Esta vacina vai ajudar crianças autistas e foi criada por um português

Janeiro 29, 2015 às 8:00 pm | Publicado em A criança na comunicação social | Deixe um comentário
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Notícia do site http://www.noticiasaominuto.com  de 16 de janeiro de 2015.

Lusa

Um professor português de uma universidade canadiana desenvolveu uma vacina contra uma bactéria intestinal em crianças autistas, uma solução que irá permitir maior qualidade de vida aos portadores daquela deficiência. 

Por Lusa

“Noventa por cento das crianças com autismo sofrem de diarreia e de constipações intestinais severas. Muitas usam fraldas ainda aos cinco e seis anos de idade, quando vão para a escola, devido a certas bactérias que existem nos intestinos dessas crianças com autismo”, começou por explicar à agência Lusa Mário Monteiro, de 48 anos, professor de química da Universidade de Guelph, no sudoeste do Canadá.

Esta solução permite melhorar os cuidados de saúde, já que “o tratamento constante à base de antibióticos trazem outros problemas”, salientou o imigrante português, que nasceu em Gouveia, distrito da Guarda, e vive no Canadá desde 1981.

Mário Monteiro disse que a sua equipa de vacinas da Universidade de Guelph está agora a desenvolver medicamentos que podem melhorar a condição das crianças autistas, com uma “nova geração de vacinas”, que pode representar “um grande passo contra uma das responsáveis pela acentuação dos sintomas de autismo”.

Estão em curso a decorrer ensaios preliminares da vacina, um projeto que já foi saudado por outras organizações da área.

Este trabalho já foi reconhecimento pela organização britânica vaccinenation.org em colaboração com a World Vaccine Congress na área das vacinas.

Em 2014, Mário Monteiro foi distinguido por aquele organismo como uma das 50 pessoas mais influentes em termos globais, na área das vacinas. Na lista encontram-se nomes como Bill Gates, fundador da Microsoft, do primeiro-ministro da Índia Shri Narendra Modi, e de Bruce Aylward, coordenador da Organização Mundial de Saúde na reação ao ébola na África Ocidental.

“A responsabilidade acrescida (da distinção) é bem-vinda. Espero que governos e companhias farmacêuticas estejam mais dispostas a ajudar a ciência “, concluiu.

Mário Monteiro é também um dos poucos investigadores de açúcares complexos, existentes nas superfícies das bactérias.

A sua vacina para proteger as pessoas contra a Campylobacter jejuni, umas das principais bactérias que causa doenças intestinais transmitidas por alimentos em termos globais, foi aprovada para testes clínicos nos Estados Unidos, com a primeira fase a iniciar-se em maio de 2014.

 

 

Press Release – Concerto para Crianças São Carlos Júnior “O Livro da Selva” no Teatro Nacional de São Carlos

Janeiro 29, 2015 às 4:32 pm | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
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Press Release

Concerto para Crianças

São Carlos Júnior “O Livro da Selva”

Com a presença de Manuela Eanes, Presidente do Instituto de Apoio à Criança

Teatro Nacional de São Carlos

Sábado, 31 Janeiro, 11 Horas

 

O Concerto para Crianças São Carlos Júnior “O Livro da Selva” de Charles Dakin terá lugar no Foyer do Teatro Nacional de São Carlos, no próximo sábado, dia 31 de Janeiro, pelas 11 horas.

Para assistir ao Concerto “O Livro da Selva” agradece-se a oferta de um livro, ou de um brinquedo que será doado ao Instituto de Apoio à Criança.

Manuela Eanes, Presidente do Instituto da Criança agradece muito sensibilizada esta iniciativa que é muito importante em termos sociais, mas também uma prioridade que deveria ser a sensibilização da criança em relação à música.

A música é uma das atividades mais estimulantes e criativas para o processo de desenvolvimento da Criança, tanto na área cognitiva, como afetiva e social.

Programa

Concerto “O Livro da Selva”

Contrabaixistas

Pedro Wallenstein

Adriano Aguiar

Duncan Fox

Anita Hinkova

Cantora

Ana Serro

 

29 Janeiro 2015

 

Sabe quais são as crianças que comem menos fruta?

Janeiro 29, 2015 às 3:00 pm | Publicado em Estudos sobre a Criança | Deixe um comentário
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Notícia do Sol de 28 de janeiro de 2014.

Mais informações na notícia da DGS:

Projeto EPHE (EPODE for the Promotion of Health Equity)

Shutterstock

As crianças portuguesas comem, em média, mais fruta por dia do que as de seis outros países europeus, mas as pertencentes a famílias de um nível socioeconómico mais baixo comem menos, de acordo com dados divulgados hoje.

As conclusões são as primeiras a surgir do estudo do projecto europeu EPHE, financiado pela Comissão Europeia e apoiado pela Organização Mundial de Saúde, que tem como “principal objectivo avaliar o impacto de intervenções de promoção de hábitos alimentares saudáveis e de actividade física na redução das desigualdades sociais na saúde, em crianças em idade escolar dos seis aos nove anos”, coordenado em Portugal pela Faculdade de Ciências da Nutrição da Universidade do Porto (FCNAUP) com a Direcção-Geral de Saúde e desenvolvido na Maia.

“As crianças portuguesas foram as que apresentaram consumos mais elevados de fruta, comparativamente às restantes crianças europeias que integram este projecto. Em média, as crianças portuguesas, consomem fruta diariamente, pelo menos uma vez por dia. No entanto, verificaram-se diferenças significativas no consumo de fruta em função do estatuto socioeconómico dos pais”, pode ler-se no comunicado do projecto EPHE, que abrange Bélgica, Bulgária, França, Grécia, Holanda, Portugal e Roménia.

Ainda que o resultado do consumo seja de “destacar pela positiva”, como disse à Lusa a investigadora da FCNAUP Maria João Gregório, isto significa que uma criança que pertença a um nível socioeconómico mais baixo come menos fruta do que uma criança de famílias de um nível socioeconómico superior.

Maria João Gregório acrescentou que se verificou ainda que “as crianças portuguesas, que pertencem a famílias com nível socioeconómico mais baixo, têm uma frequência de consumo de refrigerantes e de sumos de fruta maior do que as de famílias de nível socioeconómico mais elevado”.

O projecto, na Maia, decorre no âmbito da iniciativa “Maia Menu Saudável” e englobou 240 crianças e respectivas famílias.

Através de questionários, em três anos consecutivos, o objectivo é compreender se o desenvolvimento do projecto foi bem-sucedido na alteração de consumos, para reduzir as desigualdades sociais na saúde.

“O que nós sabemos é que as estratégias de promoção da saúde têm mais impacto nos indivíduos que têm um nível socioeconómico mais elevado”, realçou Maria João Gregório.

O comunicado acerca do projecto refere ainda que, “no que diz respeito ao consumo de hortícolas, independentemente do estatuto socioeconómico da família, as crianças incluídas neste estudo apresentam uma frequência de consumo de hortícolas de, em média, duas a quatro vezes por semana”, embora “quase 30% das famílias com nível educacional mais baixo referiram que as crianças consomem salada menos do que uma vez por semana”.

Sobre a definição de “estatuto socioeconómico”, o estudo explica que este foi definido “pelo nível educacional de ambos os pais, pela situação profissional e pela posição face ao rendimento”, tendo sido “o nível educacional da mãe seleccionado como a variável socioeconómica que melhor previa o estatuto socioeconómico parental em toda a amostra”.

O projecto europeu EPHE, para a prevenção da obesidade infantil e a promoção do acesso à saúde, toma a sigla da designação original, Ensemble Prévenons l’Obésité des Enfants for the Promotion for the Health Equity.

Lusa/SOL

 

 

A cultura deixa marcas nas crianças

Janeiro 29, 2015 às 1:00 pm | Publicado em A criança na comunicação social | Deixe um comentário
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Artigo do Público de 27 de janeiro de 2015.

Paulo Pimenta

Rita Pimenta

Projectos artísticos para crianças até aos cinco anos apoiados por Portugal, Islândia, Liechtenstein e Noruega.

O programa Pegada Cultural – Artes e Educação tem agora uma variante: Primeiros Passos. A Direcção-Geral das Artes vai apoiar projectos dirigidos a crianças até aos cinco anos, numa parceria com a Islândia, o Liechtenstein e a Noruega. Um montante de 136 mil euros será distribuído por cinco projectos – um por cada região de Portugal continental: Norte, Centro, Lisboa e Vale do Tejo, Alentejo e Algarve.

“O apoio não é muito elevado para cada um, mas vai chamar a atenção para este público-alvo. É muito importante o contacto precoce com as artes”, diz ao PÚBLICO Susana Graça, responsável pelo programa, que aceita candidaturas até 20 de Fevereiro. As ilhas ficaram de fora por questões de “incapacidade legal” da Direcção-Geral das Artes (DGArtes).

“Podem concorrer companhias de teatro, de dança, escolas de criação artística, associações culturais e outras entidades ligadas às artes”, diz a também directora de serviços de planeamento, informação e recursos humanos da DGArtes. Informa que “as candidaturas deverão ser apresentadas em parceria com uma ou mais entidades artísticas dos outros países doadores”. Daí terem de ser apresentadas em inglês.

As áreas artísticas definidas são: arquitectura, artes digitais, artes visuais, dança, design, cruzamentos disciplinares, fotografia, música e teatro. “Cada projecto seleccionado contará com um financiamento máximo de 85% das despesas elegíveis, num montante máximo de 27.200 euros”, pode ler-se no site da DGArtes.

O bom exemplo da Noruega

Susana Graça valoriza “a colaboração próxima com a embaixada da Noruega” e quer realçar a experiência do Arts Council daquele país, “são muito focados na infância e investem bastante nos serviços educativos das instituições”.

Uma das iniciativas que descreve ao PÚBLICO chama-se “mochila cultural”, em que há uma mistura de várias artes que são depois apresentadas e dinamizadas nas escolas. “Existe há muitos anos e funciona a nível regional. A Noruega já colhe os frutos desta atenção dada às crianças.”

Em Portugal, a experiência da Pegada Cultural (sem restrição a um público-alvo específico) começou no ano passado e aquela responsável espera que a adesão seja idêntica para esta variante dos Primeiros Passos. Os cinco projectos seleccionados em Fevereiro de 2014 foram: Othello’s Anatomy – Arts and Education for Citizenship (várias valências, Lisboa); The Giant and the Little (teatro de marionetas, Évora); Mothers (teatro, Faro); Circus Lab (novo circo, Viseu) e Write a Science Opera (ópera, Porto).

Para se poder avaliar se os trabalhos “marcaram” efectivamente os intervenientes com uma “pegada cultural”, Susana Graça diz haver “uma série de indicadores, como número de escolas e de alunos envolvidos, e registos visuais e fílmicos do impacto do programa nos miúdos”. E está certa de que, “daqui a uns anos, os meninos que agora participarem nos projectos hão-de encher as salas de espectáculos”.

 

 

Brincar com o medo

Janeiro 29, 2015 às 12:00 pm | Publicado em A criança na comunicação social, Vídeos | Deixe um comentário
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reportagem da Euronews de 16 de janeiro de 2015.

É possível aprender realmente a controlar os nossos medos e fobias? Tornou-se relativamente comum procurar ajuda psicológica para enfrentar receios. Mas também há especialistas que colocam a ênfase em métodos educativos específicos. Vamos conhecer alguns exemplos.

Uma das técnicas foi criada em França e denomina-se PAF, Parceria Contra o Medo. O conceito assenta em ajudar crianças a utilizar a criatividade para canalizar positivamente a energia desencadeada por uma reação de medo. Após uma fase de pesadelos com monstros e fantasmas, os pais de Maria depararam-se com o método criado pela franco-romena Simona Le Roy, uma especialista em educação. Brincar, cantar, desenhar – é nas rotinas diárias que os pais podem ajudar criativamente as crianças a verem os medos doutra maneira.

Estar em contacto direto com o objeto do medo é outra abordagem para aprender a enfrentar fobias. Tomemos o exemplo do medo que algumas crianças têm de hospitais. Em Portugal, existe uma forma de combater esta ansiedade. No Centro Hospitalar Póvoa de Varzim – Vila do Conde está prestes a começar uma operação. Mas não se trata de uma intervenção comum. Aparentemente, a paciente tem um problema numa perna. Vários especialistas vieram dar uma mão. Só que aqui os cirurgiões têm 4 anos de idade. É a “Unidade de Cirurgia Ambulatória dos Pequeninos.”

O avião continua a ser, estatisticamente, uma das formas mais seguras de viajar. Mas o medo de se deslocar nas alturas é muito frequente. Todos os dias, há quem hesite em fazê-lo ou mesmo faça tudo para contornar este meio de transporte. Há muito que as companhias aéreas organizam formações para ajudar quem sofre de aerofobia. A Swiss é uma delas . O curso está dividido em três partes. Antes de passar ao voo, os participantes visitam pausadamente o avião acompanhados pelo comandante de bordo. A seguir, aprende-se a gerir a ansiedade através de exercícios de relaxamento.

Copyright © 2015 euronews

 

 

 

O Caçador – Teatro de Marionetas no Museu da Marioneta

Janeiro 29, 2015 às 9:00 am | Publicado em Divulgação | Deixe um comentário
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caçaTEATRO DE ROBERTOS | O projeto O CAÇADOR propõe‐se a inovar e introduzir novas cenas, personagens e técnicas de manipulação ao teatro Dom Roberto, promovendo a inovação e a capacidade de acompanhar a evolução das tendências e exigências da cultura actual.

Depois de ter recuperado duas peças do reportório tradicional, as Marionetas João Costa apresentam “O Caçador” Novo reportório do teatro D. Roberto. Com estreia nacional marcada para o dia 31 de Jan. pelas 16h no Museu da Marioneta em Lisboa, seguido do espetáculo a 1 de Fev. pelas 11h neste mesmo espaço, “O Caçador” Novo reportório do teatro D. Roberto procura inovar e introduzir novas cenas, personagens e técnicas de manipulação ao teatro D. Roberto, promovendo a inovação e a capacidade de acompanhar a evolução das tendências e exigências da cultura atual. Convidamos a todos a assistirem a esta criação para publico familiar.

Museu da Marioneta  | 31 JAN * 16h00 | 1 FEV* 11h30 | Maiores de 4 anos | € 7,5 * Bilhete inteiro | € 5 * Crianças, profissionais de espectáculo, estudantes até 25 anos, maiores de 65 anos | € 3 * Grupos Escolares, durante a semana

Convento das Bernardas – Rua da Esperança, n° 146, 1200-660 Lisboa | t +351 213 942 810 | f +351 213 942 819

 

Pedofilia é o mais procurado através de acessos ocultos na Web

Janeiro 29, 2015 às 6:00 am | Publicado em Estudos sobre a Criança, Vídeos | Deixe um comentário
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texto do site  http://pplware.sapo.pt  de 2 de janeiro de 2015.

Visualizar o vídeo da comunicação de Gareth Owen no link:

Tor: Hidden Services and Deanonymisation

pedofilia

Criado por Maria Inês Coelho

Mais de 80% dos acessos à Internet através da rede de anonimato Tor estão relacionados com pornografia infantil.

No mundo da Internet oculta, a pedofilia consegue atrair muitas mais visitas do que o mercado de drogas ou sites de denúncias, revela um estudo levado a cabo pela Universidade de Portsmouth.

A Universidade de Portsmouth, na Inglaterra, através do investigador Gareth Owen, infiltrou-se na rede Tor durante 6 meses com o objectivo de perceber e conhecer melhor este “universo oculto”. Os resultados foram apresentados durante o Congresso Chaos Computer que se realizou na Alemanha.

Os resultados são surpreendentes e inquietantes, na rede Tor apenas 2% de todo o conteúdo “oculto” refere-se a material relacionado com pedofilia, de um universo de cerca de 45 mil sites, contudo, esta pequena percentagem absorve cerca de 83% de todo o tráfego da rede.

É evidente que o número de sites na rede relacionados com pedofilia é uma ínfima parte de todos os que existem em toda a Internet, o que não deixa de ser preocupante, já que existe uma boa parte dos utilizadores que irá continuar a agir neste meio sem qualquer rasto e consequente impunidade.

Uma particularidade deste tipo de sites na rede Tor prende-se com o facto de terem um tempo de vida média muito curto. Durante seis meses de investigação, apenas um sexto dos sites que estava online em Março, estava ainda disponível em Setembro.

Na mesma investigação, concluiu-se que os sites relacionados com droga correspondia a cerca de 24% dos sites ocultos mas apenas retinham 5% de todo o tráfego.

Os sites de denúncias, como o SecureDrop ou Globaleaks, representam 5% do sites nesta rede, mas são utilizados por menos de 0,1% dos utilizadores da rede.

O Director Executivo do Tor, Roger Dingledine, questionado sobre o assunto, refere que o tráfego de mais de 80% absorvido pelos sites de pedofilia poderá estar repartido entre visitantes utilizadores do conteúdo bem como activistas, grupos de anti-abuso e até mesmo polícia que queiram combater este crime.

Via: The Verge

 

 


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