Uso de ecrãs afeta a qualidade do sono dos adolescentes

Fevereiro 4, 2015 às 8:00 pm | Publicado em Estudos sobre a Criança | Deixe um comentário
Etiquetas: , , , , , , , , , , ,

Notícia da SIC Notícias de 3 de fevereiro de 2015.

O estudo mencionado na notícia é o seguinte:

Sleep and use of electronic devices in adolescence: results from a large population-based study

© Andrew Kelly  Reuters

Quanto mais tempo um adolescente passa em frente a um tablet, smartphone ou outro dispositivo electrónico, pior é a qualidade do seu sono. Esta é a conclusão de um estudo realizado em Bergen, na Noruega. A pesquisa, que abrangeu cerca de 10 mil jovens com idades entre os 16 e os 19, sugere que mais de duas horas passadas com monitores após o horário escolar estão directamente associadas à má qualidade do sono.

Quase todos os adolescentes noruegueses questionados dizem usar aparelhos electrónicos mesmo antes de dormir e muitos admitem que esse hábito contribui para que durmam menos. Muitos afirmaram que frequentemente dormem menos de cinco horas por noite.

As raparigas passam, em média, entre cinco a seis horas a ver televisão, usar computadores, smartphones ou outros dispositivos electrónicos. Quanto aos rapazes, o tempo é ligeiramente superior, cerca de seis horas e meia por dia. Os jogos de computador são mais populares entre os rapazes, enquanto as raparigas preferem os chats.

O estudo dirigido pela investigadora Mari Hysing da Uni Research Health  dá conta da influência negativa nos adolescentes do uso excessivo de ecrãs, mesmo ao longo do dia. O uso de monitores durante quatro horas ou mais pode aumentar em 49% o risco de um adolescente ter dificuldade em adormecer. Além disso, estes jovens têm tendência para dormir menos de cinco horas por noite.

Estar em frente a um ecrã brilhante pouco antes de ir dormir agrava as perturbações do sono porque esta ação envia ao cérebro uma mensagem errada, alterando o relógio biológico e mantendo o indivíduo mais alerta.

Mari Hysing sublinha que a as conclusões da sua investigação têm reflexo na população em geral, uma vez que muitas pessoas usam frequentemente estes aparelhos.

“Sabemos que dormir o número de horas necessárias é essencial para a saúde física e mental. Fazer log off pode ser uma das medidas importantes para garantir uma boa noite de sono”, sugere a investigadora.

Em declarações ao site da cadeia britânica BBC, Russell Foster, especialista em Neurociência da Universidade de Oxford, afirma: “Este é um estudo relevante porque demonstra que o uso de aparelhos electrónicos antes de ir para a cama contribui para a redução do número de horas de sono”. Foster realça ainda que é bom que os adolescentes estejam conscientes desta realidade.

 

 

Conversas com sabor na Ludobiblioteca Areia Guincho

Fevereiro 4, 2015 às 3:00 pm | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
Etiquetas: ,

ludo

https://www.facebook.com/Ludobiblioteca.EB1JIAreia.Guincho?fref=ts

Curso Direitos Sexuais e Jovens em ambiente digital

Fevereiro 4, 2015 às 1:30 pm | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
Etiquetas: , , ,

digi

Direitos Sexuais e Jovens Vulneráveis” é um projeto da APF, desenvolvido em parceria com a Faculdade de Ciências Sociais e Humanas da Universidade Nova de Lisboa (FCSH-UNL), o Instituto Português do Desporto e Juventude (IPDJ) e o Programa Escolhas, e financiado pela Fundação Calouste Gulbenkian.

Esta formação pretende contribuir para o desenvolvimento da cidadania ativa e defesa dos direitos sexuais dos jovens em contexto de vulnerabilidade social. Tendo em conta as necessidades destes jovens, o curso fornece aos participantes competências e instrumentos para o trabalho em Educação para os Direitos Sexuais, particularmente em ambiente digital/online.

Destina-se a profissionais, educadores e monitores que trabalham com jovens em situação de vulnerabilidade nas ONG’s com intervenção comunitária e com acesso a centros digitais.

PARTE I

DIREITOS SEXUAIS E JOVENS

7H presenciais – 13 de Fevereiro

– Apresentação

– Conceitos de Direitos Humanos, Direitos Sexuais e Sexualidade

– Carta dos Direitos Sexuais e Reprodutivos

– Declaração dos Direitos Sexuais da IPPF

– Valores e ética dos Direitos Sexuais

– Problemas dos Jovens em SSR

– Necessidades dos Jovens em Direitos Sexuais

DIREITOS SEXUAIS E JOVENS (cont.)

(9H em e-learning) – 14 Fev. a 19 Fev.

História dos Direitos Sexuais e Reprodutivos

– Temas Aprofundados em Direitos Sexuais

PARTE II ESTRATÉGIAS DE TRABALHO COM JOVENS EM DIREITOS SEXUAIS

7H presenciais – 20 de Fevereiro

– O papel do monitor face aos Direitos Sexuais

– Trabalho com Jovens em Direitos Sexuais

– Métodos e técnicas para trabalhar os Direitos Sexuais

PARTE III RECURSOS EM DIREITOS SEXUAIS

7H presenciais – 27 de Fevereiro

– Educação para os Direitos Sexuais em Ambiente Digital

– Recursos em Direitos Sexuais – Manual #On_Sex (exploração do manual de sugestões)

Inscrições até ao dia 6 de Fevereiro a/  saraduarte@apf.pt

Mais informações APF – R. Eça de Queiroz, 13, 1º – 1050-095 Lisboa – Sara Duarte | Tel. 213853993

Crianças vêem TV mais tempo do que o recomendado

Fevereiro 4, 2015 às 12:00 pm | Publicado em Estudos sobre a Criança | Deixe um comentário
Etiquetas: , , , , , , , , , , , , ,

Notícia do site  http://www.infosalus.com  de 22 de janeiro de 2015.

O estudo citado na notícia é o seguinte:

Virtually impossible: limiting Australian children and adolescents daily screen based media use

Getty Fuse

Los niños ven la tele más tiempo del recomendado

Los niños que ven más de dos horas al día la televisión son más propensos al sobrepeso, realizan menos actividad física y podrían tener un mayor riesgo de dificultades de atención y aprendizaje durante sus años de adolescencia y el inicio de su vida adulta, según diferentes estudios publicados en el último año.

Y lo cierto es que la cantidad de tiempo que los niños pasan al día usando pantallas, como las de televisores y ordenadores, excede las pautas recomendadas por los expertos, según concluye un estudio publicado en la revista ‘BMC Public Health’. Estas directrices se elaboraron en un momento en el que las tabletas, los teléfonos móviles y otros dispositivos móviles no estaban tan presentes en la vida cotidiana, lo que sugiere que deben reescribirse.

El uso prolongado de las pantallas por parte de los niños está asociado con resultados de salud físicos y mentales adversos, como un mayor riesgo de depresión y ansiedad en las adolescentes. Aunque en el presente estudio no se ven directamente los efectos sobre la salud de los niños, este trabajo parte de una investigación longitudinal que lo hará.

En 2001, la Academia Americana de Pediatría publicó recomendaciones sobre que los niños menores de 2 años no deben estar expuestos a las pantallas y se debe limitar la exposición en los mayores de 2 años a menos de dos horas al día. Estas directrices y la mayoría de los análisis de seguimiento se han basado en preguntar a los niños acerca de su consumo de televisión y videojuegos sin preguntar acerca de otros tipos de medios de pantalla.

Para hacer frente a esto, investigadores de la Universidad de Australia Occidental encuestaron 2.620 niños de entre 8 y 16 años de 25 escuelas primarias y secundarias en Australia. Se mostró a los escolares diferentes tipos de pantalla: iPad, iPod Touch, ordenador portátil, PlayStation Portable (PSP), ordenador portátil y Xbox, y ejemplos de los diferentes tipos de actividades que se pueden hacer con estas pantallas: ver la televisión, el uso de mensajería instantánea, jugar a juegos de ordenador y hacer los deberes.

Luego, se les preguntó acerca de la cantidad de horas que utilizan estos dispositivos, desde que se despiertan hasta que se van a la cama, incluyendo antes, durante y después de la escuela. Encontraron que un promedio del 63 por ciento de los encuestados superó las directrices recomendadas de menos de dos horas.

Los niños ven la tele más tiempo del recomendado El más popular entre todos los participantes fue la televisión, con un 90 por ciento que la vio durante la última semana, seguida por el ordenador portátil (59 por ciento), iPad/tableta (58 por ciento) y teléfono móvil (57 por ciento). Hubo variación en el uso dentro de los grupos individuales de edad: el 45 por ciento de los participantes más jóvenes (a partir de 8 años), superó las directrices, y el 80 por ciento de las personas de 14 a 15 años.

DIFERENCIA POR SEXOS

También hubo una diferencia en el uso de la pantalla por sexos, como señala la investigadora principal, Stephen Houghton: “Como se preveía, los niños eran más propensos que las niñas a superar la recomendación de menos de dos horas jugando con el ordenador, pero no se esperaba que las niñas fueran más propensas que los niños a superar la recomendación de menos de dos horas en las redes sociales, el uso de Internet, y viendo películas en la televisión o DVD”.

“De particular interés es la tasa a la que tienen más probabilidades de superar la recomendación de menos de dos horas para las redes sociales a medida que crecían las niñas. En concreto, a los 15 años de edad de las niñas tenían 15 veces más de probabilidades de exceder la recomendación de un consumo de menos de dos horas en comparación con sus compañeras de 8 años y casi siete veces más que los chicos”.

Este estudio se basa en la información aportada por los participantes sobre la utilización de diferentes tipos de pantallas, pero no investigó su efecto directo en la salud de los niños.”La aparición de dispositivos móviles sugiere que las menos de dos horas al día recomendadas pueden ser ya insostenibles dado el aumento de la participación de los medios de comunicación social y el uso de la pantalla derivado de la escuela. Las directrices para el uso apropiado de pantallas también deben tener en cuenta cómo difiere el uso de pantalla según la forma, la actividad, el sexo y la edad”, concluye Houghton.

 

 

 

Estudar música deixa as crianças mais atentas e menos ansiosas

Fevereiro 4, 2015 às 12:00 pm | Publicado em Estudos sobre a Criança | Deixe um comentário
Etiquetas: , , , , , , , , , , , , ,

notícia do site  http://revistacrescer.globo.com de 8 de janeiro de 2015.

o estudo citado na notícia é o seguinte:

Cortical Thickness Maturation and Duration of Music Training: Health-Promoting Activities Shape Brain Development

160620481

Pesquisa mostra que aprender a tocar um instrumento na infância melhora funções cerebrais ligadas a habilidades como memória, organização e controle das emoções

Por Fernanda Carpegiani

Dar um instrumento musical na mão do seu filho ajuda a estimular o desenvolvimento neurológico dele. A constatação é de um grupo de pesquisadores da Universidade de Vermont, nos Estados Unidos. Depois de analisar tomografias de 232 crianças entre seis e 18 anos, eles perceberam que estudar música melhora as funções executivas do cérebro, responsáveis por habilidades como memória, controle da atenção, organização e planejamento do futuro.

Os especialistas constataram que o treinamento musical aumenta a espessura de uma área nobre do cérebro, o córtex, responsável também pelo controle das emoções. “O estudo dos instrumentos leva o ser humano ao nível mais complexo de concentração do cérebro, que é a atenção executiva. É preciso ter foco e disciplina para aprender a ler partituras e marcar o tempo”, explica a pesquisadora Elvira Souza Lima, especialista em neurociência e música.

A atividade pode começar a partir dos quatro anos, quando a criança já é capaz de fazer movimentos mais sutis com as mãos. “Esse aprendizado modifica fisicamente o cérebro, principalmente quando ocorre antes dos sete anos, e os ganhos se mantêm por toda a vida, mesmo que a criança pare de tocar o instrumento depois”, diz Elvira, frisando que o contato com a música, ainda que apenas como ouvinte, tem um grande impacto no desenvolvimento humano e prepara o cérebro para executar diferentes tipos de funções.

Então que tal estimular a iniciação musical em casa? Enquanto ajuda seu filho e se diverte com ele, você também absorve os benefícios do contato com a música, que vale para todas as idades. Veja como fazer isso no dia a dia:

– Coloque diferentes tipos de música para seu filho ouvir para aumentar o repertório dele logo cedo. Arrisque mesmo: clássica, africana, indígena, jazz, samba. – Faça brincadeiras com sons usando objetos da casa, como panelas e baldes. Não deixa de ser um jeito de produzir música. – Sempre que possível, separe 10 minutos do dia só para ouvir música com seu filho, sem realizar nenhuma outra atividade ao mesmo tempo. Todo mundo vai ficar mais relaxado. – Estimule as crianças a ouvir e identificar os sons da natureza, desde os passarinhos até o barulho das folhas ao vento. Isso também vale como experiência e memória musical. – Cantem juntos, com e sem música de fundo. O efeito de cantar é o mesmo de tocar um instrumento.

 

 

Doce, o bacalhau? salgada, a marmelada? mas que grande salganhada! Oficina no Museu do Oriente

Fevereiro 4, 2015 às 10:00 am | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
Etiquetas: , , , ,

doce

Inscrições

5 Fevereiro
Com Susana Domingues

Doce, salgado, ácido, amargo, agridoce ou picante – são os cinco principais tipos de sabores. A marmelada da avó é doce, o bacalhau com natas da mãe é salgado e a limonada do pai é…? Juntos trilharemos os cinco caminhos do paladar numa aventura onde o sabor impera!

Horário: 11.30 às 12.30
Preço: €3,50/participante (adulto ou criança)
Público-alvo: Crianças entre os 2 e os 4 anos (acompanhadas por um adulto).
Participantes: Mín.15, Máx.20

Necessária marcação até 9 Fevereiro (2ª sessão).

 


Entries e comentários feeds.