um comentário
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Notícia do Público de 9 de fevereiro de 2015.

O estudo mencionado na notícia é o seguinte:

Cuidados não parentais a crianças com idade inferior a três anos: revisão baseada na evidência

Daniel Rocha

Luísa Pinto

Estudo revela que crianças que frequentaram a creche com menos de três anos obtiveram melhores resultados no desenvolvimento cognitivo e linguagem do que aquelas que ficaram até mais tarde em casa, com os pais ou com a mãe.

A ideia surgiu-lhes no âmbito do trabalho diário, enquanto médicos de unidades saúde familiar do distrito de Braga. Vítor Portela Cardoso e Paula Mendes ouviam muitas vezes dos pais perguntas e inquietações sobre qual seria a melhor solução para os filhos: pô-los a frequentar uma creche ou entregá-los a uma ama?

Os dois médicos perceberam que o aumento da idade da reforma tem vindo a tornar cada vez mais díficil aos avós assumirem os papéis tradicionais de coadjuvantes dos pais no que a tomar conta das crianças diz respeito. Vítor Portela Cardoso e Paula Mendes, por considerarem ter “o dever de proteger e assegurar todo o potencial de desenvolvimento das crianças, bem como evitar riscos desnecessários”, foram pesquisar artigos científicos nos últimos 37 anos que trouxessem alguma luz sobre os efeitos dos cuidados não parentais, fora do domicílio, no desenvolvimento cognitivo e da linguagem. Os resultados foram publicados numa das últimas edições da revista Acta Pediátrica Portuguesa e mostram que os cuidados não parentais até aos três anos podem ser benéficos ao nível do desenvolvimento cognitivo e da linguagem, traduzindo-se “possivelmente”, arriscam os autores, “num melhor desempenho escolar”.

O estudo de Vítor Cardoso e Paula Mendes é do tipo “revisão baseada na evidência” e incidiu nas crianças com menos de 3 anos, excluindo as que tinham um contexto sócio-económico desfavorável, as que pertenciam a minorias étnicas ou que estavam em risco de atraso de desenvolvimento (como os prematuros ou com baixo peso à nascença). “Ficámos desde logo surpreendidos pelo reduzido número de resultados obtidos. Apesar de o tema ser comum, verificámos que os estudos sobre os efeitos dos cuidados não parentais eram escassos e de qualidade limitada”, esclarece Vítor Cardoso, que trabalha na Unidade de Saúde Familiar de Gualtar, Braga.

Dos 89 artigos encontrados, apenas três tinham as características de coorte – isto é, eram estudos de observação que se prolongam no tempo. O mais relevante deles é o que foi levado a cabo pelo grupo norte-americano National Institute of Child Health and Human Development (NICHD), no qual foram seguidas 856 crianças desde o nascimento até ao completar três anos de vida. A maioria das crianças acompanhadas iniciou cuidados não parentais por volta dos quatro meses – uma realidade muito próxima da portuguesa, já que a licença de maternidade em Portugal termina aos quatro meses.

O estudo procurou comparar três tipos de cuidados: os das instituições, como as creches; os prestados em domicílios de um não familiar, como a ama; e os que são prestados no próprio domicílio, ou seja, em casa dos pais ou avós. E procurou apreciar o tipo, a qualidade e a quantidade dos cuidados que eram prestados em cada um destes contextos.

Os resultados demostraram, em primeiro lugar, e com pouca surpresa, que a qualidade dos cuidados é muito importante para o desenvolvimento cognitivo e da linguagem das crianças. Mais relevante era talvez a conclusão de que as crianças que frequentaram creches de média a elevada qualidade apresentavam melhores resultados do que aquelas que tiveram cuidados maternos exclusivos, mesmo em idades muito precoces. Os cuidados não parentais fora do domicílio por parte de uma pessoa não familiar, como uma ama, foram os que apresentaram resultados mais fracos. O rendimento familiar, a qualidade do ambiente doméstico, o sexo da criança e o grupo étnico a que pertencia revelaram-se variáveis sem impactos consistentes neste estudo.

É difícil, pelo menos em termos científicos, transpor a validade destes resultados, obtidos no ano 2000 e em famílias de dez estados norte-americanos, para a realidade portuguesa. Vítor Portela Cardoso e Paula Mendes são os primeiros a assumi-lo, admitindo ser difícil formular conclusões definitivas e estabelecer inferências causais. Mas Vítor Cardoso não tem dúvidas em afirmar que o desenvolvimento infantil que encontra nas consultas em idades pré-escolares, com crianças de três e quatro anos, é muito heterogéneo. Acrescenta que tem a impressão de “que as crianças que frequentaram a creche ou infantários demonstram mais aptidões cognitivas e melhor interação social relativamente àquelas que não o fizeram.”

É apenas uma impressão e não é sequer partilhada pela presidente da Sociedade de Pediatria do Neurodesenvolvimento, da Sociedade Portuguesa de Pediatria. Maria Júlia Guimarães observa que, “além dos resultados cognitivos e da aprendizagem da linguagem, temos os aspectos emocionais, que não foram abordados” no estudo de Vítor Portela Cardoso e Paula Mendes “e que são muitíssimo importantes”. Uma das principais traves do neurodesenvolvimento pediátrico é aquela que estabelece a importância da ligação emocional e afectiva entre a criança e o seu cuidador. “A mãe está sempre numa grande ambivalência, e naquela dúvida terrível sobre onde vai deixar o filho, quando tem de voltar ao trabalho, porque não pode prescindir do seu salário. Queixam-se da baixa taxa de natalidade, mas ninguém se lembra que as crianças não nascem com três anos de idade. O Estado demite-se de responsabilidades e deixa tudo nos ombros das famílias. Mas é preciso apoiá-las”,  exorta a pediatra.

Por um lado, são poucas as mães que conseguem fazer uma pausa no emprego e não se apressam a regressar ao trabalho, findos os quatro meses de licença. Por outro, o aumento da idade da reforma tem deixado os avós menos disponíveis para ajudar. E os custos cobrados pela guarda das crianças é excessivo para a maior parte da população.

Segundo a última Carta Social, que inventaria a Rede de Serviços e Equipamentos Sociais, em 2013 existiam em Portugal continental quase 113 mil creches, um número que praticamente duplicou relativamente ao ano 2000.  Quanto às amas registadas pela Segurança Social eram menos de 1200 em finais de 2014. Mas, com a liberalização da actividade, o número de amas deve aumentar exponencialmente.

Psicóloga clínica especializada em bebés, Clementina Almeida defende que a escolha de uma creche ou de uma ama será das decisões mais importantes que algum dia vão ser pedidas a uma mãe. Isto, porque os primeiros dois anos de vida do bebé são cruciais no seu desenvolvimento cognitivo e emocional. “Ao contrário de outros órgãos, não há nada de automático no desenvolvimento cerebral. Quando nasce, o cérebro está completamente dependente das relações e dos estímulos que vai receber. E hoje em dia já há muitos estudos a demonstrar que há conexões entre o primeiro ano de vida de um bebé e o que vai acontecer, em termos de saúde física e mental”, ao mesmo indivíduo adulto, “nomeadamente em termos de patologias como a depressão”, defende.

Clementina Almeida dá exemplos. “Quando o bebé é tratado de forma estritamente funcional – mudar a fralda, dar a papa ou o biberão – e o cuidador não estabelece laços afectivos com ele, aumentam os níveis de cortisol, uma substância que é segregada em situações de perigo e que vai ter sequelas. Vamos encontrar rapazes mais agressivos ou meninas mais ansiosas”, explica.

É por existir esse conhecimento cientifico, o que demonstra a neuroplasticidade e a maneira como se processa a formação do sistema nervoso central, que Maria Júlia Guimarães defende que os primeiros dois anos de vida do bebé devem corresponder ao período em que há maior exigência de qualidade por parte dos que assumem a responsabilidade de guardar as crianças.  “Se é imprescindível haver um estabelecimento de guarda, então que haja a garantia de que ele é o melhor possível”, defende a representante da Sociedade Portuguesa de Pediatria.

E quem deveria dar essas garantias? Vítor Portela Cardoso e Paula Mendes defendem que as creches não podem ser encaradas como meros depósitos de crianças que ficam a aguardar pelo regresso dos pais do trabalho. “Em Portugal as creches não são tuteladas pelo Ministério da Educação, dado que são mais encaradas como prestadores de cuidados de guarda do que propriamente de resposta educativa”, criticam os dois médicos. E defendem que, demonstrados os variados efeitos dos cuidados prestados às crianças em instituições como as creches, mesmo em idades muito precoces, “se deve promover a integração de uma resposta e tutela igualmente educativa”.

 

 

 

 

Hora do Conto e Atelier para Famílias “O Carnaval” na Biblioteca Municipal dos Olivais – serviço Bedeteca

Fevereiro 9, 2015 às 1:00 pm | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
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Hora do Conto e Atelier para Famílias

O Carnaval

PARA CRIANÇAS dos 6 aos 10 anos, acompanhadas de um adulto No dia em que sais à rua e vês os outros meninos mascarados, chegas à escola e todos os teus amigos vestem fatos diferentes…, há muita gente mascarada que brinca e ri enquanto atira papelinhos e serpentinas. Esse é o dia de Carnaval!

Saber fazer: uma máscara!

N.º máximo de participantes: 20

Biblioteca Municipal dos Olivais – serviço Bedeteca

Data: 2015-02-14 às 10:30

Contactos:

218 507 100

bib.olivais.infantil@jf-olivais.pt

Observações: Entrada gratuita, mediante inscrição prévia na biblioteca.

Pode seguir em direto o Colóquio ‘É então isto para crianças’ na Fundação Calouste Gulbenkian

Fevereiro 9, 2015 às 12:16 pm | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
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Ver o colóquio on-line no link:

http://new.livestream.com/fcglive/20150209Eentaoistoparacriancas

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Boas Práticas no Combate aos Estereótipos de Género na Educação

Fevereiro 9, 2015 às 12:00 pm | Publicado em Recursos educativos | Deixe um comentário
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texto do site do CIG de 26 de janeiro de 2015.

Preparada por ocasião da Conferência sobre Educação, realizada em Helsínquia, em outubro de 2014, a compilação de boas práticas na promoção de uma educação livre de estereótipos de género foi agora revista e ampliada pelo Conselho da Europa. Esta compilação de boas práticas está disponível no sítio Igualdade de Género do Conselho da Europa, em língua inglesa e em língua francesa.

“Achieving gender equality is central to the protection of human rights, the functioning of democracy, respect for the rule of law and economic growth and competitiveness” CoE Gender Equality Strategy 2014-2017

“La réalisation de l’égalité entre les sexes est essentielle pour assurer la protection des droits de l’homme , le fonctionnement de la démocratie, le respect de l’Etat de droit ainsi que la croissance et ls durabilité économiques” Stratégie du CdeE pour l’égalité entre les femmes et les hommes 2014-2017

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I Jornadas – Mediação Sociofamiliar nas Instituições de Acolhimento de Crianças e Jovens

Fevereiro 9, 2015 às 11:01 am | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
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mais informações aqui

 

Conversas de fim de tarde – A Família, a Escola e a Criança (no contexto da Jurisdição de Família e Crianças do CEJ)

Fevereiro 9, 2015 às 6:00 am | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
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Centro de Estudos Judiciários

Largo do Limoeiro
1149-048 Lisboa
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